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Filhinha do papai
Fandom: Universo original
Criado: 01/06/2026
Tags
SombrioPsicológicoDramaMenção de IncestoLinguagem ExplícitaPWP (Enredo? Que enredo?)Estudo de PersonagemSuspenseNoir GóticoRomance
Propriedade Privada
A chuva batia contra as vidraças da mansão, criando uma cortina de isolamento que James apreciava profundamente. Para o mundo exterior, ele era o Dr. James Miller, um cirurgião brilhante, impecável em seus ternos sob medida, cuja arrogância era perdoada por sua competência inquestionável. Mas, dentro daquelas paredes, o controle que ele exercia era de uma natureza muito mais sombria e visceral.
James serviu-se de um uísque, observando o líquido dourado girar no cristal. Seus olhos, afiados como bisturis, desviaram-se para o sofá da biblioteca, onde Jhe estava sentada. Ela era a imagem da perfeição: a pele alva contrastando com os cabelos escuros, o olhar tímido escondido sob os cílios longos enquanto fingia ler um livro de anatomia. Ela era o seu maior tesouro, a joia que ele e Leo haviam lapidado com um cuidado possessivo que beirava a loucura.
— Você está distraída, Jhe — a voz de James ecoou pelo ambiente, profunda e carregada de uma autoridade que fez a jovem estremecer.
— É apenas o cansaço da faculdade, papai — respondeu ela, fechando o livro e oferecendo um sorriso doce, aquele tipo de sorriso que ela sabia que o desarmava e, ao mesmo tempo, o atiçava.
— O cansaço não é desculpa para ignorar quem está no recinto — disse uma voz vinda da penumbra da porta.
Leo entrou no ambiente com a confiança de um predador. Ele era a versão mais jovem e impetuosa de James, com ombros largos e um senso de humor que escondia uma possessividade tão letal quanto a do pai. Ele caminhou até a irmã, sentando-se ao lado dela e passando o braço pesado por cima de seus ombros, puxando-a para perto.
— Ela precisa de um incentivo para relaxar, não acha, pai? — Leo perguntou, seus dedos subindo pelo pescoço de Jhe, traçando a linha da mandíbula dela com uma familiaridade que não deixava dúvidas sobre o vínculo que os unia.
James caminhou lentamente até eles, a presença dele preenchendo o espaço de forma esmagadora. Ele se inclinou, pegando o queixo de Jhe com os dedos firmes, forçando-a a olhar para ele.
James serviu-se de um uísque, observando o líquido dourado girar no cristal. Seus olhos, afiados como bisturis, desviaram-se para o sofá da biblioteca, onde Jhe estava sentada. Ela era a imagem da perfeição: a pele alva contrastando com os cabelos escuros, o olhar tímido escondido sob os cílios longos enquanto fingia ler um livro de anatomia. Ela era o seu maior tesouro, a joia que ele e Leo haviam lapidado com um cuidado possessivo que beirava a loucura.
— Você está distraída, Jhe — a voz de James ecoou pelo ambiente, profunda e carregada de uma autoridade que fez a jovem estremecer.
— É apenas o cansaço da faculdade, papai — respondeu ela, fechando o livro e oferecendo um sorriso doce, aquele tipo de sorriso que ela sabia que o desarmava e, ao mesmo tempo, o atiçava.
— O cansaço não é desculpa para ignorar quem está no recinto — disse uma voz vinda da penumbra da porta.
Leo entrou no ambiente com a confiança de um predador. Ele era a versão mais jovem e impetuosa de James, com ombros largos e um senso de humor que escondia uma possessividade tão letal quanto a do pai. Ele caminhou até a irmã, sentando-se ao lado dela e passando o braço pesado por cima de seus ombros, puxando-a para perto.
— Ela precisa de um incentivo para relaxar, não acha, pai? — Leo perguntou, seus dedos subindo pelo pescoço de Jhe, traçando a linha da mandíbula dela com uma familiaridade que não deixava dúvidas sobre o vínculo que os unia.
James caminhou lentamente até eles, a presença dele preenchendo o espaço de forma esmagadora. Ele se inclinou, pegando o queixo de Jhe com os dedos firmes, forçando-a a olhar para ele.
