Fanfy
.studio
Imagem de fundo

tesao

Fandom: serie

Criado: 03/06/2026

Tags

SombrioPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaViolência GráficaEstuproPsicológicoTragédia
Índice

O Labirinto de Prazer e Dor

O ar no quarto estava pesado, saturado com o cheiro de suor e a eletricidade de um desejo que já havia cruzado a linha da sanidade. Thayuana, pequena e vulnerável entre os corpos robustos, sentia cada centímetro de sua pele queimar sob o toque possessivo de Raimundo. Ele a segurava contra a parede, a diferença de altura tornando-a quase uma boneca em suas mãos. Foi quando o som da campainha ecoou, um anúncio vibrante de que a noite estava apenas começando a se transformar em algo muito mais sombrio e intenso.

— Ele chegou — murmurou Raimundo no ouvido de Thayuana, a voz rouca carregada de uma antecipação cruel.

João Neto entrou no quarto sem pedir licença. Ele não precisava. O convite já havia sido selado por olhares e mensagens anteriores. Ao ver Thayuana prensada contra a parede, os olhos dele brilharam com uma malícia faminta.

— Vejo que a festa já começou — disse João Neto, retirando a camisa e revelando um porte físico que intimidava tanto quanto o de Raimundo. — Mas eu vim para garantir que ela nunca esqueça esta noite.

O que se seguiu foi uma explosão de selvageria. Sem o uso de preservativos, a entrega era total e crua. João Neto não perdeu tempo, aproximando-se por trás enquanto Raimundo a mantinha fixa pela frente. Thayuana sentiu-se cercada, uma presa entre dois predadores que não conheciam a palavra moderação. As mãos deles exploravam cada curva dela, lambendo suas partes íntimas com uma voracidade que a fazia arquear as costas e implorar por mais, mesmo quando o prazer começava a se misturar com um latejar de exaustão.

— Coloca mais... por favor, coloca tudo! — gritava ela, a voz falhando entre gemidos altos que ecoavam pelo apartamento.

— Você quer tudo, sua puta? — João Neto rosnou, desferindo um tapa estalado em sua nádega que deixou uma marca rubra instantânea. — Então aguenta, porque eu não vou parar até você estar transbordando de mim.

A penetração era bruta, rítmica e incessante. Raimundo a xingava, palavras sujas que agiam como combustível para o fogo que os consumia. Ele gozou dentro dela, um calor profundo que a fez tremer, mas não houve pausa. João Neto assumiu o controle com uma força que a fez perder o fôlego, preenchendo-a tanto na frente quanto atrás, alternando entre os orifícios com uma precisão sádica.

— Eu vou gozar cinco vezes dentro de você hoje — declarou João Neto, os olhos fixos nos dela, que já começavam a lacrimejar. — E o Raimundo vai gozar três. Você é nossa agora.

As horas se passaram como um borrão de carne e suor. Cinco horas seguidas de um bombardeio sensorial que levou Thayuana ao limite de sua resistência física. Ela começou a chorar, um choro que misturava o êxtase inicial com uma dor crescente que agora dominava seu corpo.

— Por favor... para... eu não aguento mais — soluçava ela, as pernas bambas, mal conseguindo se manter de pé.

Eles pararam por apenas cinco minutos. Cinco minutos de um silêncio opressor onde o único som era a respiração pesada dos dois homens. Mas o descanso era uma ilusão. Eles voltaram com ainda mais força, e desta vez trouxeram correntes.

— Você achou que tinha acabado? — perguntou Raimundo, prendendo os pulsos dela acima da cabeça, esticando seu corpo pequeno contra a frieza do metal. — A diversão está apenas na metade.

Amarrada e indefesa, Thayuana tornou-se o receptáculo absoluto de suas vontades. Eles a penetravam com uma fúria renovada, ignorando seus pedidos desesperados para parar. O choro dela agora era de verdade, lágrimas de agonia que escorriam pelo rosto enquanto eles gozavam repetidamente dentro dela e, depois, em seu rosto, humilhando-a com xingamentos que a reduziam a nada mais do que um objeto de prazer.

— Cala a boca e aceita — disse João Neto, batendo levemente em seu rosto com a palma da mão. — Você é uma puta, e putas não reclamam.

No auge do caos, Raimundo pegou o celular e fez uma ligação rápida.

— Artur? Vem logo. Ela está pronta para mais um.

Artur não demorou a chegar. Ele entrou no ambiente já despindo-se, os olhos cravando-se na imagem de Thayuana acorrentada e coberta pelos vestígios dos outros dois. Sem dizer uma palavra de conforto, ele se juntou à carnificina carnal. Artur focou no cu e na xereca, revezando com os outros dois que não mostravam sinais de cansaço.

— Vocês viram como ela chora? — Artur riu, aumentando a intensidade das estocadas. — É música para os meus ouvidos.

— Eu não aguento... dói muito... — Thayuana mal conseguia articular as palavras, a cabeça pendendo para o lado, a exaustão tomando conta de cada fibra de seu ser.

— Tenha paciência, boneca — disse Raimundo, segurando o queixo dela com força para que ela olhasse para ele. — A noite está apenas começando.

Os três agora agiam em uníssono, um ciclo interminável de penetrações e fluidos. Eles começaram a interagir entre si enquanto a possuíam, criando uma teia de corpos onde Thayuana era o centro esmagado. João Neto reafirmou sua promessa, contando cada vez que gozava dentro dela, enquanto Raimundo e Artur competiam para ver quem a levava mais perto do colapso.

— Eu disse que ia gozar cinco vezes — gritou João Neto, a voz carregada de triunfo. — E eu ainda nem comecei a me cansar de você.

O som dos tapas, dos xingamentos e do tilintar das correntes preenchia o quarto como uma sinfonia de degradação. Thayuana sentia-se abusada, perdida em um mar de sensações que ela não conseguia mais processar. Ela implorava pelo fim, mas eles apenas riam, alimentando-se de sua vulnerabilidade. A noite era longa, e para aqueles três homens, ela era o território que eles pretendiam conquistar e destruir até que não sobrasse mais nada além do eco de seus próprios desejos.

Índice

Quer criar seu próprio fanfic?

Cadastre-se na Fanfy e crie suas próprias histórias!

Criar meu fanfic