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Fandom: BBB

Criado: 04/06/2026

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O Almoço do Anjo Mais Quente da História

— Cara, eu não tô acreditando no que eu acabei de ver — disse Boneco, passando a mão pelo rosto suado, ainda em choque diante da tela da TV na sala do Almoço do Anjo.

— Nem eu, Boneco... Sua mulher é uma deusa, mas o que ela falou... — Milena soltou uma risadinha nervosa, ajeitando o vestido curto que mal cobria suas curvas generosas enquanto se acomodava na cadeira.

— Ela tava de biquíni, no maior estilo, e mandou na lata: "Pode pegar a Ana Paula gostoso, meu amor, eu deixo" — repetiu Ana Paula, a voz saindo num tom de deboche que escondia uma urgência latente. Ela cruzou as pernas longas e brancas, balançando o pé e encarando Boneco com um olhar predatório. — E aí, Boneco? Vai desobedecer sua esposa em rede nacional?

— Vocês tão me deixando louco — murmurou o baiano, sentindo o sangue pulsar mais forte. Ele olhou para Ana Paula, os olhos descendo sem nenhum pudor pelo corpo magro e provocante da loira, parando no decote que subia e descia com a respiração acelerada dela.

— A gente tá aqui trancado, ninguém entra, as câmeras do almoço são só pro pay-per-view e o pessoal lá fora tá todo na piscina — Milena comentou, observando a mão de Boneco descer discretamente para o colo, onde o volume por baixo da calça jeans já era impossível de ignorar. — Olha só pra ele, Ana... O negão tá estalando.

— Eu vi — Ana Paula se inclinou para frente, apoiando os cotovelos na mesa, os olhos fixos na mão dele que agora massageava o próprio membro por cima do tecido. — Eu tô subindo pelas paredes nessa casa, Milena. Três semanas sem nada... e ouvir aquela mulher falando aquilo... parece que ligou um interruptor aqui dentro.

— Você quer, não quer, Ana? — perguntou Boneco, a voz mais rouca, sem conseguir tirar os olhos da pele alva da loira que contrastava com a sua.

— Eu quero que você me use como se não houvesse amanhã, Boneco — respondeu Ana Paula, o deboche dando lugar a uma luxúria crua. — Esquece o almoço. Esquece a comida.

— Milena... — Boneco olhou para a baixinha ao seu lado, buscando algum sinal de reprovação, mas só encontrou cumplicidade.

— Não olha pra mim com essa cara de dúvida, negão — Milena sorriu, levantando-se e caminhando até Ana Paula. — Se ela deu a permissão e a Ana tá pedindo, quem sou eu pra atrapalhar? Na verdade, eu quero é ver isso de perto. Eu quero comandar o show.

— Comandar? — Boneco levantou-se, sua estatura imponente dominando o pequeno espaço da sala decorada.

— É — Milena empurrou Ana Paula suavemente para trás, fazendo-a encostar na parede lateral, longe da mesa. — Fica aí, loirinha. Boneco, chega aqui. Tira isso.

— Você manda — disse Boneco, desabotoando a calça com pressa. O membro saltou para fora, pulsante e escuro, fazendo Ana Paula soltar um suspiro audível.

— Meu Deus... — Ana Paula esticou a mão, mas Milena deu um tapa leve em seus dedos.

— Não toca ainda, putinha — ordenou Milena, a voz autoritária e excitada. — Você vai esperar ele chegar. Olha pra ele, olha o tamanho disso. É isso que você queria, não era? Ver esse negão destruindo sua pose de riquinha debochada?

— É... é sim — balbuciou Ana Paula, as pernas tremendo.

— Boneco, pega ela — Milena instruiu, afastando-se apenas o suficiente para dar espaço. — Vira ela de costas pra parede, levanta esse vestido e mostra pra ela o que é um homem de verdade. Trata ela como a cadelinha que ela tá provando ser.

— Vem cá, loira — Boneco rosnou, agarrando Ana Paula pela cintura com suas mãos grandes e rudes. Ele a virou de uma vez, prensando o corpo dela contra a parede fria.

— Isso, Boneco! — incentivou Milena, aproximando-se para ver os detalhes. — Rasga essa calcinha, não perde tempo com elástico não.

— Com prazer — Boneco sentiu o tecido fino ceder sob sua força. Ele enterrou o rosto no pescoço de Ana Paula, sentindo o perfume dela misturado ao cheiro da excitação. — Você tá encharcada, Ana...

— Eu não aguento mais, Boneco... por favor — implorou Ana Paula, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando.

— "Por favor" o quê? — Milena interveio, puxando o cabelo de Ana Paula para trás com força. — Diz pra ele: "Me fode, Boneco. Me usa como sua putinha". Diz!

— Me fode... — Ana Paula arquejou, a voz falhando. — Me fode, Boneco... me usa como sua putinha... por favor, faz o que sua mulher mandou!

— Vou fazer agora — Boneco não esperou mais. Ele levantou uma das pernas de Ana Paula, encaixando-se entre suas coxas e impulsionando o quadril com força.

— Ahnn! — O grito de Ana Paula foi abafado pela mão de Milena, que tapou sua boca rapidamente.

— Shhh... quer que a casa inteira ouça? — sussurrou Milena no ouvido da loira, enquanto Boneco começava um ritmo frenético e potente. — Sente ele, Ana. Sente o peso dele. Ele tá te estraçalhando, não tá?

— Hummm! — Ana Paula assentiu freneticamente, as unhas cravando nos braços fortes de Boneco. Cada estocada do baiano a fazia tirar os pés do chão.

— Isso, negão, vai fundo! — Milena batia no bumbum de Ana Paula, coordenando o movimento. — Olha como ela treme toda. Ela é sua, Boneco. A loira mais marrenta da edição tá aqui, gemendo na sua mão.

— Ela é apertada demais, Milena... — Boneco falava entre dentes, o suor escorrendo pelo peito largo e gotejando nas costas de Ana. — Vou acabar rápido se ela continuar apertando assim.

— Não para — ordenou Milena, descendo a mão para acariciar o próprio corpo enquanto assistia à cena. — Ana, olha pra mim. Abre os olhos e me olha.

Ana Paula obedeceu, o rosto vermelho, o rímel levemente borrado, uma expressão de puro êxtase e entrega.

— Você gosta de ser tratada assim, não gosta? — Milena provocou, soltando a boca de Ana para que ela pudesse falar baixo. — Deixou o deboche lá na sala, né? Agora você é só um buraco pro Boneco usar.

— Eu sou... eu sou o que ele quiser — Ana Paula confessou, a voz trêmula acompanhando o ritmo das estocadas profundas de Boneco. — Mais forte, Boneco... mais forte!

— Ela quer mais, baiano! — Milena riu, sentindo a vibração do encontro dos corpos. — Mostra pra essa branquinha o que a Bahia tem. Não para até ela perder os sentidos.

— Eu não vou parar — Boneco rosnou, segurando Ana Paula pelos quadris com tanta firmeza que seus dedos deixariam marcas. Ele mudou o ângulo, fazendo-a gemer ainda mais alto. — Você é minha putinha agora, Ana. Minha e da Milena.

— Isso... — Ana Paula fechou os olhos, entregando-se completamente ao ritmo violento e prazeroso. — Sou de vocês... faz o que quiserem...

— Olha como ela tá entregue — Milena comentou, maravilhada com a cena. — Quem diria que o Anjo ia trazer o paraíso pra gente hoje, hein?

O som da carne batendo contra a carne ecoava na sala reservada, abafado apenas pela respiração pesada dos três. Boneco estava no seu limite, a força bruta de seus movimentos levando Ana Paula a um clímax que ela nunca tinha experimentado antes.

— Vou virar... vou virar nela, Milena! — avisou Boneco, a voz carregada de urgência.

— Não para, vai até o fim! — Milena comandou, pressionando o corpo de Ana Paula contra o de Boneco. — Recebe tudo, Ana! É o seu presente do Anjo!

Com um último impulso potente, Boneco se entregou, sentindo as contrações de Ana Paula envolverem seu membro enquanto ele despejava toda a sua tensão acumulada. Ana Paula soltou um gemido longo e rouco, o corpo amolecendo nos braços do baiano.

— Meu Deus... — suspirou ela, quando Boneco finalmente se afastou, recuperando o fôlego. Ela escorregou pela parede até sentar no chão, as pernas sem força.

— Você tá bem, loirinha? — Milena perguntou, agachando-se ao lado dela com um sorriso vitorioso e limpando uma gota de suor do rosto de Ana.

— Eu tô... eu tô no céu — respondeu Ana Paula, olhando para Boneco, que tentava se recompor e ajeitar a roupa. — Boneco... sua mulher é uma santa por ter deixado isso acontecer.

— E você é uma putinha de primeira — Boneco sorriu, estendendo a mão para ajudá-la a levantar. — Melhor a gente se limpar rápido. O tempo do almoço tá acabando.

— Imagina a cara do povo quando a gente sair daqui com essa cara de quem foi atropelada por um caminhão — Milena riu, ajudando Ana a ajeitar o vestido rasgado de forma que não aparecesse.

— Eles que imaginem o que quiserem — Ana Paula recuperou um pouco do seu tom debochado, embora o brilho nos olhos fosse diferente agora. — O que aconteceu aqui no Almoço do Anjo, fica no Almoço do Anjo.

— Ou no pay-per-view — lembrou Milena, piscando para a câmera escondida no canto da sala.

Boneco apenas sorriu, sentindo-se o homem mais sortudo daquela casa, enquanto as duas mulheres se entreolhavam com uma cumplicidade que mudaria o jogo para sempre.
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