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Lobo mau
Fandom: Jacob (crepúsculo)
Criado: 04/06/2026
Tags
RomanceDramaFantasiaCenário CanônicoPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaAlmas Gêmeas
O Calor da Carne e o Peso do Passado
O ar na reserva de La Push estava pesado, carregado com a humidade que precedia uma tempestade e o cheiro inconfundível de pinho e sal marinho. Mas, para mim, o único cheiro que importava — o único que meus pulmões pareciam buscar desesperadamente — era o dele. Jacob Black estava parado a menos de dois metros de distância, encostado na sua caminhonete vermelha descascada, e o simples fato de respirarmos o mesmo oxigênio parecia uma violação de um tratado de paz que tentamos manter há meses.
Ser ex-namorada de Jacob era como tentar esquecer como se respira. Era impossível. Especialmente quando ele usava aquela camiseta preta apertada demais, que delineava cada músculo do seu peito largo, e aquelas calças de ganga gastas que pareciam prestes a ceder ao tamanho das suas coxas. Ele tinha crescido ainda mais desde a última vez que nos permitimos ficar sozinhos, se é que isso era possível.
— Você não deveria estar aqui — disse ele, a voz rouca vibrando no meu peito como um trovão distante.
— Billy me convidou para o jantar, Jacob. Eu não sabia que você voltaria da ronda tão cedo — respondi, tentando manter a voz firme, embora minhas mãos estivessem tremendo dentro dos bolsos do casaco.
Jacob deu um passo à frente. O calor que emanava dele era quase palpável, uma fornalha viva que me atraía como um íman. Ele era bondoso, sempre fora a minha rocha, mas havia uma intensidade selvagem nos seus olhos escuros agora, uma fome que ele não conseguia esconder.
— Você sabe que isso é uma má ideia — continuou ele, ignorando minha desculpa. — Nós prometemos.
— Prometemos o quê? — provoquei, sentindo a tensão sexual estalar entre nós como eletricidade estática. — Que fingiríamos que não existimos? Que o que aconteceu naquele verão foi um erro?
Jacob soltou um rosnado baixo, um som que era metade lobo, metade homem frustrado. Ele se aproximou mais, invadindo meu espaço pessoal até que eu pudesse sentir o calor da sua pele irradiando contra a minha. Ele era tão alto que eu precisava inclinar a cabeça para trás para encarar aqueles olhos que prometiam tanto perigo quanto conforto.
— Não foi um erro e você sabe disso — ele murmurou, a voz descendo uma oitava. — O problema é que eu não consigo me controlar perto de você. Eu sinto o seu coração batendo daqui. Ele está acelerado.
— O seu também está — rebati, estendendo a mão por puro instinto e pousando-a no centro do peito dele.
O contato foi como um choque elétrico. A pele dele estava ardendo. Sob a palma da minha mão, o coração de Jacob martelava num ritmo frenético, selvagem. Seus músculos se contraíram instantaneamente sob o meu toque. Eu deveria retirar a mão. Eu deveria dar um passo atrás, entrar na casa de Billy e agir como uma pessoa civilizada. Mas o magnetismo de Jacob era absoluto.
— Droga — praguejou ele, fechando os olhos por um segundo enquanto sua mão grande e calejada cobria a minha, pressionando-a ainda mais contra o seu peito. — Você está brincando com fogo. Literalmente.
— Talvez eu queira me queimar — sussurrei.
Jacob abriu os olhos. O castanho escuro estava quase preto, as pupilas dilatadas. Antes que eu pudesse processar o movimento, ele me agarrou pela cintura e me prensou contra a lateral da caminhonete. O metal frio nas minhas costas contrastava violentamente com o calor abrasador do corpo dele contra o meu.
— Você não faz ideia do que está dizendo — ele disse, o rosto a centímetros do meu. — Eu tentei ser o cara legal. Eu tentei dar espaço a você. Mas cada vez que te vejo, eu só consigo pensar em como a sua pele é macia e em como eu quero sentir você debaixo de mim de novo.
— Então por que está esperando? — desafiei, minha respiração falhando enquanto minhas pernas se abriam instintivamente para acomodar o peso dele entre elas.
Jacob soltou um gemido sufocado e enterrou o rosto no meu pescoço, inspirando profundamente. Seus lábios roçaram a minha pele sensível logo abaixo da orelha, causando arrepios que percorreram toda a minha espinha.
— Porque se eu começar, eu não vou conseguir parar — ele confessou contra a minha pele, os dentes raspando levemente no meu lóbulo. — E nós dois sabemos que isso termina com a gente destruindo tudo ao redor.
— Eu não me importo — eu disse, minhas mãos subindo para os cabelos curtos e negros dele, puxando-o para mais perto, se é que isso era possível. — Senti tanto a sua falta que dói, Jake.
Ele levantou a cabeça, o olhar devorando meu rosto. A bondade que sempre o definira ainda estava lá, a preocupação em não me machucar com sua força sobrenatural, mas a luxúria era predominante. Ele era sexy de uma maneira que deveria ser ilegal, uma força da natureza vestida em pele humana.
— Você é a minha ruína — disse ele, antes de esmagar seus lábios contra os meus.
O beijo foi faminto, desesperado. Não havia nada de gentil na maneira como nossas línguas se encontraram. Era uma batalha de vontades, um reencontro de corpos que se conheciam nos mínimos detalhes. Jacob me suspendeu do chão como se eu não pesasse nada, e eu envolvi minhas pernas em volta da sua cintura, puxando-o para o centro do meu desejo.
Ele soltou um som gutural de aprovação, suas mãos grandes descendo para apertar minhas coxas, segurando-me firmemente contra ele. Cada movimento dele era carregado de uma força bruta que me fazia perder o sentido da realidade. A tensão sexual que vínhamos acumulando por meses explodiu em um incêndio incontrolável.
— Jake... — gemi entre o beijo, sentindo a dureza dele contra mim, uma promessa do que estava por vir.
— Eu te avisei — ele murmurou, movendo os lábios do meu rosto para o meu decote, puxando o tecido da minha blusa para ter mais acesso. — Eu avisei que não podíamos ficar sozinhos.
— Cala a boca e me leva para dentro — pedi, a voz falhando. — Billy não vai voltar por horas.
Jacob parou por um segundo, a respiração pesada soprando contra o meu peito. Ele olhou para a porta da pequena casa de madeira e depois voltou para mim. Seus olhos brilhavam com uma mistura de adoração e necessidade puramente animal.
— Se entrarmos por aquela porta — ele avisou, a voz carregada de uma seriedade sombria —, não haverá mais volta. Eu não vou deixar você ir de novo.
— Eu nunca quis ir embora — respondi honestamente.
Jacob não disse mais nada. Ele se virou, ainda me carregando com as pernas entrelaçadas nele, e chutou a porta da frente para abrir. O ambiente interno era familiar, mas naquele momento, tudo o que eu via era o homem que me segurava.
Ele me colocou sobre a mesa da cozinha, derrubando alguns papéis no processo, e se posicionou entre minhas pernas. Suas mãos subiram para o meu rosto, segurando-o com uma delicadeza que contrastava com a urgência do seu corpo.
— Você é linda — ele sussurrou, o polegar acariciando meu lábio inferior inchado. — E você é minha.
— Sempre fui sua, Jacob.
Ele sorriu, aquele sorriso ladino que costumava me desarmar, mas que agora só servia para aumentar o fogo nas minhas veias. Ele se inclinou para frente, capturando meus lábios novamente, enquanto suas mãos começavam a subir por baixo da minha blusa.
A pele quente de Jacob contra a minha era o paraíso e o inferno ao mesmo tempo. Eu sabia que éramos complicados. Sabia que o mundo lá fora, com lobisomens, vampiros e tratados, continuava girando. Mas ali, naquela cozinha mal iluminada, só existia a fricção dos nossos corpos e a certeza de que, não importava o quanto tentássemos lutar contra isso, nós sempre colidiríamos um contra o outro.
— Eu vou te amar até você não aguentar mais — ele prometeu contra o meu pescoço, as mãos encontrando o fecho do meu sutiã com uma agilidade que me fez arquear as costas.
— Então comece logo — respondi, puxando a camiseta dele para cima, ansiosa para sentir todo aquele calor sem barreiras.
Jacob se afastou apenas o suficiente para tirar a própria camisa, revelando o físico escultural que me deixava sem fôlego. Os músculos dos seus braços e ombros pareciam saltar sob a pele bronzeada, e a marca da matilha no seu ombro era um lembrete do que ele era. Mas para mim, ele era apenas Jacob. O meu Jacob.
Ele voltou para mim com uma intensidade renovada, seus olhos fixos nos meus enquanto ele se livrava do resto das nossas roupas. Quando finalmente não havia mais nada entre nós, o contato pele a pele foi quase avassalador. Ele era tão quente, tão sólido, tão real.
— Você tem certeza? — ele perguntou uma última vez, a preocupação habitual de Jacob Black surgindo por um breve momento. — Eu não quero te machucar.
— Você nunca me machucaria — afirmei, puxando-o para baixo para um beijo profundo. — Só me faz esquecer de tudo o que não seja você.
Jacob soltou um suspiro trêmulo e se entregou ao desejo. O que se seguiu foi uma dança de paixão e necessidade que nenhum de nós conseguia mais conter. Cada toque, cada gemido, cada movimento era carregado pela história que compartilhávamos e pela tensão que nos consumia.
Nós éramos ex-namorados que não podiam estar no mesmo sítio sem saltar um para cima do outro. E, honestamente, enquanto eu sentia o peso de Jacob sobre mim e a força do seu amor me envolvendo, eu percebi que nunca houve um lugar onde eu preferisse estar. A tempestade lá fora finalmente começou a cair, o som da chuva batendo no telhado de zinco abafando os sons da nossa própria tempestade particular, que estava apenas começando.
Ser ex-namorada de Jacob era como tentar esquecer como se respira. Era impossível. Especialmente quando ele usava aquela camiseta preta apertada demais, que delineava cada músculo do seu peito largo, e aquelas calças de ganga gastas que pareciam prestes a ceder ao tamanho das suas coxas. Ele tinha crescido ainda mais desde a última vez que nos permitimos ficar sozinhos, se é que isso era possível.
— Você não deveria estar aqui — disse ele, a voz rouca vibrando no meu peito como um trovão distante.
— Billy me convidou para o jantar, Jacob. Eu não sabia que você voltaria da ronda tão cedo — respondi, tentando manter a voz firme, embora minhas mãos estivessem tremendo dentro dos bolsos do casaco.
Jacob deu um passo à frente. O calor que emanava dele era quase palpável, uma fornalha viva que me atraía como um íman. Ele era bondoso, sempre fora a minha rocha, mas havia uma intensidade selvagem nos seus olhos escuros agora, uma fome que ele não conseguia esconder.
— Você sabe que isso é uma má ideia — continuou ele, ignorando minha desculpa. — Nós prometemos.
— Prometemos o quê? — provoquei, sentindo a tensão sexual estalar entre nós como eletricidade estática. — Que fingiríamos que não existimos? Que o que aconteceu naquele verão foi um erro?
Jacob soltou um rosnado baixo, um som que era metade lobo, metade homem frustrado. Ele se aproximou mais, invadindo meu espaço pessoal até que eu pudesse sentir o calor da sua pele irradiando contra a minha. Ele era tão alto que eu precisava inclinar a cabeça para trás para encarar aqueles olhos que prometiam tanto perigo quanto conforto.
— Não foi um erro e você sabe disso — ele murmurou, a voz descendo uma oitava. — O problema é que eu não consigo me controlar perto de você. Eu sinto o seu coração batendo daqui. Ele está acelerado.
— O seu também está — rebati, estendendo a mão por puro instinto e pousando-a no centro do peito dele.
O contato foi como um choque elétrico. A pele dele estava ardendo. Sob a palma da minha mão, o coração de Jacob martelava num ritmo frenético, selvagem. Seus músculos se contraíram instantaneamente sob o meu toque. Eu deveria retirar a mão. Eu deveria dar um passo atrás, entrar na casa de Billy e agir como uma pessoa civilizada. Mas o magnetismo de Jacob era absoluto.
— Droga — praguejou ele, fechando os olhos por um segundo enquanto sua mão grande e calejada cobria a minha, pressionando-a ainda mais contra o seu peito. — Você está brincando com fogo. Literalmente.
— Talvez eu queira me queimar — sussurrei.
Jacob abriu os olhos. O castanho escuro estava quase preto, as pupilas dilatadas. Antes que eu pudesse processar o movimento, ele me agarrou pela cintura e me prensou contra a lateral da caminhonete. O metal frio nas minhas costas contrastava violentamente com o calor abrasador do corpo dele contra o meu.
— Você não faz ideia do que está dizendo — ele disse, o rosto a centímetros do meu. — Eu tentei ser o cara legal. Eu tentei dar espaço a você. Mas cada vez que te vejo, eu só consigo pensar em como a sua pele é macia e em como eu quero sentir você debaixo de mim de novo.
— Então por que está esperando? — desafiei, minha respiração falhando enquanto minhas pernas se abriam instintivamente para acomodar o peso dele entre elas.
Jacob soltou um gemido sufocado e enterrou o rosto no meu pescoço, inspirando profundamente. Seus lábios roçaram a minha pele sensível logo abaixo da orelha, causando arrepios que percorreram toda a minha espinha.
— Porque se eu começar, eu não vou conseguir parar — ele confessou contra a minha pele, os dentes raspando levemente no meu lóbulo. — E nós dois sabemos que isso termina com a gente destruindo tudo ao redor.
— Eu não me importo — eu disse, minhas mãos subindo para os cabelos curtos e negros dele, puxando-o para mais perto, se é que isso era possível. — Senti tanto a sua falta que dói, Jake.
Ele levantou a cabeça, o olhar devorando meu rosto. A bondade que sempre o definira ainda estava lá, a preocupação em não me machucar com sua força sobrenatural, mas a luxúria era predominante. Ele era sexy de uma maneira que deveria ser ilegal, uma força da natureza vestida em pele humana.
— Você é a minha ruína — disse ele, antes de esmagar seus lábios contra os meus.
O beijo foi faminto, desesperado. Não havia nada de gentil na maneira como nossas línguas se encontraram. Era uma batalha de vontades, um reencontro de corpos que se conheciam nos mínimos detalhes. Jacob me suspendeu do chão como se eu não pesasse nada, e eu envolvi minhas pernas em volta da sua cintura, puxando-o para o centro do meu desejo.
Ele soltou um som gutural de aprovação, suas mãos grandes descendo para apertar minhas coxas, segurando-me firmemente contra ele. Cada movimento dele era carregado de uma força bruta que me fazia perder o sentido da realidade. A tensão sexual que vínhamos acumulando por meses explodiu em um incêndio incontrolável.
— Jake... — gemi entre o beijo, sentindo a dureza dele contra mim, uma promessa do que estava por vir.
— Eu te avisei — ele murmurou, movendo os lábios do meu rosto para o meu decote, puxando o tecido da minha blusa para ter mais acesso. — Eu avisei que não podíamos ficar sozinhos.
— Cala a boca e me leva para dentro — pedi, a voz falhando. — Billy não vai voltar por horas.
Jacob parou por um segundo, a respiração pesada soprando contra o meu peito. Ele olhou para a porta da pequena casa de madeira e depois voltou para mim. Seus olhos brilhavam com uma mistura de adoração e necessidade puramente animal.
— Se entrarmos por aquela porta — ele avisou, a voz carregada de uma seriedade sombria —, não haverá mais volta. Eu não vou deixar você ir de novo.
— Eu nunca quis ir embora — respondi honestamente.
Jacob não disse mais nada. Ele se virou, ainda me carregando com as pernas entrelaçadas nele, e chutou a porta da frente para abrir. O ambiente interno era familiar, mas naquele momento, tudo o que eu via era o homem que me segurava.
Ele me colocou sobre a mesa da cozinha, derrubando alguns papéis no processo, e se posicionou entre minhas pernas. Suas mãos subiram para o meu rosto, segurando-o com uma delicadeza que contrastava com a urgência do seu corpo.
— Você é linda — ele sussurrou, o polegar acariciando meu lábio inferior inchado. — E você é minha.
— Sempre fui sua, Jacob.
Ele sorriu, aquele sorriso ladino que costumava me desarmar, mas que agora só servia para aumentar o fogo nas minhas veias. Ele se inclinou para frente, capturando meus lábios novamente, enquanto suas mãos começavam a subir por baixo da minha blusa.
A pele quente de Jacob contra a minha era o paraíso e o inferno ao mesmo tempo. Eu sabia que éramos complicados. Sabia que o mundo lá fora, com lobisomens, vampiros e tratados, continuava girando. Mas ali, naquela cozinha mal iluminada, só existia a fricção dos nossos corpos e a certeza de que, não importava o quanto tentássemos lutar contra isso, nós sempre colidiríamos um contra o outro.
— Eu vou te amar até você não aguentar mais — ele prometeu contra o meu pescoço, as mãos encontrando o fecho do meu sutiã com uma agilidade que me fez arquear as costas.
— Então comece logo — respondi, puxando a camiseta dele para cima, ansiosa para sentir todo aquele calor sem barreiras.
Jacob se afastou apenas o suficiente para tirar a própria camisa, revelando o físico escultural que me deixava sem fôlego. Os músculos dos seus braços e ombros pareciam saltar sob a pele bronzeada, e a marca da matilha no seu ombro era um lembrete do que ele era. Mas para mim, ele era apenas Jacob. O meu Jacob.
Ele voltou para mim com uma intensidade renovada, seus olhos fixos nos meus enquanto ele se livrava do resto das nossas roupas. Quando finalmente não havia mais nada entre nós, o contato pele a pele foi quase avassalador. Ele era tão quente, tão sólido, tão real.
— Você tem certeza? — ele perguntou uma última vez, a preocupação habitual de Jacob Black surgindo por um breve momento. — Eu não quero te machucar.
— Você nunca me machucaria — afirmei, puxando-o para baixo para um beijo profundo. — Só me faz esquecer de tudo o que não seja você.
Jacob soltou um suspiro trêmulo e se entregou ao desejo. O que se seguiu foi uma dança de paixão e necessidade que nenhum de nós conseguia mais conter. Cada toque, cada gemido, cada movimento era carregado pela história que compartilhávamos e pela tensão que nos consumia.
Nós éramos ex-namorados que não podiam estar no mesmo sítio sem saltar um para cima do outro. E, honestamente, enquanto eu sentia o peso de Jacob sobre mim e a força do seu amor me envolvendo, eu percebi que nunca houve um lugar onde eu preferisse estar. A tempestade lá fora finalmente começou a cair, o som da chuva batendo no telhado de zinco abafando os sons da nossa própria tempestade particular, que estava apenas começando.
