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Fandom: Bbb
Criado: 04/06/2026
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PWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaAbuso de ÁlcoolRealismoCenário Canônico
O Quarto do Líder sob Chamas
A festa mal tinha terminado, mas para Juliano, a noite estava apenas começando. O roupão de veludo do líder pesava em seus ombros, mas o que realmente pesava era a tensão acumulada entre ele, Milena e Ana Paula. O champanhe caro, servido em taças de cristal que brilhavam sob as luzes coloridas do quarto, já havia feito efeito. Juliano, conhecido na casa como o "novinho putanheiro" que não perdoava uma oportunidade, olhava para as duas mulheres com um sorriso predatório.
Ana Paula, a loira de língua afiada e modos nada convencionais, estava jogada em uma das poltronas, com o vestido curto subindo pelas coxas. Ela já tinha mandado metade da casa para aquele lugar durante a votação, e agora, com o álcool no sangue, sua aura de "puta desbocada" estava em seu ápice. Ao lado dela, Milena era a personificação do pecado. A pele negra reluzia sob a luz indireta, e o biquíni que usava por baixo da saída de praia mal conseguia conter as curvas generosas. Milena sabia que era uma "negra bunduda gostosa" e usava isso como arma de guerra.
— Esse silêncio está me deixando com tesão, e eu não vim para o BBB para passar vontade — disparou Ana Paula, virando o resto da taça de uma vez.
Juliano soltou uma risada rouca, caminhando até o frigobar para pegar mais uma garrafa.
— Calma, loira. O líder aqui tem planos. Que tal a gente animar isso com um jogo?
Milena se ajeitou na cama de casal, cruzando as pernas e deixando o quadril em evidência.
— Que tipo de jogo, Juliano? Se for para falar de estratégia de voto, eu vou dormir agora.
— Nada de votos — Juliano respondeu, voltando com a garrafa e sentando-se no tapete felpudo, bem no meio das duas. — Vamos de Verdade ou Consequência. Mas do meu jeito. Só putaria. Sem filtro.
Ana Paula deu um sorriso malicioso, os olhos brilhando de antecipação.
— Gostei. Eu começo. Juliano, verdade ou consequência?
— Consequência — ele respondeu sem hesitar, fixando os olhos nos dela.
— Ótimo. Minha consequência é que você tire esse roupão ridículo e fique só de cueca. Quero ver se o que dizem por aí é verdade ou se é só marketing da produção.
Juliano não esperou um segundo. Levantou-se, desamarrou o cordão de seda e deixou o tecido cair no chão. Ele estava apenas com uma cueca box preta que marcava sua disposição. Milena soltou um suspiro audível, os olhos percorrendo o abdômen definido do rapaz.
— Nada mal, líder — comentou Milena, passando a língua pelos lábios. — Agora é minha vez. Ana Paula, verdade ou consequência?
— Consequência, óbvio. Eu não vim aqui para bater papo.
— Então eu quero que você mostre para o Juliano como é que se usa essa boca que você tanto usa para xingar os outros. Mas sem usar as mãos.
Ana Paula soltou uma gargalhada alta e se arrastou até Juliano. Ela se ajoelhou entre as pernas dele, olhando-o de baixo para cima com um desafio no olhar.
— Com prazer, pretinha.
O que se seguiu foi uma demonstração de habilidade que deixou Juliano arfando. Ana Paula não tinha vergonha, não tinha freios. Ela o tratava como se ele fosse um brinquedo, enquanto Milena assistia a tudo, acariciando o próprio corpo, sentindo o calor subir. O quarto do líder, isolado do resto da casa, parecia um universo paralelo onde as regras da moralidade não existiam.
— Chega — disse Juliano, a voz carregada de desejo, puxando Ana Paula pelos cabelos de forma possessiva. — Minha vez. Milena... verdade ou consequência?
— Consequência — ela respondeu, a voz já embargada pela excitação.
— Eu quero que você deite nessa cama e deixe a Ana Paula explorar cada centímetro dessa sua bunda maravilhosa, enquanto eu assisto de camarote. E depois, eu vou assumir o comando.
Milena não precisou ouvir duas vezes. Ela se virou de bruços na cama, empinando o quadril de forma convidativa. Ana Paula, com um olhar de pura luxúria, subiu na cama logo em seguida. O champanhe parecia ter lubrificado as inibições. As duas mulheres começaram a se enredar, uma mistura de pele clara e pele retinta que criava um contraste hipnotizante sob as câmeras que, naquele momento, a produção fingia não focar.
— Você é deliciosa, Milena — sussurrou Ana Paula, as mãos percorrendo as curvas da outra. — Que raba é essa, mulher?
— Fala menos e faz mais, Ana — rebateu Milena, soltando um gemido baixo.
Juliano não aguentou mais apenas assistir. Ele subiu na cama, posicionando-se entre as duas. O ambiente estava saturado pelo cheiro de perfume caro e desejo bruto. Ele era o "novinho" ali, mas agia como um veterano.
— Agora — disse Juliano, pegando as duas pela nuca —, eu vou tratar vocês exatamente como vocês estão pedindo: igual a duas putas no cio.
— É assim que eu gosto — provocou Ana Paula, os olhos semicerrados. — Sem frescura.
A partir dali, o Quarto do Líder se transformou em um cenário de luxúria desenfreada. Juliano alternava entre as duas com uma energia inesgotável. Ele possuía Milena com uma força que a fazia agarrar os lençóis com força, enquanto Ana Paula, desbocada como sempre, gritava obscenidades que fariam qualquer censor corar.
— Vai, Juliano! Não para! — gritava a loira, enquanto Milena se perdia no prazer, o corpo tremendo sob o toque do líder.
Eles não se importavam com o jogo, com o prêmio de um milhão e meio ou com quem estaria assistindo pelo pay-per-view. Naquele momento, eram apenas três corpos famintos, movidos a álcool e uma química explosiva. Juliano comandava o ritmo, ora sendo carinhoso, ora sendo o "putanheiro" que todos sabiam que ele era, dominando as duas mulheres que, em qualquer outro contexto, seriam rivais, mas que ali eram cúmplices no prazer.
— Vocês são loucas — ofegou Juliano, horas depois, enquanto os três jaziam embolados nos lençóis de fios egípcios, suados e exaustos.
— Louca é pouco — respondeu Ana Paula, limpando um resto de batom borrado no canto da boca. — Eu sou é muito bem resolvida. E você, novinho, deu conta do recado.
Milena, encostada no peito de Juliano, soltou uma risada preguiçosa.
— Amanhã o Brasil vai estar em choque. Mas quer saber? Valeu cada segundo.
— O que acontece no Quarto do Líder... — começou Juliano.
— ...fica no Quarto do Líder — completaram as duas, em uníssono, antes de se perderem em mais uma rodada de champanhe e carícias, esperando o sol nascer no Projac.
Ana Paula, a loira de língua afiada e modos nada convencionais, estava jogada em uma das poltronas, com o vestido curto subindo pelas coxas. Ela já tinha mandado metade da casa para aquele lugar durante a votação, e agora, com o álcool no sangue, sua aura de "puta desbocada" estava em seu ápice. Ao lado dela, Milena era a personificação do pecado. A pele negra reluzia sob a luz indireta, e o biquíni que usava por baixo da saída de praia mal conseguia conter as curvas generosas. Milena sabia que era uma "negra bunduda gostosa" e usava isso como arma de guerra.
— Esse silêncio está me deixando com tesão, e eu não vim para o BBB para passar vontade — disparou Ana Paula, virando o resto da taça de uma vez.
Juliano soltou uma risada rouca, caminhando até o frigobar para pegar mais uma garrafa.
— Calma, loira. O líder aqui tem planos. Que tal a gente animar isso com um jogo?
Milena se ajeitou na cama de casal, cruzando as pernas e deixando o quadril em evidência.
— Que tipo de jogo, Juliano? Se for para falar de estratégia de voto, eu vou dormir agora.
— Nada de votos — Juliano respondeu, voltando com a garrafa e sentando-se no tapete felpudo, bem no meio das duas. — Vamos de Verdade ou Consequência. Mas do meu jeito. Só putaria. Sem filtro.
Ana Paula deu um sorriso malicioso, os olhos brilhando de antecipação.
— Gostei. Eu começo. Juliano, verdade ou consequência?
— Consequência — ele respondeu sem hesitar, fixando os olhos nos dela.
— Ótimo. Minha consequência é que você tire esse roupão ridículo e fique só de cueca. Quero ver se o que dizem por aí é verdade ou se é só marketing da produção.
Juliano não esperou um segundo. Levantou-se, desamarrou o cordão de seda e deixou o tecido cair no chão. Ele estava apenas com uma cueca box preta que marcava sua disposição. Milena soltou um suspiro audível, os olhos percorrendo o abdômen definido do rapaz.
— Nada mal, líder — comentou Milena, passando a língua pelos lábios. — Agora é minha vez. Ana Paula, verdade ou consequência?
— Consequência, óbvio. Eu não vim aqui para bater papo.
— Então eu quero que você mostre para o Juliano como é que se usa essa boca que você tanto usa para xingar os outros. Mas sem usar as mãos.
Ana Paula soltou uma gargalhada alta e se arrastou até Juliano. Ela se ajoelhou entre as pernas dele, olhando-o de baixo para cima com um desafio no olhar.
— Com prazer, pretinha.
O que se seguiu foi uma demonstração de habilidade que deixou Juliano arfando. Ana Paula não tinha vergonha, não tinha freios. Ela o tratava como se ele fosse um brinquedo, enquanto Milena assistia a tudo, acariciando o próprio corpo, sentindo o calor subir. O quarto do líder, isolado do resto da casa, parecia um universo paralelo onde as regras da moralidade não existiam.
— Chega — disse Juliano, a voz carregada de desejo, puxando Ana Paula pelos cabelos de forma possessiva. — Minha vez. Milena... verdade ou consequência?
— Consequência — ela respondeu, a voz já embargada pela excitação.
— Eu quero que você deite nessa cama e deixe a Ana Paula explorar cada centímetro dessa sua bunda maravilhosa, enquanto eu assisto de camarote. E depois, eu vou assumir o comando.
Milena não precisou ouvir duas vezes. Ela se virou de bruços na cama, empinando o quadril de forma convidativa. Ana Paula, com um olhar de pura luxúria, subiu na cama logo em seguida. O champanhe parecia ter lubrificado as inibições. As duas mulheres começaram a se enredar, uma mistura de pele clara e pele retinta que criava um contraste hipnotizante sob as câmeras que, naquele momento, a produção fingia não focar.
— Você é deliciosa, Milena — sussurrou Ana Paula, as mãos percorrendo as curvas da outra. — Que raba é essa, mulher?
— Fala menos e faz mais, Ana — rebateu Milena, soltando um gemido baixo.
Juliano não aguentou mais apenas assistir. Ele subiu na cama, posicionando-se entre as duas. O ambiente estava saturado pelo cheiro de perfume caro e desejo bruto. Ele era o "novinho" ali, mas agia como um veterano.
— Agora — disse Juliano, pegando as duas pela nuca —, eu vou tratar vocês exatamente como vocês estão pedindo: igual a duas putas no cio.
— É assim que eu gosto — provocou Ana Paula, os olhos semicerrados. — Sem frescura.
A partir dali, o Quarto do Líder se transformou em um cenário de luxúria desenfreada. Juliano alternava entre as duas com uma energia inesgotável. Ele possuía Milena com uma força que a fazia agarrar os lençóis com força, enquanto Ana Paula, desbocada como sempre, gritava obscenidades que fariam qualquer censor corar.
— Vai, Juliano! Não para! — gritava a loira, enquanto Milena se perdia no prazer, o corpo tremendo sob o toque do líder.
Eles não se importavam com o jogo, com o prêmio de um milhão e meio ou com quem estaria assistindo pelo pay-per-view. Naquele momento, eram apenas três corpos famintos, movidos a álcool e uma química explosiva. Juliano comandava o ritmo, ora sendo carinhoso, ora sendo o "putanheiro" que todos sabiam que ele era, dominando as duas mulheres que, em qualquer outro contexto, seriam rivais, mas que ali eram cúmplices no prazer.
— Vocês são loucas — ofegou Juliano, horas depois, enquanto os três jaziam embolados nos lençóis de fios egípcios, suados e exaustos.
— Louca é pouco — respondeu Ana Paula, limpando um resto de batom borrado no canto da boca. — Eu sou é muito bem resolvida. E você, novinho, deu conta do recado.
Milena, encostada no peito de Juliano, soltou uma risada preguiçosa.
— Amanhã o Brasil vai estar em choque. Mas quer saber? Valeu cada segundo.
— O que acontece no Quarto do Líder... — começou Juliano.
— ...fica no Quarto do Líder — completaram as duas, em uníssono, antes de se perderem em mais uma rodada de champanhe e carícias, esperando o sol nascer no Projac.
