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primeira vez +18
Fandom: Michael Jackson
Criado: 04/06/2026
Tags
RomanceDor/ConfortoFofuraHistória DomésticaEstudo de PersonagemLirismo
Sinfonia de Toques e Silêncios
A luz da lua filtrava-se pelas cortinas de seda do quarto em Neverland, banhando o ambiente em um tom azulado e onírico. O silêncio da propriedade era quebrado apenas pelo som distante do vento nas árvores e pelo bater rítmico de dois corações que, embora em compassos diferentes, buscavam a mesma melodia.
S/N estava sentada na beira da cama, as mãos descansando sobre o colo. Ela sentia a textura do lençol de cetim sob as palmas, um contraste suave com a agitação que sentia por dentro. Seus cabelos pretos e lisos caíam como uma cascata escura sobre os ombros, emoldurando um rosto que, naquele momento, transparecia uma mistura de admiração e insegurança.
Ela sempre se vira de forma crítica diante do espelho. Suas curvas eram generosas, o corpo macio e longe dos padrões de magreza que via nas revistas que cercavam o mundo dele. Mas ali, naquele santuário particular, Michael a olhava como se ela fosse a única obra de arte digna de nota em toda a sua coleção.
Michael aproximou-se lentamente. Ele já havia retirado a jaqueta militar icônica, vestindo apenas uma camisa de seda branca entreaberta. Seus movimentos eram dotados de uma graça natural, quase etérea. Ele se ajoelhou no tapete felpudo à frente dela, pegando suas mãos pequenas entre as dele.
— Você está tão silenciosa — sussurrou ele, a voz rouca e aveludada, carregada daquela doçura característica que sempre fazia as pernas dela fraquejarem. — No que está pensando?
S/N engoliu em seco, desviando o olhar por um breve segundo antes de encontrar os olhos escuros e profundos dele.
— Eu só... eu quero que tudo seja perfeito — confessou ela, a voz quase sumindo. — Mas às vezes sinto que não pertenço a um momento assim. Com você.
Michael franziu o cenho levemente, uma expressão de genuína confusão e carinho. Ele levou uma das mãos ao rosto dela, acariciando a bochecha com o polegar.
— Por que diria algo assim? — perguntou ele, inclinando a cabeça.
— Olhe para mim, Michael — disse ela, gesticulando timidamente para o próprio corpo. — Eu não sou como as mulheres que costumam estar ao seu redor. Eu sou apenas... eu.
Michael soltou um riso baixo, um som que aqueceu o peito de S/N. Ele se levantou o suficiente para ficar no nível do rosto dela, forçando-a a encará-lo.
— Exatamente — afirmou ele com firmeza. — Você é você. E é por isso que eu te quero aqui. Eu não vejo o que o mundo vê, S/N. Eu vejo a sua alma, o brilho nos seus olhos quando você ri... e eu vejo a mulher mais linda que já tive o privilégio de conhecer.
Ele se aproximou mais, eliminando o espaço entre eles. O perfume dele, uma mistura de sândalo e algo puramente Michael, a envolveu. Quando seus lábios finalmente se encontraram, foi como se o mundo lá fora deixasse de existir. O beijo começou casto, um roçar de lábios exploratório, mas logo se aprofundou, carregado de uma urgência contida por meses de amizade e desejo latente.
— Tem certeza? — perguntou ele entre os beijos, a respiração ficando mais pesada. — Não quero apressar nada. Eu posso esperar o tempo que você precisar.
— Eu nunca tive tanta certeza de algo em toda a minha vida — respondeu ela, encontrando coragem na vulnerabilidade dele.
Michael sorriu e, com uma delicadeza infinita, começou a desabotoar o vestido dela. Cada centímetro de pele revelado era recebido com um beijo ou um elogio sussurrado. Quando o vestido caiu aos seus pés, S/N sentiu um lampejo de hesitação, mas Michael a segurou pela cintura, trazendo-a para perto.
As mãos dele percorreram as curvas dos quadris dela, apreciando a maciez de sua pele. Não havia julgamento em seu toque, apenas uma adoração profunda que começou a dissolver as defesas dela.
— Você é perfeita — murmurou ele contra o pescoço dela, fazendo-a estremecer. — Cada curva, cada detalhe.
Ele a guiou para trás, deitando-a suavemente sobre os travesseiros. Michael posicionou-se sobre ela, sustentando o peso nos cotovelos para não machucá-la. A luz da lua destacava os traços angulares do rosto dele, o brilho de seus olhos refletindo a entrega total que ambos estavam prestes a viver.
— Eu estou um pouco nervosa — admitiu ela, as mãos subindo para os ombros dele, sentindo os músculos tensos sob a camisa de seda.
— Eu também estou — confessou ele, surpreendendo-a. — Mas estamos juntos nisso. Deixe-me cuidar de você.
As carícias tornaram-se mais íntimas. O toque de Michael era como uma dança; ele sabia exatamente onde pressionar, onde ser leve como uma pluma e onde ser firme. Ele explorava o corpo dela com uma curiosidade reverente, como se estivesse descobrindo um continente novo e precioso.
S/N sentia-se em chamas. Cada vez que os dedos dele roçavam a parte interna de suas coxas ou quando os lábios dele encontravam os dela com uma paixão renovada, ela sentia que estava flutuando. Ela se perdeu na sensação de ser desejada não apenas como um objeto, mas como um ser humano completo.
— Michael... — ela chamou o nome dele, um suspiro que saiu como uma prece.
Ele parou por um momento, olhando-a nos olhos, buscando permissão silenciosa. Ao ver o brilho de aceitação e desejo no olhar dela, ele se uniu a ela em um movimento lento e cuidadoso.
O mundo pareceu parar. Houve uma pontada inicial de desconforto, mas logo foi substituída por uma onda de calor que se espalhou por todo o corpo dela. Michael parou, esperando que ela se acostumasse a ele, beijando sua testa e limpando uma lágrima solitária que escapou do canto do olho dela — não de dor, mas da intensidade do momento.
— Tudo bem? — sussurrou ele, a voz embargada.
— Sim — respondeu ela, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada pedaço dele. — Por favor, não pare.
Eles começaram a se mover em um ritmo que era só deles. Não era como nos filmes, coreografado e frenético; era real, era desajeitado em alguns momentos e divinamente sincronizado em outros. Michael sussurrava palavras de encorajamento e amor no ouvido dela, transformando o ato físico em algo espiritual.
Para S/N, a sensação de ter Michael Jackson, o homem por trás do mito, entregando-se a ela daquela forma era avassaladora. Ela sentia a força das mãos dele, o ritmo de sua respiração e a sinceridade em cada toque. Ela se sentia poderosa, bonita e, acima de tudo, amada.
À medida que o clímax se aproximava, o ritmo acelerou. O quarto parecia ter ficado menor, o ar mais denso. S/N enterrou as unhas suavemente nas costas dele, sentindo a vibração do prazer dele ecoar dentro de si. Quando a onda finalmente os atingiu, eles se seguraram um ao outro como se fossem os únicos pontos fixos em um universo em constante mudança.
O silêncio voltou a reinar, mas agora era um silêncio confortável, preenchido pelo som das respirações recuperando o fôlego. Michael rolou para o lado, mas não se afastou; ele a puxou para o seu peito, envolvendo-a em seus braços longos.
S/N descansou a cabeça no ombro dele, ouvindo as batidas do coração dele diminuírem gradualmente. Ela sentia-se exausta, mas com uma leveza que nunca experimentara antes.
— Você está bem? — perguntou Michael depois de um longo tempo, a voz suave contra o topo da cabeça dela.
— Estou mais do que bem — respondeu ela, sorrindo contra a pele dele. — Eu me sinto... completa. Obrigada por ser tão gentil.
Michael beijou o topo de sua cabeça, apertando o abraço.
— Eu que agradeço — disse ele. — Obrigado por confiar em mim. Você não tem ideia do quanto isso significa.
Ele se afastou apenas o suficiente para olhar para ela, um pequeno sorriso brincando nos lábios.
— Eu te disse que seria perfeito — brincou ele, com aquele brilho travesso que costumava ter nos olhos.
S/N riu, sentindo o calor subir pelas bochechas.
— Você tinha razão. Como sempre.
— Nem sempre — corrigiu ele, tornando-se sério novamente. — Mas sobre você... eu nunca estive errado. Você é um anjo, S/N. E esta noite foi apenas o começo.
Ela fechou os olhos, deixando-se levar pelo cansaço bendito e pela sensação de segurança nos braços dele. Ali, longe dos holofotes, das câmeras e das expectativas do mundo, eles eram apenas dois jovens descobrindo a magia de um toque sincero.
A lua continuou sua jornada pelo céu, mas dentro daquele quarto, o tempo parecia ter congelado em uma sinfonia de afeto e descoberta. S/N adormeceu com a certeza de que sua insegurança havia ficado para trás, substituída pela memória de um amor que não via formas, mas sim essências. E Michael, velando o sono dela por mais alguns instantes, sentiu que, em meio a toda a sua glória, aquele momento de conexão humana era sua maior conquista.
S/N estava sentada na beira da cama, as mãos descansando sobre o colo. Ela sentia a textura do lençol de cetim sob as palmas, um contraste suave com a agitação que sentia por dentro. Seus cabelos pretos e lisos caíam como uma cascata escura sobre os ombros, emoldurando um rosto que, naquele momento, transparecia uma mistura de admiração e insegurança.
Ela sempre se vira de forma crítica diante do espelho. Suas curvas eram generosas, o corpo macio e longe dos padrões de magreza que via nas revistas que cercavam o mundo dele. Mas ali, naquele santuário particular, Michael a olhava como se ela fosse a única obra de arte digna de nota em toda a sua coleção.
Michael aproximou-se lentamente. Ele já havia retirado a jaqueta militar icônica, vestindo apenas uma camisa de seda branca entreaberta. Seus movimentos eram dotados de uma graça natural, quase etérea. Ele se ajoelhou no tapete felpudo à frente dela, pegando suas mãos pequenas entre as dele.
— Você está tão silenciosa — sussurrou ele, a voz rouca e aveludada, carregada daquela doçura característica que sempre fazia as pernas dela fraquejarem. — No que está pensando?
S/N engoliu em seco, desviando o olhar por um breve segundo antes de encontrar os olhos escuros e profundos dele.
— Eu só... eu quero que tudo seja perfeito — confessou ela, a voz quase sumindo. — Mas às vezes sinto que não pertenço a um momento assim. Com você.
Michael franziu o cenho levemente, uma expressão de genuína confusão e carinho. Ele levou uma das mãos ao rosto dela, acariciando a bochecha com o polegar.
— Por que diria algo assim? — perguntou ele, inclinando a cabeça.
— Olhe para mim, Michael — disse ela, gesticulando timidamente para o próprio corpo. — Eu não sou como as mulheres que costumam estar ao seu redor. Eu sou apenas... eu.
Michael soltou um riso baixo, um som que aqueceu o peito de S/N. Ele se levantou o suficiente para ficar no nível do rosto dela, forçando-a a encará-lo.
— Exatamente — afirmou ele com firmeza. — Você é você. E é por isso que eu te quero aqui. Eu não vejo o que o mundo vê, S/N. Eu vejo a sua alma, o brilho nos seus olhos quando você ri... e eu vejo a mulher mais linda que já tive o privilégio de conhecer.
Ele se aproximou mais, eliminando o espaço entre eles. O perfume dele, uma mistura de sândalo e algo puramente Michael, a envolveu. Quando seus lábios finalmente se encontraram, foi como se o mundo lá fora deixasse de existir. O beijo começou casto, um roçar de lábios exploratório, mas logo se aprofundou, carregado de uma urgência contida por meses de amizade e desejo latente.
— Tem certeza? — perguntou ele entre os beijos, a respiração ficando mais pesada. — Não quero apressar nada. Eu posso esperar o tempo que você precisar.
— Eu nunca tive tanta certeza de algo em toda a minha vida — respondeu ela, encontrando coragem na vulnerabilidade dele.
Michael sorriu e, com uma delicadeza infinita, começou a desabotoar o vestido dela. Cada centímetro de pele revelado era recebido com um beijo ou um elogio sussurrado. Quando o vestido caiu aos seus pés, S/N sentiu um lampejo de hesitação, mas Michael a segurou pela cintura, trazendo-a para perto.
As mãos dele percorreram as curvas dos quadris dela, apreciando a maciez de sua pele. Não havia julgamento em seu toque, apenas uma adoração profunda que começou a dissolver as defesas dela.
— Você é perfeita — murmurou ele contra o pescoço dela, fazendo-a estremecer. — Cada curva, cada detalhe.
Ele a guiou para trás, deitando-a suavemente sobre os travesseiros. Michael posicionou-se sobre ela, sustentando o peso nos cotovelos para não machucá-la. A luz da lua destacava os traços angulares do rosto dele, o brilho de seus olhos refletindo a entrega total que ambos estavam prestes a viver.
— Eu estou um pouco nervosa — admitiu ela, as mãos subindo para os ombros dele, sentindo os músculos tensos sob a camisa de seda.
— Eu também estou — confessou ele, surpreendendo-a. — Mas estamos juntos nisso. Deixe-me cuidar de você.
As carícias tornaram-se mais íntimas. O toque de Michael era como uma dança; ele sabia exatamente onde pressionar, onde ser leve como uma pluma e onde ser firme. Ele explorava o corpo dela com uma curiosidade reverente, como se estivesse descobrindo um continente novo e precioso.
S/N sentia-se em chamas. Cada vez que os dedos dele roçavam a parte interna de suas coxas ou quando os lábios dele encontravam os dela com uma paixão renovada, ela sentia que estava flutuando. Ela se perdeu na sensação de ser desejada não apenas como um objeto, mas como um ser humano completo.
— Michael... — ela chamou o nome dele, um suspiro que saiu como uma prece.
Ele parou por um momento, olhando-a nos olhos, buscando permissão silenciosa. Ao ver o brilho de aceitação e desejo no olhar dela, ele se uniu a ela em um movimento lento e cuidadoso.
O mundo pareceu parar. Houve uma pontada inicial de desconforto, mas logo foi substituída por uma onda de calor que se espalhou por todo o corpo dela. Michael parou, esperando que ela se acostumasse a ele, beijando sua testa e limpando uma lágrima solitária que escapou do canto do olho dela — não de dor, mas da intensidade do momento.
— Tudo bem? — sussurrou ele, a voz embargada.
— Sim — respondeu ela, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada pedaço dele. — Por favor, não pare.
Eles começaram a se mover em um ritmo que era só deles. Não era como nos filmes, coreografado e frenético; era real, era desajeitado em alguns momentos e divinamente sincronizado em outros. Michael sussurrava palavras de encorajamento e amor no ouvido dela, transformando o ato físico em algo espiritual.
Para S/N, a sensação de ter Michael Jackson, o homem por trás do mito, entregando-se a ela daquela forma era avassaladora. Ela sentia a força das mãos dele, o ritmo de sua respiração e a sinceridade em cada toque. Ela se sentia poderosa, bonita e, acima de tudo, amada.
À medida que o clímax se aproximava, o ritmo acelerou. O quarto parecia ter ficado menor, o ar mais denso. S/N enterrou as unhas suavemente nas costas dele, sentindo a vibração do prazer dele ecoar dentro de si. Quando a onda finalmente os atingiu, eles se seguraram um ao outro como se fossem os únicos pontos fixos em um universo em constante mudança.
O silêncio voltou a reinar, mas agora era um silêncio confortável, preenchido pelo som das respirações recuperando o fôlego. Michael rolou para o lado, mas não se afastou; ele a puxou para o seu peito, envolvendo-a em seus braços longos.
S/N descansou a cabeça no ombro dele, ouvindo as batidas do coração dele diminuírem gradualmente. Ela sentia-se exausta, mas com uma leveza que nunca experimentara antes.
— Você está bem? — perguntou Michael depois de um longo tempo, a voz suave contra o topo da cabeça dela.
— Estou mais do que bem — respondeu ela, sorrindo contra a pele dele. — Eu me sinto... completa. Obrigada por ser tão gentil.
Michael beijou o topo de sua cabeça, apertando o abraço.
— Eu que agradeço — disse ele. — Obrigado por confiar em mim. Você não tem ideia do quanto isso significa.
Ele se afastou apenas o suficiente para olhar para ela, um pequeno sorriso brincando nos lábios.
— Eu te disse que seria perfeito — brincou ele, com aquele brilho travesso que costumava ter nos olhos.
S/N riu, sentindo o calor subir pelas bochechas.
— Você tinha razão. Como sempre.
— Nem sempre — corrigiu ele, tornando-se sério novamente. — Mas sobre você... eu nunca estive errado. Você é um anjo, S/N. E esta noite foi apenas o começo.
Ela fechou os olhos, deixando-se levar pelo cansaço bendito e pela sensação de segurança nos braços dele. Ali, longe dos holofotes, das câmeras e das expectativas do mundo, eles eram apenas dois jovens descobrindo a magia de um toque sincero.
A lua continuou sua jornada pelo céu, mas dentro daquele quarto, o tempo parecia ter congelado em uma sinfonia de afeto e descoberta. S/N adormeceu com a certeza de que sua insegurança havia ficado para trás, substituída pela memória de um amor que não via formas, mas sim essências. E Michael, velando o sono dela por mais alguns instantes, sentiu que, em meio a toda a sua glória, aquele momento de conexão humana era sua maior conquista.
