
← Voltar à lista de fanfics
0 curtida
Sexo depois de um show
Fandom: Michael Jackson
Criado: 04/06/2026
Tags
RomancePWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaCenário CanônicoFatias de Vida
Ecos do Palco e o Ritmo do Desejo
O som ensurdecedor da multidão ainda reverberava nas paredes do camarim, um eco distante de "Michael! Michael!" que parecia vibrar no próprio ar. Mas ali dentro, o mundo era outro. O cheiro de suor, perfume caro e a eletricidade residual de uma performance histórica criavam uma atmosfera densa, quase palpável.
Michael estava parado diante do espelho, ofegante. O cabelo, úmido e desalinhado, caía sobre o rosto enquanto ele tentava desabotoar a jaqueta militar dourada. Seus dedos, geralmente tão precisos, tremiam levemente devido à adrenalina que ainda corria em suas veias.
Foi quando ele a viu pelo reflexo.
S/N estava encostada na porta fechada, observando-o em silêncio. A luz suave do camarim destacava suas curvas, o corpo curvilíneo que Michael conhecia tão bem e que o assombrava em seus sonhos mais profundos. Ela era baixa, o que sempre o fazia querer envolvê-la em seus braços e protegê-la do mundo, mas havia uma força naquela mulher que o dominava. Seus cabelos lisos e escuros caíam como uma cascata de seda sobre os ombros, emoldurando o rosto de traços marcantes e a pele morena que parecia brilhar sob a luz quente.
— Você foi incrível hoje — disse ela, a voz baixa e rouca, enviando um calafrio direto pela espinha dele.
Michael sorriu, um sorriso cansado, mas carregado de um brilho predatório que raramente mostrava ao público.
— A energia estava diferente hoje — respondeu ele, virando-se para encará-la. — Eu conseguia sentir você nos bastidores. Eu cantei cada nota pensando em como seria o momento em que ficássemos sozinhos.
S/N deu um passo à frente, o movimento fazendo com que seus seios avantajados balançassem levemente sob o tecido fino do vestido de alça que ela usava. Ela não precisava de muito para deixá-lo sem fôlego; sua mera presença era uma provocação constante.
— Então não me faça esperar mais, Michael — sussurrou ela, aproximando-se o suficiente para que ele sentisse o calor que emanava de seu corpo.
Ele não hesitou. Michael a puxou pela cintura, colando seus corpos. A diferença de altura era perfeita; o topo da cabeça dela mal chegava ao seu queixo, obrigando-a a inclinar o pescoço para trás para encontrá-lo. Os olhos de Michael desceram para o decote dela, perdendo-se por um segundo na visão das curvas generosas que o vestido mal conseguia conter.
— Eu senti tanta falta disso — murmurou ele, a voz agora um sussurro grave contra os lábios dela.
— Prove — desafiou S/N, passando as mãos pelos ombros largos dele, sentindo a musculatura tensa sob a camisa de seda que ele usava por baixo da jaqueta.
O beijo que se seguiu não teve nada de gentil. Foi uma colisão de desejo acumulado, uma fome que meses de turnê e distância só fizeram aumentar. Michael a beijava com uma urgência quase desesperada, suas mãos grandes descendo pelas costas de S/N, apertando a curva de seus quadris com possessividade.
Ele a ergueu com facilidade, as pernas dela envolvendo a cintura dele instintivamente. S/N sentiu a força dos braços de Michael, a segurança que ele transmitia mesmo naquele momento de pura luxúria. Ele a carregou até o sofá de couro largo que ocupava um canto do camarim, deitando-a com cuidado, mas sem interromper o contato de seus lábios.
— Você é tão linda — disse ele, afastando-se apenas um centímetro para olhar em seus olhos. — Às vezes eu acho que você é uma miragem.
— Eu sou real, Michael — respondeu ela, puxando-o de volta para si. — E eu sou toda sua.
As mãos de Michael trabalharam rápido, livrando-se do que restava de seu figurino enquanto S/N o ajudava, os dedos dela traçando o caminho de sua pele suada. Quando ele finalmente se livrou da camisa, a visão de seu peito subindo e descendo com a respiração pesada fez o ventre de S/N contrair-se.
Ele se ajoelhou entre as pernas dela, as mãos deslizando pelas coxas morenas e firmes, subindo até encontrar a borda do vestido. Com um movimento fluido, ele o puxou para cima, revelando a lingerie de renda que abraçava suas formas. Michael soltou um gemido baixo, uma mistura de apreciação e tortura.
— Você faz ideia do que faz comigo? — perguntou ele, os dedos traçando o contorno dos seios dela, sentindo a pele macia e o calor que subia por seu corpo.
— Eu espero que faça o mesmo que você faz comigo — disse ela, arqueando as costas quando ele inclinou a cabeça para beijar a curva de seu pescoço.
O toque de Michael era uma coreografia de desejo. Ele conhecia cada ponto sensível de S/N, cada lugar que a fazia suspirar e cada toque que a fazia implorar por mais. Ele desceu os beijos pelo peito dela, demorando-se na fartura de seus seios, a boca quente provocando sensações que faziam a cabeça dela girar.
S/N enterrou as mãos nos cabelos dele, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada centímetro de sua pele contra a dela. O contraste de sua pele morena contra a dele, sob as luzes âmbar do camarim, criava uma imagem de beleza bruta e íntima.
— Michael... agora — pediu ela, a voz falhando.
Ele a atendeu, unindo seus corpos em um movimento fluido e decidido. O impacto da conexão fez ambos pararem por um segundo, os olhos fixos um no outro, compartilhando um momento de pura comunhão. Michael começou a se mover, um ritmo lento e profundo que refletia as batidas de seus corações acelerados.
— Você é minha — sussurrou ele, o suor brilhando em sua testa, os olhos escuros ardendo com uma intensidade que poucas pessoas no mundo tinham o privilégio de ver. — Só minha.
— Sempre — respondeu ela, as unhas cravando-se levemente nas costas dele enquanto ela acompanhava seu ritmo.
O camarim, antes apenas um lugar de preparação e descanso, transformou-se em um santuário de prazer. O som da respiração ofegante de Michael, os gemidos baixos de S/N e o ritmo constante de seus corpos criavam uma melodia própria, muito mais íntima do que qualquer canção que ele já tivesse escrito.
Michael era um perfeccionista em tudo o que fazia, e no amor não era diferente. Ele se dedicava a ela com uma entrega total, cada movimento calculado para levá-la ao limite. Ele a observava, deliciando-se com a expressão de puro êxtase no rosto dela, com a forma como o corpo curvilíneo de S/N se moldava ao dele sob a pressão do desejo.
A intensidade aumentava a cada segundo. S/N sentia-se flutuar, o mundo exterior desaparecendo completamente. Não havia turnê, não havia imprensa, não havia pressões. Havia apenas Michael, o homem por trás do mito, entregando-se a ela com uma vulnerabilidade que a emocionava tanto quanto a excitava.
— Eu te amo — murmurou ele, a voz rouca de emoção, enquanto o clímax começava a tomar conta de ambos.
S/N não conseguiu responder com palavras, apenas apertou-o mais forte, deixando que a onda de prazer a lavasse. Eles atingiram o ápice juntos, um grito abafado escapando dos lábios de Michael enquanto ele se escondia na curva do ombro dela, o corpo tremendo com a força da liberação.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de suas respirações voltando ao normal. Michael permaneceu sobre ela por um longo tempo, o peso de seu corpo um conforto familiar. Ele beijou sua têmpora, as mãos acariciando seus cabelos lisos agora bagunçados.
— Você está bem? — perguntou ele, a voz voltando à sua doçura habitual.
S/N abriu os olhos e sorriu, um sorriso radiante que iluminou o rosto moreno.
— Melhor do que nunca — disse ela, passando a mão pelo rosto dele, limpando uma gota de suor. — Você sempre consegue me surpreender.
Michael riu baixo, um som melodioso que aqueceu o coração dela. Ele rolou para o lado, puxando-a para o seu peito, envolvendo-a com os braços protetores.
— Eu precisava disso — confessou ele, olhando para o teto. — O palco me dá muita coisa, mas só você me faz sentir humano. Só você me traz de volta para o chão.
S/N aninhou-se contra ele, sentindo o ritmo agora calmo do coração de Michael sob seu ouvido. Ela sabia o peso que ele carregava, a magnitude de sua fama e as expectativas do mundo. Mas ali, naquele pequeno espaço, ele era apenas seu.
— Eu sempre estarei aqui para te trazer de volta — prometeu ela.
Eles ficaram ali por algum tempo, envoltos no calor um do outro e no aroma do amor que acabaram de fazer. Lá fora, a equipe de produção começava a desmontar o palco, e os últimos fãs deixavam o estádio, mas dentro daquele camarim, o tempo parecia ter parado.
— Sabe — disse Michael, brincando com uma mecha do cabelo dela —, eu poderia ficar assim para sempre.
— O dever chama, Peter Pan — brincou ela, ganhando um beijo casto na ponta do nariz.
— Eu sei. Mas a próxima cidade será ainda melhor... porque você estará lá comigo.
Ele se levantou, estendendo a mão para ajudá-la. Enquanto se vestiam em um silêncio confortável, trocando olhares cúmplices e sorrisos secretos, S/N percebeu que, por mais intenso que fosse o show de Michael Jackson, a verdadeira magia acontecia quando as luzes se apagavam e as cortinas se fechavam.
Michael terminou de calçar os sapatos e olhou para ela uma última vez antes de saírem. Ele se aproximou, ajeitando uma mecha de cabelo atrás da orelha dela, e sussurrou:
— Prepare-se. O próximo show é amanhã, e eu pretendo ser ainda mais... inspirado.
S/N riu, sentindo o rosto esquentar.
— Mal posso esperar.
Eles saíram do camarim de mãos dadas, prontos para enfrentar o mundo novamente, mas carregando consigo o segredo daquela noite intensa — um ritmo que só eles conheciam e que continuaria a tocar, muito depois da última canção terminar.
Michael estava parado diante do espelho, ofegante. O cabelo, úmido e desalinhado, caía sobre o rosto enquanto ele tentava desabotoar a jaqueta militar dourada. Seus dedos, geralmente tão precisos, tremiam levemente devido à adrenalina que ainda corria em suas veias.
Foi quando ele a viu pelo reflexo.
S/N estava encostada na porta fechada, observando-o em silêncio. A luz suave do camarim destacava suas curvas, o corpo curvilíneo que Michael conhecia tão bem e que o assombrava em seus sonhos mais profundos. Ela era baixa, o que sempre o fazia querer envolvê-la em seus braços e protegê-la do mundo, mas havia uma força naquela mulher que o dominava. Seus cabelos lisos e escuros caíam como uma cascata de seda sobre os ombros, emoldurando o rosto de traços marcantes e a pele morena que parecia brilhar sob a luz quente.
— Você foi incrível hoje — disse ela, a voz baixa e rouca, enviando um calafrio direto pela espinha dele.
Michael sorriu, um sorriso cansado, mas carregado de um brilho predatório que raramente mostrava ao público.
— A energia estava diferente hoje — respondeu ele, virando-se para encará-la. — Eu conseguia sentir você nos bastidores. Eu cantei cada nota pensando em como seria o momento em que ficássemos sozinhos.
S/N deu um passo à frente, o movimento fazendo com que seus seios avantajados balançassem levemente sob o tecido fino do vestido de alça que ela usava. Ela não precisava de muito para deixá-lo sem fôlego; sua mera presença era uma provocação constante.
— Então não me faça esperar mais, Michael — sussurrou ela, aproximando-se o suficiente para que ele sentisse o calor que emanava de seu corpo.
Ele não hesitou. Michael a puxou pela cintura, colando seus corpos. A diferença de altura era perfeita; o topo da cabeça dela mal chegava ao seu queixo, obrigando-a a inclinar o pescoço para trás para encontrá-lo. Os olhos de Michael desceram para o decote dela, perdendo-se por um segundo na visão das curvas generosas que o vestido mal conseguia conter.
— Eu senti tanta falta disso — murmurou ele, a voz agora um sussurro grave contra os lábios dela.
— Prove — desafiou S/N, passando as mãos pelos ombros largos dele, sentindo a musculatura tensa sob a camisa de seda que ele usava por baixo da jaqueta.
O beijo que se seguiu não teve nada de gentil. Foi uma colisão de desejo acumulado, uma fome que meses de turnê e distância só fizeram aumentar. Michael a beijava com uma urgência quase desesperada, suas mãos grandes descendo pelas costas de S/N, apertando a curva de seus quadris com possessividade.
Ele a ergueu com facilidade, as pernas dela envolvendo a cintura dele instintivamente. S/N sentiu a força dos braços de Michael, a segurança que ele transmitia mesmo naquele momento de pura luxúria. Ele a carregou até o sofá de couro largo que ocupava um canto do camarim, deitando-a com cuidado, mas sem interromper o contato de seus lábios.
— Você é tão linda — disse ele, afastando-se apenas um centímetro para olhar em seus olhos. — Às vezes eu acho que você é uma miragem.
— Eu sou real, Michael — respondeu ela, puxando-o de volta para si. — E eu sou toda sua.
As mãos de Michael trabalharam rápido, livrando-se do que restava de seu figurino enquanto S/N o ajudava, os dedos dela traçando o caminho de sua pele suada. Quando ele finalmente se livrou da camisa, a visão de seu peito subindo e descendo com a respiração pesada fez o ventre de S/N contrair-se.
Ele se ajoelhou entre as pernas dela, as mãos deslizando pelas coxas morenas e firmes, subindo até encontrar a borda do vestido. Com um movimento fluido, ele o puxou para cima, revelando a lingerie de renda que abraçava suas formas. Michael soltou um gemido baixo, uma mistura de apreciação e tortura.
— Você faz ideia do que faz comigo? — perguntou ele, os dedos traçando o contorno dos seios dela, sentindo a pele macia e o calor que subia por seu corpo.
— Eu espero que faça o mesmo que você faz comigo — disse ela, arqueando as costas quando ele inclinou a cabeça para beijar a curva de seu pescoço.
O toque de Michael era uma coreografia de desejo. Ele conhecia cada ponto sensível de S/N, cada lugar que a fazia suspirar e cada toque que a fazia implorar por mais. Ele desceu os beijos pelo peito dela, demorando-se na fartura de seus seios, a boca quente provocando sensações que faziam a cabeça dela girar.
S/N enterrou as mãos nos cabelos dele, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada centímetro de sua pele contra a dela. O contraste de sua pele morena contra a dele, sob as luzes âmbar do camarim, criava uma imagem de beleza bruta e íntima.
— Michael... agora — pediu ela, a voz falhando.
Ele a atendeu, unindo seus corpos em um movimento fluido e decidido. O impacto da conexão fez ambos pararem por um segundo, os olhos fixos um no outro, compartilhando um momento de pura comunhão. Michael começou a se mover, um ritmo lento e profundo que refletia as batidas de seus corações acelerados.
— Você é minha — sussurrou ele, o suor brilhando em sua testa, os olhos escuros ardendo com uma intensidade que poucas pessoas no mundo tinham o privilégio de ver. — Só minha.
— Sempre — respondeu ela, as unhas cravando-se levemente nas costas dele enquanto ela acompanhava seu ritmo.
O camarim, antes apenas um lugar de preparação e descanso, transformou-se em um santuário de prazer. O som da respiração ofegante de Michael, os gemidos baixos de S/N e o ritmo constante de seus corpos criavam uma melodia própria, muito mais íntima do que qualquer canção que ele já tivesse escrito.
Michael era um perfeccionista em tudo o que fazia, e no amor não era diferente. Ele se dedicava a ela com uma entrega total, cada movimento calculado para levá-la ao limite. Ele a observava, deliciando-se com a expressão de puro êxtase no rosto dela, com a forma como o corpo curvilíneo de S/N se moldava ao dele sob a pressão do desejo.
A intensidade aumentava a cada segundo. S/N sentia-se flutuar, o mundo exterior desaparecendo completamente. Não havia turnê, não havia imprensa, não havia pressões. Havia apenas Michael, o homem por trás do mito, entregando-se a ela com uma vulnerabilidade que a emocionava tanto quanto a excitava.
— Eu te amo — murmurou ele, a voz rouca de emoção, enquanto o clímax começava a tomar conta de ambos.
S/N não conseguiu responder com palavras, apenas apertou-o mais forte, deixando que a onda de prazer a lavasse. Eles atingiram o ápice juntos, um grito abafado escapando dos lábios de Michael enquanto ele se escondia na curva do ombro dela, o corpo tremendo com a força da liberação.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de suas respirações voltando ao normal. Michael permaneceu sobre ela por um longo tempo, o peso de seu corpo um conforto familiar. Ele beijou sua têmpora, as mãos acariciando seus cabelos lisos agora bagunçados.
— Você está bem? — perguntou ele, a voz voltando à sua doçura habitual.
S/N abriu os olhos e sorriu, um sorriso radiante que iluminou o rosto moreno.
— Melhor do que nunca — disse ela, passando a mão pelo rosto dele, limpando uma gota de suor. — Você sempre consegue me surpreender.
Michael riu baixo, um som melodioso que aqueceu o coração dela. Ele rolou para o lado, puxando-a para o seu peito, envolvendo-a com os braços protetores.
— Eu precisava disso — confessou ele, olhando para o teto. — O palco me dá muita coisa, mas só você me faz sentir humano. Só você me traz de volta para o chão.
S/N aninhou-se contra ele, sentindo o ritmo agora calmo do coração de Michael sob seu ouvido. Ela sabia o peso que ele carregava, a magnitude de sua fama e as expectativas do mundo. Mas ali, naquele pequeno espaço, ele era apenas seu.
— Eu sempre estarei aqui para te trazer de volta — prometeu ela.
Eles ficaram ali por algum tempo, envoltos no calor um do outro e no aroma do amor que acabaram de fazer. Lá fora, a equipe de produção começava a desmontar o palco, e os últimos fãs deixavam o estádio, mas dentro daquele camarim, o tempo parecia ter parado.
— Sabe — disse Michael, brincando com uma mecha do cabelo dela —, eu poderia ficar assim para sempre.
— O dever chama, Peter Pan — brincou ela, ganhando um beijo casto na ponta do nariz.
— Eu sei. Mas a próxima cidade será ainda melhor... porque você estará lá comigo.
Ele se levantou, estendendo a mão para ajudá-la. Enquanto se vestiam em um silêncio confortável, trocando olhares cúmplices e sorrisos secretos, S/N percebeu que, por mais intenso que fosse o show de Michael Jackson, a verdadeira magia acontecia quando as luzes se apagavam e as cortinas se fechavam.
Michael terminou de calçar os sapatos e olhou para ela uma última vez antes de saírem. Ele se aproximou, ajeitando uma mecha de cabelo atrás da orelha dela, e sussurrou:
— Prepare-se. O próximo show é amanhã, e eu pretendo ser ainda mais... inspirado.
S/N riu, sentindo o rosto esquentar.
— Mal posso esperar.
Eles saíram do camarim de mãos dadas, prontos para enfrentar o mundo novamente, mas carregando consigo o segredo daquela noite intensa — um ritmo que só eles conheciam e que continuaria a tocar, muito depois da última canção terminar.
