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A ousadia

Fandom: Tensei shitara slime datta ken

Criado: 05/06/2026

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O Trono do Pecado e o Êxtase do Caos

O salão do Castelo de Gelo estava mergulhado em um silêncio opressor, quebrado apenas pelo som monótono de um lorde demônio de baixo escalão relatando problemas de fronteira que Rimuru Tempest não poderia se importar menos. Sentado em uma cadeira lateral, Rimuru bocejou, sentindo o tédio corroer sua paciência. Guy Crimson, sentado em seu trono com a habitual arrogância magnânima, parecia igualmente entediado, apoiando o rosto na mão enquanto seus olhos vermelhos brilhavam com uma malícia crescente.

— Chega — interrompeu Guy, sua voz silenciando o orador instantaneamente. — Rimuru, venha aqui.

Rimuru piscou, ajustando sua postura. Ele estava passando alguns dias no castelo de Guy para "negociações diplomáticas", que na verdade eram apenas uma desculpa para Guy ter companhia.

— O que foi agora, Guy? Se for para ouvir sobre impostos de mineração, eu prefiro voltar para Tempest — Rimuru respondeu com seu tom sarcástico habitual, levantando-se com uma preguiça deliberada.

— Mude de forma — ordenou Guy, um sorriso perigoso brincando em seus lábios. — Quero ver sua forma feminina. Agora.

Rimuru revirou os olhos, cruzando os braços sobre o peito. Sua pele leitosa brilhava sob as luzes de cristal do salão.

— Eu já te disse, Guy, eu não trouxe roupas para isso. Se eu mudar agora, vou acabar rasgando o que estou vestindo ou ficando ridículo.

— Eu não me importo com as roupas, e você sabe que pode manipulá-las se quiser — insistiu Guy, inclinando-se para frente, a aura de Lorde Demônio pressionando o ambiente. — Ande logo. Quero algo mais interessante para olhar do que esses relatórios.

Rimuru soltou um suspiro teatral, mas no fundo, a provocação o excitava. Ele adorava o jogo de poder com Guy. Com um pensamento, ele deixou sua magia fluir. O corpo pequeno e andrógino começou a se expandir em curvas voluptuosas. O crescimento foi rápido e deliberado.

O resultado foi imediato e caótico. A blusa de seda, antes folgada, esticou-se violentamente sobre seios que agora eram grandes e pesados, o tecido tornando-se quase transparente de tão tenso, expondo o contorno dos mamilos endurecidos. A barra da camisa subiu, revelando uma cintura fina e um umbigo delicado. A calça, incapaz de conter o súbito alargamento dos quadris e a redondeza da bunda, rasgou-se nas laterais, transformando-se em um short improvisado e curtíssimo que mal cobria o essencial.

— Satisfeito, seu maníaco por estética? — Rimuru provocou, a voz agora mais aveludada e carregada de uma falsa inocência.

Sem esperar por um convite formal, Rimuru caminhou com um rebolado exagerado até o trono e se jogou no colo de Guy. Ele sentiu a firmeza das coxas do demônio sob si e fez questão de esfregar sua bunda volumosa contra a virilha de Guy.

— Ora, veja só o que você fez com minhas roupas — Rimuru sussurrou, inclinando a cabeça para trás para olhar Guy nos olhos, um sorriso atrevido nos lábios.

Guy não perdeu tempo. Suas mãos grandes e possessivas subiram imediatamente para os seios de Rimuru, apertando a carne macia com força, ignorando o tecido que protestava.

— Você é uma criaturinha insolente, Rimuru — Guy rosnou, sua respiração acelerando enquanto ele enterrava o rosto no pescoço da slime, sentindo o perfume doce que ela exalava. — Mas essa forma... ela implora por uso.

— Ah, é? E o que o grande Lorde do Orgulho pretende fazer a respeito? — Rimuru arqueou as costas, oferecendo o peito ainda mais ao toque de Guy, soltando um gemido baixo e provocador.

Guy levantou-se abruptamente, carregando Rimuru em seus braços como se ela não pesasse nada. Ele ignorou os súbditos atônitos no salão e caminhou em direção à varanda imensa que dava para as montanhas geladas. Ao chegarem lá, Guy gesticulou com uma mão, erguendo uma barreira mágica unilateral.

— Eles podem nos ver? — Rimuru perguntou, fingindo preocupação enquanto passava as pernas pela cintura de Guy.

— Eles podem nos ver, mas não saberão o que está acontecendo. Para eles, somos apenas silhuetas — Guy sorriu de forma predatória. — Mas nós podemos vê-los perfeitamente. Quero que você sinta o frio lá fora enquanto queima aqui dentro.

Guy a colocou contra o parapeito de mármore. O contraste do frio da pedra contra a pele quente de Rimuru a fez estremecer. Guy não foi gentil; ele rasgou o resto da blusa dela, deixando os seios grandes e pesados livres. Ele os admirou por um segundo antes de começar a usá-los, apertando-os um contra o outro para criar um canal apertado onde ele começou a se esfregar, observando como o rosto de Rimuru se contorcia em um prazer masoquista.

— Você gosta disso, não gosta? De ser tratada como um brinquedo — Guy provocou, descendo as mãos para abrir as pernas de Rimuru à força.

— Eu gosto de ver você perder o controle, Guy — Rimuru rebateu, ofegante, enquanto sentia os dedos longos de Guy explorarem sua intimidade. — Vamos, pare de brincar. Eu sei que você quer entrar.

Guy soltou um rosnado e, sem mais preâmbulos, penetrou-a com força total. Rimuru soltou um grito que foi abafado pelo som do vento uivante do lado de fora da barreira. A sensação de preenchimento era absoluta. Guy começou a estocá-la com uma selvageria que faria qualquer outro ser desintegrar, mas Rimuru era uma slime; seu corpo se moldava, envolvia e prendia Guy em um aperto sobre-humano.

Eles mudaram de posição ali mesmo, na sacada. Rimuru se ajoelhou, empinando a bunda farta para Guy, olhando para trás com um olhar desafiador enquanto ele a possuía por trás, cada impacto fazendo seus seios balançarem freneticamente. Rimuru descobriu que, ao contrair certas partes de seu corpo interno, ela podia criar ondas de prazer que faziam Guy delirar, seus olhos vermelhos revirando enquanto ele rosnava o nome dela.

Depois de algum tempo, o suor misturando-se à temperatura gélida do ambiente, Guy a levou de volta para dentro, mas o jogo estava longe de acabar. Ele a jogou em um divã de veludo e, com um estalo de dedos, fez aparecer roupas que ele mesmo havia projetado: corpetes de couro que esmagavam seus seios para cima, meias calças rasgadas e saltos agulha.

— Use isso. Desfile para mim — ordenou ele, sentando-se e observando-a com fome.

Rimuru, longe de se sentir humilhada, abraçou o papel. Ela desfilou pelo quarto, fazendo poses ousadas, empinando a bunda em direção a ele e puxando as cordas do corpete para exibir ainda mais sua pele leitosa. Ela se sentia poderosa vendo o ser mais forte do mundo reduzido a um espectador ávido.

Finalmente, Rimuru parou na frente dele e se deitou no tapete de pele de urso, abrindo as pernas de forma escancarada, revelando-se completamente, convidando-o com um dedo indicador.

— Venha me pegar, Guy. Se você for homem o suficiente para aguentar o que eu tenho guardado.

Guy não precisou de um segundo convite. Ele se lançou sobre ela, e o que se seguiu foi puro caos carnal. Não havia censura, não havia delicadeza. Era um embate de divindades em busca do ápice. Rimuru envolvia Guy com suas pernas, puxando-o para mais fundo, enquanto ele a usava em todas as poses imagináveis — de lado, por cima, com ela montada nele enquanto ele a penetrava com uma fúria cega.

Os gemidos de Rimuru ecoavam pelas paredes de pedra, misturando-se aos rosnados de Guy. Eles fizeram amor bruto, explorando cada centímetro um do outro, Rimuru usando sua maleabilidade para permitir que Guy explorasse ângulos impossíveis. A cada orgasmo, o poder mágico no quarto oscilava, criando faíscas de energia pura.

Horas depois, quando o sol começou a surgir no horizonte gelado, eles ainda estavam entrelaçados, a respiração pesada e os corpos cobertos por uma mistura de suor e fluidos. Rimuru, de volta a uma forma mais relaxada, mas ainda feminina, descansava a cabeça no peito de Guy.

— Você é... um monstro, Rimuru — Guy murmurou, sua voz rouca de exaustão e satisfação.

— E você adora isso — Rimuru respondeu, fechando os olhos com um sorriso sarcástico. — Da próxima vez, eu escolho as roupas. E aviso logo: você vai odiar o quanto vai gostar.

Guy riu, um som profundo que vibrou pelo corpo de Rimuru, enquanto ele a apertava mais forte contra si, já planejando como seria a próxima rodada daquele jogo perigoso e viciante.
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