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Fandom: Off campus
Criado: 05/06/2026
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RomanceDramaDor/ConfortoPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaCiúmes
O Gelo Derrete na Briar
Zoe encarou o reflexo no espelho do banheiro, odiando como seus olhos ainda pareciam levemente inchados. Seus cachos, geralmente cheios de vida e definição, pareciam espelhar seu humor: rebeldes e fora de controle. Descobrir que o cara com quem ela saía há seis meses estava mantendo uma "reserva" em outra faculdade tinha sido o golpe final em uma semana já desastrosa.
— Chega de chorar por lixo, Zoe! — Hannah gritou do quarto, batendo na porta. — Hoje é a festa da vitória da Briar. Os meninos ganharam o campeonato regional. A casa vai estar lotada, a bebida vai estar gelada e você vai usar aquele vestido que faz qualquer um perder o fôlego.
Zoe suspirou, abrindo a porta. Ela não queria ir. Queria se afundar em um pote de sorvete e assistir comédias românticas depreciativas. Mas suas amigas não aceitariam um "não" como resposta. Duas horas depois, ela estava cruzando o gramado da casa da equipe de hóquei, o som da música pulsando através das paredes de madeira e o cheiro de cerveja e adrenalina pairando no ar.
Assim que ela entrou, o mundo pareceu desacelerar. Zoe não sabia, mas para quatro homens específicos naquela sala, a festa só tinha começado no momento em que ela pisou ali.
O primeiro a interceptá-la foi Dean Di Laurentis. Ele estava encostado no balcão da cozinha, segurando um copo vermelho com a arrogância típica de quem sabe que é bonito demais para o próprio bem. Quando seus olhos pousaram em Zoe, eles desceram imediatamente para o decote generoso do seu vestido verde-esmeralda.
— Você demorou a chegar, encaracolada — Dean disse, aproximando-se com aquele sorriso de lado que derretia metade do campus.
— Não sabia que tinha hora marcada, Di Laurentis — Zoe rebateu, tentando manter a guarda alta.
— Para você? Eu esperaria a noite toda — ele murmurou, dando um passo para dentro do espaço pessoal dela. Ele não disfarçou o olhar, fixo na curva dos seios dela que subiam e desciam com a respiração acelerada. — Esse vestido... Jesus, Zoe. Ele realça coisas que deveriam ser ilegais.
Zoe sentiu o rosto esquentar. Antes que pudesse responder, uma mão firme pousou em seu ombro. Era Garrett Graham, o capitão do time. Ele tinha uma presença que comandava o ambiente, mas seus olhos, ao olharem para Zoe, tinham uma suavidade perigosa.
— Deixe a garota respirar, Dean — Garrett disse, mas sua atenção não estava no rosto dela. Enquanto Zoe se virava para cumprimentá-lo, Garrett deixou o olhar cair deliberadamente para baixo, admirando a forma como o tecido do vestido abraçava as curvas do quadril e da bunda dela.
— Oi, Garrett. Parabéns pela vitória — Zoe disse, sentindo-se subitamente muito observada.
— A vitória só parece real agora que você está aqui — Garrett respondeu, a voz rouca. Ele moveu a mão sutilmente para a base das costas dela, sentindo a pele macia logo acima do início da curva que o deixava insone à noite. — Você está maravilhosa por trás e pela frente, Zoe. Especialmente por trás.
Zoe soltou uma risada nervosa, sentindo o magnetismo dos dois homens. Mas a noite estava apenas começando. Ela se desculpou para buscar uma bebida, mas no caminho para o bar improvisado, foi cercada por Logan.
Logan tinha aquele ar de "garoto problema" que ele tentava esconder com piadas, mas naquele momento, ele parecia intensamente focado. Ele bloqueou o caminho dela, um sorriso travesso brincando nos lábios.
— Ouvi dizer que você está solteira, Zoe — Logan disse, sem rodeios. — O que é uma sorte para mim e um atestado de estupidez para o seu ex.
— As notícias correm rápido — ela suspirou.
— Eu presto atenção no que me interessa — Logan deu um passo à frente, seu olhar descendo para a boca de Zoe. Ele parecia hipnotizado pelo brilho labial que ela usava. — Você tem a boca mais perfeita que eu já vi. Eu passaria horas apenas ouvindo você falar... ou fazendo outras coisas com ela.
Zoe sentiu um frio na barriga. Antes que pudesse processar o flerte direto de Logan, uma presença mais calma e sólida surgiu ao seu lado. John Tucker, o porto seguro do grupo, entregou a ela um copo de ponche.
— Você parece precisar disso — Tucker disse, com seu sotaque sulista suave.
— Obrigada, Tucker. Você é o único normal aqui — ela brincou, embora seu corpo estivesse vibrando com a atenção dos outros três.
— Não se engane, Zoe — Tucker disse, seus olhos escuros brilhando com uma intensidade que ela raramente via. Ele se inclinou, sussurrando perto do ouvido dela. — Eu só sou melhor em esconder o quanto sou viciado em você. Eu observo cada detalhe. O jeito que você enrola o cabelo no dedo, o jeito que você ri... Eu não quero apenas uma parte de você. Eu quero tudo.
Zoe sentiu os joelhos fraquejarem. O peso da traição que ela sentira horas antes começou a ser substituído por uma onda avassaladora de desejo e validação. Aqueles quatro homens — os deuses do hóquei da Briar — estavam todos ali, cercando-a como predadores que finalmente encontraram o que buscavam.
— Você está triste — Garrett notou, voltando a se aproximar, agora com os outros três formando um círculo ao redor dela. — E nós não gostamos de ver você triste.
— Meu ex é um idiota — Zoe admitiu, a voz falhando levemente.
— Ele é um cadáver — Dean corrigiu, com uma expressão sombria. — Mas você não vai pensar nele nem mais um segundo.
— Venha com a gente — Logan sugeriu, segurando a mão dela. — Vamos tirar você desse barulho.
Sem questionar, Zoe se deixou levar. Eles subiram as escadas para o andar superior, onde o som da festa se tornava um abafado batido rítmico. Entraram no quarto de Garrett, um espaço amplo que cheirava a perfume caro e a masculinidade. Assim que a porta foi trancada, a atmosfera mudou de flerte para uma urgência palpável.
— Queremos que você esqueça o nome dele — Tucker disse, guiando-a até o centro do quarto.
Dean foi o primeiro a se aproximar novamente. Suas mãos grandes encontraram a cintura de Zoe, subindo lentamente até pararem logo abaixo de seus seios.
— Eu sonho com isso há meses — Dean confessou, a voz vibrando de desejo. — Com o peso deles nas minhas mãos.
Ele deslizou as alças do vestido dela para baixo, e quando o tecido caiu, revelando a pele pálida e os mamilos endurecidos pelo frio e pela antecipação, um suspiro coletivo ecoou pelo quarto. Dean não perdeu tempo, capturando um dos seios com a palma da mão, enquanto o outro era prontamente reivindicado por seus lábios. Zoe jogou a cabeça para trás, soltando um gemido que foi abafado pela boca de Logan.
Logan a beijou com uma fome desesperada. Era um beijo profundo, explorador, viciado. Ele provava cada centímetro dos lábios dela, sugando o lábio inferior de Zoe como se fosse sua única fonte de oxigênio.
— Tão doce — Logan murmurou contra a boca dela. — Eu poderia te beijar para sempre e ainda não seria o suficiente.
Enquanto isso, Garrett estava ajoelhado atrás dela. Suas mãos desceram pelas costas de Zoe, apertando com firmeza as curvas de sua bunda. Ele enterrou o rosto ali, sentindo o calor da pele dela, antes de desferir beijos provocantes na base de sua coluna.
— Você é uma obra de arte, Zoe — Garrett declarou, sua voz abafada contra a pele dela. — Cada curva sua foi feita para ser adorada. E eu vou adorar cada centímetro.
Tucker, sempre o estrategista, mantinha o contato visual com ela, suas mãos acariciando as coxas de Zoe, subindo cada vez mais perto de onde ela mais desejava ser tocada.
— Deixe tudo ir, Zoe — Tucker instigou. — Foque apenas no que estamos fazendo com você. Sinta a gente.
A partir daí, o tempo tornou-se uma névoa de sensações intensas. Zoe foi levada para a cama, onde quatro pares de mãos e lábios se revezavam para garantir que nenhum centímetro de seu corpo ficasse sem atenção.
Dean continuava focado em seus seios, massageando-os e provocando-os com uma maestria que a fazia arquear as costas. Logan não parava de beijá-la, movendo-se de sua boca para seu pescoço, deixando marcas que seriam lembretes orgulhosos de quem ela pertencia naquela noite. Garrett explorava sua bunda com uma possessividade que a fazia se sentir desejada de uma forma que nunca experimentara antes, enquanto Tucker, com dedos ágeis e uma língua experiente, focava em levá-la ao limite.
— Por favor — Zoe implorou, as mãos perdidas nos cabelos de quem quer que estivesse mais perto.
— Por favor, o quê, querida? — Garrett perguntou, subindo para beijar sua testa enquanto Tucker aumentava o ritmo lá embaixo.
— Eu quero... eu preciso...
— Nós temos você — Dean sussurrou em seu ouvido, enquanto suas mãos continuavam o trabalho nos seios dela. — Esqueça o resto do mundo. Somos só nós.
Quando o primeiro orgasmo a atingiu, foi como uma explosão de cores atrás de suas pálpebras. Zoe gritou o nome deles, sentindo as ondas de prazer percorrerem cada nervo. Mas eles não pararam. Assim que ela começou a relaxar, Logan a puxou para outro beijo profundo, e Garrett a virou, focando em sua obsessão particular, enquanto Tucker e Dean garantiam que ela permanecesse em um estado de êxtase constante.
Eles a fizeram gozar repetidamente, cada vez mais intenso que a anterior. A imagem do ex-namorado, a dor da traição e a insegurança foram completamente incineradas pelo calor daqueles quatro homens.
Horas depois, Zoe estava deitada entre eles, envolta em lençóis bagunçados e no calor de quatro corpos atléticos. O silêncio do quarto era quebrado apenas pela respiração pesada e satisfeita de todos.
— Ainda lembra como é o nome daquele idiota? — Logan perguntou, brincando com um cacho do cabelo dela.
Zoe levou um momento para processar a pergunta, um sorriso preguiçoso surgindo em seu rosto.
— De quem você está falando? — ela respondeu, a voz rouca de tanto gemer.
Dean soltou uma risada baixa e vitoriosa, puxando-a para mais perto de seu peito. Garrett beijou o ombro dela, e Tucker segurou sua mão por cima do lençol.
Naquela noite, Zoe entrou na festa com o coração partido, mas saiu dali sabendo que, para aqueles quatro jogadores, ela não era apenas uma conquista. Ela era o prêmio, o vício e a única vitória que realmente importava. E, enquanto estivesse nos braços deles, o gelo ao redor de seu coração nunca mais teria chance de se formar.
— Chega de chorar por lixo, Zoe! — Hannah gritou do quarto, batendo na porta. — Hoje é a festa da vitória da Briar. Os meninos ganharam o campeonato regional. A casa vai estar lotada, a bebida vai estar gelada e você vai usar aquele vestido que faz qualquer um perder o fôlego.
Zoe suspirou, abrindo a porta. Ela não queria ir. Queria se afundar em um pote de sorvete e assistir comédias românticas depreciativas. Mas suas amigas não aceitariam um "não" como resposta. Duas horas depois, ela estava cruzando o gramado da casa da equipe de hóquei, o som da música pulsando através das paredes de madeira e o cheiro de cerveja e adrenalina pairando no ar.
Assim que ela entrou, o mundo pareceu desacelerar. Zoe não sabia, mas para quatro homens específicos naquela sala, a festa só tinha começado no momento em que ela pisou ali.
O primeiro a interceptá-la foi Dean Di Laurentis. Ele estava encostado no balcão da cozinha, segurando um copo vermelho com a arrogância típica de quem sabe que é bonito demais para o próprio bem. Quando seus olhos pousaram em Zoe, eles desceram imediatamente para o decote generoso do seu vestido verde-esmeralda.
— Você demorou a chegar, encaracolada — Dean disse, aproximando-se com aquele sorriso de lado que derretia metade do campus.
— Não sabia que tinha hora marcada, Di Laurentis — Zoe rebateu, tentando manter a guarda alta.
— Para você? Eu esperaria a noite toda — ele murmurou, dando um passo para dentro do espaço pessoal dela. Ele não disfarçou o olhar, fixo na curva dos seios dela que subiam e desciam com a respiração acelerada. — Esse vestido... Jesus, Zoe. Ele realça coisas que deveriam ser ilegais.
Zoe sentiu o rosto esquentar. Antes que pudesse responder, uma mão firme pousou em seu ombro. Era Garrett Graham, o capitão do time. Ele tinha uma presença que comandava o ambiente, mas seus olhos, ao olharem para Zoe, tinham uma suavidade perigosa.
— Deixe a garota respirar, Dean — Garrett disse, mas sua atenção não estava no rosto dela. Enquanto Zoe se virava para cumprimentá-lo, Garrett deixou o olhar cair deliberadamente para baixo, admirando a forma como o tecido do vestido abraçava as curvas do quadril e da bunda dela.
— Oi, Garrett. Parabéns pela vitória — Zoe disse, sentindo-se subitamente muito observada.
— A vitória só parece real agora que você está aqui — Garrett respondeu, a voz rouca. Ele moveu a mão sutilmente para a base das costas dela, sentindo a pele macia logo acima do início da curva que o deixava insone à noite. — Você está maravilhosa por trás e pela frente, Zoe. Especialmente por trás.
Zoe soltou uma risada nervosa, sentindo o magnetismo dos dois homens. Mas a noite estava apenas começando. Ela se desculpou para buscar uma bebida, mas no caminho para o bar improvisado, foi cercada por Logan.
Logan tinha aquele ar de "garoto problema" que ele tentava esconder com piadas, mas naquele momento, ele parecia intensamente focado. Ele bloqueou o caminho dela, um sorriso travesso brincando nos lábios.
— Ouvi dizer que você está solteira, Zoe — Logan disse, sem rodeios. — O que é uma sorte para mim e um atestado de estupidez para o seu ex.
— As notícias correm rápido — ela suspirou.
— Eu presto atenção no que me interessa — Logan deu um passo à frente, seu olhar descendo para a boca de Zoe. Ele parecia hipnotizado pelo brilho labial que ela usava. — Você tem a boca mais perfeita que eu já vi. Eu passaria horas apenas ouvindo você falar... ou fazendo outras coisas com ela.
Zoe sentiu um frio na barriga. Antes que pudesse processar o flerte direto de Logan, uma presença mais calma e sólida surgiu ao seu lado. John Tucker, o porto seguro do grupo, entregou a ela um copo de ponche.
— Você parece precisar disso — Tucker disse, com seu sotaque sulista suave.
— Obrigada, Tucker. Você é o único normal aqui — ela brincou, embora seu corpo estivesse vibrando com a atenção dos outros três.
— Não se engane, Zoe — Tucker disse, seus olhos escuros brilhando com uma intensidade que ela raramente via. Ele se inclinou, sussurrando perto do ouvido dela. — Eu só sou melhor em esconder o quanto sou viciado em você. Eu observo cada detalhe. O jeito que você enrola o cabelo no dedo, o jeito que você ri... Eu não quero apenas uma parte de você. Eu quero tudo.
Zoe sentiu os joelhos fraquejarem. O peso da traição que ela sentira horas antes começou a ser substituído por uma onda avassaladora de desejo e validação. Aqueles quatro homens — os deuses do hóquei da Briar — estavam todos ali, cercando-a como predadores que finalmente encontraram o que buscavam.
— Você está triste — Garrett notou, voltando a se aproximar, agora com os outros três formando um círculo ao redor dela. — E nós não gostamos de ver você triste.
— Meu ex é um idiota — Zoe admitiu, a voz falhando levemente.
— Ele é um cadáver — Dean corrigiu, com uma expressão sombria. — Mas você não vai pensar nele nem mais um segundo.
— Venha com a gente — Logan sugeriu, segurando a mão dela. — Vamos tirar você desse barulho.
Sem questionar, Zoe se deixou levar. Eles subiram as escadas para o andar superior, onde o som da festa se tornava um abafado batido rítmico. Entraram no quarto de Garrett, um espaço amplo que cheirava a perfume caro e a masculinidade. Assim que a porta foi trancada, a atmosfera mudou de flerte para uma urgência palpável.
— Queremos que você esqueça o nome dele — Tucker disse, guiando-a até o centro do quarto.
Dean foi o primeiro a se aproximar novamente. Suas mãos grandes encontraram a cintura de Zoe, subindo lentamente até pararem logo abaixo de seus seios.
— Eu sonho com isso há meses — Dean confessou, a voz vibrando de desejo. — Com o peso deles nas minhas mãos.
Ele deslizou as alças do vestido dela para baixo, e quando o tecido caiu, revelando a pele pálida e os mamilos endurecidos pelo frio e pela antecipação, um suspiro coletivo ecoou pelo quarto. Dean não perdeu tempo, capturando um dos seios com a palma da mão, enquanto o outro era prontamente reivindicado por seus lábios. Zoe jogou a cabeça para trás, soltando um gemido que foi abafado pela boca de Logan.
Logan a beijou com uma fome desesperada. Era um beijo profundo, explorador, viciado. Ele provava cada centímetro dos lábios dela, sugando o lábio inferior de Zoe como se fosse sua única fonte de oxigênio.
— Tão doce — Logan murmurou contra a boca dela. — Eu poderia te beijar para sempre e ainda não seria o suficiente.
Enquanto isso, Garrett estava ajoelhado atrás dela. Suas mãos desceram pelas costas de Zoe, apertando com firmeza as curvas de sua bunda. Ele enterrou o rosto ali, sentindo o calor da pele dela, antes de desferir beijos provocantes na base de sua coluna.
— Você é uma obra de arte, Zoe — Garrett declarou, sua voz abafada contra a pele dela. — Cada curva sua foi feita para ser adorada. E eu vou adorar cada centímetro.
Tucker, sempre o estrategista, mantinha o contato visual com ela, suas mãos acariciando as coxas de Zoe, subindo cada vez mais perto de onde ela mais desejava ser tocada.
— Deixe tudo ir, Zoe — Tucker instigou. — Foque apenas no que estamos fazendo com você. Sinta a gente.
A partir daí, o tempo tornou-se uma névoa de sensações intensas. Zoe foi levada para a cama, onde quatro pares de mãos e lábios se revezavam para garantir que nenhum centímetro de seu corpo ficasse sem atenção.
Dean continuava focado em seus seios, massageando-os e provocando-os com uma maestria que a fazia arquear as costas. Logan não parava de beijá-la, movendo-se de sua boca para seu pescoço, deixando marcas que seriam lembretes orgulhosos de quem ela pertencia naquela noite. Garrett explorava sua bunda com uma possessividade que a fazia se sentir desejada de uma forma que nunca experimentara antes, enquanto Tucker, com dedos ágeis e uma língua experiente, focava em levá-la ao limite.
— Por favor — Zoe implorou, as mãos perdidas nos cabelos de quem quer que estivesse mais perto.
— Por favor, o quê, querida? — Garrett perguntou, subindo para beijar sua testa enquanto Tucker aumentava o ritmo lá embaixo.
— Eu quero... eu preciso...
— Nós temos você — Dean sussurrou em seu ouvido, enquanto suas mãos continuavam o trabalho nos seios dela. — Esqueça o resto do mundo. Somos só nós.
Quando o primeiro orgasmo a atingiu, foi como uma explosão de cores atrás de suas pálpebras. Zoe gritou o nome deles, sentindo as ondas de prazer percorrerem cada nervo. Mas eles não pararam. Assim que ela começou a relaxar, Logan a puxou para outro beijo profundo, e Garrett a virou, focando em sua obsessão particular, enquanto Tucker e Dean garantiam que ela permanecesse em um estado de êxtase constante.
Eles a fizeram gozar repetidamente, cada vez mais intenso que a anterior. A imagem do ex-namorado, a dor da traição e a insegurança foram completamente incineradas pelo calor daqueles quatro homens.
Horas depois, Zoe estava deitada entre eles, envolta em lençóis bagunçados e no calor de quatro corpos atléticos. O silêncio do quarto era quebrado apenas pela respiração pesada e satisfeita de todos.
— Ainda lembra como é o nome daquele idiota? — Logan perguntou, brincando com um cacho do cabelo dela.
Zoe levou um momento para processar a pergunta, um sorriso preguiçoso surgindo em seu rosto.
— De quem você está falando? — ela respondeu, a voz rouca de tanto gemer.
Dean soltou uma risada baixa e vitoriosa, puxando-a para mais perto de seu peito. Garrett beijou o ombro dela, e Tucker segurou sua mão por cima do lençol.
Naquela noite, Zoe entrou na festa com o coração partido, mas saiu dali sabendo que, para aqueles quatro jogadores, ela não era apenas uma conquista. Ela era o prêmio, o vício e a única vitória que realmente importava. E, enquanto estivesse nos braços deles, o gelo ao redor de seu coração nunca mais teria chance de se formar.
