Fanfy
.studio
Imagem de fundo

sexo

Fandom: serie

Criado: 06/06/2026

Tags

SombrioAngústiaTragédiaPsicológicoViolência GráficaEstuproLinguagem ExplícitaCrime
Índice

Noite Sem Fim

O quarto de motel tinha uma iluminação avermelhada que parecia intensificar o calor que emanava dos corpos. Raimundo, com sua estatura imponente e os músculos tensos sob a pele, mantinha os olhos verdes fixos em Thayuana. Ela, pequena e de traços delicados, sentia o contraste de sua fragilidade diante da força dele. O caso que mantinham era pautado por uma intensidade que frequentemente beirava o descontrole, e naquela noite, a paixão dela por ele parecia ser o combustível para algo muito mais agressivo.

— Você sabe que eu não vou ter calma hoje, não sabe? — perguntou Raimundo, prendendo os pulsos dela contra a parede fria do quarto.

— Eu quero que você faça o que quiser — respondeu Thayuana, a voz embargada pelo desejo e pelo drama que sempre carregava em suas emoções.

O sexo começou selvagem, sem preliminares suaves. Raimundo a dominava com força, ignorando qualquer delicadeza. O som dos corpos se chocando preenchia o ambiente, misturado aos xingamentos que ele proferia enquanto a possuía. Thayuana gemia alto, pedindo por mais, entregue totalmente ao controle dele. No entanto, a dinâmica mudou quando Raimundo pegou o celular e fez uma chamada. Pouco tempo depois, João Neto chegou ao local.

— Ela aguenta os dois? — João Neto perguntou, observando a cena com um sorriso cínico.

— Ela é uma puta que quer tudo o que podemos dar — rosnou Raimundo, puxando Thayuana pelos cabelos para que ela olhasse para o recém-chegado.

A partir daquele momento, a situação escalou. Sem o uso de preservativos, os dois homens passaram a usá-la de forma coordenada e bruta. A penetração era constante, tanto por via vaginal quanto anal, sem interrupções para que ela pudesse recuperar o fôlego. Thayuana, inicialmente empolgada pela adrenalina, começou a sentir o peso da exaustão e da dor física.

— Por favor, vai devagar... — ela pediu, a voz falhando enquanto sentia a força de João Neto.

— Cala a boca — retrucou João Neto. — Eu não vou parar. Você não disse que queria? Agora aguenta.

As horas se passavam e o ritmo não diminuía. Raimundo e João Neto alternavam posições, gozando dentro dela repetidamente. Thayuana sentia o fluido quente em seu interior, mas a sensação de prazer havia sido substituída por um desconforto crescente. Quando completaram cinco horas ininterruptas de atividade, houve uma pausa de apenas cinco minutos. Ela tentou se afastar, as pernas tremendo, as lágrimas começando a descer por seu rosto.

— Chega, por favor... eu não consigo mais — ela soluçou, encolhendo-se na cama.

— A gente ainda não terminou — disse Raimundo, sua expressão fria, sem qualquer traço da afeição que ela acreditava existir entre eles.

Ele buscou correntes que estavam guardadas e, com a ajuda de João Neto, prendeu os pulsos e tornozelos de Thayuana na estrutura da cama. A imobilização trouxe um novo nível de desespero. Eles voltaram a usá-la com ainda mais força do que antes. O choro dela, agora de dor real e medo, era abafado pelos xingamentos e pelos tapas que recebia.

— Eu vou gozar mais três vezes dentro de você — declarou Raimundo, ignorando os apelos dela.

— E eu vou gozar cinco — completou João Neto, rindo enquanto a penetrava com violência. — Você é nossa, entende? Uma puta não tem querer.

No ápice do sofrimento de Thayuana, um terceiro homem, Artur, chegou ao quarto após ser convocado. Ele se juntou aos outros dois sem hesitação. A agressividade triplicou. Artur a possuía sem qualquer cuidado, alternando entre a frente e o verso, enquanto os outros dois continuavam a castigá-la fisicamente e verbalmente.

— Por favor, Artur, me ajuda... manda eles pararem — implorou ela, os olhos vermelhos de tanto chorar.

— Tenha paciência, boneca — Artur disse, desferindo um tapa em seu rosto. — A noite está apenas começando.

Os três homens agora se revezavam e, por vezes, interagiam entre si enquanto mantinham a penetração nela. O ambiente estava saturado pelo cheiro de suor e fluidos. Thayuana sentia-se um objeto, uma carne sendo disputada e desgastada. Eles gozavam em seu rosto, limpando-se nela como se ela fosse um trapo, para logo em seguida retomarem o ato com a mesma fúria.

— Eu quero ir embora... por favor — ela sussurrou, a voz quase inaudível devido à rouquidão.

— Você não vai a lugar nenhum até a gente decidir que você cansa — afirmou João Neto, segurando o rosto dela com força.

A noite parecia eterna. Cada movimento dos homens era como um golpe em seu corpo já exaurido. O choro de Thayuana não gerava empatia, apenas parecia instigar ainda mais a brutalidade deles. Presa às correntes, ela não tinha como escapar daquela sequência de abusos disfarçados de fetiche, enquanto os três continuavam a despejar nela toda a sua agressividade e desprezo.
Índice

Quer criar seu próprio fanfic?

Cadastre-se na Fanfy e crie suas próprias histórias!

Criar meu fanfic