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Trio do desejo
Fandom: Triângulo amoroso
Criado: 06/06/2026
Tags
PWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaRomanceRealismoEstudo de PersonagemNovela
Geometria do Prazer: Entre Livros e Desejos Proibidos
O corredor da faculdade de Direito estava silencioso, mergulhado na penumbra do horário de saída. Adriana apressou o passo, o som de seus tênis ecoando no piso de granilite. Ela ajustou os óculos no rosto, sentindo o peso da mochila e a leve insegurança que sempre a acompanhava. Ela se olhou rapidamente no reflexo de uma das janelas de vidro: os cachos castanhos estavam um pouco rebeldes, e a calça jeans apertada demais enfatizava suas curvas largas. Ela nunca se achou grande coisa, mas para Daniel e Lailson, ela era o centro do universo.
Eles a esperavam na última sala do bloco C, um auditório vazio que servia de refúgio para o que eles faziam de melhor: subverter as regras.
Assim que Adriana entrou e trancou a porta, foi prensada contra a madeira fria. Daniel, com seu sorriso gentil e olhos famintos, segurou seu rosto com as mãos grandes, enquanto Lailson, já sem camisa, exibia os músculos definidos e os cachos pretos bagunçados, aproximando-se por trás.
— Você demorou, morena — sussurrou Daniel, a voz rouca vibrando contra os lábios dela. — A gente já estava ficando louco aqui dentro.
— A aula de Civil esticou — ofegou Adriana, sentindo o calor dos dois corpos a cercando. — Achei que vocês não iam me esperar.
Lailson soltou uma risada baixa, as mãos descendo pelas costas dela até apertarem com força as nádegas fartas.
— A gente sempre espera por essa raba, Adriana — disse Lailson, mordendo o lóbulo da orelha dela. — Você tá deliciosa nessa calça. Puta que pariu, eu vou rasgar isso.
Sem mais palavras, as mãos de Daniel desceram para o botão da calça dela. O desejo ali era bruto, uma necessidade física que não aceitava delicadezas. Adriana sentiu o plug anal que já usava desde cedo — uma provocação que eles haviam combinado por mensagem — vibrar levemente com o movimento. Ela soltou um gemido abafado quando Daniel puxou o jeans para baixo, revelando as coxas grossas e a calha de renda preta.
— Olha só isso, Lailson — Daniel comentou, os olhos brilhando de luxúria. — Ela veio preparada para os donos dela.
— Tira — ordenou Lailson, a voz agora carregada de autoridade. — Tira esse plug devagar, que eu quero ver cada centímetro desse rabo se abrindo pra mim.
Adriana obedeceu, os dedos trêmulos alcançando a base da joia. Ela se curvou sobre uma das mesas de estudo, a visão embaçada pelo suor e pelo tesão. Enquanto removia o objeto lentamente, Daniel se posicionou à frente dela, guiando o mastro rígido dele para a boca dela. O contraste era perfeito: o carinho de Daniel em seus cabelos enquanto ela o boqueteava com vontade, e a brutalidade de Lailson atrás dela, preparando o caminho com cuspe e dedos ávidos.
— Hoje você vai ser nossa em cada canto dessa faculdade, Adri — rosnou Daniel, antes de enfiar a mão na nuca dela, ditando o ritmo.
O sexo foi violento, barulhento e suado. O som da carne batendo contra a carne ecoava no auditório vazio. Lailson a possuiu por trás com estocadas fundas, sem pena, enquanto Daniel a beijava com uma intensidade que misturava amor e possessão pura. Adriana se sentia a mulher mais linda do mundo naquele momento, não porque eles diziam, mas porque a forma como eles a consumiam não deixava dúvidas.
***
No fim de semana, o cenário mudou para a casa do pai de Adriana. O homem tinha viajado para o interior, deixando a casa grande e silenciosa à disposição deles. Mas o silêncio não durou muito.
Eles estavam na cozinha. Adriana usava apenas uma camiseta larga de Daniel, sem nada por baixo. Ela preparava um café quando sentiu as mãos de Lailson rodearem sua cintura.
— Seu pai volta que horas amanhã? — perguntou ele, beijando o pescoço dela.
— Só à noite — respondeu ela, fechando os olhos.
— Ótimo — Daniel apareceu na porta, segurando um pequeno estojo de couro. — Porque eu comprei brinquedos novos e quero testar todos nessa morena gostosa.
Ele a colocou sentada sobre o balcão de mármore frio. Lailson abriu as pernas dela, admirando a visão da vulva úmida e rosada. Daniel tirou do estojo um plug maior, com uma cauda de raposa, e um vibrador potente.
— Por favor... — pediu Adriana, o corpo já reagindo à presença deles.
— Por favor o quê, sua safada? — Lailson provocou, dando um tapa estalado na coxa dela que deixou a marca de seus dedos na pele clara. — Fala o que você quer.
— Eu quero que vocês me fodam até eu não conseguir andar — ela disparou, a timidez dando lugar à luxúria desenfreada. — Me usem, caralho.
Daniel não esperou. Ele a penetrou ali mesmo, no balcão, enquanto Lailson usava o vibrador no clitóris dela, assistindo a cena com um sorriso satisfeito. O prazer era tão intenso que Adriana sentia que ia desmaiar. Ela gozou gritando o nome dos dois, as unhas cravadas nos ombros de Daniel, enquanto Lailson se posicionava para a sua vez, trocando de lugar com uma sincronia perfeita.
— Você é nossa cadela, Adriana — sussurrou Daniel no ouvido dela, enquanto Lailson a penetrava por trás, usando o balcão como apoio. — Em qualquer lugar, a qualquer hora.
***
A rotina do trio não conhecia limites. Na semana seguinte, o desafio foi o cinema. O shopping estava lotado, mas eles escolheram uma sessão de um filme de terror quase vazio, nos últimos assentos da última fileira.
Adriana estava sentada entre os dois. Ela usava uma saia longa, o que facilitava as coisas. Assim que as luzes se apagaram e o som do filme aumentou, as mãos de Daniel e Lailson começaram a trabalhar.
— Abre as pernas, amor — sussurrou Daniel, a voz gentil contrastando com a mão que subia por entre as coxas dela.
— Aqui não... alguém pode ver — ela murmurou, embora já estivesse empurrando o quadril contra a mão dele.
— Deixa verem — Lailson disse do outro lado, já com o pau para fora das calças, guiando a mão de Adriana para ele. — Deixa eles verem como você é uma puta deliciosa que não aguenta ficar cinco minutos sem a gente.
Daniel afastou a calcinha dela para o lado e começou a estimulá-la com os dedos, enquanto Lailson fazia com que ela o masturbasse ali mesmo. O risco de serem pegos tornava tudo dez vezes mais excitante. Adriana sentia o coração disparado, a adrenalina correndo nas veias.
— Daniel... Lailson... — ela arquejou, tentando manter a voz baixa enquanto o clímax se aproximava.
— Shhh — Daniel a calou com um beijo profundo, abafando seus gemidos enquanto enfiava dois dedos com força nela.
Lailson, aproveitando a escuridão, inclinou-se e começou a usar a língua nela, por baixo da saia, ignorando o filme e o mundo ao redor. Adriana atingiu o orgasmo de forma silenciosa e violenta, o corpo tremendo todo, as mãos agarradas aos braços fortes de seus dois homens.
Quando saíram do cinema, Adriana estava com o rosto corado e as pernas bambas. Daniel limpou o canto da boca dela com o polegar, um gesto de carinho puro que sempre a desarmava.
— Você está linda hoje, Adri — disse ele, beijando sua testa.
— Linda e muito bem fodida — completou Lailson, passando o braço pelo pescoço dela e puxando-a para perto. — Mas a noite ainda não acabou. A gente ainda não usou o banco de trás do carro.
Adriana sorriu, ajustando os óculos. Ela sabia que para muitos aquilo era loucura, mas para ela, era a única forma de se sentir viva. Entre a gentileza de Daniel e a brutalidade de Lailson, ela encontrava o equilíbrio perfeito.
— Então o que estamos esperando? — perguntou ela, sentindo-se, pela primeira vez, a dona de seu próprio desejo.
Os dois trocaram olhares cúmplices. Eles sabiam que tinham criado um monstro de luxúria, e não pretendiam parar tão cedo. O campus, a casa, o cinema... eram apenas o começo de uma longa lista de lugares que seriam marcados pelo suor e pelo prazer daquele trio inseparável.
Eles a esperavam na última sala do bloco C, um auditório vazio que servia de refúgio para o que eles faziam de melhor: subverter as regras.
Assim que Adriana entrou e trancou a porta, foi prensada contra a madeira fria. Daniel, com seu sorriso gentil e olhos famintos, segurou seu rosto com as mãos grandes, enquanto Lailson, já sem camisa, exibia os músculos definidos e os cachos pretos bagunçados, aproximando-se por trás.
— Você demorou, morena — sussurrou Daniel, a voz rouca vibrando contra os lábios dela. — A gente já estava ficando louco aqui dentro.
— A aula de Civil esticou — ofegou Adriana, sentindo o calor dos dois corpos a cercando. — Achei que vocês não iam me esperar.
Lailson soltou uma risada baixa, as mãos descendo pelas costas dela até apertarem com força as nádegas fartas.
— A gente sempre espera por essa raba, Adriana — disse Lailson, mordendo o lóbulo da orelha dela. — Você tá deliciosa nessa calça. Puta que pariu, eu vou rasgar isso.
Sem mais palavras, as mãos de Daniel desceram para o botão da calça dela. O desejo ali era bruto, uma necessidade física que não aceitava delicadezas. Adriana sentiu o plug anal que já usava desde cedo — uma provocação que eles haviam combinado por mensagem — vibrar levemente com o movimento. Ela soltou um gemido abafado quando Daniel puxou o jeans para baixo, revelando as coxas grossas e a calha de renda preta.
— Olha só isso, Lailson — Daniel comentou, os olhos brilhando de luxúria. — Ela veio preparada para os donos dela.
— Tira — ordenou Lailson, a voz agora carregada de autoridade. — Tira esse plug devagar, que eu quero ver cada centímetro desse rabo se abrindo pra mim.
Adriana obedeceu, os dedos trêmulos alcançando a base da joia. Ela se curvou sobre uma das mesas de estudo, a visão embaçada pelo suor e pelo tesão. Enquanto removia o objeto lentamente, Daniel se posicionou à frente dela, guiando o mastro rígido dele para a boca dela. O contraste era perfeito: o carinho de Daniel em seus cabelos enquanto ela o boqueteava com vontade, e a brutalidade de Lailson atrás dela, preparando o caminho com cuspe e dedos ávidos.
— Hoje você vai ser nossa em cada canto dessa faculdade, Adri — rosnou Daniel, antes de enfiar a mão na nuca dela, ditando o ritmo.
O sexo foi violento, barulhento e suado. O som da carne batendo contra a carne ecoava no auditório vazio. Lailson a possuiu por trás com estocadas fundas, sem pena, enquanto Daniel a beijava com uma intensidade que misturava amor e possessão pura. Adriana se sentia a mulher mais linda do mundo naquele momento, não porque eles diziam, mas porque a forma como eles a consumiam não deixava dúvidas.
***
No fim de semana, o cenário mudou para a casa do pai de Adriana. O homem tinha viajado para o interior, deixando a casa grande e silenciosa à disposição deles. Mas o silêncio não durou muito.
Eles estavam na cozinha. Adriana usava apenas uma camiseta larga de Daniel, sem nada por baixo. Ela preparava um café quando sentiu as mãos de Lailson rodearem sua cintura.
— Seu pai volta que horas amanhã? — perguntou ele, beijando o pescoço dela.
— Só à noite — respondeu ela, fechando os olhos.
— Ótimo — Daniel apareceu na porta, segurando um pequeno estojo de couro. — Porque eu comprei brinquedos novos e quero testar todos nessa morena gostosa.
Ele a colocou sentada sobre o balcão de mármore frio. Lailson abriu as pernas dela, admirando a visão da vulva úmida e rosada. Daniel tirou do estojo um plug maior, com uma cauda de raposa, e um vibrador potente.
— Por favor... — pediu Adriana, o corpo já reagindo à presença deles.
— Por favor o quê, sua safada? — Lailson provocou, dando um tapa estalado na coxa dela que deixou a marca de seus dedos na pele clara. — Fala o que você quer.
— Eu quero que vocês me fodam até eu não conseguir andar — ela disparou, a timidez dando lugar à luxúria desenfreada. — Me usem, caralho.
Daniel não esperou. Ele a penetrou ali mesmo, no balcão, enquanto Lailson usava o vibrador no clitóris dela, assistindo a cena com um sorriso satisfeito. O prazer era tão intenso que Adriana sentia que ia desmaiar. Ela gozou gritando o nome dos dois, as unhas cravadas nos ombros de Daniel, enquanto Lailson se posicionava para a sua vez, trocando de lugar com uma sincronia perfeita.
— Você é nossa cadela, Adriana — sussurrou Daniel no ouvido dela, enquanto Lailson a penetrava por trás, usando o balcão como apoio. — Em qualquer lugar, a qualquer hora.
***
A rotina do trio não conhecia limites. Na semana seguinte, o desafio foi o cinema. O shopping estava lotado, mas eles escolheram uma sessão de um filme de terror quase vazio, nos últimos assentos da última fileira.
Adriana estava sentada entre os dois. Ela usava uma saia longa, o que facilitava as coisas. Assim que as luzes se apagaram e o som do filme aumentou, as mãos de Daniel e Lailson começaram a trabalhar.
— Abre as pernas, amor — sussurrou Daniel, a voz gentil contrastando com a mão que subia por entre as coxas dela.
— Aqui não... alguém pode ver — ela murmurou, embora já estivesse empurrando o quadril contra a mão dele.
— Deixa verem — Lailson disse do outro lado, já com o pau para fora das calças, guiando a mão de Adriana para ele. — Deixa eles verem como você é uma puta deliciosa que não aguenta ficar cinco minutos sem a gente.
Daniel afastou a calcinha dela para o lado e começou a estimulá-la com os dedos, enquanto Lailson fazia com que ela o masturbasse ali mesmo. O risco de serem pegos tornava tudo dez vezes mais excitante. Adriana sentia o coração disparado, a adrenalina correndo nas veias.
— Daniel... Lailson... — ela arquejou, tentando manter a voz baixa enquanto o clímax se aproximava.
— Shhh — Daniel a calou com um beijo profundo, abafando seus gemidos enquanto enfiava dois dedos com força nela.
Lailson, aproveitando a escuridão, inclinou-se e começou a usar a língua nela, por baixo da saia, ignorando o filme e o mundo ao redor. Adriana atingiu o orgasmo de forma silenciosa e violenta, o corpo tremendo todo, as mãos agarradas aos braços fortes de seus dois homens.
Quando saíram do cinema, Adriana estava com o rosto corado e as pernas bambas. Daniel limpou o canto da boca dela com o polegar, um gesto de carinho puro que sempre a desarmava.
— Você está linda hoje, Adri — disse ele, beijando sua testa.
— Linda e muito bem fodida — completou Lailson, passando o braço pelo pescoço dela e puxando-a para perto. — Mas a noite ainda não acabou. A gente ainda não usou o banco de trás do carro.
Adriana sorriu, ajustando os óculos. Ela sabia que para muitos aquilo era loucura, mas para ela, era a única forma de se sentir viva. Entre a gentileza de Daniel e a brutalidade de Lailson, ela encontrava o equilíbrio perfeito.
— Então o que estamos esperando? — perguntou ela, sentindo-se, pela primeira vez, a dona de seu próprio desejo.
Os dois trocaram olhares cúmplices. Eles sabiam que tinham criado um monstro de luxúria, e não pretendiam parar tão cedo. O campus, a casa, o cinema... eram apenas o começo de uma longa lista de lugares que seriam marcados pelo suor e pelo prazer daquele trio inseparável.
