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Oie
Fandom: Bbb
Criado: 07/06/2026
Tags
PWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaRomanceRealismoCenário Canônico
Calor de Estalar o Asfalto
— Olha como ela se mexe, Juliano... parece que não tem osso no corpo.
— Ela é um absurdo, Ana. A Marciele sabe que tá todo mundo olhando.
— Eu não tô só olhando. Eu tô sentindo o gosto daqui.
— Você tá com aquela cara de novo. Aquela cara de quem vai aprontar.
— E se eu tiver? Olha aquela bunda, esse balanço... Deus, eu tô ficando encharcada só de ver o suor escorrendo pelas costas dela.
— Então para de passar a mão na perna e resolve isso. Eu vou ficar aqui de olho.
— Você não perde por esperar, loirinho.
— Marciele... vem cá um segundo.
— Oi, loira. Tá gostando do show ou quer que eu mude o ritmo?
— O ritmo tá perfeito, mas a plateia aqui tá ficando pequena demais. Você não tá sentindo esse abafado?
— Eu tô fervendo, Ana Paula. Por que você tá me olhando assim?
— Assim como? Com vontade de te morder?
— Você não aguenta cinco minutos comigo em um lugar fechado.
— Quer apostar? A academia tá vazia e o ar-condicionado tá no máximo.
— E o que a gente vai fazer lá? Malhar o glúteo?
— Eu vou mostrar pra você o que eu quero malhar. Olha aqui... sente como eu tô.
— Meu Deus, Ana... você tá ensopada. Você tava se tocando aqui na frente de todo mundo?
— Ninguém tá vendo, tá todo mundo focado na música. Mas eu não aguento mais. Me ajuda?
— Vamos logo antes que eu te carregue no colo na frente das câmeras.
— Finalmente... fecha essa porta, Marciele. Tranca logo.
— Tá trancada. E agora? Vai continuar me encarando ou vai mostrar pra que veio?
— Vem aqui. Deixa eu sentir esse cheiro de pele quente.
— Hummm... sua boca é tão macia, Ana. Você é uma piranha muito da safada, sabia?
— Sou a sua piranha agora. Tira esse top, eu quero ver esses peitos balançando enquanto eu te como.
— Só se você tirar esse shortinho. Eu quero ver o estrago que você fez em si mesma lá fora.
— Olha isso... olha como eu tô pra você.
— Delícia... tá brilhando. Deita aqui nesse banco de supino, vai. Abre bem.
— Isso... assim. Usa os dedos, Marciele. Mais fundo.
— Você gosta, né? Olha como você contrai... tá apertadinha.
— Ahhh! Mais... continua. Eu quero sentir sua língua também.
— Calma, loira. Eu vou te lamber inteira. Mas primeiro eu quero que você sinta o que é uma índia com fome.
— O que você tá fazendo?
— Só apreciando a vista. Vocês acharam mesmo que eu ia ficar lá fora perdendo o melhor da festa?
— Juliano? Você seguiu a gente?
— Eu não ia perder a Ana Paula perdendo a linha por você, Marciele. Podem continuar. Finjam que eu sou só uma sombra.
— Uma sombra que tá com o pau na mão, pelo que eu tô vendo.
— Deixa ele, Marciele... olha o tamanho disso. Ele tá quase estourando.
— Quer que eu pare, Juliano? Ou quer ver de perto?
— Não para. Por favor. Ana, abre mais pra ela. Eu quero ver a Marciele mergulhar em você.
— Olha aqui, Juliano... olha o que eu vou fazer com a sua loirinha.
— Meu Deus... Marciele... sim! Mais rápido!
— Gostoso, né? Ela sabe exatamente onde encostar.
— Porra... eu vou gozar só de olhar vocês duas se esfregando assim.
— Vem aqui, Juliano. Não fica só olhando.
— Eu ainda não terminei com ela, Ana. Deixa eu te virar de quatro. Juliano, olha isso. Olha como o rabo dela empina quando eu puxo o cabelo.
— Caralho... vocês são perfeitas juntas. Ana, olha pra mim enquanto ela te usa.
— Eu tô olhando... ahhh! Marciele, mais forte! Me morde!
— Toma, sua piranha! Gosta assim? Gosta de ser tratada como a puta que você é?
— Gosto! Eu sou a puta de vocês dois! Juliano, vem... eu quero você agora.
— Calma, Ana. A Marciele ainda não gozou. Olha como ela tá tremendo.
— Eu tô quase... Ana, não para de me lamber... isso... bem aí no clitóris!
— Isso, loira! Vai fundo!
— Ahhhhh! Meu Deus! Eu vou desmaiar...
— Goza na minha boca, Marciele! Goza tudo!
— Porra, que cena... eu não aguento mais. As duas, agora. De joelhos.
— Finalmente... eu achei que você ia ficar só na punheta o dia todo.
— A diversão de vocês acabou. Agora é a minha vez. Ana, pega. Marciele, do outro lado.
— Nossa... ele tá latejando.
— Menos conversa e mais boca, suas putas. Eu quero as duas revezando.
— Hummm... Juliano... você é muito grande.
— Engole tudo, Marciele. Não deixa escapar nada. Ana, usa essa língua em volta da cabeça.
— Assim, gato?
— Isso... porra, assim mesmo. Vocês sabem muito bem como agradar um homem.
— A gente quer ver você gozar, Juliano. A gente quer ficar suja de você.
— Então não para. Marciele, abre bem a boca. Ana, segura o meu saco. Eu tô chegando.
— Vai, Juliano! Goza pra mim!
— Eu vou... eu vou inundar vocês duas!
— Nossa... olha a quantidade...
— No meu peito, Juliano! Joga no meu peito!
— No meu também! Eu quero ficar marcada!
— Porra... tomem! Suas vadias... olhem como vocês ficaram.
— Ficou lindo, Juliano. Olha como brilha na pele dela.
— E na sua também, Marciele. Você tá parecendo uma estátua de luxúria.
— Valeu a pena a caminhada até a academia, não valeu?
— Valeu cada segundo. Agora, quem vai me ajudar a limpar isso aqui antes que alguém chegue?
— Eu limpo com a língua, se você deixar.
— Eu também. Não quero desperdiçar nem uma gota.
— Vocês duas não têm jeito mesmo. Vamos logo, antes que a produção chame a gente no confessionário por mau comportamento.
— Se chamarem, a gente mostra pra eles como é que se comporta de verdade.
— Com certeza. Mas agora, vamos... eu ainda quero um banho com vocês duas.
— O banho é por minha conta. Eu conheço uns cantinhos naquele chuveiro que a câmera não pega.
— Então o que a gente tá esperando?
— Nada. Vamos antes que eu resolva começar tudo de novo aqui mesmo.
— Ela é um absurdo, Ana. A Marciele sabe que tá todo mundo olhando.
— Eu não tô só olhando. Eu tô sentindo o gosto daqui.
— Você tá com aquela cara de novo. Aquela cara de quem vai aprontar.
— E se eu tiver? Olha aquela bunda, esse balanço... Deus, eu tô ficando encharcada só de ver o suor escorrendo pelas costas dela.
— Então para de passar a mão na perna e resolve isso. Eu vou ficar aqui de olho.
— Você não perde por esperar, loirinho.
— Marciele... vem cá um segundo.
— Oi, loira. Tá gostando do show ou quer que eu mude o ritmo?
— O ritmo tá perfeito, mas a plateia aqui tá ficando pequena demais. Você não tá sentindo esse abafado?
— Eu tô fervendo, Ana Paula. Por que você tá me olhando assim?
— Assim como? Com vontade de te morder?
— Você não aguenta cinco minutos comigo em um lugar fechado.
— Quer apostar? A academia tá vazia e o ar-condicionado tá no máximo.
— E o que a gente vai fazer lá? Malhar o glúteo?
— Eu vou mostrar pra você o que eu quero malhar. Olha aqui... sente como eu tô.
— Meu Deus, Ana... você tá ensopada. Você tava se tocando aqui na frente de todo mundo?
— Ninguém tá vendo, tá todo mundo focado na música. Mas eu não aguento mais. Me ajuda?
— Vamos logo antes que eu te carregue no colo na frente das câmeras.
— Finalmente... fecha essa porta, Marciele. Tranca logo.
— Tá trancada. E agora? Vai continuar me encarando ou vai mostrar pra que veio?
— Vem aqui. Deixa eu sentir esse cheiro de pele quente.
— Hummm... sua boca é tão macia, Ana. Você é uma piranha muito da safada, sabia?
— Sou a sua piranha agora. Tira esse top, eu quero ver esses peitos balançando enquanto eu te como.
— Só se você tirar esse shortinho. Eu quero ver o estrago que você fez em si mesma lá fora.
— Olha isso... olha como eu tô pra você.
— Delícia... tá brilhando. Deita aqui nesse banco de supino, vai. Abre bem.
— Isso... assim. Usa os dedos, Marciele. Mais fundo.
— Você gosta, né? Olha como você contrai... tá apertadinha.
— Ahhh! Mais... continua. Eu quero sentir sua língua também.
— Calma, loira. Eu vou te lamber inteira. Mas primeiro eu quero que você sinta o que é uma índia com fome.
— O que você tá fazendo?
— Só apreciando a vista. Vocês acharam mesmo que eu ia ficar lá fora perdendo o melhor da festa?
— Juliano? Você seguiu a gente?
— Eu não ia perder a Ana Paula perdendo a linha por você, Marciele. Podem continuar. Finjam que eu sou só uma sombra.
— Uma sombra que tá com o pau na mão, pelo que eu tô vendo.
— Deixa ele, Marciele... olha o tamanho disso. Ele tá quase estourando.
— Quer que eu pare, Juliano? Ou quer ver de perto?
— Não para. Por favor. Ana, abre mais pra ela. Eu quero ver a Marciele mergulhar em você.
— Olha aqui, Juliano... olha o que eu vou fazer com a sua loirinha.
— Meu Deus... Marciele... sim! Mais rápido!
— Gostoso, né? Ela sabe exatamente onde encostar.
— Porra... eu vou gozar só de olhar vocês duas se esfregando assim.
— Vem aqui, Juliano. Não fica só olhando.
— Eu ainda não terminei com ela, Ana. Deixa eu te virar de quatro. Juliano, olha isso. Olha como o rabo dela empina quando eu puxo o cabelo.
— Caralho... vocês são perfeitas juntas. Ana, olha pra mim enquanto ela te usa.
— Eu tô olhando... ahhh! Marciele, mais forte! Me morde!
— Toma, sua piranha! Gosta assim? Gosta de ser tratada como a puta que você é?
— Gosto! Eu sou a puta de vocês dois! Juliano, vem... eu quero você agora.
— Calma, Ana. A Marciele ainda não gozou. Olha como ela tá tremendo.
— Eu tô quase... Ana, não para de me lamber... isso... bem aí no clitóris!
— Isso, loira! Vai fundo!
— Ahhhhh! Meu Deus! Eu vou desmaiar...
— Goza na minha boca, Marciele! Goza tudo!
— Porra, que cena... eu não aguento mais. As duas, agora. De joelhos.
— Finalmente... eu achei que você ia ficar só na punheta o dia todo.
— A diversão de vocês acabou. Agora é a minha vez. Ana, pega. Marciele, do outro lado.
— Nossa... ele tá latejando.
— Menos conversa e mais boca, suas putas. Eu quero as duas revezando.
— Hummm... Juliano... você é muito grande.
— Engole tudo, Marciele. Não deixa escapar nada. Ana, usa essa língua em volta da cabeça.
— Assim, gato?
— Isso... porra, assim mesmo. Vocês sabem muito bem como agradar um homem.
— A gente quer ver você gozar, Juliano. A gente quer ficar suja de você.
— Então não para. Marciele, abre bem a boca. Ana, segura o meu saco. Eu tô chegando.
— Vai, Juliano! Goza pra mim!
— Eu vou... eu vou inundar vocês duas!
— Nossa... olha a quantidade...
— No meu peito, Juliano! Joga no meu peito!
— No meu também! Eu quero ficar marcada!
— Porra... tomem! Suas vadias... olhem como vocês ficaram.
— Ficou lindo, Juliano. Olha como brilha na pele dela.
— E na sua também, Marciele. Você tá parecendo uma estátua de luxúria.
— Valeu a pena a caminhada até a academia, não valeu?
— Valeu cada segundo. Agora, quem vai me ajudar a limpar isso aqui antes que alguém chegue?
— Eu limpo com a língua, se você deixar.
— Eu também. Não quero desperdiçar nem uma gota.
— Vocês duas não têm jeito mesmo. Vamos logo, antes que a produção chame a gente no confessionário por mau comportamento.
— Se chamarem, a gente mostra pra eles como é que se comporta de verdade.
— Com certeza. Mas agora, vamos... eu ainda quero um banho com vocês duas.
— O banho é por minha conta. Eu conheço uns cantinhos naquele chuveiro que a câmera não pega.
— Então o que a gente tá esperando?
— Nada. Vamos antes que eu resolva começar tudo de novo aqui mesmo.
