
← Voltar à lista de fanfics
0 curtida
Zip x Edward
Fandom: Fpe
Criado: 07/06/2026
Tags
Fatias de VidaHumorCrack / Humor ParódicoCenário CanônicoAventura
Experimento Explosivo e o Peso da Provocação
O laboratório improvisado de Edward na Paper School estava mergulhado em um silêncio quase absoluto, quebrado apenas pelo som borbulhante de líquidos coloridos em béqueres de vidro. Edward, o valentão conhecido por sua inteligência afiada e seu amor excêntrico pelas ciências, estava curvado sobre sua mesa de trabalho. Ele estava concentrado, ajustando a mistura de um composto que prometia uma reação efervescente.
Edward usava seu traje habitual, mas com um detalhe que ele considerava prático para o conforto no laboratório: suas meias pretas que subiam até a coxa, apertando suavemente a pele e destacando sua silhueta. Enquanto ele se movia meticulosamente de um lado para o outro para alcançar um frasco de reagente, seu traseiro — que Zip carinhosamente (ou irritantemente) apelidara de "bolo" — balançava levemente a cada passo e ajuste de postura.
— Só mais um pouco de magnésio e… — murmurou Edward para si mesmo, os olhos brilhando por trás dos óculos enquanto a solução mudava de azul para um roxo vibrante.
A porta do laboratório rangeu suavemente. Zip, o irmão mais novo de Edward, entrou na sala com um sorriso travesso no rosto. Zip era o oposto do irmão em termos de foco; ele preferia histórias de piratas, aventuras nos sete mares e, acima de tudo, tirar Edward do sério. Ele parou na entrada, observando a cena. Seus olhos logo se fixaram no movimento rítmico do traseiro de Edward enquanto o cientista se inclinava para ajustar o bico de Bunsen.
Zip caminhou na ponta dos pés, fazendo o mínimo de barulho possível sobre o chão de papel da escola. Ele sempre achou engraçado como Edward se levava a sério, especialmente quando estava vestido daquela forma. Para Zip, Edward não era um valentão intimidador naquele momento; ele era apenas um alvo perfeito para uma brincadeira.
Ao se aproximar por trás, Zip notou como a meia preta parecia esticada. Com um movimento rápido e audacioso, ele esticou a mão e puxou a borda da meia de Edward, revelando por baixo a roupa íntima que o irmão usava: uma calcinha masculina de tecido fino. Antes que Edward pudesse reagir, Zip estendeu a mão e deu um tapa sonoro e firme no "bolo" do irmão.
— Belo navio você tem aí, capitão! — exclamou Zip, rindo alto enquanto sentia a maciez do impacto.
Edward deu um pulo, quase derrubando o frasco de reagente. Ele se virou rapidamente, o rosto queimando em um tom de vermelho que rivalizava com qualquer reação química que ele já tivesse criado.
— Zip! O que diabos você pensa que está fazendo?! — gritou Edward, tentando puxar a meia de volta para cima e cobrir a exposição indesejada. — Eu estou trabalhando em algo importante aqui!
— Ah, qual é, Edward! — Zip deu de ombros, girando um tapa-olho imaginário. — O tesouro estava ali, pedindo para ser saqueado. Esse seu "bolo" balança mais que um navio em tempestade quando você mexe esses tubos de ensaio.
— Não chame o meu traseiro de bolo! — Edward rosnou, embora a vergonha ainda estivesse estampada em suas bochechas. — E não toque nas minhas coisas sem permissão. Você quase causou uma explosão!
— A única explosão que eu vi foi a da sua calcinha aparecendo — provocou Zip, circulando o irmão como um tubarão em volta de uma presa. — Por que o grande valentão da escola usa algo tão… justo? É para aerodinâmica científica?
Edward tentou ignorar, voltando-se para a mesa, mas suas mãos tremiam levemente de irritação. Zip não parava. Ele começou a cantarolar uma música de pirata improvisada, zombando do tamanho e do balanço do irmão a cada passo que ele dava.
— O capitão Edward tem um grande bumbum, balança pra lá, balança pra cá, parece um pudim que vai desmanchar! — Zip cantava, cutucando o quadril de Edward com o dedo.
— Zip, pare agora — avisou Edward, o tom de voz baixando perigosamente.
— Ou o quê? Vai me jogar um frasco de perfume? — Zip riu, dando outro tapa rápido, desta vez na lateral da coxa de Edward. — Você é muito lento com todo esse peso aí atrás, Edward. Você é como um galeão carregado de ouro, pesado e fácil de provocar!
Edward respirou fundo. Ele adorava ciências, mas também era um valentão por um motivo: ele sabia como impor sua vontade. A paciência dele, que já era curta com o irmão, evaporou completamente. Ele largou o conta-gotas na mesa com um estalo seco.
— Você quer ver o peso do galeão, Zip? — Edward perguntou, virando-se com um olhar sombrio, mas com um sorriso de canto que indicava que ele tinha um plano.
Antes que Zip pudesse fugir, Edward avançou. Apesar do tamanho, ele era ágil quando queria. Ele agarrou Zip pelos ombros e, com uma manobra rápida, derrubou o irmão mais novo em um puff de descanso que ficava no canto do laboratório.
— Ei! Me solta! — Zip gritou, rindo, mas começando a ficar nervoso.
Edward não disse nada. Ele se virou de costas para o irmão e, com toda a sua massa e o tamanho considerável do seu traseiro, ele se sentou diretamente sobre o peito e o rosto de Zip.
O ar saiu dos pulmões de Zip com um "uuf". De repente, o mundo do pequeno pirata tornou-se escuro e coberto por tecido preto e a pressão macia, porém esmagadora, do "bolo" de Edward.
— Edward! — a voz de Zip saiu abafada e espremida. — Sai de cima! Tá pesado!
— Oh, eu achei que você gostasse do tesouro, Zip — disse Edward, acomodando-se e movendo o quadril propositalmente para aumentar a pressão. — Agora você pode estudar a ciência da gravidade de perto. O que acha dessa massa? É proporcional ao meu intelecto?
Edward começou a se mexer, rebolando levemente para cima de Zip, sentindo o irmão tentar empurrá-lo sem sucesso. Zip, que antes estava apenas brincando, agora sentia o rosto arder. A proximidade e a sensação do traseiro grande do irmão o esmagando eram constrangedoras e, de uma forma estranha, faziam seu coração acelerar.
— Edward… para… eu não consigo… respirar direito! — Zip protestou, embora suas mãos agora estivessem agarradas às coxas de Edward, tentando encontrar apoio.
— Isso é para você aprender a não mexer com um cientista em seu habitat natural — Edward declarou, sentindo-se vitorioso. Ele sentia a agitação de Zip abaixo dele e isso o divertia. — O "bolo" é grande demais para você, pequeno pirata?
Zip estava completamente corado sob o peso. Ele tentou morder a perna de Edward, mas o tecido da meia era grosso e Edward apenas riu, pressionando ainda mais.
— Admita que eu sou o capitão aqui — exigiu Edward, movendo-se de forma lenta e deliberada sobre o irmão.
— Nunca! — Zip exclamou, embora sua voz estivesse falhando. — Você é só… um planeta… com muita… atração gravitacional!
Edward soltou uma risada genuína, uma que não era de valentão, mas de um irmão mais velho que finalmente ganhou a discussão. Ele permaneceu ali por mais alguns minutos, aproveitando o silêncio forçado de Zip, antes de finalmente se levantar, ajeitando as meias pretas com um ar de superioridade.
Zip ficou deitado no puff por um momento, ofegante e com os cabelos bagunçados, o rosto ainda vermelho como um tomate. Ele olhou para Edward, que já estava de volta à sua mesa, agindo como se nada tivesse acontecido.
— Você é um monstro, Edward — Zip resmungou, sentando-se e tentando recuperar sua dignidade de pirata.
— E você é um pirata sem navio — Edward respondeu, sem olhar para trás. — Agora saia daqui antes que eu decida que você é o próximo ingrediente do meu experimento de compressão.
Zip se levantou, limpando a poeira da roupa. Ele caminhou até a porta, mas antes de sair, olhou para o traseiro de Edward uma última vez.
— Ainda parece um bolo! — gritou Zip, saindo correndo pelo corredor antes que Edward pudesse lançar um béquer em sua direção.
Edward balançou a cabeça, um sorriso discreto aparecendo em seus lábios enquanto voltava a misturar seus compostos químicos. A ciência era fascinante, mas lidar com Zip era, sem dúvida, o experimento mais imprevisível de sua vida.
Edward usava seu traje habitual, mas com um detalhe que ele considerava prático para o conforto no laboratório: suas meias pretas que subiam até a coxa, apertando suavemente a pele e destacando sua silhueta. Enquanto ele se movia meticulosamente de um lado para o outro para alcançar um frasco de reagente, seu traseiro — que Zip carinhosamente (ou irritantemente) apelidara de "bolo" — balançava levemente a cada passo e ajuste de postura.
— Só mais um pouco de magnésio e… — murmurou Edward para si mesmo, os olhos brilhando por trás dos óculos enquanto a solução mudava de azul para um roxo vibrante.
A porta do laboratório rangeu suavemente. Zip, o irmão mais novo de Edward, entrou na sala com um sorriso travesso no rosto. Zip era o oposto do irmão em termos de foco; ele preferia histórias de piratas, aventuras nos sete mares e, acima de tudo, tirar Edward do sério. Ele parou na entrada, observando a cena. Seus olhos logo se fixaram no movimento rítmico do traseiro de Edward enquanto o cientista se inclinava para ajustar o bico de Bunsen.
Zip caminhou na ponta dos pés, fazendo o mínimo de barulho possível sobre o chão de papel da escola. Ele sempre achou engraçado como Edward se levava a sério, especialmente quando estava vestido daquela forma. Para Zip, Edward não era um valentão intimidador naquele momento; ele era apenas um alvo perfeito para uma brincadeira.
Ao se aproximar por trás, Zip notou como a meia preta parecia esticada. Com um movimento rápido e audacioso, ele esticou a mão e puxou a borda da meia de Edward, revelando por baixo a roupa íntima que o irmão usava: uma calcinha masculina de tecido fino. Antes que Edward pudesse reagir, Zip estendeu a mão e deu um tapa sonoro e firme no "bolo" do irmão.
— Belo navio você tem aí, capitão! — exclamou Zip, rindo alto enquanto sentia a maciez do impacto.
Edward deu um pulo, quase derrubando o frasco de reagente. Ele se virou rapidamente, o rosto queimando em um tom de vermelho que rivalizava com qualquer reação química que ele já tivesse criado.
— Zip! O que diabos você pensa que está fazendo?! — gritou Edward, tentando puxar a meia de volta para cima e cobrir a exposição indesejada. — Eu estou trabalhando em algo importante aqui!
— Ah, qual é, Edward! — Zip deu de ombros, girando um tapa-olho imaginário. — O tesouro estava ali, pedindo para ser saqueado. Esse seu "bolo" balança mais que um navio em tempestade quando você mexe esses tubos de ensaio.
— Não chame o meu traseiro de bolo! — Edward rosnou, embora a vergonha ainda estivesse estampada em suas bochechas. — E não toque nas minhas coisas sem permissão. Você quase causou uma explosão!
— A única explosão que eu vi foi a da sua calcinha aparecendo — provocou Zip, circulando o irmão como um tubarão em volta de uma presa. — Por que o grande valentão da escola usa algo tão… justo? É para aerodinâmica científica?
Edward tentou ignorar, voltando-se para a mesa, mas suas mãos tremiam levemente de irritação. Zip não parava. Ele começou a cantarolar uma música de pirata improvisada, zombando do tamanho e do balanço do irmão a cada passo que ele dava.
— O capitão Edward tem um grande bumbum, balança pra lá, balança pra cá, parece um pudim que vai desmanchar! — Zip cantava, cutucando o quadril de Edward com o dedo.
— Zip, pare agora — avisou Edward, o tom de voz baixando perigosamente.
— Ou o quê? Vai me jogar um frasco de perfume? — Zip riu, dando outro tapa rápido, desta vez na lateral da coxa de Edward. — Você é muito lento com todo esse peso aí atrás, Edward. Você é como um galeão carregado de ouro, pesado e fácil de provocar!
Edward respirou fundo. Ele adorava ciências, mas também era um valentão por um motivo: ele sabia como impor sua vontade. A paciência dele, que já era curta com o irmão, evaporou completamente. Ele largou o conta-gotas na mesa com um estalo seco.
— Você quer ver o peso do galeão, Zip? — Edward perguntou, virando-se com um olhar sombrio, mas com um sorriso de canto que indicava que ele tinha um plano.
Antes que Zip pudesse fugir, Edward avançou. Apesar do tamanho, ele era ágil quando queria. Ele agarrou Zip pelos ombros e, com uma manobra rápida, derrubou o irmão mais novo em um puff de descanso que ficava no canto do laboratório.
— Ei! Me solta! — Zip gritou, rindo, mas começando a ficar nervoso.
Edward não disse nada. Ele se virou de costas para o irmão e, com toda a sua massa e o tamanho considerável do seu traseiro, ele se sentou diretamente sobre o peito e o rosto de Zip.
O ar saiu dos pulmões de Zip com um "uuf". De repente, o mundo do pequeno pirata tornou-se escuro e coberto por tecido preto e a pressão macia, porém esmagadora, do "bolo" de Edward.
— Edward! — a voz de Zip saiu abafada e espremida. — Sai de cima! Tá pesado!
— Oh, eu achei que você gostasse do tesouro, Zip — disse Edward, acomodando-se e movendo o quadril propositalmente para aumentar a pressão. — Agora você pode estudar a ciência da gravidade de perto. O que acha dessa massa? É proporcional ao meu intelecto?
Edward começou a se mexer, rebolando levemente para cima de Zip, sentindo o irmão tentar empurrá-lo sem sucesso. Zip, que antes estava apenas brincando, agora sentia o rosto arder. A proximidade e a sensação do traseiro grande do irmão o esmagando eram constrangedoras e, de uma forma estranha, faziam seu coração acelerar.
— Edward… para… eu não consigo… respirar direito! — Zip protestou, embora suas mãos agora estivessem agarradas às coxas de Edward, tentando encontrar apoio.
— Isso é para você aprender a não mexer com um cientista em seu habitat natural — Edward declarou, sentindo-se vitorioso. Ele sentia a agitação de Zip abaixo dele e isso o divertia. — O "bolo" é grande demais para você, pequeno pirata?
Zip estava completamente corado sob o peso. Ele tentou morder a perna de Edward, mas o tecido da meia era grosso e Edward apenas riu, pressionando ainda mais.
— Admita que eu sou o capitão aqui — exigiu Edward, movendo-se de forma lenta e deliberada sobre o irmão.
— Nunca! — Zip exclamou, embora sua voz estivesse falhando. — Você é só… um planeta… com muita… atração gravitacional!
Edward soltou uma risada genuína, uma que não era de valentão, mas de um irmão mais velho que finalmente ganhou a discussão. Ele permaneceu ali por mais alguns minutos, aproveitando o silêncio forçado de Zip, antes de finalmente se levantar, ajeitando as meias pretas com um ar de superioridade.
Zip ficou deitado no puff por um momento, ofegante e com os cabelos bagunçados, o rosto ainda vermelho como um tomate. Ele olhou para Edward, que já estava de volta à sua mesa, agindo como se nada tivesse acontecido.
— Você é um monstro, Edward — Zip resmungou, sentando-se e tentando recuperar sua dignidade de pirata.
— E você é um pirata sem navio — Edward respondeu, sem olhar para trás. — Agora saia daqui antes que eu decida que você é o próximo ingrediente do meu experimento de compressão.
Zip se levantou, limpando a poeira da roupa. Ele caminhou até a porta, mas antes de sair, olhou para o traseiro de Edward uma última vez.
— Ainda parece um bolo! — gritou Zip, saindo correndo pelo corredor antes que Edward pudesse lançar um béquer em sua direção.
Edward balançou a cabeça, um sorriso discreto aparecendo em seus lábios enquanto voltava a misturar seus compostos químicos. A ciência era fascinante, mas lidar com Zip era, sem dúvida, o experimento mais imprevisível de sua vida.
