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Apenas minha

Fandom: Henry danger

Criado: 09/06/2026

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Noite de Liberdade em Swellview

A casa da família Hart estava estranhamente silenciosa. Sem os gritos constantes de Piper sobre seus seguidores nas redes sociais ou as conversas triviais de Jake e Kris, o ambiente parecia pertencer a um universo paralelo. Para Henry e Haezel, no entanto, aquele silêncio era o convite perfeito para o que planejavam há dias.

Haezel sentou-se na beira da cama de Henry, balançando as pernas levemente enquanto observava o quarto. Seus longos cabelos castanhos caíam em ondas sobre os ombros, e as sardas sutis em seu rosto pareciam brilhar sob a luz suave do abajur. Ela sempre fora conhecida por seu jeito brincalhão e inteligente, mas naquela noite, havia uma centelha diferente em seus olhos castanhos claros.

— Eles realmente foram — comentou Haezel, soltando uma risada baixa. — Acho que é a primeira vez que temos a casa inteira só para nós sem o risco de o Capitão Man ligar para uma emergência de última hora.

Henry, que estava jogado de forma relaxada no sofá pequeno de seu quarto, sorriu para ela.

— Ray prometeu que cuidaria de tudo sozinho hoje. Ele disse que Swellview pode sobreviver algumas horas sem o Kid Danger.

Haezel pegou uma garrafa que haviam escondido no quarto e tomou um gole pequeno. O líquido desceu queimando levemente, mas trouxe consigo uma sensação de desinibição que ela já estava começando a apreciar. O calor do ambiente parecia ter aumentado subitamente. Com um movimento fluido e decidido, ela cruzou os braços e puxou a blusa pela cabeça, jogando-a em algum canto do quarto.

Ficando apenas de sutiã, ela sentiu o olhar de Henry percorrer seu corpo. Ela não parou por aí. Deslizou a saia pelas pernas, revelando um short extremamente curto que acentuava suas curvas. Haezel sabia o efeito que tinha sobre ele; apesar de seu jeito gentil e fofo no dia a dia, ela possuía uma confiança que sempre deixava Henry sem fôlego.

— O que foi? — perguntou ela com um sorriso travesso. — O gato comeu sua língua, Kid Danger?

Henry não respondeu de imediato. Ele apenas a observava, fascinado pela mistura de doçura e ousadia que ela emanava. Haezel se aproximou dele com passos lentos. Henry se acomodou melhor, deitando-se no sofá enquanto ela se posicionava, sentando-se em seu colo com uma agilidade que o pegou de surpresa.

— Haezel... — a voz dele saiu mais rouca do que o normal.

Ela não disse nada. Apenas começou a se mover, ditando o ritmo sobre ele. O contato físico imediato fez com que a respiração de Henry falhasse. Ele fechou os olhos por um segundo, sentindo a pressão e o calor do corpo dela contra o seu.

— Haezel... — gemeu ele, pronunciando o nome dela como se fosse um segredo proibido.

As mãos de Henry, instintivamente, subiram para a cintura dela. Ele não apenas a segurava; ele começou a direcionar o movimento, encontrando o encaixe que mais lhe agradava. A inteligência de Haezel se manifestava até ali, na forma como ela lia as reações dele, ajustando cada movimento para maximizar a reação que recebia.

— Assim? — sussurrou ela, provocando-o.

— Sim — ele respondeu entre dentes. — Exatamente assim.

A confiança dela aumentou. Haezel sentia o poder que exercia sobre ele naquele momento. Ela se inclinou para frente, deixando que seus cabelos caíssem sobre o rosto de Henry, criando uma cortina privada entre os dois e o resto do mundo.

— Vá mais rápido — comandou ele, a voz carregada de desejo.

Ela obedeceu. O ritmo tornou-se mais frenético, uma dança de pele e respirações curtas. Henry esticou os braços e a puxou para mais perto, suas mãos encontrando o busto dela com firmeza. O toque fez com que Haezel soltasse um suspiro alto, a cabeça pendendo para trás.

— Henry! — o nome dele escapou de seus lábios em um tom agudo, preenchendo o quarto silencioso.

— Diga de novo — ele pediu, os olhos fixos nos dela, agora escurecidos pela intensidade do momento. — Geme meu nome de novo, Haezel.

Ela não hesitou. Repetiu o nome dele, uma, duas vezes, enquanto continuava a se mover com uma urgência que parecia consumir ambos. A tensão no quarto era quase palpável, uma eletricidade que nem mesmo os aparelhos tecnológicos de Schwoz poderiam medir.

Subitamente, Henry sentiu a necessidade de assumir a liderança. Com um movimento rápido e coordenado, ele girou os corpos, invertendo as posições. Agora, Haezel estava deitada contra o estofado, e Henry estava sobre ela, mantendo o controle total da situação.

Ele a olhou de cima, um sorriso desafiador brincando em seus lábios.

— Minha vez — declarou ele.

Henry recomeçou o movimento, mas agora com a força e a determinação que sua fisiologia aprimorada lhe permitia ter. Quando ele a tocou novamente, de forma mais assertiva, Haezel sentiu um choque percorrer sua espinha.

— Henry, por favor... — ela implorou, a voz falhando.

— Repita — comandou ele, a voz baixa e autoritária. — Diga quem está no controle agora.

— Você — ela arquejou, as mãos cravadas nos ombros dele. — É você, Henry.

O ambiente parecia girar para Haezel. A combinação da bebida, da liberdade de estarem sozinhos e da intensidade de Henry a levava a um estado de êxtase que ela nunca havia experimentado. Ele não dava trégua, movendo-se com uma precisão que a fazia perder o fio do pensamento.

— Mais alto — ele sussurrou perto do ouvido dela.

— Henry! — ela gritou, sem se importar se alguém pudesse ouvir, embora soubesse que estavam seguros.

Eles continuaram naquele ritmo, uma sincronia perfeita entre dois jovens que se conheciam profundamente, mas que naquela noite estavam descobrindo novas facetas um do outro. A natureza brava e decidida de Haezel encontrava a força e a proteção de Henry, criando um equilíbrio que ia muito além da amizade ou das missões de combate ao crime.

Quando finalmente o cansaço começou a pesar e a explosão de sensações atingiu o ápice, eles desabaram um nos braços do outro, as respirações pesadas ecoando no quarto. O silêncio voltou a reinar, mas agora era um silêncio preenchido pela satisfação e pela conexão mútua.

Henry afastou uma mecha de cabelo do rosto de Haezel, observando as sardas que ele tanto adorava.

— Você é incrível — ele disse, a voz voltando ao tom suave de sempre.

Haezel deu um sorriso pequeno, aquele sorriso fofo que contrastava com a mulher poderosa que ela fora apenas alguns minutos antes.

— Eu sei — respondeu ela, recuperando seu tom brincalhão. — E você não foi nada mal para um herói de colante.

Henry riu, puxando-a para um abraço apertado. Naquela noite, em Swellview, não havia vilões para derrotar ou cidades para salvar. Havia apenas Henry e Haezel, vivendo o momento que a juventude e a liberdade lhes permitiram.
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