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Sem rumo
Fandom: BTS
Criado: 09/06/2026
Tags
RomanceUA (Universo Alternativo)PWP (Enredo? Que enredo?)História DomésticaLinguagem ExplícitaEstudo de PersonagemDramaDor/Conforto
Lições de Anatomia e Desejo
O silêncio do meu apartamento nunca pareceu tão carregado quanto naquela noite. S/N estava sentada no sofá, as mãos pequenas apertando a borda da almofada, e eu conseguia ver a engrenagem na cabeça dela girando a mil por hora. Eu a conhecia o suficiente agora para saber que, quando ela ficava quieta demais, uma piada sarcástica ou uma confissão pesada estava vindo.
— Namjoon... eu não sei como dizer isso sem parecer uma completa idiota — ela começou, a voz falhando um pouco.
Eu me aproximei, sentando ao lado dela, mas mantendo uma distância respeitosa. Eu queria que ela se sentisse segura.
— Você sabe que pode me dizer qualquer coisa, S/N. Sem julgamentos.
Quando ela finalmente soltou o que estava guardando, meu coração deu um solavanco. Ela nunca tinha estado com ninguém. A herdeira dos Marino, a garota que estudava biologia marinha e devorava livros, estava apavorada com a ideia da nossa noite de núpcias porque não tinha a menor ideia do que fazer. Ela se sentia insuficiente. E o que me quebrou foi quando ela, com o rosto vermelho de vergonha, me pediu para ensiná-la. Não apenas sobre sexo, mas sobre o próprio corpo dela.
Porra, eu sou homem. E sou um homem que está louco por ela há semanas. Ouvir aquilo fez meu sangue descer direto para o meio das minhas pernas, mas eu respirei fundo. Eu precisava ser o porto seguro que ela esperava.
— Ei, olha para mim — eu disse, pegando a mão dela. — Não tem nada de errado nisso. E eu adoraria te mostrar. No seu tempo, do seu jeito.
Eu a guiei para o quarto, a luz baixa criando sombras suaves na pele dela. A gente se deitou, e eu a puxei para perto, sentindo o calor que emanava do corpo dela. Eu não ia foder com ela hoje, não queria que a primeira vez dela fosse carregada por esse nervosismo todo. Eu queria que ela se conhecesse primeiro.
— Tira a calcinha, S/N — sussurrei no ouvido dela, sentindo ela estremecer.
Ela obedeceu, os movimentos desajeitados e tímidos. Quando ela se deitou de novo, eu levei a mão dela até o próprio quadril.
— Eu vou só guiar você, tá? — Eu comecei a beijar o pescoço dela, sentindo o perfume doce que ela usava. — Quero que você sinta onde é bom.
Levei a mão dela para baixo, cobrindo os dedos dela com os meus. Quando chegamos na entrada da intimidade dela, senti que ela estava úmida. Porra, só de sentir o calor que saía dali, meu pau já deu o primeiro sinal de vida, latejando contra o tecido do meu terno.
— Sente isso? — perguntei, minha voz ficando mais grossa, mais rouca. — Você está molhada, S/N. Isso é o seu corpo dizendo que me quer.
— Namjoon... — ela arqueou as costas quando eu pressionei os dedos dela contra o clitóris.
— Relaxa. Faz movimentos circulares. Isso... devagar.
Eu observava o rosto dela, as sobrancelhas franzidas em concentração e prazer, os lábios entreabertos soltando gemidos baixinhos que eram música para os meus ouvidos. Ver a S/N se tocando, descobrindo como a própria boceta meladinha reagia ao toque, era a coisa mais excitante que eu já tinha visto na vida. Eu estava ficando duro pra caralho, sentindo minha pica latejar dentro da calça, implorando para sair.
— É bom? — perguntei, minha mão livre subindo para apertar um dos seios dela por cima da blusa.
— É... é muito bom. Eu não sabia que... ah! — Ela apertou os olhos quando eu aumentei um pouco a pressão da mão dela sobre o botãozinho sensível.
— Você é linda se sentindo, sabia? — Eu dei um beijo casto na testa dela. — Mas agora, você disse que queria aprender outra coisa.
Ela parou os movimentos, respirando de forma pesada, os olhos brilhando de curiosidade e desejo.
— Eu quero aprender sobre você — ela murmurou. — Eu quero saber como te dar prazer.
Aquilo foi o meu limite de autocontrole. Eu me afastei um pouco e comecei a desabotoar o cinto. Meus dedos estavam levemente trêmulos. Quando abri o zíper e libertei meu pau, ele saltou para fora, completamente ereto, a veia pulsando ao longo do comprimento. S/N arregalou os olhos, mas não recuou. Ela parecia fascinada.
— Ele é... grande — ela disse, num tom de voz que quase me fez gozar ali mesmo.
— Ele está assim por sua causa — respondi, pegando a mão dela e colocando sobre a minha pele quente. — Sente como ele lateja? Ele quer você, S/N. Mas hoje, eu vou te ensinar como usar essa sua boquinha linda.
Eu me sentei na beira da cama e pedi para ela se ajoelhar entre as minhas pernas. O contraste da pele branca dela com o meu pênis escurecido pela ereção era de tirar o fôlego.
— Primeiro — comecei, passando a mão pelo cabelo dela —, você não precisa ter pressa. Começa lambendo a cabeça, sente o gosto. Tem um líquido que sai daqui, o lubrificante natural... é o seu sinal de que eu estou no limite.
Ela hesitou por um segundo, mas depois se inclinou. Quando a ponta da língua dela tocou a glande do meu pau, eu soltei um palavrão alto, jogando a cabeça para trás.
— Porra, S/N... isso.
Ela foi ganhando confiança. Começou a lamber toda a extensão, as mãos pequenas segurando a base, sentindo o peso do meu saco. Eu estava no céu e no inferno ao mesmo tempo. Eu queria enterrar minha pica na garganta dela, mas precisava ensinar.
— Agora, coloca na boca. Envolve com os lábios, não deixa os dentes encostarem. Isso... suga como se fosse um sorvete, mas com vontade.
Quando ela abocanhou a cabeça do meu pau, eu quase perdi os sentidos. A boca dela era quente, apertada, uma pressão que eu nunca tinha sentido antes. Ela começou a fazer um movimento de vaivém, olhando para cima, para mim, com aqueles olhos inocentes e ao mesmo tempo pecaminosos.
— Caralho, S/N... você é perfeita nisso — eu gemi, as mãos enterradas nos cabelos dela, guiando o ritmo. — Mais fundo, querida. Tenta engolir um pouco mais.
Ela tentou, e o som de engasgo que ela soltou foi o gatilho final. Minha pica estava latejando tanto que chegava a doer. Eu sentia o esperma subindo, a pressão na base ficando insuportável. Eu sabia que, se ela continuasse por mais dez segundos, eu ia explodir.
— Para... para um pouco — eu disse, a voz quase sumindo.
Ela se afastou, um fio de saliva conectando a boca dela ao meu pau. Ela parecia orgulhosa do efeito que estava causando em mim.
— Eu fiz certo? — ela perguntou, com um sorrisinho sarcástico começando a aparecer.
— Certo demais, porra. Se você continuar, eu vou gozar na sua cara agora mesmo.
— E por que você não goza? — ela desafiou. — Eu quero ver. Quero saber como é.
Eu olhei para ela, chocado com a ousadia. Essa era a S/N que eu estava começando a amar: a pesquisadora, a curiosa, a mulher que não tinha medo de descobrir a verdade, mesmo que fosse a verdade sobre o meu prazer.
— Tem certeza? — perguntei, minha mão já segurando meu próprio pau, punhetando rápido para chegar ao ápice. — Eu não vou conseguir segurar.
— Eu tenho certeza, Namjoon. Eu quero tudo.
Eu não precisei de mais nada. Comecei a bater uma punheta rápida, os olhos fixos nos dela. A sensação era de que eu ia explodir.
— S/N... abre a boca. Abre para mim, porra.
Ela abriu, a língua levemente para fora. No momento em que a primeira onda de prazer me atingiu, eu gozei forte. Jatos quentes e grossos de esperma cobriram a língua dela, o canto da boca, escorrendo pelo queixo. Eu continuei por alguns segundos, meu corpo todo tremendo, enquanto despejava tudo nela.
O silêncio voltou ao quarto, mas agora era um silêncio de satisfação. S/N engoliu o que estava na boca dela, limpando o canto dos lábios com o polegar, sem desviar o olhar do meu.
— Gosto de... mar — ela brincou, fazendo jus à futura bióloga marinha que era.
Eu soltei uma risada curta, ainda tentando recuperar o fôlego, e a puxei para cima, para os meus braços. Nós nos deitamos, suados e com o coração batendo no mesmo ritmo.
— Você foi incrível — eu sussurrei, beijando o topo da cabeça dela. — Obrigado por confiar em mim.
— Obrigada por me ensinar — ela respondeu, se aconchegando no meu peito. — Acho que o casamento não vai ser tão assustador assim.
Eu sorri, sentindo as minhas covinhas aparecerem. Se ela achava que aquilo tinha sido bom, não perdia por esperar o que eu faria com ela quando finalmente a tivesse por inteira. Mas, por enquanto, ter a S/N ali, segura e confiante nos meus braços, era tudo o que eu precisava.
— Namjoon... eu não sei como dizer isso sem parecer uma completa idiota — ela começou, a voz falhando um pouco.
Eu me aproximei, sentando ao lado dela, mas mantendo uma distância respeitosa. Eu queria que ela se sentisse segura.
— Você sabe que pode me dizer qualquer coisa, S/N. Sem julgamentos.
Quando ela finalmente soltou o que estava guardando, meu coração deu um solavanco. Ela nunca tinha estado com ninguém. A herdeira dos Marino, a garota que estudava biologia marinha e devorava livros, estava apavorada com a ideia da nossa noite de núpcias porque não tinha a menor ideia do que fazer. Ela se sentia insuficiente. E o que me quebrou foi quando ela, com o rosto vermelho de vergonha, me pediu para ensiná-la. Não apenas sobre sexo, mas sobre o próprio corpo dela.
Porra, eu sou homem. E sou um homem que está louco por ela há semanas. Ouvir aquilo fez meu sangue descer direto para o meio das minhas pernas, mas eu respirei fundo. Eu precisava ser o porto seguro que ela esperava.
— Ei, olha para mim — eu disse, pegando a mão dela. — Não tem nada de errado nisso. E eu adoraria te mostrar. No seu tempo, do seu jeito.
Eu a guiei para o quarto, a luz baixa criando sombras suaves na pele dela. A gente se deitou, e eu a puxei para perto, sentindo o calor que emanava do corpo dela. Eu não ia foder com ela hoje, não queria que a primeira vez dela fosse carregada por esse nervosismo todo. Eu queria que ela se conhecesse primeiro.
— Tira a calcinha, S/N — sussurrei no ouvido dela, sentindo ela estremecer.
Ela obedeceu, os movimentos desajeitados e tímidos. Quando ela se deitou de novo, eu levei a mão dela até o próprio quadril.
— Eu vou só guiar você, tá? — Eu comecei a beijar o pescoço dela, sentindo o perfume doce que ela usava. — Quero que você sinta onde é bom.
Levei a mão dela para baixo, cobrindo os dedos dela com os meus. Quando chegamos na entrada da intimidade dela, senti que ela estava úmida. Porra, só de sentir o calor que saía dali, meu pau já deu o primeiro sinal de vida, latejando contra o tecido do meu terno.
— Sente isso? — perguntei, minha voz ficando mais grossa, mais rouca. — Você está molhada, S/N. Isso é o seu corpo dizendo que me quer.
— Namjoon... — ela arqueou as costas quando eu pressionei os dedos dela contra o clitóris.
— Relaxa. Faz movimentos circulares. Isso... devagar.
Eu observava o rosto dela, as sobrancelhas franzidas em concentração e prazer, os lábios entreabertos soltando gemidos baixinhos que eram música para os meus ouvidos. Ver a S/N se tocando, descobrindo como a própria boceta meladinha reagia ao toque, era a coisa mais excitante que eu já tinha visto na vida. Eu estava ficando duro pra caralho, sentindo minha pica latejar dentro da calça, implorando para sair.
— É bom? — perguntei, minha mão livre subindo para apertar um dos seios dela por cima da blusa.
— É... é muito bom. Eu não sabia que... ah! — Ela apertou os olhos quando eu aumentei um pouco a pressão da mão dela sobre o botãozinho sensível.
— Você é linda se sentindo, sabia? — Eu dei um beijo casto na testa dela. — Mas agora, você disse que queria aprender outra coisa.
Ela parou os movimentos, respirando de forma pesada, os olhos brilhando de curiosidade e desejo.
— Eu quero aprender sobre você — ela murmurou. — Eu quero saber como te dar prazer.
Aquilo foi o meu limite de autocontrole. Eu me afastei um pouco e comecei a desabotoar o cinto. Meus dedos estavam levemente trêmulos. Quando abri o zíper e libertei meu pau, ele saltou para fora, completamente ereto, a veia pulsando ao longo do comprimento. S/N arregalou os olhos, mas não recuou. Ela parecia fascinada.
— Ele é... grande — ela disse, num tom de voz que quase me fez gozar ali mesmo.
— Ele está assim por sua causa — respondi, pegando a mão dela e colocando sobre a minha pele quente. — Sente como ele lateja? Ele quer você, S/N. Mas hoje, eu vou te ensinar como usar essa sua boquinha linda.
Eu me sentei na beira da cama e pedi para ela se ajoelhar entre as minhas pernas. O contraste da pele branca dela com o meu pênis escurecido pela ereção era de tirar o fôlego.
— Primeiro — comecei, passando a mão pelo cabelo dela —, você não precisa ter pressa. Começa lambendo a cabeça, sente o gosto. Tem um líquido que sai daqui, o lubrificante natural... é o seu sinal de que eu estou no limite.
Ela hesitou por um segundo, mas depois se inclinou. Quando a ponta da língua dela tocou a glande do meu pau, eu soltei um palavrão alto, jogando a cabeça para trás.
— Porra, S/N... isso.
Ela foi ganhando confiança. Começou a lamber toda a extensão, as mãos pequenas segurando a base, sentindo o peso do meu saco. Eu estava no céu e no inferno ao mesmo tempo. Eu queria enterrar minha pica na garganta dela, mas precisava ensinar.
— Agora, coloca na boca. Envolve com os lábios, não deixa os dentes encostarem. Isso... suga como se fosse um sorvete, mas com vontade.
Quando ela abocanhou a cabeça do meu pau, eu quase perdi os sentidos. A boca dela era quente, apertada, uma pressão que eu nunca tinha sentido antes. Ela começou a fazer um movimento de vaivém, olhando para cima, para mim, com aqueles olhos inocentes e ao mesmo tempo pecaminosos.
— Caralho, S/N... você é perfeita nisso — eu gemi, as mãos enterradas nos cabelos dela, guiando o ritmo. — Mais fundo, querida. Tenta engolir um pouco mais.
Ela tentou, e o som de engasgo que ela soltou foi o gatilho final. Minha pica estava latejando tanto que chegava a doer. Eu sentia o esperma subindo, a pressão na base ficando insuportável. Eu sabia que, se ela continuasse por mais dez segundos, eu ia explodir.
— Para... para um pouco — eu disse, a voz quase sumindo.
Ela se afastou, um fio de saliva conectando a boca dela ao meu pau. Ela parecia orgulhosa do efeito que estava causando em mim.
— Eu fiz certo? — ela perguntou, com um sorrisinho sarcástico começando a aparecer.
— Certo demais, porra. Se você continuar, eu vou gozar na sua cara agora mesmo.
— E por que você não goza? — ela desafiou. — Eu quero ver. Quero saber como é.
Eu olhei para ela, chocado com a ousadia. Essa era a S/N que eu estava começando a amar: a pesquisadora, a curiosa, a mulher que não tinha medo de descobrir a verdade, mesmo que fosse a verdade sobre o meu prazer.
— Tem certeza? — perguntei, minha mão já segurando meu próprio pau, punhetando rápido para chegar ao ápice. — Eu não vou conseguir segurar.
— Eu tenho certeza, Namjoon. Eu quero tudo.
Eu não precisei de mais nada. Comecei a bater uma punheta rápida, os olhos fixos nos dela. A sensação era de que eu ia explodir.
— S/N... abre a boca. Abre para mim, porra.
Ela abriu, a língua levemente para fora. No momento em que a primeira onda de prazer me atingiu, eu gozei forte. Jatos quentes e grossos de esperma cobriram a língua dela, o canto da boca, escorrendo pelo queixo. Eu continuei por alguns segundos, meu corpo todo tremendo, enquanto despejava tudo nela.
O silêncio voltou ao quarto, mas agora era um silêncio de satisfação. S/N engoliu o que estava na boca dela, limpando o canto dos lábios com o polegar, sem desviar o olhar do meu.
— Gosto de... mar — ela brincou, fazendo jus à futura bióloga marinha que era.
Eu soltei uma risada curta, ainda tentando recuperar o fôlego, e a puxei para cima, para os meus braços. Nós nos deitamos, suados e com o coração batendo no mesmo ritmo.
— Você foi incrível — eu sussurrei, beijando o topo da cabeça dela. — Obrigado por confiar em mim.
— Obrigada por me ensinar — ela respondeu, se aconchegando no meu peito. — Acho que o casamento não vai ser tão assustador assim.
Eu sorri, sentindo as minhas covinhas aparecerem. Se ela achava que aquilo tinha sido bom, não perdia por esperar o que eu faria com ela quando finalmente a tivesse por inteira. Mas, por enquanto, ter a S/N ali, segura e confiante nos meus braços, era tudo o que eu precisava.
