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Oliver
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 09/06/2026
Tags
HorrorHorror PsicológicoSombrioViolência GráficaHorror CorporalTragédiaMorte do ProtagonistaSuspense
O Sorriso de Papel e o Rugido de Glitter
A escuridão na sala secreta da escola de papel não era apenas a ausência de luz; era uma presença densa, carregada com o cheiro de grafite, poeira e algo metálico que remetia ao sangue seco. ∆lice abriu os olhos lentamente, sentindo a cabeça latejar. A primeira coisa que percebeu não foi o visual, mas a restrição. Seus pulsos estavam esticados acima da cabeça, presos por cordas grossas e ásperas que queimavam sua pele pálida. Suas pernas, igualmente imobilizadas, estavam afastadas e presas à parede fria.
Ela rosnou, um som gutural que não pertencia a uma garota comum. Como um demônio, sua força era vasta, mas aquelas cordas pareciam banhadas em algo que drenava sua energia. Seus olhos negros e vazios vasculharam a penumbra, e seus dentes afiados brilharam enquanto ela tentava morder o ar em frustração.
— Mas que diabos é isso?! — gritou ela, sua voz ecoando pelas paredes de concreto. — Oliver! Se isso for uma das suas brincadeiras idiotas, eu juro que vou devorar seu fígado enquanto você ainda estiver acordado!
O silêncio que se seguiu foi interrompido apenas pelo som rítmico de passos. Não eram passos pesados, mas saltitantes, quase alegres. De repente, o som de um interruptor sendo acionado cortou o vazio. Uma luz fria e fluorescente piscou, revelando o cenário.
Oliver estava parado na porta. Ele não parecia o namorado travesso de sempre, ou melhor, ele parecia a versão mais extrema e distorcida de si mesmo. Seu cabelo estava bagunçado, e um sorriso largo, quase impossível, rasgava seu rosto. Ele usava um avental de plástico transparente por cima do uniforme, já salpicado de manchas coloridas que pareciam confete e sangue.
— Bom dia, raio de sol! — exclamou Oliver, sua voz saindo em um tom melódico e maníaco. — Ou seria boa noite? O tempo voa quando a gente está se divertindo, não é?
— Oliver, me solte agora! — ∆lice exigiu, debatendo-se contra as amarras. — Isso não tem graça! Por que você me amarrou? Nós deveríamos estar caçando os alunos novos juntos!
Oliver inclinou a cabeça para o lado, observando-a como se ela fosse uma obra de arte inacabada. Ele ignorou o protesto dela e caminhou até uma mesa de metal no canto da sala. Sobre ela, havia um objeto grande, coberto por um pano de seda rosa com estampas de gatinhos.
— Sabe, ∆lice... — começou ele, passando os dedos longos sobre o pano. — Eu andei pensando. O nosso amor é tão... estático. A gente mata, a gente come, a gente ri. Mas eu sinto que falta uma faíscha. Uma performance final! Algo que seja realmente, verdadeiramente, *fofo*.
Ele puxou o pano com um movimento teatral. Debaixo dele, repousava uma motosserra. Mas não era uma ferramenta comum de construção. Ela havia sido customizada: a carcaça era pintada de rosa pastel com detalhes em glitter dourado. No corpo da máquina, adesivos de corações e estrelas brilhavam sob a luz forte, e a corrente, em vez de metal fosco, brilhava com um polimento de cromo rosado.
∆lice sentiu um frio que nunca havia sentido antes. Como demônio, ela era o medo encarnado, mas o olhar nos olhos de Oliver era algo que ela não conseguia processar. Era um vazio absoluto preenchido por uma alegria psicótica.
— O que você vai fazer com isso? — perguntou ela, sua voz vacilando pela primeira vez, o desespero começando a nublar sua raiva.
— Eu vou te dar o maior presente de todos, meu amor! — Oliver se aproximou, carregando a motosserra pesada como se fosse um brinquedo de pelúcia. — Eu vou transformar você em arte. De um jeito bem... brutal. E adorável!
— Oliver, pare! — ela gritou, as cordas cortando seus pulsos enquanto ela tentava se soltar desesperadamente. — Eu te amo! Nós somos uma dupla! Você não pode fazer isso!
Oliver parou a poucos centímetros dela. Ele acariciou o rosto de ∆lice com a mão livre, um gesto que outrora seria carinhoso, mas que agora parecia o toque de um carrasco.
— Eu também te amo, ∆lice. É por isso que tem que ser você. Ninguém mais seria digno desse final. — Ele deu uma risadinha infantil, os olhos brilhando com uma luz doentia. — Preparada para o show?
Ele não usou as mãos para ligar a máquina. Em um gesto puramente performático e bizarro, ele inclinou o rosto e, com os dentes, mordeu o botão de ignição lateral, puxando a corda de partida com um movimento brusco da cabeça.
O motor da motosserra rugiu. Mas não era um barulho mecânico comum; Oliver havia alterado o silenciador para que o som lembrasse um grito agudo misturado com música de carrossel. O cheiro de gasolina misturado com perfume de morango invadiu o ar.
— Não! Oliver, por favor! — ∆lice berrou, o pânico tomando conta de sua mente demoníaca.
— Sorria para a câmera, querida! — gritou Oliver por cima do barulho ensurdecedor da serra.
Ele levantou a motosserra rosa. A lâmina giratória começou a expelir pequenas nuvens de glitter enquanto ganhava velocidade. Oliver começou a rir, uma risada alta, aguda e genuinamente feliz, como se estivesse em um parque de diversões.
O primeiro contato da serra com a carne foi um choque de contrastes. O metal decorado rasgou o tecido do vestido de ∆lice e mergulhou em seu ombro. O sangue jorrou, mas Oliver não parecia se importar com a sujeira; ele girava o corpo em uma dança macabra, movendo a serra com uma precisão artística e cruel.
— Olhe só as cores! — Oliver exclamava, enquanto o sangue de ∆lice pintava as paredes de papel. — É como se estivéssemos pintando um arco-íris!
∆lice soltou um grito que rasgou a alma. Era um som de trauma puro, a percepção de que sua existência estava sendo desmantelada pela única pessoa que ela considerava sua igual. A dor era insuportável, mas a traição doía mais. Ela olhou para Oliver, esperando ver algum arrependimento, mas só encontrou aquele olhar "kawaii" e ensandecido.
— Por... quê... — ela tentou falar, mas o sangue borbulhava em sua garganta.
— Porque é divertido! — Oliver respondeu, inclinando a serra para baixo, em direção ao abdômen dela. — E porque você fica tão linda quando está apavorada. É o seu melhor ângulo!
Ele continuou o processo, rindo de forma doce e infantil enquanto realizava atos de uma brutalidade indescritível. A sala, antes cinzenta, agora era um cenário de pesadelo decorado com glitter e vísceras. Oliver parecia estar em transe, movendo-se com uma energia inesgotável, celebrando cada grito de agonia como se fosse um aplauso.
Quando os gritos de ∆lice finalmente cessaram e seus olhos negros perderam o brilho, restando apenas o silêncio interrompido pelo motor da motosserra, Oliver desligou o aparelho.
O silêncio que se seguiu foi pesado. Oliver ofegava, o rosto coberto de sangue e glitter. Ele olhou para o que restou de sua namorada e suspirou, um som de satisfação profunda.
— Isso foi... — ele limpou uma gota de sangue do canto da boca — ...absolutamente adorável.
Ele largou a motosserra rosa no chão e caminhou até o corpo inerte. Com um dedo, ele desenhou um coração de sangue na parede de papel acima da cabeça dela.
— Até a próxima aula, ∆lice — sussurrou ele, saindo da sala e apagando a luz, deixando para trás apenas o rastro de uma loucura que nem mesmo o papel poderia conter.
Ela rosnou, um som gutural que não pertencia a uma garota comum. Como um demônio, sua força era vasta, mas aquelas cordas pareciam banhadas em algo que drenava sua energia. Seus olhos negros e vazios vasculharam a penumbra, e seus dentes afiados brilharam enquanto ela tentava morder o ar em frustração.
— Mas que diabos é isso?! — gritou ela, sua voz ecoando pelas paredes de concreto. — Oliver! Se isso for uma das suas brincadeiras idiotas, eu juro que vou devorar seu fígado enquanto você ainda estiver acordado!
O silêncio que se seguiu foi interrompido apenas pelo som rítmico de passos. Não eram passos pesados, mas saltitantes, quase alegres. De repente, o som de um interruptor sendo acionado cortou o vazio. Uma luz fria e fluorescente piscou, revelando o cenário.
Oliver estava parado na porta. Ele não parecia o namorado travesso de sempre, ou melhor, ele parecia a versão mais extrema e distorcida de si mesmo. Seu cabelo estava bagunçado, e um sorriso largo, quase impossível, rasgava seu rosto. Ele usava um avental de plástico transparente por cima do uniforme, já salpicado de manchas coloridas que pareciam confete e sangue.
— Bom dia, raio de sol! — exclamou Oliver, sua voz saindo em um tom melódico e maníaco. — Ou seria boa noite? O tempo voa quando a gente está se divertindo, não é?
— Oliver, me solte agora! — ∆lice exigiu, debatendo-se contra as amarras. — Isso não tem graça! Por que você me amarrou? Nós deveríamos estar caçando os alunos novos juntos!
Oliver inclinou a cabeça para o lado, observando-a como se ela fosse uma obra de arte inacabada. Ele ignorou o protesto dela e caminhou até uma mesa de metal no canto da sala. Sobre ela, havia um objeto grande, coberto por um pano de seda rosa com estampas de gatinhos.
— Sabe, ∆lice... — começou ele, passando os dedos longos sobre o pano. — Eu andei pensando. O nosso amor é tão... estático. A gente mata, a gente come, a gente ri. Mas eu sinto que falta uma faíscha. Uma performance final! Algo que seja realmente, verdadeiramente, *fofo*.
Ele puxou o pano com um movimento teatral. Debaixo dele, repousava uma motosserra. Mas não era uma ferramenta comum de construção. Ela havia sido customizada: a carcaça era pintada de rosa pastel com detalhes em glitter dourado. No corpo da máquina, adesivos de corações e estrelas brilhavam sob a luz forte, e a corrente, em vez de metal fosco, brilhava com um polimento de cromo rosado.
∆lice sentiu um frio que nunca havia sentido antes. Como demônio, ela era o medo encarnado, mas o olhar nos olhos de Oliver era algo que ela não conseguia processar. Era um vazio absoluto preenchido por uma alegria psicótica.
— O que você vai fazer com isso? — perguntou ela, sua voz vacilando pela primeira vez, o desespero começando a nublar sua raiva.
— Eu vou te dar o maior presente de todos, meu amor! — Oliver se aproximou, carregando a motosserra pesada como se fosse um brinquedo de pelúcia. — Eu vou transformar você em arte. De um jeito bem... brutal. E adorável!
— Oliver, pare! — ela gritou, as cordas cortando seus pulsos enquanto ela tentava se soltar desesperadamente. — Eu te amo! Nós somos uma dupla! Você não pode fazer isso!
Oliver parou a poucos centímetros dela. Ele acariciou o rosto de ∆lice com a mão livre, um gesto que outrora seria carinhoso, mas que agora parecia o toque de um carrasco.
— Eu também te amo, ∆lice. É por isso que tem que ser você. Ninguém mais seria digno desse final. — Ele deu uma risadinha infantil, os olhos brilhando com uma luz doentia. — Preparada para o show?
Ele não usou as mãos para ligar a máquina. Em um gesto puramente performático e bizarro, ele inclinou o rosto e, com os dentes, mordeu o botão de ignição lateral, puxando a corda de partida com um movimento brusco da cabeça.
O motor da motosserra rugiu. Mas não era um barulho mecânico comum; Oliver havia alterado o silenciador para que o som lembrasse um grito agudo misturado com música de carrossel. O cheiro de gasolina misturado com perfume de morango invadiu o ar.
— Não! Oliver, por favor! — ∆lice berrou, o pânico tomando conta de sua mente demoníaca.
— Sorria para a câmera, querida! — gritou Oliver por cima do barulho ensurdecedor da serra.
Ele levantou a motosserra rosa. A lâmina giratória começou a expelir pequenas nuvens de glitter enquanto ganhava velocidade. Oliver começou a rir, uma risada alta, aguda e genuinamente feliz, como se estivesse em um parque de diversões.
O primeiro contato da serra com a carne foi um choque de contrastes. O metal decorado rasgou o tecido do vestido de ∆lice e mergulhou em seu ombro. O sangue jorrou, mas Oliver não parecia se importar com a sujeira; ele girava o corpo em uma dança macabra, movendo a serra com uma precisão artística e cruel.
— Olhe só as cores! — Oliver exclamava, enquanto o sangue de ∆lice pintava as paredes de papel. — É como se estivéssemos pintando um arco-íris!
∆lice soltou um grito que rasgou a alma. Era um som de trauma puro, a percepção de que sua existência estava sendo desmantelada pela única pessoa que ela considerava sua igual. A dor era insuportável, mas a traição doía mais. Ela olhou para Oliver, esperando ver algum arrependimento, mas só encontrou aquele olhar "kawaii" e ensandecido.
— Por... quê... — ela tentou falar, mas o sangue borbulhava em sua garganta.
— Porque é divertido! — Oliver respondeu, inclinando a serra para baixo, em direção ao abdômen dela. — E porque você fica tão linda quando está apavorada. É o seu melhor ângulo!
Ele continuou o processo, rindo de forma doce e infantil enquanto realizava atos de uma brutalidade indescritível. A sala, antes cinzenta, agora era um cenário de pesadelo decorado com glitter e vísceras. Oliver parecia estar em transe, movendo-se com uma energia inesgotável, celebrando cada grito de agonia como se fosse um aplauso.
Quando os gritos de ∆lice finalmente cessaram e seus olhos negros perderam o brilho, restando apenas o silêncio interrompido pelo motor da motosserra, Oliver desligou o aparelho.
O silêncio que se seguiu foi pesado. Oliver ofegava, o rosto coberto de sangue e glitter. Ele olhou para o que restou de sua namorada e suspirou, um som de satisfação profunda.
— Isso foi... — ele limpou uma gota de sangue do canto da boca — ...absolutamente adorável.
Ele largou a motosserra rosa no chão e caminhou até o corpo inerte. Com um dedo, ele desenhou um coração de sangue na parede de papel acima da cabeça dela.
— Até a próxima aula, ∆lice — sussurrou ele, saindo da sala e apagando a luz, deixando para trás apenas o rastro de uma loucura que nem mesmo o papel poderia conter.
