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D13
Fandom: Record of ragnarok
Criado: 09/06/2026
Tags
FofuraHumorDor/ConfortoCrack / Humor ParódicoCenário CanônicoEstudo de PersonagemAbuso de ÁlcoolFantasia
O Trono de Jade e o Cálice de Baco
O salão de banquetes do Valhalla estava, por um raro momento, em paz. Deuses e humanos, separados por uma trégua temporária imposta por uma curiosidade mórbida e o cansaço das batalhas, ocupavam o mesmo espaço. O clima era de uma tensão polida, até que a porta principal foi escancarada com um estrondo que fez Zeus quase engasgar com sua ambrósia.
Qin Shi Huang entrou no recinto. Mas não era o imperador que todos conheciam. Seus passos eram erráticos, uma dança desajeitada que desafiava as leis da gravidade. Ele não usava sua venda habitual, e seus olhos, brilhando com uma lucidez perigosa e cômica, focavam em tudo e em nada ao mesmo tempo. Em sua mão direita, ele balançava uma jarra de vinho chinês que parecia não ter fim.
— Abram caminho! — gritou Qin, tropeçando no próprio pé e recuperando o equilíbrio com uma pirueta desnecessária. — Onde quer que eu pise, o caminho se abre! E onde eu caio... é o meu divã real!
Brunhilde, que observava de um canto, escondeu o rosto nas mãos, murmurando insultos sobre a falta de compostura da humanidade. Ao lado dela, Buda ria abertamente, mastigando uma bala.
— Ele finalmente provou do estoque especial do palácio? — perguntou Buda, divertido. — Isso vai ser melhor que qualquer rodada do Ragnarok.
Qin ignorou a todos e seguiu em direção à mesa principal, onde os deuses mais poderosos estavam sentados. Ele parou diante de Thor, que apenas o encarou com indiferença gélida.
— Você! — Qin apontou um dedo trêmulo para o ruivo. — Por que está tão sério? Seu martelo é pesado demais ou você só esqueceu como se diverte? Quer um gole? É bom para o crescimento... de barba!
Thor nem sequer piscou, mas Lu Bu, sentado na mesa dos humanos, soltou uma gargalhada rouca que ecoou pelo salão.
— O Imperador perdeu o juízo! — exclamou o General Alado. — Gosto disso!
Qin continuou sua jornada. Ele passou por Poseidon, que olhou para o humano com um nojo tão profundo que poderia ter congelado o oceano. Qin, entretanto, simplesmente deu um tapinha no ombro do Deus dos Mares.
— Relaxa, Peixinho. O mar é grande, mas o meu império é maior. — Ele soltou um soluço alto. — E mais seco. Odeio umidade.
O silêncio que se seguiu foi absoluto. Ninguém tocava em Poseidon e saía ileso. Mas, antes que o tridente pudesse ser conjurado, Qin já havia avistado seu verdadeiro alvo. No centro da mesa, com a elegância de quem governa o próprio destino, estava Hades.
O Rei do Submundo observava a cena com uma sobrancelha arqueada, uma mistura de fascínio e cautela. Ele não esperava que o homem que o enfrentara com tamanha dignidade na arena se transformasse em uma fonte ambulante de caos.
— Hao! — gritou Qin, tropeçando na direção de Hades. — Aí está ele! O meu melhor inimigo! O meu rival favorito! O homem que tem as joias mais bonitas e o Reino mais sombrio!
Hades levantou-se lentamente, sua presença imponente silenciando os sussurros de Hermes e Ares ao fundo.
— Qin Shi Huang — disse Hades, sua voz calma e profunda. — Creio que você excedeu o limite do que um corpo mortal pode processar de álcool.
— Mortal? — Qin riu, jogando a cabeça para trás. — Eu sou o início e o fim! Eu sou o Imperador! E um imperador... — Ele se inclinou sobre a mesa, ficando a centímetros do rosto de Hades. — ...sabe reconhecer uma coisa boa quando vê uma.
Sem qualquer aviso, Qin esticou os braços e envolveu o pescoço de Hades em um abraço desajeitado. O choque foi geral. Zeus deixou cair o copo; Shiva parou de dançar; até mesmo Jack, o Estripador, ajustou o monóculo para ter certeza de que estava vendo corretamente.
— Você é tão firme! — exclamou Qin, apertando as bochechas de Hades. — Por que os deuses são tão durões? Vocês precisam de mais amor. Especialmente você, Rei das Sombras.
— Qin, solte-me — pediu Hades, embora não fizesse nenhum esforço real para empurrá-lo. Havia algo na vulnerabilidade descarada do humano que o impedia de ser violento. — Você está sendo inconveniente.
— Inconveniente? Eu sou um presente! — Qin se afastou apenas o suficiente para olhar Hades nos olhos. — E presentes devem ser apreciados.
Antes que Hades pudesse responder, Qin Shi Huang avançou e plantou um beijo sonoro na bochecha direita do deus. O som do "estalo" pareceu ecoar por todo o Valhalla.
— O QUE?! — gritou Ares, caindo da cadeira.
Hades ficou estático. Ele, o governante de Helheim, o pilar dos irmãos olímpicos, acabara de ser beijado por um humano bêbado na frente de todo o panteão.
— Um para a sorte! — declarou Qin, rindo como uma criança. — E outro... para a beleza!
Ele beijou a outra bochecha de Hades. E então, em um movimento rápido e totalmente imprevisto, Qin segurou o rosto de Hades com as duas mãos e deu um beijo rápido no topo de seu nariz.
— Qin... — Hades tentou falar, mas sua voz saiu mais suave do que ele pretendia.
— Shhh! — Qin colocou um dedo sobre os lábios de Hades. — O Imperador está distribuindo bênçãos. Você deveria estar honrado. Você é muito bonito, sabia? Se eu não fosse um imperador, eu te contrataria para ser minha estátua pessoal. Mas você se mexe muito.
Sasaki Kojiro, observando de longe, limpou uma lágrima de riso do olho.
— Eu já vi muitas técnicas de combate, mas essa... essa é nova. Ele está desarmando o Rei do Submundo com afeto.
Hades, percebendo que a situação só escalaria se ele não tomasse as rédeas, segurou Qin pelos pulsos, impedindo o quarto beijo que parecia mirar sua testa.
— Já chega, Qin. Você precisa descansar.
— Descansar? — Qin fez um biquinho dramático. — O mundo vai acabar e você quer que eu durma? Hades, você é tão chato às vezes. Mas eu gosto de você. Você é o único que me olha como se eu fosse... eu.
A sinestesia de Qin, mesmo nublada pelo álcool, captava a aura de Hades. Ele sentia a dor da perda que Hades carregava pelos irmãos, a responsabilidade esmagadora. E Hades, por sua vez, via através da máscara exuberante de Qin o órfão que sofrera o desprezo de um mundo inteiro antes de conquistá-lo.
— Eu sei — sussurrou Hades, de forma que apenas o humano pudesse ouvir. — Mas até os imperadores precisam de uma trégua.
— Só se você me der outro beijo — desafiou Qin, com um sorriso travesso que iluminou seu rosto.
Hades suspirou, uma expressão de resignação nobre cruzando suas feições. Ele olhou ao redor, vendo seus irmãos e os outros deuses observando com expectativa. Beelzebub parecia confuso; Apollo estava anotando algo em um pergaminho, provavelmente um poema; e Zeus estava apenas incentivando com gestos.
— Você é impossível — disse Hades.
Com uma delicadeza que surpreendeu a todos, Hades inclinou-se e beijou a testa de Qin, um gesto de respeito e uma estranha ternura que silenciou as risadas no salão.
Qin Shi Huang piscou, surpreso pela primeira vez na noite. Ele sorriu, um sorriso verdadeiro, sem a arrogância habitual.
— Hao... — murmurou ele, antes de sua cabeça pender para o lado e ele adormecer instantaneamente no ombro de Hades.
O Rei do Submundo suspirou, segurando o peso do humano em seus braços. Ele olhou para os outros deuses com um olhar que dizia claramente que, se alguém mencionasse aquilo novamente, sofreria as consequências eternas em Helheim.
— Alguém ajude a levá-lo para seus aposentos — ordenou Hades.
— Deixe que eu levo, irmão! — Zeus se aproximou, rindo. — Ele é realmente uma figura! Quem diria que o grande Primeiro Imperador da China era um bêbado tão carinhoso?
— Ele não é um bêbado — corrigiu Hades, ajeitando a túnica de Qin enquanto o entregava aos servos humanos que se aproximavam cautelosamente. — Ele é apenas um homem que carrega o peso de um império. Às vezes, o peso precisa ser deixado de lado.
Enquanto Qin era carregado, roncando baixinho sobre como ele era o rei de todos os assentos do mundo, Nikola Tesla se aproximou de Hades com um olhar científico.
— É fascinante — disse Tesla. — O efeito do etanol no sistema nervoso de um indivíduo com sinestesia toque-espelho parece resultar em uma descarga maciça de ocitocina e comportamentos de busca por proximidade social!
Hades apenas olhou para o inventor e começou a se retirar.
— Chame do que quiser, humano. Eu chamo de uma dor de cabeça monumental que terei que resolver amanhã quando ele acordar e perceber o que fez.
No fundo do salão, Leônidas I brindou com uma caneca de cerveja.
— Aquele chinês tem culhões de aço — declarou o rei espartano. — Beijar o Rei dos Mortos e sair vivo para tirar uma soneca... Isso sim é uma vitória.
A noite continuou, mas o clima havia mudado. A tensão do Ragnarok fora quebrada, nem que fosse por algumas horas, pela audácia embriagada de um homem que se recusava a ver deuses como algo além de companheiros de bebida. E, em seus aposentos, Qin Shi Huang sonhava com tronos feitos de nuvens e um Rei do Submundo que, no fundo, não era tão sombrio assim.
Qin Shi Huang entrou no recinto. Mas não era o imperador que todos conheciam. Seus passos eram erráticos, uma dança desajeitada que desafiava as leis da gravidade. Ele não usava sua venda habitual, e seus olhos, brilhando com uma lucidez perigosa e cômica, focavam em tudo e em nada ao mesmo tempo. Em sua mão direita, ele balançava uma jarra de vinho chinês que parecia não ter fim.
— Abram caminho! — gritou Qin, tropeçando no próprio pé e recuperando o equilíbrio com uma pirueta desnecessária. — Onde quer que eu pise, o caminho se abre! E onde eu caio... é o meu divã real!
Brunhilde, que observava de um canto, escondeu o rosto nas mãos, murmurando insultos sobre a falta de compostura da humanidade. Ao lado dela, Buda ria abertamente, mastigando uma bala.
— Ele finalmente provou do estoque especial do palácio? — perguntou Buda, divertido. — Isso vai ser melhor que qualquer rodada do Ragnarok.
Qin ignorou a todos e seguiu em direção à mesa principal, onde os deuses mais poderosos estavam sentados. Ele parou diante de Thor, que apenas o encarou com indiferença gélida.
— Você! — Qin apontou um dedo trêmulo para o ruivo. — Por que está tão sério? Seu martelo é pesado demais ou você só esqueceu como se diverte? Quer um gole? É bom para o crescimento... de barba!
Thor nem sequer piscou, mas Lu Bu, sentado na mesa dos humanos, soltou uma gargalhada rouca que ecoou pelo salão.
— O Imperador perdeu o juízo! — exclamou o General Alado. — Gosto disso!
Qin continuou sua jornada. Ele passou por Poseidon, que olhou para o humano com um nojo tão profundo que poderia ter congelado o oceano. Qin, entretanto, simplesmente deu um tapinha no ombro do Deus dos Mares.
— Relaxa, Peixinho. O mar é grande, mas o meu império é maior. — Ele soltou um soluço alto. — E mais seco. Odeio umidade.
O silêncio que se seguiu foi absoluto. Ninguém tocava em Poseidon e saía ileso. Mas, antes que o tridente pudesse ser conjurado, Qin já havia avistado seu verdadeiro alvo. No centro da mesa, com a elegância de quem governa o próprio destino, estava Hades.
O Rei do Submundo observava a cena com uma sobrancelha arqueada, uma mistura de fascínio e cautela. Ele não esperava que o homem que o enfrentara com tamanha dignidade na arena se transformasse em uma fonte ambulante de caos.
— Hao! — gritou Qin, tropeçando na direção de Hades. — Aí está ele! O meu melhor inimigo! O meu rival favorito! O homem que tem as joias mais bonitas e o Reino mais sombrio!
Hades levantou-se lentamente, sua presença imponente silenciando os sussurros de Hermes e Ares ao fundo.
— Qin Shi Huang — disse Hades, sua voz calma e profunda. — Creio que você excedeu o limite do que um corpo mortal pode processar de álcool.
— Mortal? — Qin riu, jogando a cabeça para trás. — Eu sou o início e o fim! Eu sou o Imperador! E um imperador... — Ele se inclinou sobre a mesa, ficando a centímetros do rosto de Hades. — ...sabe reconhecer uma coisa boa quando vê uma.
Sem qualquer aviso, Qin esticou os braços e envolveu o pescoço de Hades em um abraço desajeitado. O choque foi geral. Zeus deixou cair o copo; Shiva parou de dançar; até mesmo Jack, o Estripador, ajustou o monóculo para ter certeza de que estava vendo corretamente.
— Você é tão firme! — exclamou Qin, apertando as bochechas de Hades. — Por que os deuses são tão durões? Vocês precisam de mais amor. Especialmente você, Rei das Sombras.
— Qin, solte-me — pediu Hades, embora não fizesse nenhum esforço real para empurrá-lo. Havia algo na vulnerabilidade descarada do humano que o impedia de ser violento. — Você está sendo inconveniente.
— Inconveniente? Eu sou um presente! — Qin se afastou apenas o suficiente para olhar Hades nos olhos. — E presentes devem ser apreciados.
Antes que Hades pudesse responder, Qin Shi Huang avançou e plantou um beijo sonoro na bochecha direita do deus. O som do "estalo" pareceu ecoar por todo o Valhalla.
— O QUE?! — gritou Ares, caindo da cadeira.
Hades ficou estático. Ele, o governante de Helheim, o pilar dos irmãos olímpicos, acabara de ser beijado por um humano bêbado na frente de todo o panteão.
— Um para a sorte! — declarou Qin, rindo como uma criança. — E outro... para a beleza!
Ele beijou a outra bochecha de Hades. E então, em um movimento rápido e totalmente imprevisto, Qin segurou o rosto de Hades com as duas mãos e deu um beijo rápido no topo de seu nariz.
— Qin... — Hades tentou falar, mas sua voz saiu mais suave do que ele pretendia.
— Shhh! — Qin colocou um dedo sobre os lábios de Hades. — O Imperador está distribuindo bênçãos. Você deveria estar honrado. Você é muito bonito, sabia? Se eu não fosse um imperador, eu te contrataria para ser minha estátua pessoal. Mas você se mexe muito.
Sasaki Kojiro, observando de longe, limpou uma lágrima de riso do olho.
— Eu já vi muitas técnicas de combate, mas essa... essa é nova. Ele está desarmando o Rei do Submundo com afeto.
Hades, percebendo que a situação só escalaria se ele não tomasse as rédeas, segurou Qin pelos pulsos, impedindo o quarto beijo que parecia mirar sua testa.
— Já chega, Qin. Você precisa descansar.
— Descansar? — Qin fez um biquinho dramático. — O mundo vai acabar e você quer que eu durma? Hades, você é tão chato às vezes. Mas eu gosto de você. Você é o único que me olha como se eu fosse... eu.
A sinestesia de Qin, mesmo nublada pelo álcool, captava a aura de Hades. Ele sentia a dor da perda que Hades carregava pelos irmãos, a responsabilidade esmagadora. E Hades, por sua vez, via através da máscara exuberante de Qin o órfão que sofrera o desprezo de um mundo inteiro antes de conquistá-lo.
— Eu sei — sussurrou Hades, de forma que apenas o humano pudesse ouvir. — Mas até os imperadores precisam de uma trégua.
— Só se você me der outro beijo — desafiou Qin, com um sorriso travesso que iluminou seu rosto.
Hades suspirou, uma expressão de resignação nobre cruzando suas feições. Ele olhou ao redor, vendo seus irmãos e os outros deuses observando com expectativa. Beelzebub parecia confuso; Apollo estava anotando algo em um pergaminho, provavelmente um poema; e Zeus estava apenas incentivando com gestos.
— Você é impossível — disse Hades.
Com uma delicadeza que surpreendeu a todos, Hades inclinou-se e beijou a testa de Qin, um gesto de respeito e uma estranha ternura que silenciou as risadas no salão.
Qin Shi Huang piscou, surpreso pela primeira vez na noite. Ele sorriu, um sorriso verdadeiro, sem a arrogância habitual.
— Hao... — murmurou ele, antes de sua cabeça pender para o lado e ele adormecer instantaneamente no ombro de Hades.
O Rei do Submundo suspirou, segurando o peso do humano em seus braços. Ele olhou para os outros deuses com um olhar que dizia claramente que, se alguém mencionasse aquilo novamente, sofreria as consequências eternas em Helheim.
— Alguém ajude a levá-lo para seus aposentos — ordenou Hades.
— Deixe que eu levo, irmão! — Zeus se aproximou, rindo. — Ele é realmente uma figura! Quem diria que o grande Primeiro Imperador da China era um bêbado tão carinhoso?
— Ele não é um bêbado — corrigiu Hades, ajeitando a túnica de Qin enquanto o entregava aos servos humanos que se aproximavam cautelosamente. — Ele é apenas um homem que carrega o peso de um império. Às vezes, o peso precisa ser deixado de lado.
Enquanto Qin era carregado, roncando baixinho sobre como ele era o rei de todos os assentos do mundo, Nikola Tesla se aproximou de Hades com um olhar científico.
— É fascinante — disse Tesla. — O efeito do etanol no sistema nervoso de um indivíduo com sinestesia toque-espelho parece resultar em uma descarga maciça de ocitocina e comportamentos de busca por proximidade social!
Hades apenas olhou para o inventor e começou a se retirar.
— Chame do que quiser, humano. Eu chamo de uma dor de cabeça monumental que terei que resolver amanhã quando ele acordar e perceber o que fez.
No fundo do salão, Leônidas I brindou com uma caneca de cerveja.
— Aquele chinês tem culhões de aço — declarou o rei espartano. — Beijar o Rei dos Mortos e sair vivo para tirar uma soneca... Isso sim é uma vitória.
A noite continuou, mas o clima havia mudado. A tensão do Ragnarok fora quebrada, nem que fosse por algumas horas, pela audácia embriagada de um homem que se recusava a ver deuses como algo além de companheiros de bebida. E, em seus aposentos, Qin Shi Huang sonhava com tronos feitos de nuvens e um Rei do Submundo que, no fundo, não era tão sombrio assim.
