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Uma noite muito quente
Fandom: Crepúsculo
Criado: 10/06/2026
Tags
RomanceFantasiaPWP (Enredo? Que enredo?)História DomésticaCenário CanônicoCiúmesFofuraAlmas GêmeasProsa Roxa
Seda, Sangue e o Desejo dos Reis
O silêncio do grande salão do trono em Volterra era, geralmente, interrompido apenas pelo som rítmico das gotas de água que caíam em algum lugar das masmorras ou pelo sussurro gélido das conspirações políticas. Naquela tarde, porém, a tensão era palpável. Aro, Caius e Marcus estavam sentados em seus tronos de carvalho esculpido, ouvindo o relatório monótono de um emissário de um clã europeu menor que havia quebrado uma das leis fundamentais do anonimato.
Aro mantinha os dedos entrelaçados, um sorriso enigmático nos lábios, enquanto seus olhos escuros brilhavam com uma curiosidade predatória. Caius, ao seu lado, parecia a um passo de ordenar uma execução imediata, sua mão apertando o braço do trono com força suficiente para rachar a madeira. Marcus, como sempre, parecia distante, envolto em sua aura de apatia milenar, embora seus olhos estivessem fixos no infeliz vampiro que tremia diante deles.
— O que você nos traz, caro amigo, são apenas desculpas — disse Aro, sua voz suave como veludo, mas afiada como uma navalha. — E a lei, como você bem sabe, não se curva a...
As portas duplas de carvalho pesado se abriram com um estrondo suave, mas decidido. O som dos saltos altos ecoando contra o mármore polido interrompeu a sentença de Aro instantaneamente.
S/N entrou no salão. Seus cabelos curtos, estilizados com uma elegância moderna que contrastava com a antiguidade do lugar, emolduravam seu rosto de boneca. Ela usava um vestido de seda vermelha tão justo que parecia uma segunda pele, com um decote profundo que realçava generosamente seus seios fartos, o atributo que seus maridos mais reverenciavam. O tecido balançava ao redor de suas coxas a cada passo provante que ela dava em direção ao centro da sala.
O emissário, esquecendo-se do perigo mortal em que se encontrava, cometeu o erro de deixar os olhos vagarem pelo corpo da mulher que se aproximava.
A atmosfera na sala mudou em um milésimo de segundo. O tédio de Aro evaporou, substituído por uma possessividade ardente. Caius levantou-se parcialmente do trono, seus olhos vermelhos fixos no intruso que ousava olhar para sua esposa. Até Marcus pareceu despertar de seu transe, uma faísca de desejo e proteção cruzando suas feições pálidas.
— Saia — rosnou Caius, sua voz vibrando com uma ameaça que não admitia réplicas.
— Mas, mestre... eu ainda não terminei... — gaguejou o vampiro.
— Agora! — Aro ordenou, sem tirar os olhos de S/N. — Jane, Alec, escoltem nosso convidado para fora. Resolveremos isso em outro século. Ou nunca.
Em segundos, o salão estava vazio, restando apenas os três reis e a bruxa-vampira que os mantinha em seus pés. S/N parou diante deles, um sorriso travesso brincando em seus lábios. Ela sabia exatamente o efeito que causava. Ela inclinou o corpo levemente para frente, permitindo que o decote se abrisse ainda mais, revelando a pele pálida e perfeita que eles tanto amavam marcar.
— Interrompi algo importante, meus amores? — perguntou ela, sua voz carregada de uma doçura calculada.
— Nada que se compare à visão que você nos oferece, minha vida — disse Aro, descendo os degraus do estrado com uma velocidade sobre-humana para tomar a mão dela e beijar os nós dos dedos.
— Você está sendo uma distração perigosa, S/N — murmurou Caius, aproximando-se por trás dela e envolvendo a cintura fina com seus braços fortes, enquanto enterrava o rosto na curva do pescoço dela. — Esse vestido... é um convite para o pecado.
— Eu senti falta de vocês — ela disse, fazendo um biquinho manhoso e se encostando no peito de Caius. — O castelo é tão grande e eu me senti tão sozinha...
Marcus aproximou-se por último, tocando o rosto dela com uma delicadeza que ele reservava apenas para ela. Ele deslizou o polegar pelo lábio inferior dela, sentindo a maciez da pele.
— Você sabe que nunca está sozinha — disse Marcus em voz baixa. — Nossos laços nos puxam para você, não importa onde estejamos.
— Então me provem — desafiou ela, olhando de um para o outro com olhos brilhantes. — Quero que parem de ser reis por um momento e sejam apenas meus.
Aro soltou uma risada curta e sombria, seus olhos queimando de desejo. Sem dizer mais uma palavra, ele a pegou no colo, o vestido subindo perigosamente pelas coxas dela.
— Para o quarto — ordenou Aro, embora não houvesse ninguém para ouvir além de seus irmãos.
O trajeto até os aposentos privados foi um borrão de velocidade vampírica. Assim que as portas do quarto se fecharam e foram trancadas, a contenção que os três reis mantinham no salão do trono desapareceu completamente.
S/N foi depositada sobre a imensa cama de dossel com lençóis de cetim negro. O contraste de sua pele e do vestido vermelho contra o tecido escuro era uma obra de arte que eles estavam ansiosos para desfrutar.
Caius foi o primeiro a se aproximar, suas mãos grandes e ávidas encontrando imediatamente o que ele mais desejava. Ele apertou os seios dela por cima do tecido fino, arrancando um gemido sôfrego de S/N.
— Tão macia... — ele rosnou contra a orelha dela. — Eu odeio que esse vestido esconda o que é meu.
— Então tire — sussurrou ela, arqueando as costas para ele.
Aro e Marcus não ficaram para trás. Enquanto Caius se ocupava em livrá-la da seda vermelha, Aro beijava suas pernas, subindo lentamente, enquanto Marcus segurava suas mãos acima da cabeça, entrelaçando seus dedos com os dela, compartilhando a conexão emocional intensa que o prazer proporcionava.
Quando o vestido finalmente caiu no chão, S/N estava nua e radiante sob o olhar faminto de seus três maridos. O poder de bruxa que corria em suas veias parecia vibrar em sintonia com a sede de vampiro deles. A noite foi uma sinfonia de toques, sussurros e uma paixão que apenas seres imortais poderiam sustentar. Eles a adoraram como a deusa que ela era, focando cada grama de sua atenção em seus desejos, em seus gemidos e, especialmente, na beleza de seu corpo que eles tanto cobiçavam.
...
A luz pálida da manhã da Toscana começou a se infiltrar pelas frestas das cortinas pesadas de veludo. S/N despertou lentamente, sentindo o peso reconfortante de corpos frios e sólidos ao seu redor.
Ela tentou se mexer, mas percebeu que estava completamente cercada. Aro tinha a cabeça repousada perto de seu ombro, uma das mãos ainda descansando possessivamente sobre seu seio esquerdo. Caius estava abraçado às suas pernas, como se temesse que ela fugisse no meio da noite, e Marcus estava atrás dela, seu braço passando por sua cintura, mantendo-a colada ao seu peito.
S/N soltou um suspiro longo e manhoso, esfregando o rosto no travesseiro. Ela se sentia maravilhosamente bem, mas a carência matinal já começava a dar sinais.
— Acordem... — ela resmungou, mexendo os ombros. — Eu quero atenção.
Aro foi o primeiro a abrir os olhos, um sorriso imediato surgindo em seu rosto ao ver a expressão de sua esposa.
— Mas nós lhe demos toda a atenção do mundo nas últimas dez horas, minha querida — disse ele, sua voz matinal ainda mais profunda.
— Não é o suficiente — ela respondeu, fazendo um biquinho e se virando nos braços de Marcus para encará-lo. — Eu acordei carente.
Marcus abriu os olhos e sorriu suavemente, beijando a testa dela.
— Você é a criatura mais manhosa que já caminhou sobre esta terra, S/N. E olha que eu já vi muita coisa em três mil anos.
Caius, despertado pelo movimento, subiu pela cama até ficar cara a cara com ela. Ele acariciou o cabelo curto dela, bagunçando-o ainda mais.
— O que você quer, pequena bruxa? — perguntou ele, embora já soubesse a resposta.
— Quero que vocês fiquem aqui comigo o dia todo — ela disse, envolvendo o pescoço de Caius e puxando-o para mais perto. — Nada de reuniões, nada de execuções, nada de guardas chatos. Só eu, vocês e muitos mimos.
— Temos assuntos pendentes com o clã romeno hoje, Aro — lembrou Marcus, embora seu tom indicasse que ele não tinha a menor intenção de sair dali.
Aro olhou para S/N, que agora esfregava o rosto no peito de Caius como um gatinho pedindo carinho, seus seios pressionados contra o marido. O rei dos Volturi suspirou, derrotado pela visão de sua esposa.
— Os romenos esperaram séculos para nos desafiar — disse Aro, recostando-se nos travesseiros e puxando S/N para o seu colo. — Eles podem esperar mais vinte e quatro horas.
A alegria de S/N foi instantânea. Ela se iluminou, distribuindo beijos rápidos nos três.
— Eu amo vocês — ela exclamou, voltando a se aninhar entre eles. — Agora, Marcus, faça aquela massagem que só você sabe fazer. Caius, eu quero uvas e sangue fresco. E Aro... você vai ter que me contar histórias até eu decidir que quero levantar.
— Seus desejos são ordens, minha rainha — disse Aro, enquanto Marcus começava a massagear seus ombros e Caius se levantava, relutante mas obediente, para buscar o que ela pedira.
S/N fechou os olhos, sentindo-se a mulher mais poderosa do mundo. Não por causa de sua magia ou de sua imortalidade, mas porque tinha os três seres mais temidos do mundo na palma de sua mão, prontos para satisfazer cada um de seus caprichos manhosos. E ela pretendia aproveitar cada segundo daquele dia.
Aro mantinha os dedos entrelaçados, um sorriso enigmático nos lábios, enquanto seus olhos escuros brilhavam com uma curiosidade predatória. Caius, ao seu lado, parecia a um passo de ordenar uma execução imediata, sua mão apertando o braço do trono com força suficiente para rachar a madeira. Marcus, como sempre, parecia distante, envolto em sua aura de apatia milenar, embora seus olhos estivessem fixos no infeliz vampiro que tremia diante deles.
— O que você nos traz, caro amigo, são apenas desculpas — disse Aro, sua voz suave como veludo, mas afiada como uma navalha. — E a lei, como você bem sabe, não se curva a...
As portas duplas de carvalho pesado se abriram com um estrondo suave, mas decidido. O som dos saltos altos ecoando contra o mármore polido interrompeu a sentença de Aro instantaneamente.
S/N entrou no salão. Seus cabelos curtos, estilizados com uma elegância moderna que contrastava com a antiguidade do lugar, emolduravam seu rosto de boneca. Ela usava um vestido de seda vermelha tão justo que parecia uma segunda pele, com um decote profundo que realçava generosamente seus seios fartos, o atributo que seus maridos mais reverenciavam. O tecido balançava ao redor de suas coxas a cada passo provante que ela dava em direção ao centro da sala.
O emissário, esquecendo-se do perigo mortal em que se encontrava, cometeu o erro de deixar os olhos vagarem pelo corpo da mulher que se aproximava.
A atmosfera na sala mudou em um milésimo de segundo. O tédio de Aro evaporou, substituído por uma possessividade ardente. Caius levantou-se parcialmente do trono, seus olhos vermelhos fixos no intruso que ousava olhar para sua esposa. Até Marcus pareceu despertar de seu transe, uma faísca de desejo e proteção cruzando suas feições pálidas.
— Saia — rosnou Caius, sua voz vibrando com uma ameaça que não admitia réplicas.
— Mas, mestre... eu ainda não terminei... — gaguejou o vampiro.
— Agora! — Aro ordenou, sem tirar os olhos de S/N. — Jane, Alec, escoltem nosso convidado para fora. Resolveremos isso em outro século. Ou nunca.
Em segundos, o salão estava vazio, restando apenas os três reis e a bruxa-vampira que os mantinha em seus pés. S/N parou diante deles, um sorriso travesso brincando em seus lábios. Ela sabia exatamente o efeito que causava. Ela inclinou o corpo levemente para frente, permitindo que o decote se abrisse ainda mais, revelando a pele pálida e perfeita que eles tanto amavam marcar.
— Interrompi algo importante, meus amores? — perguntou ela, sua voz carregada de uma doçura calculada.
— Nada que se compare à visão que você nos oferece, minha vida — disse Aro, descendo os degraus do estrado com uma velocidade sobre-humana para tomar a mão dela e beijar os nós dos dedos.
— Você está sendo uma distração perigosa, S/N — murmurou Caius, aproximando-se por trás dela e envolvendo a cintura fina com seus braços fortes, enquanto enterrava o rosto na curva do pescoço dela. — Esse vestido... é um convite para o pecado.
— Eu senti falta de vocês — ela disse, fazendo um biquinho manhoso e se encostando no peito de Caius. — O castelo é tão grande e eu me senti tão sozinha...
Marcus aproximou-se por último, tocando o rosto dela com uma delicadeza que ele reservava apenas para ela. Ele deslizou o polegar pelo lábio inferior dela, sentindo a maciez da pele.
— Você sabe que nunca está sozinha — disse Marcus em voz baixa. — Nossos laços nos puxam para você, não importa onde estejamos.
— Então me provem — desafiou ela, olhando de um para o outro com olhos brilhantes. — Quero que parem de ser reis por um momento e sejam apenas meus.
Aro soltou uma risada curta e sombria, seus olhos queimando de desejo. Sem dizer mais uma palavra, ele a pegou no colo, o vestido subindo perigosamente pelas coxas dela.
— Para o quarto — ordenou Aro, embora não houvesse ninguém para ouvir além de seus irmãos.
O trajeto até os aposentos privados foi um borrão de velocidade vampírica. Assim que as portas do quarto se fecharam e foram trancadas, a contenção que os três reis mantinham no salão do trono desapareceu completamente.
S/N foi depositada sobre a imensa cama de dossel com lençóis de cetim negro. O contraste de sua pele e do vestido vermelho contra o tecido escuro era uma obra de arte que eles estavam ansiosos para desfrutar.
Caius foi o primeiro a se aproximar, suas mãos grandes e ávidas encontrando imediatamente o que ele mais desejava. Ele apertou os seios dela por cima do tecido fino, arrancando um gemido sôfrego de S/N.
— Tão macia... — ele rosnou contra a orelha dela. — Eu odeio que esse vestido esconda o que é meu.
— Então tire — sussurrou ela, arqueando as costas para ele.
Aro e Marcus não ficaram para trás. Enquanto Caius se ocupava em livrá-la da seda vermelha, Aro beijava suas pernas, subindo lentamente, enquanto Marcus segurava suas mãos acima da cabeça, entrelaçando seus dedos com os dela, compartilhando a conexão emocional intensa que o prazer proporcionava.
Quando o vestido finalmente caiu no chão, S/N estava nua e radiante sob o olhar faminto de seus três maridos. O poder de bruxa que corria em suas veias parecia vibrar em sintonia com a sede de vampiro deles. A noite foi uma sinfonia de toques, sussurros e uma paixão que apenas seres imortais poderiam sustentar. Eles a adoraram como a deusa que ela era, focando cada grama de sua atenção em seus desejos, em seus gemidos e, especialmente, na beleza de seu corpo que eles tanto cobiçavam.
...
A luz pálida da manhã da Toscana começou a se infiltrar pelas frestas das cortinas pesadas de veludo. S/N despertou lentamente, sentindo o peso reconfortante de corpos frios e sólidos ao seu redor.
Ela tentou se mexer, mas percebeu que estava completamente cercada. Aro tinha a cabeça repousada perto de seu ombro, uma das mãos ainda descansando possessivamente sobre seu seio esquerdo. Caius estava abraçado às suas pernas, como se temesse que ela fugisse no meio da noite, e Marcus estava atrás dela, seu braço passando por sua cintura, mantendo-a colada ao seu peito.
S/N soltou um suspiro longo e manhoso, esfregando o rosto no travesseiro. Ela se sentia maravilhosamente bem, mas a carência matinal já começava a dar sinais.
— Acordem... — ela resmungou, mexendo os ombros. — Eu quero atenção.
Aro foi o primeiro a abrir os olhos, um sorriso imediato surgindo em seu rosto ao ver a expressão de sua esposa.
— Mas nós lhe demos toda a atenção do mundo nas últimas dez horas, minha querida — disse ele, sua voz matinal ainda mais profunda.
— Não é o suficiente — ela respondeu, fazendo um biquinho e se virando nos braços de Marcus para encará-lo. — Eu acordei carente.
Marcus abriu os olhos e sorriu suavemente, beijando a testa dela.
— Você é a criatura mais manhosa que já caminhou sobre esta terra, S/N. E olha que eu já vi muita coisa em três mil anos.
Caius, despertado pelo movimento, subiu pela cama até ficar cara a cara com ela. Ele acariciou o cabelo curto dela, bagunçando-o ainda mais.
— O que você quer, pequena bruxa? — perguntou ele, embora já soubesse a resposta.
— Quero que vocês fiquem aqui comigo o dia todo — ela disse, envolvendo o pescoço de Caius e puxando-o para mais perto. — Nada de reuniões, nada de execuções, nada de guardas chatos. Só eu, vocês e muitos mimos.
— Temos assuntos pendentes com o clã romeno hoje, Aro — lembrou Marcus, embora seu tom indicasse que ele não tinha a menor intenção de sair dali.
Aro olhou para S/N, que agora esfregava o rosto no peito de Caius como um gatinho pedindo carinho, seus seios pressionados contra o marido. O rei dos Volturi suspirou, derrotado pela visão de sua esposa.
— Os romenos esperaram séculos para nos desafiar — disse Aro, recostando-se nos travesseiros e puxando S/N para o seu colo. — Eles podem esperar mais vinte e quatro horas.
A alegria de S/N foi instantânea. Ela se iluminou, distribuindo beijos rápidos nos três.
— Eu amo vocês — ela exclamou, voltando a se aninhar entre eles. — Agora, Marcus, faça aquela massagem que só você sabe fazer. Caius, eu quero uvas e sangue fresco. E Aro... você vai ter que me contar histórias até eu decidir que quero levantar.
— Seus desejos são ordens, minha rainha — disse Aro, enquanto Marcus começava a massagear seus ombros e Caius se levantava, relutante mas obediente, para buscar o que ela pedira.
S/N fechou os olhos, sentindo-se a mulher mais poderosa do mundo. Não por causa de sua magia ou de sua imortalidade, mas porque tinha os três seres mais temidos do mundo na palma de sua mão, prontos para satisfazer cada um de seus caprichos manhosos. E ela pretendia aproveitar cada segundo daquele dia.
