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Casal
Fandom: Baki hanma
Criado: 10/06/2026
Tags
RomancePWP (Enredo? Que enredo?)CiúmesHistória DomésticaLinguagem ExplícitaCenário Canônico
Entre o Aço e a Pele
O ar dentro da academia subterrânea era denso, saturado com o cheiro de suor, ferro e a aura esmagadora de homens que viviam para a violência. S/n estava encostada em um dos aparelhos de supino, sua figura contrastando drasticamente com o ambiente bruto. Ela usava um top de compressão preto, decotado o suficiente para que seus seios fartos fossem o foco inevitável de qualquer olhar, e uma calça legging que moldava suas curvas. Seus cabelos curtos, cacheados com mechas vermelho-sangue, emolduravam o rosto de pele clara, dando-lhe um ar de rebeldia que escondia a força descomunal que ela possuía.
Ela conversava animadamente com um dos frequentadores assíduos, um lutador peso-pesado que tentava, sem muito sucesso, manter o contato visual com os olhos dela, em vez de deixar o olhar descer para o decote generoso. S/n ria de algo que ele dissera, jogando a cabeça para trás, o que só fazia o tecido do top esticar ainda mais sobre sua pele.
A poucos metros dali, a atmosfera mudou. O som de pesos colidindo parou abruptamente. Jack Hanma, um gigante de músculos reconstruídos e cicatrizes que contavam histórias de agonia, soltou a barra que segurava. Ao seu lado, Kaoru Hanayama, o "Lutador de Pé", exalava uma pressão silenciosa, suas costas tatuadas com o *Otokodachi* parecendo ganhar vida sob a luz fluorescente.
Os dois homens, que raramente concordavam em algo que não fosse o amor possessivo por S/n, trocaram um olhar rápido. Não precisavam de palavras. O ciúme era uma chama que queimava rápido em ambos.
Jack aproximou-se primeiro, sua sombra cobrindo S/n e o interlocutor dela. Ele era uma montanha de carne e determinação, e sua presença fez o outro lutador dar um passo instintivo para trás.
— A conversa parece boa — disse Jack, sua voz rouca e profunda vibrando no peito de S/n.
— Oh, Jack! Estávamos apenas discutindo técnicas de solo — S/n respondeu, com um sorriso travesso, sabendo exatamente o efeito que causava.
Hanayama parou do outro lado dela, cruzando os braços imensos sobre o peito. Ele não disse nada, mas a forma como seus olhos frios fixaram-se no homem à frente foi o suficiente para fazer o sujeito gaguejar.
— Eu... eu já estava de saída. Bom treino para vocês — o homem murmurou, afastando-se apressadamente.
S/n cruzou os braços, o que acabou elevando ainda mais seus seios, oferecendo uma visão que fez os maxilares de seus dois namorados travarem.
— Vocês são impossíveis — disse ela, embora houvesse diversão em seu tom. — Ele era só um amigo.
— Amigos não olham para o que é meu daquela forma — rosnou Jack, envolvendo a cintura dela com uma mão que cobria quase toda a extensão de suas costas.
— Já chega de academia por hoje — Hanayama sentenciou, sua voz calma escondendo a possessividade latente. — Vamos para casa. Agora.
O trajeto até o apartamento que os três compartilhavam foi envolto em um silêncio carregado. Jack dirigia com uma mão no volante e a outra apertando a coxa de S/n, enquanto Hanayama, no banco de trás, mantinha os olhos fixos na nuca dela, emanando uma energia que prometia que a noite estava apenas começando.
Assim que a porta do apartamento se fechou e a tranca foi girada, a tensão explodiu. S/n mal teve tempo de tirar os sapatos antes de ser prensada contra a parede de entrada pelo corpo massivo de Jack.
— Você gosta de provocar, não gosta? — Jack sussurrou contra o pescoço dela, sua respiração quente enviando arrepios pela espinha de S/n.
— Eu não fiz nada, Jack... — ela começou a dizer, mas foi interrompida pelas mãos grandes de Hanayama que desceram sobre seus ombros por trás.
— Você sabe o que aquela roupa faz com os homens, S/n — disse Hanayama, inclinando-se para frente. — E sabe o que faz conosco.
Sem mais avisos, Jack segurou S/n pelas coxas e a ergueu como se ela não pesasse nada. Ela entrelaçou as pernas na cintura dele, seus seios pressionados contra o peito rígido do Hanma. Eles se moveram para o quarto espaçoso, onde a cama reforçada era o único móvel capaz de suportar o peso dos dois gigantes e da mulher que os dominava pelo coração.
Jack a deitou no centro do colchão, mas antes que pudesse se despir, Hanayama sentou-se na beirada da cama. O mestre da Yakuza puxou-a para perto, fazendo-a sentar entre suas pernas. Com uma reverência quase ritualística, ele levou as mãos ao top dela, puxando o tecido para baixo e libertando os seios fartos que tanto os fascinavam.
— Tão macia... — murmurou Hanayama, enterrando o rosto no decote dela.
S/n soltou um suspiro pesado, suas mãos acariciando os cabelos negros de Hanayama enquanto ele esfregava o rosto contra a pele clara de seus seios, inalando o perfume dela. Jack, do outro lado, não ficou atrás. Ele se ajoelhou na cama e reivindicou o outro seio, cercando-a com seu tamanho descomunal.
Para Jack e Hanayama, aquele era o porto seguro. Eles eram monstros no campo de batalha, homens que buscavam a força suprema, mas nos braços de S/n, e especificamente ali, entre o calor de seu peito, eles encontravam uma paz que nenhuma vitória poderia dar.
— Vocês são tão carentes quando estão com ciúmes — S/n provocou, arqueando as costas para oferecer mais acesso a eles.
— Cale a boca e nos deixe cuidar de você — rosnou Jack, antes de morder levemente a curva do seio dela, fazendo-a gemer.
As roupas foram descartadas rapidamente. O contraste era magnífico: a pele alva e delicada de S/n contra a pele bronzeada, marcada por cicatrizes de balas e cortes profundos de Hanayama, e o corpo hiper-musculado e transformado cirurgicamente de Jack.
Hanayama a deitou de costas, suas mãos grandes e calejadas explorando cada centímetro das curvas dela com uma delicadeza surpreendente para um homem que podia esmagar ossos com os dedos. Ele se posicionou entre as pernas dela, enquanto Jack ficava acima, os braços sustentando o peso sobre ela, criando um casulo de músculos e calor.
— Você é nossa, S/n — Jack declarou, os olhos brilhando com uma intensidade selvagem. — Nunca se esqueça disso.
— Eu nunca esqueço — ela respondeu, puxando Jack para um beijo profundo e faminto, enquanto sentia Hanayama se ajustar contra ela embaixo.
O ato que se seguiu foi uma mistura de força bruta e adoração absoluta. Jack a possuía com a intensidade de um animal, cada estocada ecoando a força que ele usava no ringue, mas seus olhos nunca saíam dos dela, buscando aprovação, buscando conexão. Hanayama, por sua vez, era o alicerce, suas mãos segurando-as firmemente, seus beijos marcando a pele dela como se estivesse reivindicando território.
S/n recebia ambos com uma vitalidade que provava por que ela era a única mulher capaz de estar com eles. Ela não era apenas uma companheira; ela era o centro de gravidade de dois dos homens mais perigosos do mundo.
— Mais... Jack... Kaoru... — ela implorava, suas unhas cravando-se nos ombros largos de Jack e nas costas tatuadas de Hanayama.
O quarto foi preenchido pelo som de respirações pesadas, o ranger da cama e os gemidos de prazer de S/n. Quando o ápice chegou, foi como uma explosão de sentidos. Jack desabou sobre ela, cuidadoso para não esmagá-la, enquanto Hanayama a abraçava por trás, ambos respirando de forma errática.
Minutos depois, o silêncio retornou, mas desta vez era um silêncio de satisfação. Como era de costume, os dois gigantes se acomodaram ao redor dela. S/n, exausta e feliz, sentiu a cabeça de Jack repousar em um de seus seios, enquanto Hanayama se aninhava no outro.
Eles ficaram ali, dois predadores domados pela mulher que amavam, encontrando conforto na maciez de seu corpo. S/n sorriu, acariciando os cabelos de ambos, sentindo o peso reconfortante de suas cabeças contra seu peito.
— Melhor agora? — ela perguntou em um sussurro.
— Sim — respondeu Hanayama, fechando os olhos.
— Por enquanto — completou Jack, apertando-a um pouco mais antes de finalmente se entregar ao sono, protegendo seu tesouro entre as garras.
Ela conversava animadamente com um dos frequentadores assíduos, um lutador peso-pesado que tentava, sem muito sucesso, manter o contato visual com os olhos dela, em vez de deixar o olhar descer para o decote generoso. S/n ria de algo que ele dissera, jogando a cabeça para trás, o que só fazia o tecido do top esticar ainda mais sobre sua pele.
A poucos metros dali, a atmosfera mudou. O som de pesos colidindo parou abruptamente. Jack Hanma, um gigante de músculos reconstruídos e cicatrizes que contavam histórias de agonia, soltou a barra que segurava. Ao seu lado, Kaoru Hanayama, o "Lutador de Pé", exalava uma pressão silenciosa, suas costas tatuadas com o *Otokodachi* parecendo ganhar vida sob a luz fluorescente.
Os dois homens, que raramente concordavam em algo que não fosse o amor possessivo por S/n, trocaram um olhar rápido. Não precisavam de palavras. O ciúme era uma chama que queimava rápido em ambos.
Jack aproximou-se primeiro, sua sombra cobrindo S/n e o interlocutor dela. Ele era uma montanha de carne e determinação, e sua presença fez o outro lutador dar um passo instintivo para trás.
— A conversa parece boa — disse Jack, sua voz rouca e profunda vibrando no peito de S/n.
— Oh, Jack! Estávamos apenas discutindo técnicas de solo — S/n respondeu, com um sorriso travesso, sabendo exatamente o efeito que causava.
Hanayama parou do outro lado dela, cruzando os braços imensos sobre o peito. Ele não disse nada, mas a forma como seus olhos frios fixaram-se no homem à frente foi o suficiente para fazer o sujeito gaguejar.
— Eu... eu já estava de saída. Bom treino para vocês — o homem murmurou, afastando-se apressadamente.
S/n cruzou os braços, o que acabou elevando ainda mais seus seios, oferecendo uma visão que fez os maxilares de seus dois namorados travarem.
— Vocês são impossíveis — disse ela, embora houvesse diversão em seu tom. — Ele era só um amigo.
— Amigos não olham para o que é meu daquela forma — rosnou Jack, envolvendo a cintura dela com uma mão que cobria quase toda a extensão de suas costas.
— Já chega de academia por hoje — Hanayama sentenciou, sua voz calma escondendo a possessividade latente. — Vamos para casa. Agora.
O trajeto até o apartamento que os três compartilhavam foi envolto em um silêncio carregado. Jack dirigia com uma mão no volante e a outra apertando a coxa de S/n, enquanto Hanayama, no banco de trás, mantinha os olhos fixos na nuca dela, emanando uma energia que prometia que a noite estava apenas começando.
Assim que a porta do apartamento se fechou e a tranca foi girada, a tensão explodiu. S/n mal teve tempo de tirar os sapatos antes de ser prensada contra a parede de entrada pelo corpo massivo de Jack.
— Você gosta de provocar, não gosta? — Jack sussurrou contra o pescoço dela, sua respiração quente enviando arrepios pela espinha de S/n.
— Eu não fiz nada, Jack... — ela começou a dizer, mas foi interrompida pelas mãos grandes de Hanayama que desceram sobre seus ombros por trás.
— Você sabe o que aquela roupa faz com os homens, S/n — disse Hanayama, inclinando-se para frente. — E sabe o que faz conosco.
Sem mais avisos, Jack segurou S/n pelas coxas e a ergueu como se ela não pesasse nada. Ela entrelaçou as pernas na cintura dele, seus seios pressionados contra o peito rígido do Hanma. Eles se moveram para o quarto espaçoso, onde a cama reforçada era o único móvel capaz de suportar o peso dos dois gigantes e da mulher que os dominava pelo coração.
Jack a deitou no centro do colchão, mas antes que pudesse se despir, Hanayama sentou-se na beirada da cama. O mestre da Yakuza puxou-a para perto, fazendo-a sentar entre suas pernas. Com uma reverência quase ritualística, ele levou as mãos ao top dela, puxando o tecido para baixo e libertando os seios fartos que tanto os fascinavam.
— Tão macia... — murmurou Hanayama, enterrando o rosto no decote dela.
S/n soltou um suspiro pesado, suas mãos acariciando os cabelos negros de Hanayama enquanto ele esfregava o rosto contra a pele clara de seus seios, inalando o perfume dela. Jack, do outro lado, não ficou atrás. Ele se ajoelhou na cama e reivindicou o outro seio, cercando-a com seu tamanho descomunal.
Para Jack e Hanayama, aquele era o porto seguro. Eles eram monstros no campo de batalha, homens que buscavam a força suprema, mas nos braços de S/n, e especificamente ali, entre o calor de seu peito, eles encontravam uma paz que nenhuma vitória poderia dar.
— Vocês são tão carentes quando estão com ciúmes — S/n provocou, arqueando as costas para oferecer mais acesso a eles.
— Cale a boca e nos deixe cuidar de você — rosnou Jack, antes de morder levemente a curva do seio dela, fazendo-a gemer.
As roupas foram descartadas rapidamente. O contraste era magnífico: a pele alva e delicada de S/n contra a pele bronzeada, marcada por cicatrizes de balas e cortes profundos de Hanayama, e o corpo hiper-musculado e transformado cirurgicamente de Jack.
Hanayama a deitou de costas, suas mãos grandes e calejadas explorando cada centímetro das curvas dela com uma delicadeza surpreendente para um homem que podia esmagar ossos com os dedos. Ele se posicionou entre as pernas dela, enquanto Jack ficava acima, os braços sustentando o peso sobre ela, criando um casulo de músculos e calor.
— Você é nossa, S/n — Jack declarou, os olhos brilhando com uma intensidade selvagem. — Nunca se esqueça disso.
— Eu nunca esqueço — ela respondeu, puxando Jack para um beijo profundo e faminto, enquanto sentia Hanayama se ajustar contra ela embaixo.
O ato que se seguiu foi uma mistura de força bruta e adoração absoluta. Jack a possuía com a intensidade de um animal, cada estocada ecoando a força que ele usava no ringue, mas seus olhos nunca saíam dos dela, buscando aprovação, buscando conexão. Hanayama, por sua vez, era o alicerce, suas mãos segurando-as firmemente, seus beijos marcando a pele dela como se estivesse reivindicando território.
S/n recebia ambos com uma vitalidade que provava por que ela era a única mulher capaz de estar com eles. Ela não era apenas uma companheira; ela era o centro de gravidade de dois dos homens mais perigosos do mundo.
— Mais... Jack... Kaoru... — ela implorava, suas unhas cravando-se nos ombros largos de Jack e nas costas tatuadas de Hanayama.
O quarto foi preenchido pelo som de respirações pesadas, o ranger da cama e os gemidos de prazer de S/n. Quando o ápice chegou, foi como uma explosão de sentidos. Jack desabou sobre ela, cuidadoso para não esmagá-la, enquanto Hanayama a abraçava por trás, ambos respirando de forma errática.
Minutos depois, o silêncio retornou, mas desta vez era um silêncio de satisfação. Como era de costume, os dois gigantes se acomodaram ao redor dela. S/n, exausta e feliz, sentiu a cabeça de Jack repousar em um de seus seios, enquanto Hanayama se aninhava no outro.
Eles ficaram ali, dois predadores domados pela mulher que amavam, encontrando conforto na maciez de seu corpo. S/n sorriu, acariciando os cabelos de ambos, sentindo o peso reconfortante de suas cabeças contra seu peito.
— Melhor agora? — ela perguntou em um sussurro.
— Sim — respondeu Hanayama, fechando os olhos.
— Por enquanto — completou Jack, apertando-a um pouco mais antes de finalmente se entregar ao sono, protegendo seu tesouro entre as garras.
