
← Voltar à lista de fanfics
0 curtida
Basilous e sua noite quente
Fandom: Fpe Advanced Class
Criado: 10/06/2026
Tags
PWP (Enredo? Que enredo?)SombrioHorror CorporalDramaPsicológicoLinguagem ExplícitaCenário Canônico
Segredos Sob a Superfície de Papel
Os corredores da Paper School sempre exalavam aquele cheiro característico de grafite, papel sulfite e uma leve tensão que pairava no ar. Para Basilous, no entanto, aquele ambiente era o seu reino. Ele caminhava com a postura ereta de quem sabia exatamente o valor de cada centavo que sua família possuía. Suas roupas eram impecáveis, e seu sorriso, embora charmoso, carregava a arrogância de quem se sentia intocável. Ele era rico, era popular e, acima de tudo, ele sabia que todos os olhos estavam voltados para ele.
Mas Basilous não era apenas uma figura de status. Ele tinha seus mistérios, segredos que guardava sob as camadas de sua personalidade altiva. E havia apenas uma pessoa na escola que ele permitia que visse além da fachada: RAM.
RAM era o oposto da polidez de Basilous. O valentão da escola era força bruta, intimidação e um olhar que parecia queimar qualquer um que ousasse desafiá-lo. Apesar das diferenças óbvias de classe e comportamento, os dois nutriam uma amizade estranha, alimentada por um respeito mútuo e uma tensão que poucos conseguiam decifrar.
Naquela tarde, após o sinal da última aula, o prédio parecia estranhamente silencioso. Eles haviam se retirado para uma das salas de armazenamento desativadas no final do corredor da Classe Avançada. O lugar estava repleto de caixas velhas e carteiras quebradas, mas para eles, era o refúgio perfeito.
Basilous estava encostado em uma mesa de madeira gasta, observando RAM, que chutava uma lata vazia com tédio. O jovem rico sentia uma curiosidade pulsante, algo que vinha guardando há dias. Ele queria testar os limites de RAM, queria ver até onde a brutalidade do amigo se transformaria em algo mais... íntimo.
— Você sempre parece tão entediado, RAM — comentou Basilous, passando a mão pelo cabelo perfeitamente penteado. — Como se nada neste mundo fosse capaz de te surpreender de verdade.
RAM parou de chutar a lata e olhou para ele, os olhos estreitados.
— E o que você sugere, riquinho? — a voz de RAM era um rosnado baixo. — Vai me mostrar a sua nova coleção de relógios ou alguma outra futilidade que o dinheiro do seu pai comprou?
Basilous soltou uma risada baixa, uma nota de desafio dançando em sua garganta.
— Oh, não. Eu tenho algo muito mais exclusivo para te mostrar. Algo que ninguém mais nesta escola jamais sonhou em ver.
Com um movimento calculado e desprovido de qualquer hesitação, Basilous se virou de costas para RAM. Ele se inclinou levemente sobre a mesa, sentindo o tecido caro de suas calças esticar. Com as mãos ágeis, ele baixou a vestimenta, revelando sua anatomia única e bizarra, um segredo que ele carregava como uma marca de sua própria natureza excepcional.
Ele usou os dedos para separar as nádegas, expondo a visão para RAM. Ali, diante dos olhos arregalados do valentão, estavam dois ânus rosados. O de baixo apresentava cicatrizes finas e precisas, estando completamente costurado, um detalhe que conferia uma aura de mistério e dor contida. Já o de cima estava exposto, úmido e convidativo.
O silêncio na sala tornou-se ensurdecedor. RAM, que sempre se orgulhava de sua impassibilidade, sentiu o rosto esquentar instantaneamente. Um rubor intenso subiu por seu pescoço, e sua expressão de tédio foi substituída por um desejo malicioso e cru. Ele deu um passo à frente, sua respiração tornando-se pesada.
— O que... o que é isso, Basilous? — murmurou RAM, a voz falhando levemente pela primeira vez.
— Um privilégio — respondeu Basilous, olhando por cima do ombro com um sorriso provocante. — Algo que só você tem a honra de contemplar.
RAM não conseguiu se conter. Ele estendeu a mão, os dedos ásperos contrastando com a pele pálida e macia de Basilous. Ele tocou primeiro o ânus de baixo, aquele que estava costurado. O contato foi leve, mas o efeito foi imediato.
Basilous tremeu violentamente. Um calafrio percorreu sua espinha, e ele sentiu os joelhos fraquejarem por um momento. O toque de RAM era possessivo, carregado de uma curiosidade sombria que Basilous achava irresistível.
— Você está tremendo — notou RAM, sua voz agora mais profunda, carregada de uma intenção óbvia.
— É uma sensação... nova — confessou Basilous, fechando os olhos e deixando a cabeça pender para frente.
RAM não parou por ali. Seus dedos subiram lentamente, abandonando a parte costurada para explorar a abertura exposta acima. Ele sentiu o calor que emanava dali, a promessa de um prazer que nenhum dos dois jamais havia experimentado naquela intensidade.
Sem aviso, RAM se inclinou. O valentão, movido por um instinto que ignorava qualquer regra de conduta, aproximou o rosto da intimidade de Basilous. Ele começou a usar a língua, indo direto para o ânus de cima, chupando-o com uma voracidade que pegou Basilous de surpresa.
— Ah! — o gemido escapou dos lábios de Basilous sem que ele pudesse controlar.
Era um som de puro prazer, uma nota alta que ecoou pelas paredes da sala empoeirada. Ele agarrou a borda da mesa com tanta força que seus nós dos dedos ficaram brancos. A sensação da língua de RAM, quente e úmida, explorando cada centímetro de sua abertura, era avassaladora.
— Mais... — implorou Basilous, a arrogância de antes derretendo-se em uma necessidade desesperada. — RAM, por favor...
RAM não respondeu com palavras. Ele apenas intensificou o ritmo, suas mãos agora apertando as nádegas de Basilous com força, deixando marcas que seriam lembretes daquela tarde por dias. O valentão estava completamente entregue àquela descoberta, fascinado pela forma como o garoto mais popular da escola se desmanchava sob seu toque e sua língua.
— Você gosta disso, não gosta? — perguntou RAM entre uma sucção e outra, sua voz abafada contra a pele de Basilous.
— Eu... eu adoro — ofegou Basilous, sentindo as ondas de prazer atingirem seu ápice. — Continue, não pare...
A dinâmica entre os dois havia mudado para sempre naquele instante. O status, o dinheiro e a reputação de valentão não importavam mais. Naquela sala esquecida da Paper School, havia apenas a descoberta de um segredo rosado e o prazer proibido que unia dois mundos tão distantes. Basilous continuava a gemer, entregue ao êxtase, enquanto RAM se perdia na exploração daquele tesouro escondido, faminto por cada reação que conseguia extrair de seu amigo.
Mas Basilous não era apenas uma figura de status. Ele tinha seus mistérios, segredos que guardava sob as camadas de sua personalidade altiva. E havia apenas uma pessoa na escola que ele permitia que visse além da fachada: RAM.
RAM era o oposto da polidez de Basilous. O valentão da escola era força bruta, intimidação e um olhar que parecia queimar qualquer um que ousasse desafiá-lo. Apesar das diferenças óbvias de classe e comportamento, os dois nutriam uma amizade estranha, alimentada por um respeito mútuo e uma tensão que poucos conseguiam decifrar.
Naquela tarde, após o sinal da última aula, o prédio parecia estranhamente silencioso. Eles haviam se retirado para uma das salas de armazenamento desativadas no final do corredor da Classe Avançada. O lugar estava repleto de caixas velhas e carteiras quebradas, mas para eles, era o refúgio perfeito.
Basilous estava encostado em uma mesa de madeira gasta, observando RAM, que chutava uma lata vazia com tédio. O jovem rico sentia uma curiosidade pulsante, algo que vinha guardando há dias. Ele queria testar os limites de RAM, queria ver até onde a brutalidade do amigo se transformaria em algo mais... íntimo.
— Você sempre parece tão entediado, RAM — comentou Basilous, passando a mão pelo cabelo perfeitamente penteado. — Como se nada neste mundo fosse capaz de te surpreender de verdade.
RAM parou de chutar a lata e olhou para ele, os olhos estreitados.
— E o que você sugere, riquinho? — a voz de RAM era um rosnado baixo. — Vai me mostrar a sua nova coleção de relógios ou alguma outra futilidade que o dinheiro do seu pai comprou?
Basilous soltou uma risada baixa, uma nota de desafio dançando em sua garganta.
— Oh, não. Eu tenho algo muito mais exclusivo para te mostrar. Algo que ninguém mais nesta escola jamais sonhou em ver.
Com um movimento calculado e desprovido de qualquer hesitação, Basilous se virou de costas para RAM. Ele se inclinou levemente sobre a mesa, sentindo o tecido caro de suas calças esticar. Com as mãos ágeis, ele baixou a vestimenta, revelando sua anatomia única e bizarra, um segredo que ele carregava como uma marca de sua própria natureza excepcional.
Ele usou os dedos para separar as nádegas, expondo a visão para RAM. Ali, diante dos olhos arregalados do valentão, estavam dois ânus rosados. O de baixo apresentava cicatrizes finas e precisas, estando completamente costurado, um detalhe que conferia uma aura de mistério e dor contida. Já o de cima estava exposto, úmido e convidativo.
O silêncio na sala tornou-se ensurdecedor. RAM, que sempre se orgulhava de sua impassibilidade, sentiu o rosto esquentar instantaneamente. Um rubor intenso subiu por seu pescoço, e sua expressão de tédio foi substituída por um desejo malicioso e cru. Ele deu um passo à frente, sua respiração tornando-se pesada.
— O que... o que é isso, Basilous? — murmurou RAM, a voz falhando levemente pela primeira vez.
— Um privilégio — respondeu Basilous, olhando por cima do ombro com um sorriso provocante. — Algo que só você tem a honra de contemplar.
RAM não conseguiu se conter. Ele estendeu a mão, os dedos ásperos contrastando com a pele pálida e macia de Basilous. Ele tocou primeiro o ânus de baixo, aquele que estava costurado. O contato foi leve, mas o efeito foi imediato.
Basilous tremeu violentamente. Um calafrio percorreu sua espinha, e ele sentiu os joelhos fraquejarem por um momento. O toque de RAM era possessivo, carregado de uma curiosidade sombria que Basilous achava irresistível.
— Você está tremendo — notou RAM, sua voz agora mais profunda, carregada de uma intenção óbvia.
— É uma sensação... nova — confessou Basilous, fechando os olhos e deixando a cabeça pender para frente.
RAM não parou por ali. Seus dedos subiram lentamente, abandonando a parte costurada para explorar a abertura exposta acima. Ele sentiu o calor que emanava dali, a promessa de um prazer que nenhum dos dois jamais havia experimentado naquela intensidade.
Sem aviso, RAM se inclinou. O valentão, movido por um instinto que ignorava qualquer regra de conduta, aproximou o rosto da intimidade de Basilous. Ele começou a usar a língua, indo direto para o ânus de cima, chupando-o com uma voracidade que pegou Basilous de surpresa.
— Ah! — o gemido escapou dos lábios de Basilous sem que ele pudesse controlar.
Era um som de puro prazer, uma nota alta que ecoou pelas paredes da sala empoeirada. Ele agarrou a borda da mesa com tanta força que seus nós dos dedos ficaram brancos. A sensação da língua de RAM, quente e úmida, explorando cada centímetro de sua abertura, era avassaladora.
— Mais... — implorou Basilous, a arrogância de antes derretendo-se em uma necessidade desesperada. — RAM, por favor...
RAM não respondeu com palavras. Ele apenas intensificou o ritmo, suas mãos agora apertando as nádegas de Basilous com força, deixando marcas que seriam lembretes daquela tarde por dias. O valentão estava completamente entregue àquela descoberta, fascinado pela forma como o garoto mais popular da escola se desmanchava sob seu toque e sua língua.
— Você gosta disso, não gosta? — perguntou RAM entre uma sucção e outra, sua voz abafada contra a pele de Basilous.
— Eu... eu adoro — ofegou Basilous, sentindo as ondas de prazer atingirem seu ápice. — Continue, não pare...
A dinâmica entre os dois havia mudado para sempre naquele instante. O status, o dinheiro e a reputação de valentão não importavam mais. Naquela sala esquecida da Paper School, havia apenas a descoberta de um segredo rosado e o prazer proibido que unia dois mundos tão distantes. Basilous continuava a gemer, entregue ao êxtase, enquanto RAM se perdia na exploração daquele tesouro escondido, faminto por cada reação que conseguia extrair de seu amigo.
