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Mine
Fandom: Blue Lock
Criado: 10/06/2026
Tags
RomanceDramaAngústiaSombrioPWP (Enredo? Que enredo?)Estudo de PersonagemCiúmesLinguagem Explícita
O Desabrochar da Rosa Azul
O silêncio na casa de Michael Kaiser nunca fora algo que o incomodasse, até aquela noite. Geralmente, o vazio de sua mansão servia apenas como um eco para sua própria grandiosidade, um monumento ao "Imperador" que ele se tornara nos campos de futebol. Mas, com Yuki ali, sentada no sofá de couro com as pernas encolhidas e aquele volume indomável de cachos castanhos caindo pelas costas pequenas, o silêncio parecia carregado de eletricidade estática.
Kaiser a observava de soslaio enquanto servia dois copos de água, embora soubesse que nenhum dos dois estava com sede. Yuki era sua âncora, a única pessoa que conhecia o garoto miserável antes da tatuagem de rosa azul subir pelo seu pescoço. Ela era pequena, quase frágil em comparação à sua estatura atlética, com mãos tão miúdas que pareciam de porcelana e uma boca pequena que ele desejava calar com a sua há anos.
— Você está muito quieta hoje, Yuki — disse ele, aproximando-se com a elegância predatória de sempre.
Ele se sentou ao lado dela, propositalmente invadindo seu espaço pessoal. O perfume dela, algo doce e suave que contrastava com o cheiro metálico de ambição que ele exalava, o atingiu em cheio.
— Só estou pensando — respondeu ela em voz baixa, os olhos grandes fixos na TV desligada. — Em como as coisas mudaram. Você é uma estrela agora, Michael. Às vezes sinto que estou visitando um estranho.
Kaiser soltou uma risada curta, um som seco que não chegou aos olhos. Ele deixou o copo na mesa de centro e se inclinou, encurralando-a contra o encosto do sofá.
— Um estranho? — Ele esticou a mão, enroscando os dedos em um dos cachos volumosos dela, sentindo a textura macia. — Eu sou o mesmo de sempre para você. O mesmo Michael que costumava te proteger dos garotos da vizinhança.
— Mas você não me protege mais — sussurrou Yuki, finalmente encontrando o olhar dele. — Agora você é quem me deixa nervosa.
O clima na sala mudou instantaneamente. A tensão romântica que eles cultivaram por quase uma década, alimentada por olhares roubados e toques acidentais, finalmente transbordou. Kaiser sentiu o pulsar de seu próprio sangue. Ele sempre soube que Yuki o amava, da mesma forma possessiva e profunda que ele a desejava. Ele a queria sob seu domínio, não apenas como amiga, mas como sua.
— E o que você quer fazer sobre esse nervosismo? — perguntou ele, a voz descendo uma oitava, tornando-se um rosnado aveludado.
Yuki não respondeu com palavras. Ela apenas entreabriu os lábios, a respiração curta. Kaiser não esperou. Ele a beijou com uma fome que vinha guardando há eras, as mãos pequenas dela subindo para o peito dele, tentando encontrar equilíbrio. O beijo era gosto de antecipação e de uma promessa finalmente cumprida.
Ele a puxou para o colo, sentindo o peso leve dela contra sua coxa. A mão de Kaiser desceu pelas costas de Yuki, sentindo a curva de sua cintura. Ele queria tudo. Queria mostrar a ela quem era o verdadeiro Imperador, mas também queria que ela fosse a única a ver o homem vulnerável por trás da máscara.
— Eu quero que você faça algo por mim — murmurou ele contra o pescoço dela, sentindo-a estremecer.
Kaiser se afastou apenas o suficiente para desabotoar a calça, o olhar fixo nela, desafiador e suplicante ao mesmo tempo. Ele se recostou no sofá, guiando a cabeça dela para baixo.
— Prove o quanto você me quer, Yuki.
Ela hesitou por apenas um segundo, seus olhos brilhando com uma mistura de medo e desejo. Então, com as mãos pequenas tremendo levemente, ela o tocou. Kaiser fechou os olhos, soltando um suspiro pesado quando sentiu a boca pequena dela envolvê-lo. A sensação era avassaladora. Yuki era inexperiente, ele sabia disso, o que tornava cada movimento desajeitado e cada sucção tímida ainda mais excitante.
Ele enterrou os dedos nos cabelos cacheados dela, puxando levemente, guiando o ritmo. O contraste da pele pálida dela contra a sua era uma obra de arte. Kaiser sentia que estava prestes a perder o controle, algo que ele raramente permitia.
— Chega — grunhiu ele, puxando-a para cima antes que fosse tarde demais.
Ele a deitou no tapete felpudo da sala, a luz fraca da cidade entrando pelas janelas de vidro do chão ao teto. Kaiser a despiu com uma urgência controlada, admirando cada centímetro daquele corpo que ele havia idealizado em seus sonhos mais profundos. Ela era perfeita, uma flor que estava prestes a desabrochar em suas mãos.
— Michael... — ela chamou, a voz trêmula. — Eu nunca...
— Eu sei — interrompeu ele, a voz suavizando-se por um breve momento. — Eu vou ser gentil. Mas você é minha, Yuki. Sempre foi.
Ele se posicionou entre as pernas dela, as mãos pequenas dela apertando seus ombros, as unhas cravando-se levemente em sua pele. Kaiser a beijou novamente, abafando o gemido de surpresa dela quando começou a entrar. Ele sentiu a resistência, o momento em que a barreira se
Kaiser a observava de soslaio enquanto servia dois copos de água, embora soubesse que nenhum dos dois estava com sede. Yuki era sua âncora, a única pessoa que conhecia o garoto miserável antes da tatuagem de rosa azul subir pelo seu pescoço. Ela era pequena, quase frágil em comparação à sua estatura atlética, com mãos tão miúdas que pareciam de porcelana e uma boca pequena que ele desejava calar com a sua há anos.
— Você está muito quieta hoje, Yuki — disse ele, aproximando-se com a elegância predatória de sempre.
Ele se sentou ao lado dela, propositalmente invadindo seu espaço pessoal. O perfume dela, algo doce e suave que contrastava com o cheiro metálico de ambição que ele exalava, o atingiu em cheio.
— Só estou pensando — respondeu ela em voz baixa, os olhos grandes fixos na TV desligada. — Em como as coisas mudaram. Você é uma estrela agora, Michael. Às vezes sinto que estou visitando um estranho.
Kaiser soltou uma risada curta, um som seco que não chegou aos olhos. Ele deixou o copo na mesa de centro e se inclinou, encurralando-a contra o encosto do sofá.
— Um estranho? — Ele esticou a mão, enroscando os dedos em um dos cachos volumosos dela, sentindo a textura macia. — Eu sou o mesmo de sempre para você. O mesmo Michael que costumava te proteger dos garotos da vizinhança.
— Mas você não me protege mais — sussurrou Yuki, finalmente encontrando o olhar dele. — Agora você é quem me deixa nervosa.
O clima na sala mudou instantaneamente. A tensão romântica que eles cultivaram por quase uma década, alimentada por olhares roubados e toques acidentais, finalmente transbordou. Kaiser sentiu o pulsar de seu próprio sangue. Ele sempre soube que Yuki o amava, da mesma forma possessiva e profunda que ele a desejava. Ele a queria sob seu domínio, não apenas como amiga, mas como sua.
— E o que você quer fazer sobre esse nervosismo? — perguntou ele, a voz descendo uma oitava, tornando-se um rosnado aveludado.
Yuki não respondeu com palavras. Ela apenas entreabriu os lábios, a respiração curta. Kaiser não esperou. Ele a beijou com uma fome que vinha guardando há eras, as mãos pequenas dela subindo para o peito dele, tentando encontrar equilíbrio. O beijo era gosto de antecipação e de uma promessa finalmente cumprida.
Ele a puxou para o colo, sentindo o peso leve dela contra sua coxa. A mão de Kaiser desceu pelas costas de Yuki, sentindo a curva de sua cintura. Ele queria tudo. Queria mostrar a ela quem era o verdadeiro Imperador, mas também queria que ela fosse a única a ver o homem vulnerável por trás da máscara.
— Eu quero que você faça algo por mim — murmurou ele contra o pescoço dela, sentindo-a estremecer.
Kaiser se afastou apenas o suficiente para desabotoar a calça, o olhar fixo nela, desafiador e suplicante ao mesmo tempo. Ele se recostou no sofá, guiando a cabeça dela para baixo.
— Prove o quanto você me quer, Yuki.
Ela hesitou por apenas um segundo, seus olhos brilhando com uma mistura de medo e desejo. Então, com as mãos pequenas tremendo levemente, ela o tocou. Kaiser fechou os olhos, soltando um suspiro pesado quando sentiu a boca pequena dela envolvê-lo. A sensação era avassaladora. Yuki era inexperiente, ele sabia disso, o que tornava cada movimento desajeitado e cada sucção tímida ainda mais excitante.
Ele enterrou os dedos nos cabelos cacheados dela, puxando levemente, guiando o ritmo. O contraste da pele pálida dela contra a sua era uma obra de arte. Kaiser sentia que estava prestes a perder o controle, algo que ele raramente permitia.
— Chega — grunhiu ele, puxando-a para cima antes que fosse tarde demais.
Ele a deitou no tapete felpudo da sala, a luz fraca da cidade entrando pelas janelas de vidro do chão ao teto. Kaiser a despiu com uma urgência controlada, admirando cada centímetro daquele corpo que ele havia idealizado em seus sonhos mais profundos. Ela era perfeita, uma flor que estava prestes a desabrochar em suas mãos.
— Michael... — ela chamou, a voz trêmula. — Eu nunca...
— Eu sei — interrompeu ele, a voz suavizando-se por um breve momento. — Eu vou ser gentil. Mas você é minha, Yuki. Sempre foi.
Ele se posicionou entre as pernas dela, as mãos pequenas dela apertando seus ombros, as unhas cravando-se levemente em sua pele. Kaiser a beijou novamente, abafando o gemido de surpresa dela quando começou a entrar. Ele sentiu a resistência, o momento em que a barreira se
