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D24
Fandom: Record of ragnarok
Criado: 11/06/2026
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RomanceUA (Universo Alternativo)HumorCrack / Humor ParódicoSongficFantasiaSilkpunkTeslapunk
Sinfonia de Sombras e Estrelas: O Rei e o Imperador do Rock
O Palácio de Jade e Obsidiana, a residência oficial que unia os domínios de Helheim e a majestade da China Imperial, nunca fora conhecido pelo silêncio. No entanto, naquele dia em particular, as paredes de mármore negro pareciam vibrar em uma frequência que desafiava a própria estrutura da realidade.
Do lado de fora, uma comitiva improvável se aproximava. Deuses e humanos, outrora inimigos mortais em uma arena sangrenta, agora caminhavam lado a lado em uma trégua curiosa.
— Por que diabos estamos fazendo isso mesmo? — resmungou Leônidas, ajeitando o escudo nas costas e mascando seu charuto eterno. — Eu poderia estar treinando.
— Ah, deixe de ser rabugento, Rei de Esparta! — exclamou Nikola Tesla, cujos olhos brilhavam de curiosidade científica. — A energia estática que emana deste palácio é fascinante! É como se o próprio ar estivesse sendo eletrificado por uma frequência sonora desconhecida!
— É barulho. — Poseidon disse de forma curta e seca, sua expressão de desdém intacta, embora estivesse ali a pedido (ou melhor, insistência) de Zeus.
— Ora, irmão, não seja tão amargo! — Zeus riu, saltitando levemente. — Hades disse que tinha uma "surpresa" para nós. E o garoto chinês sempre sabe como dar um show.
Assim que as portas monumentais do salão principal foram abertas por um par de servos trêmulos, a onda sonora atingiu o grupo como um soco de Shiva. Não era música clássica, não eram hinos de guerra. Era o som gutural, pesado e distorcido do heavy metal mais puro e agressivo que os céus e a terra já haviam produzido.
No centro do vasto camarim real, Qin Shi Huang estava em pé sobre uma mesa de carvalho, segurando um microfone cravejado de rubis. Sua aparência era uma visão de pura rebeldia imperial. Ele usava uma calça boca de sino de um preto profundo, decorada com constelações de estrelas prateadas que pareciam brilhar conforme ele se movia. O busto estava coberto por um colete de couro com detalhes em seda, deixando à mostra as tatuagens de dragão que subiam pelo seu pescoço. Seus olhos, geralmente cobertos, estavam adornados com uma maquiagem pesada, sombras escuras e traços dourados que realçavam sua aura de superioridade.
— HAO! — Qin gritou no microfone, sua voz alcançando um tom agudo e poderoso que fez as taças de cristal vibrarem.
Ao seu lado, Hades, o temido Rei do Submundo, estava sentado em um trono de amplificadores. Ele parecia ter saído de um sonho gótico. Sua túnica habitual fora substituída por uma camisa de renda preta transparente sob uma jaqueta de couro cheia de espinhos de prata. O cabelo platinado estava levemente bagunçado, e ele usava um delineador preto que tornava seu olhar ainda mais profundo e penetrante. Ele dedilhava um baixo que parecia feito de ossos de titãs, produzindo um som que reverberava diretamente nos órgãos internos de quem ouvia.
— Mais distorção, meu imperador! — Hades exclamou, com um sorriso de canto que nenhum dos deuses jamais vira. Havia um brilho de diversão genuína e paixão em seus olhos.
— Onde eu me sento é o meu trono, e onde eu canto é o meu palco! — Qin declarou, fazendo uma pose dramática enquanto apontava para os visitantes. — Olhem, Hades! O público chegou cedo para ver a realeza em seu estado mais puro!
Os visitantes ficaram paralisados. Jack, o Estripador, ajustou o monóculo, parecendo genuinamente impressionado com a "cor" da música que emanava dos dois.
— Que composição... vibrante — comentou Jack, sorrindo de forma enigmática.
— Isso é... metal? — perguntou Raiden Tameemon, coçando a cabeça. — Eu sinto vontade de lutar e chorar ao mesmo tempo.
— É a ressonância das almas! — exclamou Buda, mastigando um pirulito enquanto balançava a cabeça no ritmo da bateria eletrônica. — Eles estão em sintonia total.
Brunhilde, que vinha logo atrás, parecia prestes a ter um colapso nervoso.
— Qin! Hades! O que significa isso? Há uma reunião de cúpula em duas horas!
Qin Shi Huang saltou da mesa com a graça de um felino, pousando bem na frente de Brunhilde. Ele inclinou a cabeça, o sorriso arrogante e carismático nunca deixando seus lábios.
— Reuniões são para servos, Valquíria. Reis decidem seu próprio tempo. E hoje, o tempo pertence ao som que move as estrelas.
Hades levantou-se, caminhando até Qin e colocando uma mão possessiva e gentil em seu ombro. O respeito que emanava do Deus do Submundo era palpável; ele não estava ali por obrigação, mas por uma devoção que já durava um milênio.
— Não se preocupem com o protocolo — disse Hades, sua voz calma contrastando com o caos sonoro. — Estamos casados há mil anos, e se há algo que aprendi com meu marido, é que a melhor forma de governar é, às vezes, deixar o mundo queimar sob o som de uma boa guitarra.
— Agora, saiam do caminho! — Qin anunciou, passando por eles com sua capa preta esvoaçante. — O show vai começar no Anfiteatro de Helheim, e eu não aceito nada menos que uma plateia completa!
Sem escolha, os deuses e humanos seguiram o casal. O caminho até o anfiteatro foi uma procissão de estranheza. Rasputin tentava dançar, Nostradamus previa que o show seria "bombástico" (literalmente), e Thor observava o martelo de Hades — que agora parecia um suporte de luzes — com uma sobrancelha arqueada.
Quando chegaram ao anfiteatro, o local estava lotado. Almas de todas as eras, demônios e deuses menores clamavam pelos nomes dos dois governantes. As luzes se apagaram, deixando apenas o brilho das estrelas na calça de Qin e a aura púrpura de Hades visíveis.
O som começou como um trovão. Qin assumiu o centro do palco, sua sinestesia toque-espelho transformando cada nota pesada em uma sensação física de êxtase. Ele não sentia mais apenas a dor dos outros; no palco, ele sentia a adoração, a energia e a força de Hades ao seu lado.
Hades tocava com uma precisão estratégica, cada nota de baixo servindo como a base para a performance exuberante de Qin. Eles eram o equilíbrio perfeito: a chama indomável do Imperador e a escuridão sólida do Rei do Submundo.
No clímax da música, uma balada de metal que falava sobre governar sobre a morte e a vida, Qin se virou para Hades. O suor brilhava em sua pele, e a maquiagem levemente borrada só o tornava mais humano e, ao mesmo tempo, mais divino.
Hades largou o baixo por um momento, puxando Qin pela cintura. O silêncio repentino da música foi preenchido pelo rugido da multidão.
— Você é o maior espetáculo que já vi em todos os meus éons, Ying Zheng — sussurrou Hades, alto o suficiente apenas para que o Imperador ouvisse.
— E você é o único trono onde eu realmente aceito me sentar — Qin respondeu, com a arrogância dando lugar a uma ternura profunda que ele só mostrava entre quatro paredes, ou no meio de um show de rock.
Eles se beijaram. Foi um beijo que carregava o peso de mil anos de união, de batalhas vencidas e de um amor que desafiou as leis do Ragnarok.
Na plateia, o silêncio caiu sobre os lutadores.
— Eles são... realmente próximos, não são? — perguntou Sasaki Kojiro, limpando uma lágrima imaginária.
— É o amor, meu amigo! — exclamou Héracles, cruzando os braços com um sorriso orgulhoso. — Um amor que transcende reinos!
— Eu ainda acho que a calça dele é exagerada — resmungou Poseidon, embora não desviasse o olhar.
No palco, Qin se afastou de Hades apenas o suficiente para agarrar o microfone novamente. Ele olhou para a plateia, apontando para os deuses e humanos na primeira fila.
— O QUE ESTÃO OLHANDO? — ele gritou, o sorriso de volta, mais brilhante do que nunca. — AJOELHEM-SE PERANTE O SOM! PORQUE ONDE O MEU MARIDO E EU ESTAMOS... O SHOW NUNCA TERMINA!
A música recomeçou com uma força renovada. Zeus começou a balançar a cabeça freneticamente, acompanhado por Shiva e seus quatro braços fazendo gestos de rock. Até mesmo Odin deu uma batidinha discreta com o pé no chão.
Naquele momento, não havia deuses, não havia humanos, e não havia guerra. Havia apenas o ritmo, o suor, o couro preto e o amor inabalável de dois reis que decidiram que o universo era pequeno demais para o seu som.
Qin Shi Huang e Hades não estavam apenas dando um show; eles estavam lembrando a todos que, mesmo no fim dos tempos, a realeza sempre sabe como encerrar a noite com uma nota alta. E enquanto as estrelas na calça de Qin brilhavam sob as luzes do palco, Hades sabia que, não importa quantos milênios passassem, ele sempre seria o fã número um do Imperador que conquistou o seu coração de gelo com um grito de guerra e um riff de guitarra.
Do lado de fora, uma comitiva improvável se aproximava. Deuses e humanos, outrora inimigos mortais em uma arena sangrenta, agora caminhavam lado a lado em uma trégua curiosa.
— Por que diabos estamos fazendo isso mesmo? — resmungou Leônidas, ajeitando o escudo nas costas e mascando seu charuto eterno. — Eu poderia estar treinando.
— Ah, deixe de ser rabugento, Rei de Esparta! — exclamou Nikola Tesla, cujos olhos brilhavam de curiosidade científica. — A energia estática que emana deste palácio é fascinante! É como se o próprio ar estivesse sendo eletrificado por uma frequência sonora desconhecida!
— É barulho. — Poseidon disse de forma curta e seca, sua expressão de desdém intacta, embora estivesse ali a pedido (ou melhor, insistência) de Zeus.
— Ora, irmão, não seja tão amargo! — Zeus riu, saltitando levemente. — Hades disse que tinha uma "surpresa" para nós. E o garoto chinês sempre sabe como dar um show.
Assim que as portas monumentais do salão principal foram abertas por um par de servos trêmulos, a onda sonora atingiu o grupo como um soco de Shiva. Não era música clássica, não eram hinos de guerra. Era o som gutural, pesado e distorcido do heavy metal mais puro e agressivo que os céus e a terra já haviam produzido.
No centro do vasto camarim real, Qin Shi Huang estava em pé sobre uma mesa de carvalho, segurando um microfone cravejado de rubis. Sua aparência era uma visão de pura rebeldia imperial. Ele usava uma calça boca de sino de um preto profundo, decorada com constelações de estrelas prateadas que pareciam brilhar conforme ele se movia. O busto estava coberto por um colete de couro com detalhes em seda, deixando à mostra as tatuagens de dragão que subiam pelo seu pescoço. Seus olhos, geralmente cobertos, estavam adornados com uma maquiagem pesada, sombras escuras e traços dourados que realçavam sua aura de superioridade.
— HAO! — Qin gritou no microfone, sua voz alcançando um tom agudo e poderoso que fez as taças de cristal vibrarem.
Ao seu lado, Hades, o temido Rei do Submundo, estava sentado em um trono de amplificadores. Ele parecia ter saído de um sonho gótico. Sua túnica habitual fora substituída por uma camisa de renda preta transparente sob uma jaqueta de couro cheia de espinhos de prata. O cabelo platinado estava levemente bagunçado, e ele usava um delineador preto que tornava seu olhar ainda mais profundo e penetrante. Ele dedilhava um baixo que parecia feito de ossos de titãs, produzindo um som que reverberava diretamente nos órgãos internos de quem ouvia.
— Mais distorção, meu imperador! — Hades exclamou, com um sorriso de canto que nenhum dos deuses jamais vira. Havia um brilho de diversão genuína e paixão em seus olhos.
— Onde eu me sento é o meu trono, e onde eu canto é o meu palco! — Qin declarou, fazendo uma pose dramática enquanto apontava para os visitantes. — Olhem, Hades! O público chegou cedo para ver a realeza em seu estado mais puro!
Os visitantes ficaram paralisados. Jack, o Estripador, ajustou o monóculo, parecendo genuinamente impressionado com a "cor" da música que emanava dos dois.
— Que composição... vibrante — comentou Jack, sorrindo de forma enigmática.
— Isso é... metal? — perguntou Raiden Tameemon, coçando a cabeça. — Eu sinto vontade de lutar e chorar ao mesmo tempo.
— É a ressonância das almas! — exclamou Buda, mastigando um pirulito enquanto balançava a cabeça no ritmo da bateria eletrônica. — Eles estão em sintonia total.
Brunhilde, que vinha logo atrás, parecia prestes a ter um colapso nervoso.
— Qin! Hades! O que significa isso? Há uma reunião de cúpula em duas horas!
Qin Shi Huang saltou da mesa com a graça de um felino, pousando bem na frente de Brunhilde. Ele inclinou a cabeça, o sorriso arrogante e carismático nunca deixando seus lábios.
— Reuniões são para servos, Valquíria. Reis decidem seu próprio tempo. E hoje, o tempo pertence ao som que move as estrelas.
Hades levantou-se, caminhando até Qin e colocando uma mão possessiva e gentil em seu ombro. O respeito que emanava do Deus do Submundo era palpável; ele não estava ali por obrigação, mas por uma devoção que já durava um milênio.
— Não se preocupem com o protocolo — disse Hades, sua voz calma contrastando com o caos sonoro. — Estamos casados há mil anos, e se há algo que aprendi com meu marido, é que a melhor forma de governar é, às vezes, deixar o mundo queimar sob o som de uma boa guitarra.
— Agora, saiam do caminho! — Qin anunciou, passando por eles com sua capa preta esvoaçante. — O show vai começar no Anfiteatro de Helheim, e eu não aceito nada menos que uma plateia completa!
Sem escolha, os deuses e humanos seguiram o casal. O caminho até o anfiteatro foi uma procissão de estranheza. Rasputin tentava dançar, Nostradamus previa que o show seria "bombástico" (literalmente), e Thor observava o martelo de Hades — que agora parecia um suporte de luzes — com uma sobrancelha arqueada.
Quando chegaram ao anfiteatro, o local estava lotado. Almas de todas as eras, demônios e deuses menores clamavam pelos nomes dos dois governantes. As luzes se apagaram, deixando apenas o brilho das estrelas na calça de Qin e a aura púrpura de Hades visíveis.
O som começou como um trovão. Qin assumiu o centro do palco, sua sinestesia toque-espelho transformando cada nota pesada em uma sensação física de êxtase. Ele não sentia mais apenas a dor dos outros; no palco, ele sentia a adoração, a energia e a força de Hades ao seu lado.
Hades tocava com uma precisão estratégica, cada nota de baixo servindo como a base para a performance exuberante de Qin. Eles eram o equilíbrio perfeito: a chama indomável do Imperador e a escuridão sólida do Rei do Submundo.
No clímax da música, uma balada de metal que falava sobre governar sobre a morte e a vida, Qin se virou para Hades. O suor brilhava em sua pele, e a maquiagem levemente borrada só o tornava mais humano e, ao mesmo tempo, mais divino.
Hades largou o baixo por um momento, puxando Qin pela cintura. O silêncio repentino da música foi preenchido pelo rugido da multidão.
— Você é o maior espetáculo que já vi em todos os meus éons, Ying Zheng — sussurrou Hades, alto o suficiente apenas para que o Imperador ouvisse.
— E você é o único trono onde eu realmente aceito me sentar — Qin respondeu, com a arrogância dando lugar a uma ternura profunda que ele só mostrava entre quatro paredes, ou no meio de um show de rock.
Eles se beijaram. Foi um beijo que carregava o peso de mil anos de união, de batalhas vencidas e de um amor que desafiou as leis do Ragnarok.
Na plateia, o silêncio caiu sobre os lutadores.
— Eles são... realmente próximos, não são? — perguntou Sasaki Kojiro, limpando uma lágrima imaginária.
— É o amor, meu amigo! — exclamou Héracles, cruzando os braços com um sorriso orgulhoso. — Um amor que transcende reinos!
— Eu ainda acho que a calça dele é exagerada — resmungou Poseidon, embora não desviasse o olhar.
No palco, Qin se afastou de Hades apenas o suficiente para agarrar o microfone novamente. Ele olhou para a plateia, apontando para os deuses e humanos na primeira fila.
— O QUE ESTÃO OLHANDO? — ele gritou, o sorriso de volta, mais brilhante do que nunca. — AJOELHEM-SE PERANTE O SOM! PORQUE ONDE O MEU MARIDO E EU ESTAMOS... O SHOW NUNCA TERMINA!
A música recomeçou com uma força renovada. Zeus começou a balançar a cabeça freneticamente, acompanhado por Shiva e seus quatro braços fazendo gestos de rock. Até mesmo Odin deu uma batidinha discreta com o pé no chão.
Naquele momento, não havia deuses, não havia humanos, e não havia guerra. Havia apenas o ritmo, o suor, o couro preto e o amor inabalável de dois reis que decidiram que o universo era pequeno demais para o seu som.
Qin Shi Huang e Hades não estavam apenas dando um show; eles estavam lembrando a todos que, mesmo no fim dos tempos, a realeza sempre sabe como encerrar a noite com uma nota alta. E enquanto as estrelas na calça de Qin brilhavam sob as luzes do palco, Hades sabia que, não importa quantos milênios passassem, ele sempre seria o fã número um do Imperador que conquistou o seu coração de gelo com um grito de guerra e um riff de guitarra.
