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my teacher
Fandom: BLACKPINK/JENLISA
Criado: 14/06/2026
Tags
RomanceDramaPsicológicoLinguagem ExplícitaEstudo de PersonagemSombrioUA (Universo Alternativo)RecontarObra ClássicaCiúmesFatias de VidaFofuraHumorAngústiaDor/Conforto
Entre Versos e Vernizes
O sinal da Seoul High School ecoou pelos corredores de mármore, sinalizando o fim de mais uma aula exaustiva. Jennie Kim, no entanto, não se moveu. Ela permanecia sentada em sua mesa na primeira fileira, cruzando suas pernas torneadas e observando as unhas impecavelmente pintadas de um rosa chiclete. Com seus 1,55m de altura e uma aura de autoridade que faria qualquer veterano tremer, ela era a rainha absoluta daquele colégio. Ser filha do diretor tinha seus privilégios, mas até mesmo o poder de Jennie encontrava limites na burocracia acadêmica.
À sua frente, organizando alguns livros de poesia clássica, estava a razão de sua irritação — e, secretamente, de sua crescente obsessão. Lalisa Manoban, a nova professora de Literatura, era tudo o que Jennie não conseguia controlar. Com 1,80m de altura, ombros largos e uma postura imponente que denunciava um corpo forte sob as roupas sociais, a tailandesa havia chegado à escola como um furacão. Seus cabelos curtos, na altura dos ombros, emolduravam um rosto que parecia esculpido por anjos, mas seu olhar era severo e profissional.
— Senhorita Kim? — A voz de Lisa era profunda, com um leve sotaque que arrepiava a nuca de Jennie. — A aula terminou. Suponho que tenha algum lugar mais interessante para estar do que em uma sala de aula vazia.
Jennie inflou as bochechas, fazendo um biquinho que costumava desarmar qualquer um. Ela se levantou lentamente, a saia curta do uniforme balançando enquanto ela caminhava até a mesa da professora.
— Eu tenho lugares ótimos para ir, professora Manoban — disse Jennie, apoiando as mãos pequenas na mesa de carvalho e inclinando-se para frente. — Mas meu pai me deu um ultimato. Ele disse que se eu não melhorar minha nota em Literatura, ele vai confiscar meu cartão de crédito ilimitado e me proibir de ir ao festival no próximo mês.
Lisa ergueu uma sobrancelha, fechando o livro de crônicas com um estalo seco. Ela olhou para Jennie, não com a adoração que a menina estava acostumada a receber, mas com uma paciência pedagógica que a irritava profundamente.
— Seus ensaios são superficiais, Jennie. Você escreve como se estivesse descrevendo a vitrine de uma loja de grife, não a profundidade da alma humana. Inteligência eu sei que você tem, só falta... esforço.
— Eu sou muito inteligente, obrigada por notar — rebateu Jennie, estreitando os olhos felinos. — Só acho que Shakespeare é um pouco... cafona. Mas, como eu preciso de uma nota, meu pai sugeriu que a senhora me desse aulas particulares.
Lisa suspirou, passando a mão pelos cabelos. Ela sabia que negar um pedido do diretor seria complicado, mas lidar com Jennie Kim era um desafio de resistência.
— Aulas particulares? — Lisa cruzou os braços, e o movimento fez o tecido da sua camisa social tensionar sobre seus bíceps. Jennie não pôde deixar de notar. — Eu sou uma professora ocupada, Jennie.
— E eu sou uma aluna desesperada — mentiu Jennie, aproximando-se um pouco mais, o perfume caro de baunilha e jasmim inundando o espaço pessoal de Lisa. — Por favor, Lili... Posso te chamar de Lili?
— Absolutamente não — respondeu Lisa prontamente, embora um lampejo de diversão tenha cruzado seus olhos castanhos. — É Professora Manoban. Se eu aceitar isso, você terá que seguir minhas regras. Sem celulares, sem atrasos e, acima de tudo, sem joguinhos de manipulação. Estamos entendidas?
Jennie sorriu, um sorriso vitorioso que iluminou seu rosto de boneca. Ela sabia que tinha vencido.
— O que você mandar, "professora". Quando começamos?
— Hoje à noite. Na biblioteca da sua casa — disse Lisa, começando a guardar suas coisas na pasta de couro. — E trate de ler o primeiro capítulo de "O Morro dos Ventos Uivantes". Não quero perder tempo explicando o básico.
***
A mansão Kim era um monumento ao excesso. Quando Lisa chegou, foi conduzida por uma governanta até a biblioteca, um cômodo vasto, com paredes revestidas de livros que Jennie provavelmente nunca havia tocado. No centro, Jennie estava sentada em uma poltrona de veludo, vestindo um robe de seda que parecia custar mais do que o carro de Lisa.
— Você está atrasada três minutos — disse Jennie, sem tirar os olhos de um espelho de mão.
— O trânsito de Seul não respeita o relógio de princesas, Jennie — Lisa retrucou, colocando sua pasta sobre a mesa central. — Vamos começar. Onde está o livro?
Jennie apontou para a mesa com desdém. Lisa sentou-se ao lado dela, e a diferença de tamanho entre as duas se tornou ainda mais evidente. Jennie parecia minúscula perto da estrutura atlética de Lisa, mas a aura de possessividade da menor preenchia o quarto.
— Eu li as primeiras dez páginas — começou Jennie, brincando com uma mecha de seu cabelo castanho. — Achei o Heathcliff um grosso. Por que a Catherine simplesmente não arruma um namorado rico e para de sofrer?
Lisa soltou uma risada curta, um som rouco que fez o coração de Jennie falhar uma batida.
— Porque o amor nem sempre é sobre conveniência, Jennie. É sobre uma conexão que transcende a lógica. É possessivo, é sombrio e, às vezes, é inevitável.
Jennie virou o rosto para encarar Lisa. A professora estava muito próxima, seus olhos focados no texto, mas sua presença era avassaladora. Jennie sempre foi a mandona, a que ditava as regras, mas havia algo em Lisa — talvez aquela calma autoritária, ou o fato de ser intersexual e carregar uma masculinidade sutil e poderosa em um corpo feminino — que a deixava desarmada.
— Você é possessiva, professora? — perguntou Jennie em um sussurro, a voz carregada de uma malícia que ela não se esforçou para esconder.
Lisa parou de ler. Ela virou a cabeça lentamente, encontrando o olhar desafiador de Jennie. O silêncio na biblioteca tornou-se pesado, carregado de uma tensão que nada tinha a ver com literatura clássica.
— Eu sou dedicada ao que é meu, Jennie — respondeu Lisa, a voz baixando um tom. — E eu não gosto de perder o que me pertence. Mas aqui, eu sou sua professora. Foque no livro.
— E se eu não quiser focar no livro? — Jennie se inclinou, diminuindo a distância entre elas até que suas respirações se misturassem. — E se eu quiser que você me ensine outras coisas?
Lisa sentiu o autocontrole vacilar. Ela era uma mulher de princípios, mas Jennie Kim era uma tentação desenhada sob medida. A arrogância da menina, misturada com aquela carência disfarçada de mimalhice, era um coquetel perigoso.
— Você está tentando me seduzir para ganhar uma nota, Jennie? — perguntou Lisa, sua mão estendendo-se para fechar o livro com força.
— Eu não preciso de sedução para conseguir o que eu quero — afirmou Jennie, seus olhos brilhando com uma inteligência afiada. — Eu sou inteligente o suficiente para saber que você também sente isso. Esse magnetismo. Você me olha de um jeito diferente das outras alunas, Lisa.
Lisa respirou fundo, tentando manter a fachada de seriedade.
— Você é uma criança mimada que acha que o mundo gira em torno do seu umbigo.
— E você é uma professora séria que morre de vontade de colocar essa criança no colo e ensinar quem é que manda de verdade — rebateu Jennie, com uma audácia que fez Lisa perder o fôlego.
O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pelo som da chuva que começava a bater nas janelas da biblioteca. Lisa olhou para Jennie, vendo além da fachada de "Regina George". Ela viu a solidão de uma menina que tinha tudo, menos atenção real. E Jennie olhou para Lisa, vendo a força que ela tanto desejava para si mesma.
— Você não tem ideia do que está pedindo — murmurou Lisa, sua mão finalmente cedendo ao impulso e tocando o rosto de Jennie, o polegar acariciando a bochecha macia.
— Eu sei exatamente o que eu quero — disse Jennie, fechando os olhos e inclinando-se para o toque. — Eu quero que você seja minha, professora. Só minha.
Lisa sentiu a possessividade de Jennie se enroscar nela como uma videira. Era absurdo, era errado, mas a maneira como Jennie a olhava — como se Lisa fosse o único livro que valesse a pena ler — era inebriante.
— Se eu aceitar isso... — começou Lisa, sua voz agora um rosnado baixo e possessivo que fez Jennie estremecer de prazer. — Se eu entrar nesse seu jogo, Jennie Kim, você não vai mais dar as cartas. Você vai ter que aprender a obedecer.
Jennie sorriu, um sorriso safado e vitorioso. Ela passou os braços pelo pescoço de Lisa, puxando a mulher mais alta para baixo, forçando-a a encarar a realidade de seus desejos.
— Eu posso ser uma boa aluna... se a professora souber como me recompensar.
Lisa não resistiu mais. Ela segurou a cintura de Jennie com firmeza, sentindo a fragilidade e a força da garota em suas mãos.
— Então vamos ver o quanto você é capaz de aprender hoje à noite — sussurrou Lisa, antes de selar seus lábios nos de Jennie, transformando a aula de literatura em algo muito mais profundo, perigoso e poético do que qualquer palavra escrita por Shakespeare.
Naquela noite, entre estantes de livros antigos e o silêncio da mansão, Jennie Kim descobriu que, embora gostasse de mandar, não havia nada mais excitante do que ser dominada por Lalisa Manoban. E Lisa, a professora séria e centrada, percebeu que seu coração — e sua vontade — agora pertenciam à pequena patricinha que, com apenas um olhar, havia reescrito toda a sua história.
À sua frente, organizando alguns livros de poesia clássica, estava a razão de sua irritação — e, secretamente, de sua crescente obsessão. Lalisa Manoban, a nova professora de Literatura, era tudo o que Jennie não conseguia controlar. Com 1,80m de altura, ombros largos e uma postura imponente que denunciava um corpo forte sob as roupas sociais, a tailandesa havia chegado à escola como um furacão. Seus cabelos curtos, na altura dos ombros, emolduravam um rosto que parecia esculpido por anjos, mas seu olhar era severo e profissional.
— Senhorita Kim? — A voz de Lisa era profunda, com um leve sotaque que arrepiava a nuca de Jennie. — A aula terminou. Suponho que tenha algum lugar mais interessante para estar do que em uma sala de aula vazia.
Jennie inflou as bochechas, fazendo um biquinho que costumava desarmar qualquer um. Ela se levantou lentamente, a saia curta do uniforme balançando enquanto ela caminhava até a mesa da professora.
— Eu tenho lugares ótimos para ir, professora Manoban — disse Jennie, apoiando as mãos pequenas na mesa de carvalho e inclinando-se para frente. — Mas meu pai me deu um ultimato. Ele disse que se eu não melhorar minha nota em Literatura, ele vai confiscar meu cartão de crédito ilimitado e me proibir de ir ao festival no próximo mês.
Lisa ergueu uma sobrancelha, fechando o livro de crônicas com um estalo seco. Ela olhou para Jennie, não com a adoração que a menina estava acostumada a receber, mas com uma paciência pedagógica que a irritava profundamente.
— Seus ensaios são superficiais, Jennie. Você escreve como se estivesse descrevendo a vitrine de uma loja de grife, não a profundidade da alma humana. Inteligência eu sei que você tem, só falta... esforço.
— Eu sou muito inteligente, obrigada por notar — rebateu Jennie, estreitando os olhos felinos. — Só acho que Shakespeare é um pouco... cafona. Mas, como eu preciso de uma nota, meu pai sugeriu que a senhora me desse aulas particulares.
Lisa suspirou, passando a mão pelos cabelos. Ela sabia que negar um pedido do diretor seria complicado, mas lidar com Jennie Kim era um desafio de resistência.
— Aulas particulares? — Lisa cruzou os braços, e o movimento fez o tecido da sua camisa social tensionar sobre seus bíceps. Jennie não pôde deixar de notar. — Eu sou uma professora ocupada, Jennie.
— E eu sou uma aluna desesperada — mentiu Jennie, aproximando-se um pouco mais, o perfume caro de baunilha e jasmim inundando o espaço pessoal de Lisa. — Por favor, Lili... Posso te chamar de Lili?
— Absolutamente não — respondeu Lisa prontamente, embora um lampejo de diversão tenha cruzado seus olhos castanhos. — É Professora Manoban. Se eu aceitar isso, você terá que seguir minhas regras. Sem celulares, sem atrasos e, acima de tudo, sem joguinhos de manipulação. Estamos entendidas?
Jennie sorriu, um sorriso vitorioso que iluminou seu rosto de boneca. Ela sabia que tinha vencido.
— O que você mandar, "professora". Quando começamos?
— Hoje à noite. Na biblioteca da sua casa — disse Lisa, começando a guardar suas coisas na pasta de couro. — E trate de ler o primeiro capítulo de "O Morro dos Ventos Uivantes". Não quero perder tempo explicando o básico.
***
A mansão Kim era um monumento ao excesso. Quando Lisa chegou, foi conduzida por uma governanta até a biblioteca, um cômodo vasto, com paredes revestidas de livros que Jennie provavelmente nunca havia tocado. No centro, Jennie estava sentada em uma poltrona de veludo, vestindo um robe de seda que parecia custar mais do que o carro de Lisa.
— Você está atrasada três minutos — disse Jennie, sem tirar os olhos de um espelho de mão.
— O trânsito de Seul não respeita o relógio de princesas, Jennie — Lisa retrucou, colocando sua pasta sobre a mesa central. — Vamos começar. Onde está o livro?
Jennie apontou para a mesa com desdém. Lisa sentou-se ao lado dela, e a diferença de tamanho entre as duas se tornou ainda mais evidente. Jennie parecia minúscula perto da estrutura atlética de Lisa, mas a aura de possessividade da menor preenchia o quarto.
— Eu li as primeiras dez páginas — começou Jennie, brincando com uma mecha de seu cabelo castanho. — Achei o Heathcliff um grosso. Por que a Catherine simplesmente não arruma um namorado rico e para de sofrer?
Lisa soltou uma risada curta, um som rouco que fez o coração de Jennie falhar uma batida.
— Porque o amor nem sempre é sobre conveniência, Jennie. É sobre uma conexão que transcende a lógica. É possessivo, é sombrio e, às vezes, é inevitável.
Jennie virou o rosto para encarar Lisa. A professora estava muito próxima, seus olhos focados no texto, mas sua presença era avassaladora. Jennie sempre foi a mandona, a que ditava as regras, mas havia algo em Lisa — talvez aquela calma autoritária, ou o fato de ser intersexual e carregar uma masculinidade sutil e poderosa em um corpo feminino — que a deixava desarmada.
— Você é possessiva, professora? — perguntou Jennie em um sussurro, a voz carregada de uma malícia que ela não se esforçou para esconder.
Lisa parou de ler. Ela virou a cabeça lentamente, encontrando o olhar desafiador de Jennie. O silêncio na biblioteca tornou-se pesado, carregado de uma tensão que nada tinha a ver com literatura clássica.
— Eu sou dedicada ao que é meu, Jennie — respondeu Lisa, a voz baixando um tom. — E eu não gosto de perder o que me pertence. Mas aqui, eu sou sua professora. Foque no livro.
— E se eu não quiser focar no livro? — Jennie se inclinou, diminuindo a distância entre elas até que suas respirações se misturassem. — E se eu quiser que você me ensine outras coisas?
Lisa sentiu o autocontrole vacilar. Ela era uma mulher de princípios, mas Jennie Kim era uma tentação desenhada sob medida. A arrogância da menina, misturada com aquela carência disfarçada de mimalhice, era um coquetel perigoso.
— Você está tentando me seduzir para ganhar uma nota, Jennie? — perguntou Lisa, sua mão estendendo-se para fechar o livro com força.
— Eu não preciso de sedução para conseguir o que eu quero — afirmou Jennie, seus olhos brilhando com uma inteligência afiada. — Eu sou inteligente o suficiente para saber que você também sente isso. Esse magnetismo. Você me olha de um jeito diferente das outras alunas, Lisa.
Lisa respirou fundo, tentando manter a fachada de seriedade.
— Você é uma criança mimada que acha que o mundo gira em torno do seu umbigo.
— E você é uma professora séria que morre de vontade de colocar essa criança no colo e ensinar quem é que manda de verdade — rebateu Jennie, com uma audácia que fez Lisa perder o fôlego.
O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pelo som da chuva que começava a bater nas janelas da biblioteca. Lisa olhou para Jennie, vendo além da fachada de "Regina George". Ela viu a solidão de uma menina que tinha tudo, menos atenção real. E Jennie olhou para Lisa, vendo a força que ela tanto desejava para si mesma.
— Você não tem ideia do que está pedindo — murmurou Lisa, sua mão finalmente cedendo ao impulso e tocando o rosto de Jennie, o polegar acariciando a bochecha macia.
— Eu sei exatamente o que eu quero — disse Jennie, fechando os olhos e inclinando-se para o toque. — Eu quero que você seja minha, professora. Só minha.
Lisa sentiu a possessividade de Jennie se enroscar nela como uma videira. Era absurdo, era errado, mas a maneira como Jennie a olhava — como se Lisa fosse o único livro que valesse a pena ler — era inebriante.
— Se eu aceitar isso... — começou Lisa, sua voz agora um rosnado baixo e possessivo que fez Jennie estremecer de prazer. — Se eu entrar nesse seu jogo, Jennie Kim, você não vai mais dar as cartas. Você vai ter que aprender a obedecer.
Jennie sorriu, um sorriso safado e vitorioso. Ela passou os braços pelo pescoço de Lisa, puxando a mulher mais alta para baixo, forçando-a a encarar a realidade de seus desejos.
— Eu posso ser uma boa aluna... se a professora souber como me recompensar.
Lisa não resistiu mais. Ela segurou a cintura de Jennie com firmeza, sentindo a fragilidade e a força da garota em suas mãos.
— Então vamos ver o quanto você é capaz de aprender hoje à noite — sussurrou Lisa, antes de selar seus lábios nos de Jennie, transformando a aula de literatura em algo muito mais profundo, perigoso e poético do que qualquer palavra escrita por Shakespeare.
Naquela noite, entre estantes de livros antigos e o silêncio da mansão, Jennie Kim descobriu que, embora gostasse de mandar, não havia nada mais excitante do que ser dominada por Lalisa Manoban. E Lisa, a professora séria e centrada, percebeu que seu coração — e sua vontade — agora pertenciam à pequena patricinha que, com apenas um olhar, havia reescrito toda a sua história.
