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Long
Fandom: Naruto
Criado: 14/06/2026
Tags
RomanceDramaAngústiaDor/ConfortoEstudo de PersonagemCenário CanônicoDivergência
O Nó na Corda do Destino
A lua cheia pairava sobre o Campo de Treinamento n.º 9, banhando as árvores e o solo batido com uma luz prateada e fria. No centro da clareira, o som rítmico de golpes contra a madeira ecoava pela noite silenciosa. Rock Lee estava em seu limite. O suor encharcava seu macacão verde, e seus cansaços físicos eram visíveis no tremor leve de suas mãos, mas seus olhos ainda brilhavam com aquela determinação indomável que Neji Hyuga tanto detestava.
Neji estava encostado em uma árvore próxima, os braços cruzados sobre o peito, observando o companheiro de equipe com uma expressão de profundo desdém. Para o gênio do clã Hyuga, o esforço de Lee era nada menos que patético. Uma luta contra o inevitável.
— Você está perdendo seu tempo, Lee — disse Neji, sua voz saindo fria e cortante como uma lâmina de gelo.
Lee parou o chute no meio do caminho, equilibrando-se em uma perna só antes de pousar suavemente no chão. Ele se virou para Neji, o sorriso de sempre iluminando seu rosto, embora parecesse um pouco mais cansado do que o habitual.
— O treinamento nunca é perda de tempo, Neji! — exclamou Lee, fazendo um sinal de positivo com o polegar. — Se eu der cinco mil chutes hoje, amanhã serei capaz de dar cinco mil e um! É assim que se supera o talento natural!
Neji soltou um suspiro pesado, revirando os olhos perolados.
— Você ainda acredita nessa fantasia? — Neji se aproximou, seus passos silenciosos e elegantes. — Você nasceu sem o dom do Ninjutsu ou do Genjutsu. O seu destino foi selado no momento em que você veio ao mundo. Você é um fracasso que tenta desesperadamente ser um ninja, mas o Taijutsu é apenas uma ferramenta limitada. Sem o resto, você nunca passará de um figurante na história de verdadeiros shinobi.
Lee não respondeu de imediato. Ele pegou uma toalha para secar o rosto, mantendo o silêncio enquanto Neji continuava a desferir seus ataques verbais.
— Olhe para você — continuou Neji, a voz carregada de uma arrogância amarga. — O esforço não pode mudar a genética. O destino é uma rede da qual ninguém escapa. Por que você insiste em sorrir enquanto se humilha dessa forma? É irritante. Você é apenas um erro que se recusa a aceitar a própria natureza.
Neji parou a poucos centímetros de Lee, esperando a reação de sempre. Ele esperava que Lee risse, dissesse algo sobre o "Fogo da Juventude" e voltasse a treinar com mais afinco, provando que as palavras de Neji não o atingiam. Era essa resiliência cega que Neji usava como combustível para seu próprio desprezo.
Mas, desta vez, Lee não sorriu.
O silêncio que se seguiu foi denso, carregado de uma eletricidade que Neji não soube identificar de imediato. Lee abaixou a toalha, revelando um rosto sério, cujos olhos escuros fixaram-se nos de Neji com uma intensidade avassaladora.
— Você fala muito sobre o destino, Neji — disse Lee, sua voz agora baixa, desprovida da animação habitual. — Mas você fala tanto sobre as correntes que te prendem que esquece que eu não tenho correntes. Eu não tenho um clã para honrar ou olhos amaldiçoados para carregar. Eu só tenho a mim mesmo.
Neji franziu o cenho, desconfortável com a mudança repentina de atmosfera.
— Isso não muda o fato de que você é inferior — retrucou Neji, tentando retomar o controle da conversa. — Você é apenas um...
Antes que Neji pudesse terminar a frase, Lee se moveu. Não foi um movimento de combate, mas foi tão rápido quanto um. Em um piscar de olhos, Lee encurtou a distância e empurrou Neji para trás. As costas do Hyuga bateram contra o tronco áspero da árvore de onde ele estivera observando momentos antes.
— O que você pensa que está... — Neji começou, mas as palavras morreram em sua garganta.
Lee o pressionou contra a árvore, prendendo os braços de Neji ao lado de sua cabeça com uma força que o gênio não esperava. O calor que emanava do corpo de Lee, fruto de horas de exercício intenso, envolveu Neji como um manto.
— Eu estou cansado de ouvir você dizer o que eu posso ou não ser — murmurou Lee, o rosto a centímetros do de Neji. — Você acha que sabe tudo sobre mim, mas você não sabe nada sobre o que eu sinto.
Neji tentou desviar o olhar, mas o magnetismo de Lee era inegável. Pela primeira vez, o Hyuga sentiu uma rachadura em sua fachada de gelo. Havia algo de selvagem no olhar de Lee, algo que não tinha nada a ver com o "bom moço" que ele fingia ser durante o dia.
— Me solte, Lee — ordenou Neji, embora sua voz tenha falhado levemente.
— Não — disse Lee de forma direta.
E então, Lee o beijou.
Não foi um beijo suave ou hesitante. Foi um ataque feroz, uma colisão de vontades. Lee selou seus lábios aos de Neji com uma urgência que parecia ter sido acumulada por anos. Neji ficou paralisado pelo choque inicial, seus olhos arregalados enquanto sentia o gosto de suor e determinação de Lee.
A língua de Lee pediu passagem com uma agressividade que Neji nunca imaginaria que o "sombrancelhudo" possuísse. Por um breve segundo, a mente de Neji gritou para que ele usasse o Juuken e afastasse Lee, mas seu corpo se recusou a obedecer. Em vez disso, uma onda de calor subiu por sua espinha, e ele sentiu suas defesas desmoronarem.
Neji soltou um gemido abafado contra a boca de Lee e, finalmente, cedeu. Suas mãos, antes presas, subiram para agarrar o colete de Lee, puxando-o para mais perto. O beijo se tornou mais profundo, mais desesperado, uma conversa sem palavras onde toda a frustração, a rivalidade e o desejo oculto se fundiam.
Lee se afastou apenas o suficiente para recuperar o fôlego, seus olhos brilhando com um fogo que Neji nunca vira.
— O destino não previu isso, não é, Neji? — provocou Lee, um sorriso torto e desafiador surgindo em seus lábios.
Neji respirava com dificuldade, o cabelo comprido bagunçado ao redor do rosto. Ele olhou para Lee, vendo-o não como o fracassado que ele tanto criticava, mas como um homem que acabara de desmantelar todo o seu sistema de crenças com um único gesto.
— Cale a boca — sussurrou Neji, antes de puxar Lee de volta para outro beijo.
Desta vez, foi Neji quem tomou a iniciativa. Ele queria apagar a imagem do Lee sorridente e substituí-la por aquele Lee que o dominava contra a árvore. Eles se moveram freneticamente, as mãos explorando o que antes era proibido. As roupas de treino começaram a se tornar um estorvo.
Lee levantou Neji, cujas pernas se envolveram automaticamente em sua cintura. O Hyuga, sempre tão preocupado com a dignidade e a postura, agora se entregava ao caos de uma paixão que desafiava qualquer lógica. Eles se dirigiram para o solo macio, onde a grama servia de leito sob a luz da lua.
A noite se tornou um borrão de sensações ardentes. O toque de Lee era firme, cheio de uma energia que parecia inesgotável. Neji descobriu que, sob a fachada de gênio frio, havia uma vulnerabilidade que apenas Lee conseguia acessar. Cada toque, cada gemido compartilhado, era uma prova de que nem tudo estava escrito nas estrelas.
Lee era fogo, e Neji era o gelo que ansiava por derreter.
— Lee... — Neji arquejou, sentindo os dedos de Lee traçarem o selo em sua testa, um gesto que normalmente o faria recuar, mas que agora parecia um ato de aceitação.
— Eu vejo você, Neji — sussurrou Lee em seu ouvido, a voz rouca. — Não o gênio, não o Hyuga. Só você.
Naquela noite, no chão do campo de treinamento, as leis do destino foram suspensas. Não havia clãs, não havia habilidades superiores ou inferiores. Havia apenas dois jovens descobrindo que a força de vontade de um e a dor do outro podiam criar algo indestrutível.
Quando a madrugada começou a dar os primeiros sinais no horizonte, Neji e Lee estavam deitados lado a lado, as respirações finalmente calmas. O silêncio agora era confortável, preenchido apenas pelo som dos grilos.
Neji olhou para o céu, onde as estrelas começavam a desaparecer. Ele se sentia estranhamente leve, como se um peso que ele carregava desde a infância tivesse sido removido.
— Você ainda acha que o destino não pode ser mudado? — perguntou Lee, virando a cabeça para olhar para Neji. Ele tinha voltado a ter aquele olhar suave, mas havia uma nova cumplicidade ali.
Neji ficou em silêncio por um longo tempo. Ele pensou em suas palavras ácidas, em sua arrogância e na forma como Lee o desarmara completamente.
— Talvez — admitiu Neji, sua voz quase um sussurro — haja variáveis que eu não levei em conta.
Lee sorriu, o sorriso mais brilhante que Neji já vira, e desta vez, o Hyuga não sentiu vontade de revirar os olhos.
— Eu disse a você, Neji. O esforço supera tudo. Até mesmo o que as pessoas chamam de destino.
Neji fechou os olhos, sentindo o calor do corpo de Lee ao seu lado. Ele sabia que, ao amanhecer, eles voltariam a ser os ninjas da Equipe Guy, e ele provavelmente continuaria a criticar o estilo de luta de Lee e sua falta de modos. Mas algo havia mudado irremediavelmente.
O nó que Neji acreditava ser sua vida fora desfeito pela persistência de um rapaz que se recusava a aceitar um "não" da vida. E, pela primeira vez, Neji Hyuga estava ansioso para ver o que o amanhã, e não o destino, reservava para ele.
Neji estava encostado em uma árvore próxima, os braços cruzados sobre o peito, observando o companheiro de equipe com uma expressão de profundo desdém. Para o gênio do clã Hyuga, o esforço de Lee era nada menos que patético. Uma luta contra o inevitável.
— Você está perdendo seu tempo, Lee — disse Neji, sua voz saindo fria e cortante como uma lâmina de gelo.
Lee parou o chute no meio do caminho, equilibrando-se em uma perna só antes de pousar suavemente no chão. Ele se virou para Neji, o sorriso de sempre iluminando seu rosto, embora parecesse um pouco mais cansado do que o habitual.
— O treinamento nunca é perda de tempo, Neji! — exclamou Lee, fazendo um sinal de positivo com o polegar. — Se eu der cinco mil chutes hoje, amanhã serei capaz de dar cinco mil e um! É assim que se supera o talento natural!
Neji soltou um suspiro pesado, revirando os olhos perolados.
— Você ainda acredita nessa fantasia? — Neji se aproximou, seus passos silenciosos e elegantes. — Você nasceu sem o dom do Ninjutsu ou do Genjutsu. O seu destino foi selado no momento em que você veio ao mundo. Você é um fracasso que tenta desesperadamente ser um ninja, mas o Taijutsu é apenas uma ferramenta limitada. Sem o resto, você nunca passará de um figurante na história de verdadeiros shinobi.
Lee não respondeu de imediato. Ele pegou uma toalha para secar o rosto, mantendo o silêncio enquanto Neji continuava a desferir seus ataques verbais.
— Olhe para você — continuou Neji, a voz carregada de uma arrogância amarga. — O esforço não pode mudar a genética. O destino é uma rede da qual ninguém escapa. Por que você insiste em sorrir enquanto se humilha dessa forma? É irritante. Você é apenas um erro que se recusa a aceitar a própria natureza.
Neji parou a poucos centímetros de Lee, esperando a reação de sempre. Ele esperava que Lee risse, dissesse algo sobre o "Fogo da Juventude" e voltasse a treinar com mais afinco, provando que as palavras de Neji não o atingiam. Era essa resiliência cega que Neji usava como combustível para seu próprio desprezo.
Mas, desta vez, Lee não sorriu.
O silêncio que se seguiu foi denso, carregado de uma eletricidade que Neji não soube identificar de imediato. Lee abaixou a toalha, revelando um rosto sério, cujos olhos escuros fixaram-se nos de Neji com uma intensidade avassaladora.
— Você fala muito sobre o destino, Neji — disse Lee, sua voz agora baixa, desprovida da animação habitual. — Mas você fala tanto sobre as correntes que te prendem que esquece que eu não tenho correntes. Eu não tenho um clã para honrar ou olhos amaldiçoados para carregar. Eu só tenho a mim mesmo.
Neji franziu o cenho, desconfortável com a mudança repentina de atmosfera.
— Isso não muda o fato de que você é inferior — retrucou Neji, tentando retomar o controle da conversa. — Você é apenas um...
Antes que Neji pudesse terminar a frase, Lee se moveu. Não foi um movimento de combate, mas foi tão rápido quanto um. Em um piscar de olhos, Lee encurtou a distância e empurrou Neji para trás. As costas do Hyuga bateram contra o tronco áspero da árvore de onde ele estivera observando momentos antes.
— O que você pensa que está... — Neji começou, mas as palavras morreram em sua garganta.
Lee o pressionou contra a árvore, prendendo os braços de Neji ao lado de sua cabeça com uma força que o gênio não esperava. O calor que emanava do corpo de Lee, fruto de horas de exercício intenso, envolveu Neji como um manto.
— Eu estou cansado de ouvir você dizer o que eu posso ou não ser — murmurou Lee, o rosto a centímetros do de Neji. — Você acha que sabe tudo sobre mim, mas você não sabe nada sobre o que eu sinto.
Neji tentou desviar o olhar, mas o magnetismo de Lee era inegável. Pela primeira vez, o Hyuga sentiu uma rachadura em sua fachada de gelo. Havia algo de selvagem no olhar de Lee, algo que não tinha nada a ver com o "bom moço" que ele fingia ser durante o dia.
— Me solte, Lee — ordenou Neji, embora sua voz tenha falhado levemente.
— Não — disse Lee de forma direta.
E então, Lee o beijou.
Não foi um beijo suave ou hesitante. Foi um ataque feroz, uma colisão de vontades. Lee selou seus lábios aos de Neji com uma urgência que parecia ter sido acumulada por anos. Neji ficou paralisado pelo choque inicial, seus olhos arregalados enquanto sentia o gosto de suor e determinação de Lee.
A língua de Lee pediu passagem com uma agressividade que Neji nunca imaginaria que o "sombrancelhudo" possuísse. Por um breve segundo, a mente de Neji gritou para que ele usasse o Juuken e afastasse Lee, mas seu corpo se recusou a obedecer. Em vez disso, uma onda de calor subiu por sua espinha, e ele sentiu suas defesas desmoronarem.
Neji soltou um gemido abafado contra a boca de Lee e, finalmente, cedeu. Suas mãos, antes presas, subiram para agarrar o colete de Lee, puxando-o para mais perto. O beijo se tornou mais profundo, mais desesperado, uma conversa sem palavras onde toda a frustração, a rivalidade e o desejo oculto se fundiam.
Lee se afastou apenas o suficiente para recuperar o fôlego, seus olhos brilhando com um fogo que Neji nunca vira.
— O destino não previu isso, não é, Neji? — provocou Lee, um sorriso torto e desafiador surgindo em seus lábios.
Neji respirava com dificuldade, o cabelo comprido bagunçado ao redor do rosto. Ele olhou para Lee, vendo-o não como o fracassado que ele tanto criticava, mas como um homem que acabara de desmantelar todo o seu sistema de crenças com um único gesto.
— Cale a boca — sussurrou Neji, antes de puxar Lee de volta para outro beijo.
Desta vez, foi Neji quem tomou a iniciativa. Ele queria apagar a imagem do Lee sorridente e substituí-la por aquele Lee que o dominava contra a árvore. Eles se moveram freneticamente, as mãos explorando o que antes era proibido. As roupas de treino começaram a se tornar um estorvo.
Lee levantou Neji, cujas pernas se envolveram automaticamente em sua cintura. O Hyuga, sempre tão preocupado com a dignidade e a postura, agora se entregava ao caos de uma paixão que desafiava qualquer lógica. Eles se dirigiram para o solo macio, onde a grama servia de leito sob a luz da lua.
A noite se tornou um borrão de sensações ardentes. O toque de Lee era firme, cheio de uma energia que parecia inesgotável. Neji descobriu que, sob a fachada de gênio frio, havia uma vulnerabilidade que apenas Lee conseguia acessar. Cada toque, cada gemido compartilhado, era uma prova de que nem tudo estava escrito nas estrelas.
Lee era fogo, e Neji era o gelo que ansiava por derreter.
— Lee... — Neji arquejou, sentindo os dedos de Lee traçarem o selo em sua testa, um gesto que normalmente o faria recuar, mas que agora parecia um ato de aceitação.
— Eu vejo você, Neji — sussurrou Lee em seu ouvido, a voz rouca. — Não o gênio, não o Hyuga. Só você.
Naquela noite, no chão do campo de treinamento, as leis do destino foram suspensas. Não havia clãs, não havia habilidades superiores ou inferiores. Havia apenas dois jovens descobrindo que a força de vontade de um e a dor do outro podiam criar algo indestrutível.
Quando a madrugada começou a dar os primeiros sinais no horizonte, Neji e Lee estavam deitados lado a lado, as respirações finalmente calmas. O silêncio agora era confortável, preenchido apenas pelo som dos grilos.
Neji olhou para o céu, onde as estrelas começavam a desaparecer. Ele se sentia estranhamente leve, como se um peso que ele carregava desde a infância tivesse sido removido.
— Você ainda acha que o destino não pode ser mudado? — perguntou Lee, virando a cabeça para olhar para Neji. Ele tinha voltado a ter aquele olhar suave, mas havia uma nova cumplicidade ali.
Neji ficou em silêncio por um longo tempo. Ele pensou em suas palavras ácidas, em sua arrogância e na forma como Lee o desarmara completamente.
— Talvez — admitiu Neji, sua voz quase um sussurro — haja variáveis que eu não levei em conta.
Lee sorriu, o sorriso mais brilhante que Neji já vira, e desta vez, o Hyuga não sentiu vontade de revirar os olhos.
— Eu disse a você, Neji. O esforço supera tudo. Até mesmo o que as pessoas chamam de destino.
Neji fechou os olhos, sentindo o calor do corpo de Lee ao seu lado. Ele sabia que, ao amanhecer, eles voltariam a ser os ninjas da Equipe Guy, e ele provavelmente continuaria a criticar o estilo de luta de Lee e sua falta de modos. Mas algo havia mudado irremediavelmente.
O nó que Neji acreditava ser sua vida fora desfeito pela persistência de um rapaz que se recusava a aceitar um "não" da vida. E, pela primeira vez, Neji Hyuga estava ansioso para ver o que o amanhã, e não o destino, reservava para ele.
