
← Voltar à lista de fanfics
0 curtida
O
Fandom: Engene - Enhypen
Criado: 15/06/2026
Tags
RomancePWP (Enredo? Que enredo?)História DomésticaGravidez Não Planejada/IndesejadaLinguagem ExplícitaCenário Canônico
Ritmo Sincronizado: Entre Batidas e Berços
O silêncio do quarto de hotel em Seul era um contraste gritante com o caos ensurdecedor do estádio que haviam deixado horas atrás. O show do ENHYPEN tinha sido um marco, e a presença de Gabby no palco, dominando a percussão com uma força que vibrava no peito de cada fã, apenas solidificou o que o mundo já aceitava: eles eram o casal de ouro da indústria. A rivalidade ácida de anos atrás, as discussões nos corredores da HYBE e o desdém mútuo haviam se transformado em um fogo que nenhum dos dois conseguia apagar.
Gabby estava jogada na cama imensa, ainda sentindo a adrenalina pulsar sob a pele. Seus cabelos escuros, com as luzes mel brilhando sob a luminária de cabeceira, estavam bagunçados. Niki, sentado ao lado dela, mantinha os olhos fixos na tela da TV, mas sua mente estava longe do filme de ação que passava. Ele esticou as pernas longas, a silhueta de 1,86m ocupando quase todo o espaço, e suspirou.
— Você foi incrível hoje — comentou Niki, a voz rouca pelo cansaço e por algo mais sombrio. — Ver você com aquelas baquetas... me dá ideias perigosas.
Gabby riu, um som anasalado e provocante, virando-se de lado para encará-lo.
— Só as baquetas, Niki? Achei que meu solo de dança tivesse chamado mais sua atenção.
Ele se virou rapidamente, o olhar intenso e predatório. As mechas claras em seu cabelo preto caíram sobre os olhos enquanto ele se inclinava sobre ela, prendendo-a contra o colchão.
— Tudo em você me chama a atenção. O tempo todo.
O clima mudou em um instante. O que era um descanso pós-show tornou-se uma urgência febril. Niki não esperou por permissão; ele a beijou com uma fome agressiva, suas mãos grandes apertando as curvas de Gabby com possessividade. Ele adorava o contraste entre eles — a força compacta e poderosa dela como dançarina contra a sua estrutura alta e esguia.
— Quero você. Agora — rosnou ele contra os lábios dela.
Gabby respondeu puxando-o pela nuca, as unhas cravando-se nos ombros largos do japonês. Niki livrou-se da própria camiseta em um movimento ágil e logo estava trabalhando nos botões da blusa dela. Quando a pele se encontrou, o calor foi instantâneo. Ele desceu os beijos pelo pescoço dela, deixando marcas que o maquiador teria trabalho para esconder no dia seguinte, até chegar aos seios fartos, onde se demorou com mordidas leves e sucção firme.
— Niki, por favor... — ela arqueou as costas, a respiração falhando.
Ele a silenciou, descendo o corpo entre as pernas dela. Com uma agilidade que só um dançarino possuía, ele a despiu completamente. Niki posicionou-se entre suas coxas e, sem aviso, mergulhou a língua nela. O grito de Gabby foi abafado pelo travesseiro. Ele era implacável, usando a língua em movimentos circulares e rápidos, conhecendo cada ponto que a levava ao delírio. Gabby puxava os lençóis, as pernas tremendo ao redor dos ombros dele, até que o ápice a atingiu como uma onda de choque.
Antes que ela pudesse se recuperar, Gabby o empurrou para trás, sentando-se sobre seus calcanhares. Seus olhos brilhavam com um desafio selvagem.
— Minha vez.
Ela o empurrou até que ele estivesse deitado de costas. Gabby desceu lentamente, seus cabelos roçando o abdômen definido de Niki. Quando ela o envolveu com a boca, Niki soltou um palavrão em japonês, a cabeça jogada para trás e as mãos enterradas nos cabelos dela. Ela era técnica e passional, usando a mesma precisão que aplicava na percussão para levá-lo ao limite. Ele tentou puxá-la para cima, mas ela resistiu, querendo sentir cada tremor do corpo dele sob seu comando.
Quando a tensão tornou-se insuportável, Niki a puxou com força, girando os corpos. Ele alcançou a gaveta do criado-mudo, tirando de lá um pequeno vibrador de silicone negro e um conjunto de algemas de seda.
— Vamos tentar algo novo hoje — disse ele, a voz carregada de uma autoridade que fazia o ventre de Gabby queimar.
Ele prendeu os pulsos dela na cabeceira da cama. A restrição apenas aumentou o desejo. Niki usou o brinquedo nela enquanto a penetrava por trás, uma posição que permitia que ele alcançasse profundidades novas. O som da carne batendo contra a carne, misturado ao zumbido do aparelho e aos gemidos guturais de ambos, preenchia o quarto. Era rústico, pesado e sem fôlego. Eles se moviam em um ritmo que apenas dois dançarinos profissionais poderiam sustentar, uma coreografia de suor e entrega total.
— Você é minha — ele sussurrou no ouvido dela, a voz vibrando em seus ossos. — Só minha, Gabby.
— Sempre... — ela respondeu entre dentes, antes de se perderem juntos em um clímax que pareceu durar uma eternidade.
***
Dois meses depois.
O camarim da HYBE estava silencioso, exceto pelo som do ar-condicionado. Gabby encarava o pequeno objeto de plástico sobre a bancada de mármore. Dois riscos vermelhos. Fortes. Inquestionáveis.
Seu coração martelava contra as costelas, em um ritmo mais rápido do que qualquer música de ritmo acelerado que já tivesse tocado. Ela sentia medo, sim, mas havia uma alegria profunda e silenciosa florescendo em seu peito. Niki e ela tinham passado por tanto — do ódio ao amor secreto, da exposição pública ao apoio incondicional dos fãs. E agora, isso.
Ela ouviu passos familiares no corredor. O andar rítmico e decidido de Niki. Ela rapidamente escondeu o teste dentro de uma pequena caixa de joias que havia preparado, colocada estrategicamente ao lado de um par de sapatinhos de lã branca que comprara naquela manhã.
A porta se abriu e Niki entrou, ainda vestindo as roupas de ensaio, o suor brilhando em sua testa e o cabelo preto bagunçado.
— Ei, pequena — ele sorriu, indo direto até ela para um beijo rápido. — O ensaio foi exaustivo. Os meninos estão acabados. O que você está fazendo aqui sozinha?
Gabby sorriu, tentando manter a voz estável.
— Eu tenho um presente para você. Um "parabéns" atrasado pela turnê.
Niki franziu o cenho, divertido.
— Presente? Não precisava, Gabby.
— Abre — ela insistiu, empurrando a caixinha decorada para ele.
Niki sentou-se no sofá de couro e desatou o laço. Quando a tampa se abriu, ele ficou estático. Seus olhos alternavam entre os sapatinhos minúsculos e o teste de gravidez. O silêncio se arrastou por segundos que pareceram horas. Gabby sentiu as mãos começarem a tremer.
— Niki? — chamou ela, baixinho.
Ele levantou o olhar. Seus olhos estavam marejados, algo raro para o ídol sempre tão composto e focado. Um sorriso lento e desacreditado surgiu em seu rosto.
— Você está... nós vamos...? — Ele não conseguia terminar a frase.
— Sim, Niki. Eu estou grávida.
Ele se levantou em um salto, envolvendo-a em um abraço tão apertado que ela quase perdeu o fôlego. Niki a girou no ar, rindo e chorando ao mesmo tempo, antes de colocá-la no chão com um cuidado extremo, como se ela fosse feita de cristal.
— Um bebê... — ele ajoelhou-se, ficando na altura do ventre dela, encostando a testa ali. — Eu vou ser pai. Nós vamos ter um pequeno percussionista ou um dançarino correndo por aqui.
Gabby acariciou os cabelos dele, sentindo uma paz imensa.
— Ou os dois — disse ela, emocionada. — Ele já tem o melhor ritmo do mundo para herdar.
Niki olhou para cima, o brilho de determinação em seus olhos agora voltado para um futuro completamente novo.
— Eu vou proteger vocês dois com a minha vida. Nada no mundo importa mais do que isso agora.
Naquele camarim, longe dos holofotes e das câmeras, o casal que um dia jurou se odiar descobriu que a batida mais importante de suas vidas estava apenas começando a tocar.
Gabby estava jogada na cama imensa, ainda sentindo a adrenalina pulsar sob a pele. Seus cabelos escuros, com as luzes mel brilhando sob a luminária de cabeceira, estavam bagunçados. Niki, sentado ao lado dela, mantinha os olhos fixos na tela da TV, mas sua mente estava longe do filme de ação que passava. Ele esticou as pernas longas, a silhueta de 1,86m ocupando quase todo o espaço, e suspirou.
— Você foi incrível hoje — comentou Niki, a voz rouca pelo cansaço e por algo mais sombrio. — Ver você com aquelas baquetas... me dá ideias perigosas.
Gabby riu, um som anasalado e provocante, virando-se de lado para encará-lo.
— Só as baquetas, Niki? Achei que meu solo de dança tivesse chamado mais sua atenção.
Ele se virou rapidamente, o olhar intenso e predatório. As mechas claras em seu cabelo preto caíram sobre os olhos enquanto ele se inclinava sobre ela, prendendo-a contra o colchão.
— Tudo em você me chama a atenção. O tempo todo.
O clima mudou em um instante. O que era um descanso pós-show tornou-se uma urgência febril. Niki não esperou por permissão; ele a beijou com uma fome agressiva, suas mãos grandes apertando as curvas de Gabby com possessividade. Ele adorava o contraste entre eles — a força compacta e poderosa dela como dançarina contra a sua estrutura alta e esguia.
— Quero você. Agora — rosnou ele contra os lábios dela.
Gabby respondeu puxando-o pela nuca, as unhas cravando-se nos ombros largos do japonês. Niki livrou-se da própria camiseta em um movimento ágil e logo estava trabalhando nos botões da blusa dela. Quando a pele se encontrou, o calor foi instantâneo. Ele desceu os beijos pelo pescoço dela, deixando marcas que o maquiador teria trabalho para esconder no dia seguinte, até chegar aos seios fartos, onde se demorou com mordidas leves e sucção firme.
— Niki, por favor... — ela arqueou as costas, a respiração falhando.
Ele a silenciou, descendo o corpo entre as pernas dela. Com uma agilidade que só um dançarino possuía, ele a despiu completamente. Niki posicionou-se entre suas coxas e, sem aviso, mergulhou a língua nela. O grito de Gabby foi abafado pelo travesseiro. Ele era implacável, usando a língua em movimentos circulares e rápidos, conhecendo cada ponto que a levava ao delírio. Gabby puxava os lençóis, as pernas tremendo ao redor dos ombros dele, até que o ápice a atingiu como uma onda de choque.
Antes que ela pudesse se recuperar, Gabby o empurrou para trás, sentando-se sobre seus calcanhares. Seus olhos brilhavam com um desafio selvagem.
— Minha vez.
Ela o empurrou até que ele estivesse deitado de costas. Gabby desceu lentamente, seus cabelos roçando o abdômen definido de Niki. Quando ela o envolveu com a boca, Niki soltou um palavrão em japonês, a cabeça jogada para trás e as mãos enterradas nos cabelos dela. Ela era técnica e passional, usando a mesma precisão que aplicava na percussão para levá-lo ao limite. Ele tentou puxá-la para cima, mas ela resistiu, querendo sentir cada tremor do corpo dele sob seu comando.
Quando a tensão tornou-se insuportável, Niki a puxou com força, girando os corpos. Ele alcançou a gaveta do criado-mudo, tirando de lá um pequeno vibrador de silicone negro e um conjunto de algemas de seda.
— Vamos tentar algo novo hoje — disse ele, a voz carregada de uma autoridade que fazia o ventre de Gabby queimar.
Ele prendeu os pulsos dela na cabeceira da cama. A restrição apenas aumentou o desejo. Niki usou o brinquedo nela enquanto a penetrava por trás, uma posição que permitia que ele alcançasse profundidades novas. O som da carne batendo contra a carne, misturado ao zumbido do aparelho e aos gemidos guturais de ambos, preenchia o quarto. Era rústico, pesado e sem fôlego. Eles se moviam em um ritmo que apenas dois dançarinos profissionais poderiam sustentar, uma coreografia de suor e entrega total.
— Você é minha — ele sussurrou no ouvido dela, a voz vibrando em seus ossos. — Só minha, Gabby.
— Sempre... — ela respondeu entre dentes, antes de se perderem juntos em um clímax que pareceu durar uma eternidade.
***
Dois meses depois.
O camarim da HYBE estava silencioso, exceto pelo som do ar-condicionado. Gabby encarava o pequeno objeto de plástico sobre a bancada de mármore. Dois riscos vermelhos. Fortes. Inquestionáveis.
Seu coração martelava contra as costelas, em um ritmo mais rápido do que qualquer música de ritmo acelerado que já tivesse tocado. Ela sentia medo, sim, mas havia uma alegria profunda e silenciosa florescendo em seu peito. Niki e ela tinham passado por tanto — do ódio ao amor secreto, da exposição pública ao apoio incondicional dos fãs. E agora, isso.
Ela ouviu passos familiares no corredor. O andar rítmico e decidido de Niki. Ela rapidamente escondeu o teste dentro de uma pequena caixa de joias que havia preparado, colocada estrategicamente ao lado de um par de sapatinhos de lã branca que comprara naquela manhã.
A porta se abriu e Niki entrou, ainda vestindo as roupas de ensaio, o suor brilhando em sua testa e o cabelo preto bagunçado.
— Ei, pequena — ele sorriu, indo direto até ela para um beijo rápido. — O ensaio foi exaustivo. Os meninos estão acabados. O que você está fazendo aqui sozinha?
Gabby sorriu, tentando manter a voz estável.
— Eu tenho um presente para você. Um "parabéns" atrasado pela turnê.
Niki franziu o cenho, divertido.
— Presente? Não precisava, Gabby.
— Abre — ela insistiu, empurrando a caixinha decorada para ele.
Niki sentou-se no sofá de couro e desatou o laço. Quando a tampa se abriu, ele ficou estático. Seus olhos alternavam entre os sapatinhos minúsculos e o teste de gravidez. O silêncio se arrastou por segundos que pareceram horas. Gabby sentiu as mãos começarem a tremer.
— Niki? — chamou ela, baixinho.
Ele levantou o olhar. Seus olhos estavam marejados, algo raro para o ídol sempre tão composto e focado. Um sorriso lento e desacreditado surgiu em seu rosto.
— Você está... nós vamos...? — Ele não conseguia terminar a frase.
— Sim, Niki. Eu estou grávida.
Ele se levantou em um salto, envolvendo-a em um abraço tão apertado que ela quase perdeu o fôlego. Niki a girou no ar, rindo e chorando ao mesmo tempo, antes de colocá-la no chão com um cuidado extremo, como se ela fosse feita de cristal.
— Um bebê... — ele ajoelhou-se, ficando na altura do ventre dela, encostando a testa ali. — Eu vou ser pai. Nós vamos ter um pequeno percussionista ou um dançarino correndo por aqui.
Gabby acariciou os cabelos dele, sentindo uma paz imensa.
— Ou os dois — disse ela, emocionada. — Ele já tem o melhor ritmo do mundo para herdar.
Niki olhou para cima, o brilho de determinação em seus olhos agora voltado para um futuro completamente novo.
— Eu vou proteger vocês dois com a minha vida. Nada no mundo importa mais do que isso agora.
Naquele camarim, longe dos holofotes e das câmeras, o casal que um dia jurou se odiar descobriu que a batida mais importante de suas vidas estava apenas começando a tocar.
