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Chalé
Fandom: 365 dias
Criado: 15/06/2026
Tags
RomancePsicológicoHistória DomésticaEstudo de PersonagemLinguagem ExplícitaPWP (Enredo? Que enredo?)Fatias de Vida
O Eclipse de Vidro e Veludo
O chalé ficava escondido entre as colinas, onde o sinal de celular era uma lembrança distante e o som dos grilos substituía o caos da faculdade. Alana estacionou o carro e observou Jamilly pelo canto do olho. A garota tímida, com seus óculos de armação fina e os cachos cuidadosamente presos, parecia um pouco fora de lugar naquele cenário de luxo rústico, mas havia um brilho de curiosidade em seus olhos castanhos que Alana sabia exatamente como acender.
— Chegamos, Milly — disse Alana, desligando o motor e permitindo que o silêncio da floresta as envolvesse. — Sem provas, sem prazos, apenas nós duas e o fogo da lareira.
Jamilly ajeitou os óculos, um tique nervoso que Alana achava adorável.
— É lindo, Alana. Eu nunca estive em um lugar assim. — Ela olhou para a construção de madeira e pedra. — Tem certeza de que não se importa de eu estar aqui?
Alana sorriu, aquele sorriso predatório e seguro que fazia Jamilly se sentir pequena e, ao mesmo tempo, intensamente vista.
— Eu não teria te convidado se não quisesse que você estivesse exatamente onde está agora.
A noite caiu rapidamente, trazendo consigo um frio que justificava o vinho tinto e a lareira estalando na sala de estar. Alana se moveu pelo espaço com a graça de quem domina o próprio território. Ela serviu duas taças, sentando-se no tapete de pele sintética em frente ao fogo, e sinalizou para que Jamilly se aproximasse.
— Você está muito tensa — observou Alana, a voz baixando um tom. — Deixe a faculdade lá fora, Jamilly. Aqui, você não precisa ser a aluna exemplar.
Jamilly sentou-se ao lado dela, segurando a taça com as duas mãos como se fosse um amuleto.
— Eu não sei como desligar isso — confessou Jamilly, a voz quase um sussurro. — Eu sempre sinto que preciso estar no controle de tudo.
Alana deixou a taça de lado e se inclinou para frente, invadindo o espaço pessoal de Jamilly. O cheiro de perfume amadeirado de Alana misturou-se ao aroma de carvalho da sala.
— Às vezes, o controle é uma ilusão que nos impede de sentir. — Alana estendeu a mão e, com as pontas dos dedos, traçou o contorno do rosto de Jamilly, removendo lentamente os óculos dela. — Deixe-me cuidar disso para você.
Sem os óculos, o mundo de Jamilly ficou levemente embaçado, focando-se inteiramente na intensidade dos olhos castanhos de Alana. Alana não esperou por uma resposta verbal; ela avançou, selando seus lábios nos de Jamilly em um beijo que começou lento e exploratório, mas que rapidamente ganhou a urgência de um desejo represado.
— Alana... — Jamilly suspirou contra a boca dela, as mãos trêmulas encontrando os ombros da outra.
— Shhh... — Alana desceu os beijos pelo pescoço de Jamilly, sentindo o pulso acelerado da garota sob sua língua. — Sinta apenas o que eu estou fazendo.
Alana tomou as rédeas com uma confiança avassaladora. Suas mãos habilidosas começaram a desabotoar a blusa de Jamilly, revelando a pele macia sob a luz âmbar do fogo. Cada toque de Alana era uma reivindicação, uma promessa de que ela não pararia até que Jamilly estivesse completamente entregue. Ela guiou Jamilly para trás, deitando-a no tapete, e posicionou-se sobre ela, dominando o espaço e a respiração da outra.
— Você é tão linda, Milly — sussurrou Alana, enquanto suas mãos percorriam as curvas dos quadris de Jamilly. — Tão doce e tão cheia de segredos.
Alana continuou, seus dedos e lábios trabalhando em perfeita sintonia, explorando cada centímetro do corpo de Jamilly com uma autoridade que não deixava espaço para dúvidas. Jamilly estava em um estado de êxtase passivo, deixando-se levar pelas ondas de prazer que Alana provocava. O calor da lareira não era nada comparado ao fogo que subia por sua espinha.
No entanto, à medida que o prazer atingia um pico, algo mudou dentro de Jamilly. A vulnerabilidade que ela sentia começou a se transformar em uma força silenciosa. O desejo não era mais apenas algo que ela recebia; era algo que ela queria ditar.
Quando Alana se inclinou para beijá-la novamente, Jamilly colocou as mãos firmemente no peito de Alana e, com um movimento surpreendente, inverteu as posições. Alana, pega de surpresa, soltou um arquejo suave enquanto se via de costas no tapete, com Jamilly sentada sobre ela.
— O que foi isso? — perguntou Alana, com um sorriso desafiador e a respiração curta.
Jamilly não respondeu de imediato. Ela retirou o elástico de seu cabelo, deixando os cachos caírem livremente sobre os ombros, e olhou para Alana com uma determinação que Alana nunca tinha visto na faculdade.
— Você disse que eu não precisava ter o controle — disse Jamilly, sua voz agora firme e carregada de uma nova autoridade. — Mas eu decidi que quero ele de volta.
Jamilly inclinou-se, segurando os pulsos de Alana acima da cabeça dela. A timidez havia evaporado, substituída por uma fome que igualava a de Alana. Ela começou a beijar Alana com uma intensidade que fez a outra estremecer. Não eram mais beijos suaves; eram exigências.
— Milly... — Alana tentou falar, mas Jamilly silenciou-a com um beijo profundo, sua língua explorando a boca de Alana com uma maestria inesperada.
Jamilly desceu as mãos pelo corpo de Alana, sentindo a textura da pele dela, a firmeza de seus músculos. Ela não tinha mais medo de errar. Cada toque era deliberado, cada carícia era uma forma de mostrar a Alana que a garota de óculos da primeira fileira tinha muito mais a oferecer do que apenas notas altas.
— Eu gosto quando você fica em silêncio — sussurrou Jamilly no ouvido de Alana, antes de morder levemente o lóbulo de sua orelha.
Alana estava em choque, mas um choque prazeroso. Ela sentia cada movimento de Jamilly como uma descarga elétrica. A maneira como Jamilly a tocava, com uma mistura de delicadeza e possessividade, era inebriante. Jamilly explorou o corpo de Alana com uma curiosidade voraz, retribuindo cada sensação que Alana lhe dera anteriormente, mas com uma intensidade renovada.
— Quem diria... — Alana ofegou, arqueando as costas enquanto Jamilly encontrava um ponto sensível em sua coxa. — Você escondeu bem isso tudo, Jamilly.
— Eu só precisava do incentivo certo — respondeu Jamilly, olhando nos olhos de Alana. — E você foi muito convincente.
Jamilly continuou a dominar a situação, ditando o ritmo e a profundidade de cada contato. Ela se movia com uma confiança inata, como se tivesse nascido para aquele momento de libertação. Alana, que sempre fora a caçadora, encontrava um prazer imenso em ser a presa, em ver a transformação da mulher à sua frente.
O clímax veio como uma tempestade, unindo as duas em um emaranhado de membros e respirações sincronizadas. No silêncio que se seguiu, apenas o som da madeira queimando na lareira permanecia. Jamilly deitou-se ao lado de Alana, o peito subindo e descendo rapidamente, o cabelo cacheado espalhado pelo tapete.
Alana esticou o braço e trouxe Jamilly para perto, beijando o topo de sua cabeça.
— Eu acho — começou Alana, ainda tentando recuperar o fôlego — que essa vai ser a melhor semana da minha vida.
Jamilly sorriu, alcançando seus óculos na mesa de centro e colocando-os de volta. O mundo voltou a ter foco, mas ela sabia que nada seria como antes.
— Eu também acho, Alana. — Jamilly ajeitou a armação no nariz e olhou para a amiga. — Mas da próxima vez, eu escolho o vinho.
Alana riu, uma risada genuína e leve.
— Combinado. Mas saiba que eu não vou facilitar tanto para você retomar o controle.
— Eu não esperava nada menos — respondeu Jamilly, fechando os olhos e deixando-se levar pelo calor do chalé e pela presença magnética de Alana ao seu lado.
A noite estava apenas começando, e as colinas escondiam muito mais do que apenas um chalé rústico; escondiam a descoberta de duas almas que, entre o controle e a entrega, haviam encontrado um equilíbrio perigoso e viciante.
— Chegamos, Milly — disse Alana, desligando o motor e permitindo que o silêncio da floresta as envolvesse. — Sem provas, sem prazos, apenas nós duas e o fogo da lareira.
Jamilly ajeitou os óculos, um tique nervoso que Alana achava adorável.
— É lindo, Alana. Eu nunca estive em um lugar assim. — Ela olhou para a construção de madeira e pedra. — Tem certeza de que não se importa de eu estar aqui?
Alana sorriu, aquele sorriso predatório e seguro que fazia Jamilly se sentir pequena e, ao mesmo tempo, intensamente vista.
— Eu não teria te convidado se não quisesse que você estivesse exatamente onde está agora.
A noite caiu rapidamente, trazendo consigo um frio que justificava o vinho tinto e a lareira estalando na sala de estar. Alana se moveu pelo espaço com a graça de quem domina o próprio território. Ela serviu duas taças, sentando-se no tapete de pele sintética em frente ao fogo, e sinalizou para que Jamilly se aproximasse.
— Você está muito tensa — observou Alana, a voz baixando um tom. — Deixe a faculdade lá fora, Jamilly. Aqui, você não precisa ser a aluna exemplar.
Jamilly sentou-se ao lado dela, segurando a taça com as duas mãos como se fosse um amuleto.
— Eu não sei como desligar isso — confessou Jamilly, a voz quase um sussurro. — Eu sempre sinto que preciso estar no controle de tudo.
Alana deixou a taça de lado e se inclinou para frente, invadindo o espaço pessoal de Jamilly. O cheiro de perfume amadeirado de Alana misturou-se ao aroma de carvalho da sala.
— Às vezes, o controle é uma ilusão que nos impede de sentir. — Alana estendeu a mão e, com as pontas dos dedos, traçou o contorno do rosto de Jamilly, removendo lentamente os óculos dela. — Deixe-me cuidar disso para você.
Sem os óculos, o mundo de Jamilly ficou levemente embaçado, focando-se inteiramente na intensidade dos olhos castanhos de Alana. Alana não esperou por uma resposta verbal; ela avançou, selando seus lábios nos de Jamilly em um beijo que começou lento e exploratório, mas que rapidamente ganhou a urgência de um desejo represado.
— Alana... — Jamilly suspirou contra a boca dela, as mãos trêmulas encontrando os ombros da outra.
— Shhh... — Alana desceu os beijos pelo pescoço de Jamilly, sentindo o pulso acelerado da garota sob sua língua. — Sinta apenas o que eu estou fazendo.
Alana tomou as rédeas com uma confiança avassaladora. Suas mãos habilidosas começaram a desabotoar a blusa de Jamilly, revelando a pele macia sob a luz âmbar do fogo. Cada toque de Alana era uma reivindicação, uma promessa de que ela não pararia até que Jamilly estivesse completamente entregue. Ela guiou Jamilly para trás, deitando-a no tapete, e posicionou-se sobre ela, dominando o espaço e a respiração da outra.
— Você é tão linda, Milly — sussurrou Alana, enquanto suas mãos percorriam as curvas dos quadris de Jamilly. — Tão doce e tão cheia de segredos.
Alana continuou, seus dedos e lábios trabalhando em perfeita sintonia, explorando cada centímetro do corpo de Jamilly com uma autoridade que não deixava espaço para dúvidas. Jamilly estava em um estado de êxtase passivo, deixando-se levar pelas ondas de prazer que Alana provocava. O calor da lareira não era nada comparado ao fogo que subia por sua espinha.
No entanto, à medida que o prazer atingia um pico, algo mudou dentro de Jamilly. A vulnerabilidade que ela sentia começou a se transformar em uma força silenciosa. O desejo não era mais apenas algo que ela recebia; era algo que ela queria ditar.
Quando Alana se inclinou para beijá-la novamente, Jamilly colocou as mãos firmemente no peito de Alana e, com um movimento surpreendente, inverteu as posições. Alana, pega de surpresa, soltou um arquejo suave enquanto se via de costas no tapete, com Jamilly sentada sobre ela.
— O que foi isso? — perguntou Alana, com um sorriso desafiador e a respiração curta.
Jamilly não respondeu de imediato. Ela retirou o elástico de seu cabelo, deixando os cachos caírem livremente sobre os ombros, e olhou para Alana com uma determinação que Alana nunca tinha visto na faculdade.
— Você disse que eu não precisava ter o controle — disse Jamilly, sua voz agora firme e carregada de uma nova autoridade. — Mas eu decidi que quero ele de volta.
Jamilly inclinou-se, segurando os pulsos de Alana acima da cabeça dela. A timidez havia evaporado, substituída por uma fome que igualava a de Alana. Ela começou a beijar Alana com uma intensidade que fez a outra estremecer. Não eram mais beijos suaves; eram exigências.
— Milly... — Alana tentou falar, mas Jamilly silenciou-a com um beijo profundo, sua língua explorando a boca de Alana com uma maestria inesperada.
Jamilly desceu as mãos pelo corpo de Alana, sentindo a textura da pele dela, a firmeza de seus músculos. Ela não tinha mais medo de errar. Cada toque era deliberado, cada carícia era uma forma de mostrar a Alana que a garota de óculos da primeira fileira tinha muito mais a oferecer do que apenas notas altas.
— Eu gosto quando você fica em silêncio — sussurrou Jamilly no ouvido de Alana, antes de morder levemente o lóbulo de sua orelha.
Alana estava em choque, mas um choque prazeroso. Ela sentia cada movimento de Jamilly como uma descarga elétrica. A maneira como Jamilly a tocava, com uma mistura de delicadeza e possessividade, era inebriante. Jamilly explorou o corpo de Alana com uma curiosidade voraz, retribuindo cada sensação que Alana lhe dera anteriormente, mas com uma intensidade renovada.
— Quem diria... — Alana ofegou, arqueando as costas enquanto Jamilly encontrava um ponto sensível em sua coxa. — Você escondeu bem isso tudo, Jamilly.
— Eu só precisava do incentivo certo — respondeu Jamilly, olhando nos olhos de Alana. — E você foi muito convincente.
Jamilly continuou a dominar a situação, ditando o ritmo e a profundidade de cada contato. Ela se movia com uma confiança inata, como se tivesse nascido para aquele momento de libertação. Alana, que sempre fora a caçadora, encontrava um prazer imenso em ser a presa, em ver a transformação da mulher à sua frente.
O clímax veio como uma tempestade, unindo as duas em um emaranhado de membros e respirações sincronizadas. No silêncio que se seguiu, apenas o som da madeira queimando na lareira permanecia. Jamilly deitou-se ao lado de Alana, o peito subindo e descendo rapidamente, o cabelo cacheado espalhado pelo tapete.
Alana esticou o braço e trouxe Jamilly para perto, beijando o topo de sua cabeça.
— Eu acho — começou Alana, ainda tentando recuperar o fôlego — que essa vai ser a melhor semana da minha vida.
Jamilly sorriu, alcançando seus óculos na mesa de centro e colocando-os de volta. O mundo voltou a ter foco, mas ela sabia que nada seria como antes.
— Eu também acho, Alana. — Jamilly ajeitou a armação no nariz e olhou para a amiga. — Mas da próxima vez, eu escolho o vinho.
Alana riu, uma risada genuína e leve.
— Combinado. Mas saiba que eu não vou facilitar tanto para você retomar o controle.
— Eu não esperava nada menos — respondeu Jamilly, fechando os olhos e deixando-se levar pelo calor do chalé e pela presença magnética de Alana ao seu lado.
A noite estava apenas começando, e as colinas escondiam muito mais do que apenas um chalé rústico; escondiam a descoberta de duas almas que, entre o controle e a entrega, haviam encontrado um equilíbrio perigoso e viciante.
