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Amor em Jogo
Fandom: Jogadores
Criado: 15/06/2026
Tags
RomanceSombrioPWP (Enredo? Que enredo?)CiúmesLinguagem Explícita
Propriedade Exclusiva
O ar no restaurante de luxo em Paris parecia ter congelado no instante em que Richard, o meio-campista recém-chegado ao clube e conhecido por sua audácia tanto dentro quanto fora de campo, se aproximou da mesa onde Kylian e Lara jantavam. A mão dele, ousada demais, pousou no ombro de Lara, e o comentário que ele sussurrou perto do ouvido dela — algo sobre como ela estava desperdiçando sua beleza com alguém tão "previsível" — foi o estopim.
Kylian não fez uma cena no restaurante. Ele era polido, um ícone mundial, mas seus olhos, escuros e tempestuosos, prometeram uma retribuição que Richard não seria capaz de suportar. O silêncio durante o trajeto de carro até a cobertura foi sufocante, carregado de uma eletricidade que fazia os pelos do braço de Lara se arrepiarem.
Assim que a porta do apartamento se fechou, a polidez desapareceu. Kylian a prensou contra a madeira maciça, suas mãos grandes prendendo os pulsos dela acima da cabeça.
— Ele achou que podia tocar no que é meu? — a voz de Kylian era um rosnado baixo, vibrando contra o pescoço de Lara. — Ele realmente achou que tinha algum direito de chegar perto de você?
— Kylian... ele estava apenas provocando... — Lara tentou dizer, mas sua respiração falhou quando ele mordeu o lóbulo de sua orelha com força.
— Você é minha, Lara. — Ele a soltou apenas para rasgar o tecido fino do vestido dela, os olhos fixos nela com uma possessividade selvagem. — De mais ninguém. E eu vou garantir que você não esqueça disso nem por um segundo esta noite.
O que se seguiu foi uma demonstração de domínio bruto. No quarto, sob a luz fraca da cidade que entrava pelas janelas imensas, Kylian a possuiu com uma urgência que ela nunca tinha visto. Não era apenas desejo; era uma marcação de território. Ele a fodeu com força, cada estocada profunda servindo como um lembrete de quem ela pertencia, enquanto ele sussurrava em seu ouvido o quanto ela era dele, o quanto o corpo dela respondia apenas ao toque dele.
Quando ambos estavam exaustos e suados, o clima mudou de uma fúria bruta para uma luxúria mais lenta e torturante. Kylian se afastou por um momento, observando Lara deitada entre os lençóis bagunçados, a pele rosada e os lábios inchados.
— Eu ainda não terminei — murmurou ele, puxando-a para a beira da cama.
Ele se ajoelhou no chão, entre as pernas dela, abrindo-as sem cerimônia. Lara soltou um suspiro trêmulo, sentindo o olhar dele queimar sua intimidade.
— Kylian, por favor... — ela implorou, sem saber exatamente pelo quê.
— Shh... — ele a silenciou, passando a língua lentamente pelos lábios antes de mergulhar. — Eu quero sentir o seu gosto. Quero que você sinta o quanto eu te desejo, e o quanto aquele merda nunca vai chegar perto disso.
A língua de Kylian encontrou o clitóris dela com uma precisão devastadora. Lara arqueou as costas instantaneamente, os dedos enterrando-se nos cabelos curtos dele. Ele a chupava com uma intensidade voraz, usando a língua em movimentos circulares e firmes, enquanto seus dedos entravam e saíam dela, preparando o caminho.
— Você gosta disso, não gosta? — ele perguntou, a voz abafada contra a carne dela, mas perfeitamente audível no silêncio do quarto. — Gosta de saber que eu sou o único que pode te fazer gemer assim.
— Sim... ah, Deus, Kylian! — Lara gritou, a cabeça jogada para trás, o prazer subindo em ondas cegantes.
— Diga — ordenou ele, parando por um segundo apenas para torturá-la. — Diga de quem você é.
— Sou sua... — ela ofegou, as pernas tremendo. — Eu sou toda sua, Kylian. Por favor, não para...
Ele sorriu contra a pele dela e voltou ao trabalho com ainda mais vigor. Ele a chupou até que ela perdesse o sentido da realidade, até que as paredes do quarto parecessem girar. Quando o orgasmo a atingiu, foi violento, fazendo-a soluçar enquanto ele bebia cada gota de seu prazer, recusando-se a deixá-la recuar até que ela estivesse completamente exausta.
Kylian se levantou, a respiração pesada, os olhos brilhando com uma satisfação sombria. Ele a virou de costas, deixando-a de quatro, uma posição que a deixava completamente vulnerável e exposta para ele.
— Olha para mim — ele comandou, e ela virou o rosto para vê-lo pelo espelho lateral.
Ele começou a se masturbar com rapidez, o olhar fixo no dela. A tensão no quarto era quase palpável.
— Você é minha cadelinha, Lara — ele disse, as palavras sujas saindo com facilidade de seus lábios. — Cada centímetro desse corpo me pertence. Se eu vir aquele idiota, ou qualquer outro, olhando para você daquela forma de novo... eu vou quebrar a cara deles depois de vir aqui e te foder até você esquecer o próprio nome.
Lara não conseguia responder, apenas observar o ritmo frenético dele. O prazer dela ainda pulsava, e as palavras dele só serviam para acender um novo fogo em seu ventre.
— Abre a boca — ele ordenou, aproximando-se.
Ela obedeceu sem hesitar. Kylian gozou com um gemido gutural, uma quantidade impressionante que ela recebeu com devoção. Ele a observou engolir, um sorriso de puro triunfo cruzando seu rosto.
— Boa garota — ele sussurrou, acariciando o rosto dela com o polegar.
Mas ele ainda não tinha terminado de marcá-la. Ele a puxou de volta para o centro da cama, deitando-a de costas e elevando suas pernas sobre os ombros dele. Ele estava ereto novamente, a adrenalina e a possessividade agindo como o combustível perfeito.
— Agora — disse ele, a voz carregada de uma promessa final —, eu vou te encher tanto que você vai sentir o meu peso dentro de você a noite toda.
Ele entrou nela de uma vez, um golpe profundo que a fez perder o fôlego. O ritmo agora era lento, deliberado, cada estocada feita para que ela sentisse cada milímetro dele.
— Você é minha propriedade, Lara — ele repetia, como um mantra, enquanto o prazer subia novamente. — Meus filhos vão crescer aqui dentro. Minha porra vai ser a única coisa que você vai querer sentir.
Lara estava em transe, entregue totalmente ao homem que a dominava. Quando Kylian finalmente atingiu o seu ápice, ele não se retirou. Ele se pressionou contra ela, indo o mais fundo que podia, e despejou tudo dentro dela. Lara sentiu o calor inundá-la, uma sensação de preenchimento total que a fez chorar baixinho de puro êxtase.
Ele permaneceu ali, pesado sobre ela, o coração batendo contra o dela como um tambor de guerra.
— Viu só? — ele sussurrou, beijando a testa dela enquanto se afastava lentamente, observando o líquido branco escorrer pelas coxas dela, marcando os lençóis caros. — Agora todo mundo saberia, se pudesse te ver. Você está cheia de mim.
Lara puxou o lençol, mas ele o arrancou de suas mãos.
— Não limpe — ele ordenou. — Quero que você durma assim. Quero que você sinta o meu cheiro e o meu rastro em você até amanhã de manhã.
Ele a puxou para seus braços, prendendo-a contra seu peito musculoso. Lara encostou a cabeça em seu ombro, exausta, mas sentindo uma estranha segurança naquela possessividade avassaladora.
— Eu te amo, Kylian — ela sussurrou, o sono finalmente chegando.
— Você é minha — foi a última coisa que ele disse, um fato incontestável que ecoaria nos sonhos dela e em cada toque que se seguiria.
Kylian não fez uma cena no restaurante. Ele era polido, um ícone mundial, mas seus olhos, escuros e tempestuosos, prometeram uma retribuição que Richard não seria capaz de suportar. O silêncio durante o trajeto de carro até a cobertura foi sufocante, carregado de uma eletricidade que fazia os pelos do braço de Lara se arrepiarem.
Assim que a porta do apartamento se fechou, a polidez desapareceu. Kylian a prensou contra a madeira maciça, suas mãos grandes prendendo os pulsos dela acima da cabeça.
— Ele achou que podia tocar no que é meu? — a voz de Kylian era um rosnado baixo, vibrando contra o pescoço de Lara. — Ele realmente achou que tinha algum direito de chegar perto de você?
— Kylian... ele estava apenas provocando... — Lara tentou dizer, mas sua respiração falhou quando ele mordeu o lóbulo de sua orelha com força.
— Você é minha, Lara. — Ele a soltou apenas para rasgar o tecido fino do vestido dela, os olhos fixos nela com uma possessividade selvagem. — De mais ninguém. E eu vou garantir que você não esqueça disso nem por um segundo esta noite.
O que se seguiu foi uma demonstração de domínio bruto. No quarto, sob a luz fraca da cidade que entrava pelas janelas imensas, Kylian a possuiu com uma urgência que ela nunca tinha visto. Não era apenas desejo; era uma marcação de território. Ele a fodeu com força, cada estocada profunda servindo como um lembrete de quem ela pertencia, enquanto ele sussurrava em seu ouvido o quanto ela era dele, o quanto o corpo dela respondia apenas ao toque dele.
Quando ambos estavam exaustos e suados, o clima mudou de uma fúria bruta para uma luxúria mais lenta e torturante. Kylian se afastou por um momento, observando Lara deitada entre os lençóis bagunçados, a pele rosada e os lábios inchados.
— Eu ainda não terminei — murmurou ele, puxando-a para a beira da cama.
Ele se ajoelhou no chão, entre as pernas dela, abrindo-as sem cerimônia. Lara soltou um suspiro trêmulo, sentindo o olhar dele queimar sua intimidade.
— Kylian, por favor... — ela implorou, sem saber exatamente pelo quê.
— Shh... — ele a silenciou, passando a língua lentamente pelos lábios antes de mergulhar. — Eu quero sentir o seu gosto. Quero que você sinta o quanto eu te desejo, e o quanto aquele merda nunca vai chegar perto disso.
A língua de Kylian encontrou o clitóris dela com uma precisão devastadora. Lara arqueou as costas instantaneamente, os dedos enterrando-se nos cabelos curtos dele. Ele a chupava com uma intensidade voraz, usando a língua em movimentos circulares e firmes, enquanto seus dedos entravam e saíam dela, preparando o caminho.
— Você gosta disso, não gosta? — ele perguntou, a voz abafada contra a carne dela, mas perfeitamente audível no silêncio do quarto. — Gosta de saber que eu sou o único que pode te fazer gemer assim.
— Sim... ah, Deus, Kylian! — Lara gritou, a cabeça jogada para trás, o prazer subindo em ondas cegantes.
— Diga — ordenou ele, parando por um segundo apenas para torturá-la. — Diga de quem você é.
— Sou sua... — ela ofegou, as pernas tremendo. — Eu sou toda sua, Kylian. Por favor, não para...
Ele sorriu contra a pele dela e voltou ao trabalho com ainda mais vigor. Ele a chupou até que ela perdesse o sentido da realidade, até que as paredes do quarto parecessem girar. Quando o orgasmo a atingiu, foi violento, fazendo-a soluçar enquanto ele bebia cada gota de seu prazer, recusando-se a deixá-la recuar até que ela estivesse completamente exausta.
Kylian se levantou, a respiração pesada, os olhos brilhando com uma satisfação sombria. Ele a virou de costas, deixando-a de quatro, uma posição que a deixava completamente vulnerável e exposta para ele.
— Olha para mim — ele comandou, e ela virou o rosto para vê-lo pelo espelho lateral.
Ele começou a se masturbar com rapidez, o olhar fixo no dela. A tensão no quarto era quase palpável.
— Você é minha cadelinha, Lara — ele disse, as palavras sujas saindo com facilidade de seus lábios. — Cada centímetro desse corpo me pertence. Se eu vir aquele idiota, ou qualquer outro, olhando para você daquela forma de novo... eu vou quebrar a cara deles depois de vir aqui e te foder até você esquecer o próprio nome.
Lara não conseguia responder, apenas observar o ritmo frenético dele. O prazer dela ainda pulsava, e as palavras dele só serviam para acender um novo fogo em seu ventre.
— Abre a boca — ele ordenou, aproximando-se.
Ela obedeceu sem hesitar. Kylian gozou com um gemido gutural, uma quantidade impressionante que ela recebeu com devoção. Ele a observou engolir, um sorriso de puro triunfo cruzando seu rosto.
— Boa garota — ele sussurrou, acariciando o rosto dela com o polegar.
Mas ele ainda não tinha terminado de marcá-la. Ele a puxou de volta para o centro da cama, deitando-a de costas e elevando suas pernas sobre os ombros dele. Ele estava ereto novamente, a adrenalina e a possessividade agindo como o combustível perfeito.
— Agora — disse ele, a voz carregada de uma promessa final —, eu vou te encher tanto que você vai sentir o meu peso dentro de você a noite toda.
Ele entrou nela de uma vez, um golpe profundo que a fez perder o fôlego. O ritmo agora era lento, deliberado, cada estocada feita para que ela sentisse cada milímetro dele.
— Você é minha propriedade, Lara — ele repetia, como um mantra, enquanto o prazer subia novamente. — Meus filhos vão crescer aqui dentro. Minha porra vai ser a única coisa que você vai querer sentir.
Lara estava em transe, entregue totalmente ao homem que a dominava. Quando Kylian finalmente atingiu o seu ápice, ele não se retirou. Ele se pressionou contra ela, indo o mais fundo que podia, e despejou tudo dentro dela. Lara sentiu o calor inundá-la, uma sensação de preenchimento total que a fez chorar baixinho de puro êxtase.
Ele permaneceu ali, pesado sobre ela, o coração batendo contra o dela como um tambor de guerra.
— Viu só? — ele sussurrou, beijando a testa dela enquanto se afastava lentamente, observando o líquido branco escorrer pelas coxas dela, marcando os lençóis caros. — Agora todo mundo saberia, se pudesse te ver. Você está cheia de mim.
Lara puxou o lençol, mas ele o arrancou de suas mãos.
— Não limpe — ele ordenou. — Quero que você durma assim. Quero que você sinta o meu cheiro e o meu rastro em você até amanhã de manhã.
Ele a puxou para seus braços, prendendo-a contra seu peito musculoso. Lara encostou a cabeça em seu ombro, exausta, mas sentindo uma estranha segurança naquela possessividade avassaladora.
— Eu te amo, Kylian — ela sussurrou, o sono finalmente chegando.
— Você é minha — foi a última coisa que ele disse, um fato incontestável que ecoaria nos sonhos dela e em cada toque que se seguiria.
