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Desejo proibido

Fandom: Desejo

Criado: 16/06/2026

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O Encontro Proibido

A luz do fim de tarde entrava pela janela da sala, iluminando os cachos castanhos de Adriana, que tentava se concentrar na leitura de um livro, embora seus pensamentos estivessem longe. Ela sempre se sentira um pouco deslocada, a "gordinha" do grupo, escondida atrás de óculos de armação grossa que, para ela, serviam como um escudo. O que Adriana não percebia, ou se recusava a ver no espelho, era como suas curvas eram perigosas, como sua pele morena reluzia e como aquele corpo robusto e macio despertava instintos primitivos em qualquer homem que tivesse o privilégio de observá-la de perto.

Seu pai, Renilson, era um homem sociável e sempre trazia amigos para casa. Adriana estava acostumada com as conversas altas e as risadas sobre futebol ou trabalho. Mas, naquele dia, algo seria diferente.

A campainha tocou e Renilson correu para abrir a porta, com um sorriso largo.

— Lailson! Finalmente, rapaz! Entre, entre! — exclamou o pai, dando tapinhas nas costas do convidado.

Adriana levantou os olhos do livro e sentiu o coração falhar uma batida. Lailson era um pouco mais velho que ela, talvez da mesma idade, mas carregava uma aura de homem feito. Moreno, com o cabelo preto cortado baixo, mas ainda revelando os cachos definidos, ele tinha um corpo que parecia ter sido esculpido à mão. Os ombros largos e os braços fortes preenchiam a camiseta de malha fina de um jeito que fez Adriana engolir em seco.

— Boa tarde, Renilson. Obrigado pelo convite — disse Lailson, com uma voz grave que vibrou no peito de Adriana.

Os olhos dele varreram a sala e pararam nela. Por um segundo, o tempo pareceu congelar. Lailson não apenas olhou para Adriana; ele a devorou com os olhos. Ele viu a garota de óculos, sim, mas viu muito além disso: viu os seios fartos que o decote da blusa tentava conter, as coxas grossas que marcavam o short jeans e o rosto de anjo com olhos que escondiam um fogo que ele estava louco para descobrir.

— Essa aqui é minha filha, Adriana — apresentou Renilson, orgulhoso. — Dri, esse é o Lailson, um dos melhores mecânicos que já conheci, o cara é fera.

Adriana fechou o livro, sentindo as bochechas queimarem. Ela se levantou, sentindo-se pequena diante daquela presença masculina tão imponente.

— Prazer, Lailson — disse ela, tentando manter a voz firme.

Lailson deu um passo à frente, estendendo a mão. Quando a mão dele, grande e quente, envolveu a dela, Adriana sentiu uma descarga elétrica percorrer sua espinha.

— O prazer é todo meu, Adriana — respondeu ele, com um sorriso de canto de boca que dizia muito mais do que as palavras. — Seu pai não me disse que tinha uma filha tão linda.

— Ah, para com isso, Lailson! — Renilson riu, sem perceber a tensão sexual que acabara de se instalar no ambiente. — Vamos para a cozinha, o churrasco já está quase no ponto. Dri, traz as bebidas para a gente?

— Trago sim, pai — respondeu ela, sentindo o olhar de Lailson queimar em suas costas enquanto ela se dirigia à cozinha.

Durante as horas seguintes, o clima foi de descontração, mas para Adriana e Lailson, era uma tortura silenciosa. Cada vez que ela servia uma cerveja ou passava por ele, Lailson deixava seus olhos vagarem pelas curvas dela sem o menor pudor. Ele era safado, e Adriana, apesar da timidez inicial, sentia um desejo crescente que nunca experimentara antes.

Quando Renilson se afastou para atender uma ligação de trabalho no quarto, o silêncio caiu sobre a varanda, quebrado apenas pelo som dos grilos. Lailson se aproximou de Adriana, que estava encostada no parapeito, olhando para o jardim.

— Você sabe que é gostosa pra caralho, não sabe? — sussurrou ele, a voz carregada de segundas intenções, parando logo atrás dela.

Adriana sentiu o hálito quente dele em seu pescoço e arrepiou-se inteira. Ela se virou, ficando a poucos centímetros do peito dele.

— Eu... eu não me acho tudo isso — murmurou ela, ajustando os óculos com os dedos trêmulos.

Lailson deu um passo à frente, encurralando-a contra o parapeito. Ele levou a mão ao rosto dela, tirando os óculos e colocando-os sobre a mesa lateral.

— Pois deveria se achar. Você é uma tentação, Adriana. Esses seus cachos, essa boca... e esse corpo que me deixa louco só de olhar.

Ele não esperou por uma resposta. Lailson selou seus lábios nos dela em um beijo urgente e faminto. Adriana, que sempre se sentira insegura, rendeu-se instantaneamente. A língua dele invadiu sua boca com autoridade, explorando cada canto, enquanto as mãos grandes dele desceram para as nádegas dela, apertando a carne farta com força.

— Puta que pariu, você é muito macia — rosnou ele entre o beijo.

Adriana soltou um gemido baixo, passando os braços pelo pescoço dele e puxando-o para mais perto. Ela sentiu o volume rígido entre as pernas dele pressionando sua intimidade através da roupa, e o desejo explodiu.

— Meu pai... ele pode voltar — ofegou ela, embora não fizesse menção de se afastar.

— Ele não vai sair daquele telefone tão cedo — disse Lailson, a voz rouca de tesão. — Vem comigo.

Ele a puxou pela mão até o corredor, entrando no quarto de hóspedes e trancando a porta. No escuro, a única coisa que importava era o calor dos corpos. Lailson não perdeu tempo. Ele puxou a blusa de Adriana para cima, revelando os seios fartos que saltaram para fora do sutiã de renda.

— Olha só isso... que coisa maravilhosa — disse ele, massageando os mamilos dela antes de abocanhar um deles, sugando com força.

Adriana arqueou as costas, enterrando os dedos nos cabelos cacheados de Lailson.

— Ah, Lailson... sim... mais forte...

Ele a jogou na cama e, com movimentos rápidos e brutos, livrou-se das próprias roupas e das dela. Quando ele ficou nu diante dela, Adriana perdeu o fôlego. Ele era perfeito, moreno, musculoso e ostentava um membro imponente que já estava pulsando de vontade.

— Você quer, não quer? — perguntou ele, ajoelhando-se entre as pernas dela e abrindo-as com força, admirando a visão da vulva dela, úmida e rosada.

— Quero... me fode, Lailson, por favor — pediu ela, a safadeza que guardava dentro de si vindo à tona com tudo.

Lailson não se fez de rogado. Ele se posicionou e, com um impulso firme, penetrou-a por inteiro. Adriana soltou um grito abafado pela mão dele, que cobriu sua boca.

— Shh... calma, gostosa. Eu vou te arrombar de tanto prazer — sussurrou ele no ouvido dela, começando a estocar com força e rapidez.

O som dos corpos se batendo ecoava pelo quarto pequeno. Lailson era selvagem, não poupava Adriana, que recebia cada estocada com gemidos de puro êxtase. Ele a virou de quatro, segurando-a pelos quadris largos e penetrando-a por trás. A visão daquelas nádegas morenas balançando conforme ele a possuía o deixava ainda mais excitado.

— Você é uma vadia deliciosa, Adriana! — exclamou ele, dando um tapa estalado na bunda dela, deixando a marca de seus dedos na pele clara.

— Sim! Me usa, Lailson! Me fode com força! — gritava ela, perdendo o controle.

O ritmo tornou-se frenético. Lailson a puxou pelos cabelos, obrigando-a a olhar para trás enquanto ele a preenchia completamente. O clímax estava próximo para ambos. Adriana sentia as paredes de sua vagina se contraírem ao redor dele, e Lailson rosnava como um animal.

— Eu vou por tudo dentro de você! — rugiu ele, dando as últimas estocadas profundas antes de se derramar dentro dela em jatos quentes de prazer.

Adriana desabou nos travesseiros, o corpo tremendo em um orgasmo intenso que parecia nunca acabar. Lailson deitou-se ao lado dela, puxando-a para o seu peito suado, ambos ofegantes.

— Isso foi... incrível — murmurou ela, sentindo-se mais bonita e desejada do que nunca.

— Isso foi só o começo, morena — respondeu ele, beijando o topo da cabeça dela.

Semanas se passaram, e o que começou como um encontro proibido nos fundos da casa de Renilson transformou-se em algo muito mais profundo. Lailson não conseguia ficar longe de Adriana, e ela descobrira nele não apenas um amante voraz, mas alguém que a enxergava de verdade.

Certa noite, após mais uma sessão de sexo selvagem no carro de Lailson, ele segurou o rosto dela com as duas mãos, olhando-a nos olhos sob a luz da lua.

— Adriana, eu não quero mais me esconder. Eu não quero ser só o cara que te come escondido do seu pai.

Ela sentiu o coração disparar.

— O que você quer dizer?

— Eu quero você. Só você. Quero poder te beijar na frente de todo mundo, inclusive do Renilson. Adriana... você quer namorar comigo? De verdade?

As lágrimas brotaram nos olhos dela, mas eram lágrimas de pura felicidade. Ela finalmente entendera que sua beleza não estava nos padrões, mas no fogo que carregava e no amor que encontrara.

— É tudo o que eu mais quero, Lailson.

Eles se beijaram, um beijo calmo desta vez, selando um compromisso que nascera do desejo, mas que agora florescia em algo que nenhum deles poderia mais ignorar. Adriana finalmente se sentia a mulher linda e poderosa que sempre fora, e tinha ao seu lado o homem que provaria isso a ela todos os dias, entre lençóis e além deles.
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