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Desejo proibido

Fandom: Desejo

Criado: 16/06/2026

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O Selo da Paixão e o Brilho da Entrega

O sol de fim de tarde banhava o quintal da casa, refletindo-se na água cristalina da piscina. Adriana emergiu lentamente, sentindo o frescor da água contrastar com o calor escaldante que fazia naquele dia. Ela ajeitou os óculos que insistiam em escorregar pelo nariz molhado, sacudindo os cabelos castanhos cacheados que caíam pesados e úmidos sobre seus ombros. O biquíni que ela escolhera era de um tecido tão fino e reduzido que mal conseguia conter suas curvas generosas, realçando cada detalhe de seu corpo moreno e voluptuoso.

Embora muitas vezes se olhasse no espelho e não se sentisse a mulher mais bonita do mundo, a forma como Lailson a devorava com os olhos dizia o contrário. Ele estava estirado na espreguiçadeira, fingindo ler um livro, mas sua atenção estava totalmente voltada para a visão quase divina de sua esposa saindo da água. Para ele, Adriana era a perfeição: a mistura exata de doçura e uma safadeza que só ele conhecia.

Lailson fechou o livro com força, sentindo o sangue pulsar mais rápido. Ele se levantou, caminhando até ela com um sorriso predatório nos lábios. Sem dizer uma palavra, ele a puxou pela cintura, sentindo a pele molhada dela contra a sua.

— Você não tem noção do que está fazendo comigo usando esse biquíni, Adriana — sussurrou ele, a voz rouca de desejo.

— Só estou aproveitando o sol, meu amor — provocou ela, embora sua respiração já estivesse falhando.

Lailson não esperou. Ele a conduziu para dentro de casa, o rastro de água marcando o caminho até o quarto. O clima entre os dois sempre foi intenso, mas naquele último dia de férias, parecia que a eletricidade entre eles estava prestes a causar um curto-circuito. No centro do quarto, ele a guiou para a cama, posicionando-a de uma forma que permitisse que ambos se explorassem ao máximo.

Na posição 69, o mundo exterior deixou de existir. Adriana sentia o cheiro dele, o calor de sua pele morena, enquanto se perdia no prazer de saboreá-lo. Lailson, por sua vez, estava em êxtase. Ele adorava o corpo dela, cada curva, cada dobra, e ali, naquela posição, ele podia se entregar ao prazer de beijar e chupar cada centímetro daquela intimidade que ele tanto cobiçava.

Ela deslizou as mãos pelo abdômen definido dele, sentindo a rigidez por baixo do short. Com agilidade, ela o livrou da peça de roupa, revelando a urgência dele. Adriana não hesitou; envolveu-o com lábios e língua, descendo até onde podia, em uma garganta profunda que fazia Lailson arquear as costas e gemer o nome dela como um mantra.

Enquanto ela se dedicava a ele, Lailson não ficava atrás. Suas mãos grandes e habilidosas massageavam o clitóris dela com a pressão exata. Ele conhecia o corpo de Adriana melhor que ninguém. Logo, sentiu a necessidade de preenchê-la mais. Introduziu um dedo, depois dois, explorando não apenas a sua frente, mas também o seu caminho mais proibido, sentindo o aperto delicioso que ela oferecia.

— Isso... Lailson, mais... — os gemidos dela saíam abafados, mas carregados de uma luxúria que o incendiava.

Ele a virou de quatro na cama, a visão de suas nádegas fartas e morenas fazendo-o perder o pouco controle que restava. Lailson amava a forma como ela reagia ao toque mais bruto. Ele desferiu um tapa estalado em sua bunda, vendo a pele avermelhar instantaneamente.

— Você gosta disso, não gosta? — perguntou ele, a voz carregada de autoridade.

— Sim! Mais forte, por favor! — Adriana implorou, empinando-se para ele.

Ele não economizou. Os tapas agora se espalhavam por sua bunda, suas coxas, e até seus seios fartos que balançavam com o impacto. Em um momento de entrega total, ele a puxou pelo cabelo, obrigando-a a olhar para ele enquanto desferia um tapa leve, mas firme, em seu rosto, apenas para ver o brilho de desejo e submissão nos olhos dela atrás das lentes dos óculos.

— Agora, sobe aqui — ordenou ele, sentando-se na beira da cama. — Mostra para o seu marido quem manda nessa raba.

Adriana montou nele, os cabelos cacheados selvagens ao redor do rosto. Ela começou a cavalgar, sentindo-o preenchê-la completamente. O ritmo era hipnótico; ora devagar, sentindo cada nervura dele, ora rápido, em uma busca frenética pelo ápice.

— Vai, cavalga no meu pau, sua putinha! — Lailson exclamou, as mãos apertando a cintura dela com força. — Mostra o que esse cu guloso sabe fazer. Mostra para o seu marido a cadela que você é quando está comigo!

Adriana já tinha atingido o orgasmo várias vezes, as pernas tremendo, mas o vigor de Lailson parecia inesgotável. Ele a tratava com uma possessividade que a fazia se sentir a mulher mais desejada do universo. Cada palavra obscena que ele proferia era como combustível para o fogo que a consumia.

Decidido a elevar o nível daquela tarde, Lailson esticou o braço até a cômoda e pegou um plug de metal frio. Adriana ofegou quando sentiu a pressão em sua retaguarda enquanto ele continuava a possuí-la pela frente. O contraste de sensações era quase insuportável de tão bom.

Depois de alguns minutos de puro delírio, ele retirou o plug e, sem dar tempo para ela respirar, substituiu o brinquedo por si mesmo. O aperto era surreal. Lailson sentia que poderia explodir a qualquer segundo. Quando finalmente sentiu que o prazer atingia o ponto de não retorno, ele se derramou dentro dela, preenchendo-a com tudo o que tinha.

— O seu cu é tão guloso que daria para encher um balde — sussurrou ele ao pé do ouvido dela, enquanto a respiração de ambos tentava voltar ao normal.

Antes que o gozo pudesse escapar, ele pegou o plug novamente e o empurrou para dentro, selando-a.

— Não... Lailson... — ela murmurou, sentindo o preenchimento constante.

— Você vai passar o dia inteiro com isso aí dentro — sentenciou ele, o tom de voz não admitindo contestações. — Só vou tirar amanhã. Quero que você sinta o meu rastro em você a cada passo que der pela casa. Você entendeu?

— Sim, meu dono... — respondeu ela, rendida.

Ele desferiu um último tapa, o mais forte da tarde, deixando a marca nítida de sua mão na pele morena dela. Quando ele se retirou da frente dela, o excesso de prazer que restava em sua intimidade escorreu por suas pernas, um testemunho líquido da intensidade do que haviam vivido.

Adriana desabou no colchão, o cansaço finalmente vencendo o desejo. Seus músculos latejavam, e ela sentia os pequenos ferimentos e marcas que a paixão de Lailson havia deixado. Mas não havia dor, apenas uma satisfação profunda.

Lailson a observou por alguns instantes, o peito subindo e descendo. O olhar de predador desapareceu, dando lugar ao do marido zeloso. Ele foi até o banheiro, trouxe uma toalha morna e começou a limpar o corpo de sua mulher com uma delicadeza extrema. Ele cuidou de cada marca, beijando os lugares onde a pele estava mais sensível, tratando-a como a joia preciosa que ela era para ele.

Limpou todo o gozo, deixando apenas o plug metálico no lugar, cumprindo sua promessa.

— Agora descansa, minha vida — disse ele, cobrindo-a suavemente. — Amanhã a gente continua.

Adriana fechou os olhos, sentindo-se completa, amada e, acima de tudo, ansiosa pelo despertar do dia seguinte. Naquele quarto, entre marcas de desejo e promessas de posse, eles sabiam que pertenciam um ao outro de corpo e alma.
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