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Pai da amiga do meu filho
Fandom: Rico, homem, médico
Criado: 17/06/2026
Tags
RomanceDramaFatias de VidaDor/ConfortoFofuraHistória DomésticaRomance
Entre Flores e Contrastes
A tarde de sábado em São Paulo estava com aquele clima ameno que convidava a um café no jardim. Eu estacionei meu carro em frente à imensa mansão de estilo neoclássico dos Mancini, sentindo o frio costumeiro na barriga. Não era a primeira vez que eu levava Pietro para brincar com Helena, mas a presença de Erick sempre me deixava um pouco desconcertada, por mais que ele fizesse de tudo para me deixar à vontade.
— Chegamos, filho — eu disse, olhando pelo retrovisor para Pietro, que já tentava soltar o cinto de segurança, ansioso.
— A Helena prometeu que ia me mostrar a cabana nova, mamãe! — ele exclamou, com os olhos brilhando.
Descemos do carro e, antes mesmo que eu pudesse tocar a campainha, a imponente porta de madeira maciça se abriu. Erick Mancini estava ali, parado com um sorriso que parecia iluminar todo o hall de entrada. Ele vestia uma camisa de linho azul clara com as mangas dobradas, revelando os braços fortes e bronzeados, e uma calça de alfaiataria que denunciava seu gosto impecável.
— Cecília, que alegria ver vocês — ele disse, com aquela voz aveludada que sempre parecia carregar um carinho genuíno.
— Oi, Erick. Espero que não estejamos interrompendo nada — respondi, ajeitando uma mecha do meu cabelo castanho atrás da orelha, sentindo minhas bochechas esquentarem levemente.
— Você nunca interrompe, linda. Pelo contrário, sua presença melhora qualquer ambiente — ele disse, aproximando-se para me cumprimentar com um beijo casto no rosto, mas que demorou o suficiente para que eu sentisse o perfume amadeirado e caro que ele usava.
Erick se abaixou para ficar na altura de Pietro e bagunçou o cabelo do menino.
— E aí, campeão? A Helena está lá no jardim dos fundos, quase tendo um ataque de ansiedade esperando por você. Pode ir lá.
Pietro não precisou de um segundo convite. Ele saiu correndo pelo corredor lateral, conhecendo o caminho como se fosse sua própria casa. Eu sorri, vendo a alegria dele, e me virei para Erick, pronta para me despedir.
— Bom, eu volto para buscá-lo no final da tarde. Tenho algumas coisas para organizar na loja e...
— Nem pense nisso — Erick me interrompeu, segurando gentilmente meu braço. O toque era quente e firme. — Eu pedi para a governanta preparar um chá maravilhoso, e acabei de receber uma remessa de doces artesanais. Fique comigo um pouco. O Pietro e a Helena vão se entreter por horas, e eu adoraria sua companhia.
— Eu não quero incomodar, Erick. Você trabalha tanto no hospital, deve querer descansar — argumentei, sendo a pessoa tímida e educada que sempre fui.
— Estar com você é o meu descanso, Cecília — ele afirmou, olhando-me fixamente com seus olhos castanhos expressivos. — Por favor, fique.
Eu acabei cedendo, como sempre fazia diante de sua insistência carinhosa. Caminhamos até a varanda gourmet, que dava para um jardim impecavelmente cuidado. No centro da mesa redonda de ferro batido, havia um buquê enorme de peônias cor-de-rosa e brancas.
— São para você — ele disse, notando meu olhar sobre as flores. — Eu as vi hoje cedo e pensei que combinariam perfeitamente com a cor do seu vestido.
— Erick, elas são lindas... mas você já me deu flores na semana passada — eu disse, sentindo-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, um pouco encabulada com tanta atenção.
— Flores nunca são demais para uma mulher como você — ele respondeu, puxando a cadeira para que eu me sentasse, agindo como o cavalheiro de berço que era.
Enquanto ele servia o chá, o clima de paz foi subitamente quebrado por um barulho de passos pesados vindo de dentro da casa. Luca, o filho mais velho de Erick, apareceu na porta de vidro. Ele usava fones de ouvido grandes no pescoço, uma camiseta de banda preta e uma expressão de tédio profundo que parecia permanente em seu rosto de quinze anos.
— Pai, eu vou sair — Luca anunciou, sem sequer olhar para mim.
Erick mudou a postura instantaneamente. A doçura que ele direcionava a mim foi substituída por uma rigidez autoritária.
— Vai sair para onde, Luca? E cadê o "boa tarde" para a Cecília? — o tom de voz de Erick subiu uma oitava.
— Oi — Luca murmurou, mal movendo os lábios. — Vou na casa do Leo. A gente vai jogar.
— Você não vai a lugar nenhum até terminar aquela lista de exercícios de física que o tutor deixou — Erick disse, cruzando os braços, os músculos do peito tensionando a camisa. — Eu vi as suas notas da última prova, Luca. Estão deploráveis.
— Ah, pai, qual é? É sábado! — o adolescente rebateu, revirando os olhos com uma audácia que me fez encolher na cadeira.
— Não me venha com "qual é"! Eu pago a melhor escola da cidade, dou tudo o que você quer, e a única coisa que peço é responsabilidade. Você não sai de casa enquanto não terminar. Agora, suba para o seu quarto! — a voz de Erick agora era um trovão controlado.
— Você é um saco! — Luca gritou, girando nos calcanhares e batendo a porta de vidro com força ao entrar.
O silêncio que se seguiu foi pesado. Erick fechou os olhos por um momento, inspirando profundamente e massageando as têmporas. Quando ele se voltou para mim, a expressão endurecida derreteu-se em um pedido de desculpas silencioso.
— Me perdoe por isso, Cecília. Esse menino me tira do sério de uma forma que eu nem sei explicar — ele desabafou, sentando-se novamente e pegando minha mão sobre a mesa. — Eu tento ser paciente, mas parece que ele faz questão de me desafiar.
— É a idade, Erick — eu disse suavemente, acariciando o dorso da mão dele com o polegar para acalmá-lo. — Ele está tentando encontrar o próprio espaço. É difícil para eles também.
— Ele é tão diferente de como eu era... ou talvez seja exatamente como eu era, e isso é o que me assusta — ele deu um sorriso amargo. — Na faculdade, eu não queria saber de nada além de festas e mulheres. Se não fosse pelo meu pai me cobrando, eu não teria me tornado o médico que sou hoje. Mas o Luca... ele não parece ter foco em nada.
— Você é um ótimo pai, Erick. Veja a Helena, ela é um doce. E o Luca vai se encontrar, você vai ver — tentei confortá-lo.
Erick me olhou com uma intensidade que me fez perder o fôlego por um segundo. Ele levou minha mão aos lábios e depositou um beijo suave ali.
— Você tem esse dom, sabia? De trazer paz para o meu caos. Às vezes eu acho que o destino colocou o Pietro na mesma escola da Helena só para que nossos caminhos se cruzassem.
— Eu também fico feliz que tenhamos nos conhecido — confessei em voz baixa.
— Cecília, eu sei que você passou por um divórcio difícil e que é uma mulher independente, dona do seu próprio império com aquela loja maravilhosa — ele começou, aproximando sua cadeira da minha. — Mas eu quero que saiba que minhas intenções com você são as mais nobres possíveis. Eu não sou mais aquele garoto da faculdade que não sabia o que queria. Hoje, eu sei exatamente o que eu quero.
— E o que você quer? — perguntei, quase num sussurro.
— Eu quero cuidar de você. Quero ser o homem que te traz flores todos os dias, não porque é uma obrigação, mas porque eu não consigo ver algo bonito e não lembrar de você — ele disse, com sinceridade transbordando pelos olhos. — Eu quero que sejamos uma família. O Pietro, a Helena, até o teimoso do Luca... e nós dois.
Eu senti uma lágrima solitária escapar. Depois de tanto tempo me sentindo sozinha na criação do Pietro e lidando com as friezas do meu antigo casamento, ouvir aquilo de um homem como Erick parecia um sonho.
— Eu sou um pouco lenta para essas coisas, Erick... eu tenho medo de me machucar de novo — admiti.
— Eu vou esperar o tempo que for preciso, linda — ele prometeu, aproximando o rosto do meu. — Vou te conquistar centímetro por centímetro, dia após dia.
Nesse momento, ouvimos risadas vindas do jardim. Olhamos para o lado e vimos Pietro e Helena correndo pela grama, cobertos de terra e com sorrisos de orelha a orelha. Eles pareciam dois anjinhos alheios aos problemas do mundo adulto.
— Olha, papai! A gente achou um tesouro! — Helena gritou, levantando uma pedra brilhante.
Erick riu, uma risada aberta e contagiante que dissipou qualquer vestígio da briga com Luca.
— Que tesouro incrível, meu amor! Guardem bem!
Ele voltou a me olhar, e o brilho em seus olhos era de pura admiração.
— Viu só? Eles já se escolheram como irmãos. Talvez devêssemos seguir o exemplo deles e aceitar o que está bem na nossa frente.
— Talvez — eu sorri, sentindo-me mais leve do que em anos.
Erick se levantou e estendeu a mão para mim.
— Vamos lá ver o tesouro deles? E depois, se você me permitir, eu adoraria te levar para jantar. As crianças podem ficar com a babá, e o Luca... bom, o Luca vai ficar de castigo estudando, mas eu garanto que a noite será apenas nossa.
— Eu adoraria, Erick — respondi, aceitando sua mão.
Enquanto caminhávamos em direção às crianças, senti que aquele era o início de um capítulo novo e muito mais colorido na minha vida. Erick Mancini era um homem de contrastes: o médico implacável, o pai severo, o herdeiro rico, mas, acima de tudo, o homem carinhoso que estava decidido a me fazer feliz. E, pela primeira vez em muito tempo, eu estava pronta para ser cuidada.
— Chegamos, filho — eu disse, olhando pelo retrovisor para Pietro, que já tentava soltar o cinto de segurança, ansioso.
— A Helena prometeu que ia me mostrar a cabana nova, mamãe! — ele exclamou, com os olhos brilhando.
Descemos do carro e, antes mesmo que eu pudesse tocar a campainha, a imponente porta de madeira maciça se abriu. Erick Mancini estava ali, parado com um sorriso que parecia iluminar todo o hall de entrada. Ele vestia uma camisa de linho azul clara com as mangas dobradas, revelando os braços fortes e bronzeados, e uma calça de alfaiataria que denunciava seu gosto impecável.
— Cecília, que alegria ver vocês — ele disse, com aquela voz aveludada que sempre parecia carregar um carinho genuíno.
— Oi, Erick. Espero que não estejamos interrompendo nada — respondi, ajeitando uma mecha do meu cabelo castanho atrás da orelha, sentindo minhas bochechas esquentarem levemente.
— Você nunca interrompe, linda. Pelo contrário, sua presença melhora qualquer ambiente — ele disse, aproximando-se para me cumprimentar com um beijo casto no rosto, mas que demorou o suficiente para que eu sentisse o perfume amadeirado e caro que ele usava.
Erick se abaixou para ficar na altura de Pietro e bagunçou o cabelo do menino.
— E aí, campeão? A Helena está lá no jardim dos fundos, quase tendo um ataque de ansiedade esperando por você. Pode ir lá.
Pietro não precisou de um segundo convite. Ele saiu correndo pelo corredor lateral, conhecendo o caminho como se fosse sua própria casa. Eu sorri, vendo a alegria dele, e me virei para Erick, pronta para me despedir.
— Bom, eu volto para buscá-lo no final da tarde. Tenho algumas coisas para organizar na loja e...
— Nem pense nisso — Erick me interrompeu, segurando gentilmente meu braço. O toque era quente e firme. — Eu pedi para a governanta preparar um chá maravilhoso, e acabei de receber uma remessa de doces artesanais. Fique comigo um pouco. O Pietro e a Helena vão se entreter por horas, e eu adoraria sua companhia.
— Eu não quero incomodar, Erick. Você trabalha tanto no hospital, deve querer descansar — argumentei, sendo a pessoa tímida e educada que sempre fui.
— Estar com você é o meu descanso, Cecília — ele afirmou, olhando-me fixamente com seus olhos castanhos expressivos. — Por favor, fique.
Eu acabei cedendo, como sempre fazia diante de sua insistência carinhosa. Caminhamos até a varanda gourmet, que dava para um jardim impecavelmente cuidado. No centro da mesa redonda de ferro batido, havia um buquê enorme de peônias cor-de-rosa e brancas.
— São para você — ele disse, notando meu olhar sobre as flores. — Eu as vi hoje cedo e pensei que combinariam perfeitamente com a cor do seu vestido.
— Erick, elas são lindas... mas você já me deu flores na semana passada — eu disse, sentindo-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, um pouco encabulada com tanta atenção.
— Flores nunca são demais para uma mulher como você — ele respondeu, puxando a cadeira para que eu me sentasse, agindo como o cavalheiro de berço que era.
Enquanto ele servia o chá, o clima de paz foi subitamente quebrado por um barulho de passos pesados vindo de dentro da casa. Luca, o filho mais velho de Erick, apareceu na porta de vidro. Ele usava fones de ouvido grandes no pescoço, uma camiseta de banda preta e uma expressão de tédio profundo que parecia permanente em seu rosto de quinze anos.
— Pai, eu vou sair — Luca anunciou, sem sequer olhar para mim.
Erick mudou a postura instantaneamente. A doçura que ele direcionava a mim foi substituída por uma rigidez autoritária.
— Vai sair para onde, Luca? E cadê o "boa tarde" para a Cecília? — o tom de voz de Erick subiu uma oitava.
— Oi — Luca murmurou, mal movendo os lábios. — Vou na casa do Leo. A gente vai jogar.
— Você não vai a lugar nenhum até terminar aquela lista de exercícios de física que o tutor deixou — Erick disse, cruzando os braços, os músculos do peito tensionando a camisa. — Eu vi as suas notas da última prova, Luca. Estão deploráveis.
— Ah, pai, qual é? É sábado! — o adolescente rebateu, revirando os olhos com uma audácia que me fez encolher na cadeira.
— Não me venha com "qual é"! Eu pago a melhor escola da cidade, dou tudo o que você quer, e a única coisa que peço é responsabilidade. Você não sai de casa enquanto não terminar. Agora, suba para o seu quarto! — a voz de Erick agora era um trovão controlado.
— Você é um saco! — Luca gritou, girando nos calcanhares e batendo a porta de vidro com força ao entrar.
O silêncio que se seguiu foi pesado. Erick fechou os olhos por um momento, inspirando profundamente e massageando as têmporas. Quando ele se voltou para mim, a expressão endurecida derreteu-se em um pedido de desculpas silencioso.
— Me perdoe por isso, Cecília. Esse menino me tira do sério de uma forma que eu nem sei explicar — ele desabafou, sentando-se novamente e pegando minha mão sobre a mesa. — Eu tento ser paciente, mas parece que ele faz questão de me desafiar.
— É a idade, Erick — eu disse suavemente, acariciando o dorso da mão dele com o polegar para acalmá-lo. — Ele está tentando encontrar o próprio espaço. É difícil para eles também.
— Ele é tão diferente de como eu era... ou talvez seja exatamente como eu era, e isso é o que me assusta — ele deu um sorriso amargo. — Na faculdade, eu não queria saber de nada além de festas e mulheres. Se não fosse pelo meu pai me cobrando, eu não teria me tornado o médico que sou hoje. Mas o Luca... ele não parece ter foco em nada.
— Você é um ótimo pai, Erick. Veja a Helena, ela é um doce. E o Luca vai se encontrar, você vai ver — tentei confortá-lo.
Erick me olhou com uma intensidade que me fez perder o fôlego por um segundo. Ele levou minha mão aos lábios e depositou um beijo suave ali.
— Você tem esse dom, sabia? De trazer paz para o meu caos. Às vezes eu acho que o destino colocou o Pietro na mesma escola da Helena só para que nossos caminhos se cruzassem.
— Eu também fico feliz que tenhamos nos conhecido — confessei em voz baixa.
— Cecília, eu sei que você passou por um divórcio difícil e que é uma mulher independente, dona do seu próprio império com aquela loja maravilhosa — ele começou, aproximando sua cadeira da minha. — Mas eu quero que saiba que minhas intenções com você são as mais nobres possíveis. Eu não sou mais aquele garoto da faculdade que não sabia o que queria. Hoje, eu sei exatamente o que eu quero.
— E o que você quer? — perguntei, quase num sussurro.
— Eu quero cuidar de você. Quero ser o homem que te traz flores todos os dias, não porque é uma obrigação, mas porque eu não consigo ver algo bonito e não lembrar de você — ele disse, com sinceridade transbordando pelos olhos. — Eu quero que sejamos uma família. O Pietro, a Helena, até o teimoso do Luca... e nós dois.
Eu senti uma lágrima solitária escapar. Depois de tanto tempo me sentindo sozinha na criação do Pietro e lidando com as friezas do meu antigo casamento, ouvir aquilo de um homem como Erick parecia um sonho.
— Eu sou um pouco lenta para essas coisas, Erick... eu tenho medo de me machucar de novo — admiti.
— Eu vou esperar o tempo que for preciso, linda — ele prometeu, aproximando o rosto do meu. — Vou te conquistar centímetro por centímetro, dia após dia.
Nesse momento, ouvimos risadas vindas do jardim. Olhamos para o lado e vimos Pietro e Helena correndo pela grama, cobertos de terra e com sorrisos de orelha a orelha. Eles pareciam dois anjinhos alheios aos problemas do mundo adulto.
— Olha, papai! A gente achou um tesouro! — Helena gritou, levantando uma pedra brilhante.
Erick riu, uma risada aberta e contagiante que dissipou qualquer vestígio da briga com Luca.
— Que tesouro incrível, meu amor! Guardem bem!
Ele voltou a me olhar, e o brilho em seus olhos era de pura admiração.
— Viu só? Eles já se escolheram como irmãos. Talvez devêssemos seguir o exemplo deles e aceitar o que está bem na nossa frente.
— Talvez — eu sorri, sentindo-me mais leve do que em anos.
Erick se levantou e estendeu a mão para mim.
— Vamos lá ver o tesouro deles? E depois, se você me permitir, eu adoraria te levar para jantar. As crianças podem ficar com a babá, e o Luca... bom, o Luca vai ficar de castigo estudando, mas eu garanto que a noite será apenas nossa.
— Eu adoraria, Erick — respondi, aceitando sua mão.
Enquanto caminhávamos em direção às crianças, senti que aquele era o início de um capítulo novo e muito mais colorido na minha vida. Erick Mancini era um homem de contrastes: o médico implacável, o pai severo, o herdeiro rico, mas, acima de tudo, o homem carinhoso que estava decidido a me fazer feliz. E, pela primeira vez em muito tempo, eu estava pronta para ser cuidada.
