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d32
Fandom: record of ragnarok
Criado: 18/06/2026
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RomanceFantasiaHistória DomésticaLinguagem ExplícitaHistóricoRecontarSandalpunk
O Trono de Marfim e a Sombra do Submundo
As portas pesadas do palácio de Hades se fecharam com um eco surdo, reverberando pelos corredores de obsidiana e mármore negro. O Rei do Submundo caminhava com sua elegância habitual, mas seus olhos carregavam o cansaço de milênios de burocracia divina. Ele desabotoou os primeiros botões de sua túnica, sentindo o ar rarefeito e frio de seus domínios, mas seu coração buscava apenas uma coisa: o calor que residia em seu quarto.
Ao entrar nos aposentos reais, a visão que o recebeu foi capaz de desarmar qualquer postura autoritária. Qin Shi Huang, o Imperador da China, o homem que havia desafiado deuses e conquistado o respeito de Hades, estava deitado de bruços na imensa cama de lençóis de seda. Ele vestia apenas uma das camisas sociais de Hades — que ficava comicamente grande em seu corpo menor, cobrindo-o até a metade das coxas, deixando suas pernas bronzeadas e bem torneadas totalmente expostas.
Hades sorriu, uma expressão rara e predatória. Ele se aproximou com passos tão silenciosos quanto a própria morte. Qin parecia distraído, talvez perdido em algum pensamento sobre seu império ou apenas aproveitando a maciez do colchão. Sem aviso, Hades estendeu a mão e agarrou firmemente o tornozelo do imperador, puxando-o para a beira da cama com um movimento brusco e decidido.
— ¡Aah! — Qin soltou um grito agudo, o susto fazendo seu corpo saltar enquanto ele tentava se virar para ver o agressor. — Hades! Por todos os deuses, você quer me matar de susto?
Hades não respondeu com palavras. Em vez disso, ele levou o pé de Qin aos lábios, depositando um beijo casto e, em seguida, um mais profundo na curva do arco. Qin estremeceu, sentindo a língua quente do deus traçar o caminho por sua pele.
— Um rei não deveria se assustar tão facilmente, Ying Zheng — murmurou Hades contra a pele dele, sua voz vibrando como um trovão distante.
Hades começou a subir, seus lábios nunca perdendo o contato com a pele de Qin. Ele beijou a panturrilha, o interior do joelho e a coxa firme, cada toque arrancando um suspiro mais pesado do imperador. Quando Hades chegou à virilha de Qin, ele não hesitou. Ele afastou o tecido da camisa e começou a usar a boca com uma maestria que apenas um deus antigo possuía.
Qin arqueou as costas, as mãos enterrando-se nos lençóis enquanto Hades o chupava com avidez. O prazer era tão intenso que a visão de Qin começou a ficar turva. Ele estava no limite, o corpo tremendo, pronto para se derramar, quando Hades parou abruptamente.
— H-Hades... por que parou? — Qin arfou, os olhos nublados de desejo.
O Rei do Submundo apenas deu um sorriso enigmático e virou Qin de costas, expondo a entrada agora ansiosa do imperador. Sem perder tempo, Hades usou a língua para explorar o centro do prazer de Qin, lambendo e sugando até que o humano estivesse se contorcendo e soltando gemidos desconexos.
— Você está tão responsivo hoje — comentou Hades, levantando-se por um momento.
Ele rapidamente abriu as calças, libertando seu membro pulsante. Sem preliminares adicionais, Hades se posicionou e empurrou com tudo, preenchendo Qin completamente em um único movimento.
— ¡AAAAAAH! — O grito de Qin foi uma mistura de dor inicial e um prazer avassalador que o fez chorar. Lágrimas de êxtase escorreram por seu rosto enquanto Hades começava a estocar com força bruta, cada batida fazendo a cama ranger contra o chão de pedra.
A intensidade foi tamanha, o choque sensorial tão profundo, que o sistema de Qin entrou em colapso momentâneo. Seus olhos reviraram e ele desmaiou nos braços do deus.
Hades parou, sentindo o corpo de Qin amolecer. Ele deu um tapinha leve no rosto do imperador, chamando-o de volta.
— Acorde, meu imperador. Eu ainda não terminei com você.
Qin piscou, voltando a si com um suspiro trêmulo. Hades então se retirou e, antes que Qin pudesse processar, o deus segurou sua nuca e o trouxe para perto. Hades gozou com força dentro da boca de Qin, uma quantidade divina de sêmen que transbordou pelos cantos de seus lábios.
— Engula — ordenou Hades, o tom de voz não permitindo discussões.
Qin, ainda em transe pelo prazer, obedeceu. Ele engoliu cada gota, sentindo o gosto metálico e doce da essência do deus. Quando terminou, ele olhou para cima e mostrou a língua, coberta pelo líquido branco, em um gesto de total submissão e desafio silencioso.
Hades rosnou, a visão sendo o gatilho final. Ele virou Qin novamente e voltou a possuí-lo com uma fúria renovada. As estocadas eram profundas, rítmicas e implacáveis. Qin gritava o nome de Hades, o som ecoando pelas paredes do quarto real. Quando Hades finalmente atingiu seu ápice, ele se enterrou o mais fundo possível, despejando sua semente dentro de Qin até que a barriga do imperador parecesse levemente estufada pelo volume do sêmen divino.
Eles ficaram ali por alguns minutos, apenas respirando o mesmo ar pesado de luxúria. Quando Hades finalmente se retirou, Qin tentou se levantar, mas suas pernas estavam como gelatina. Assim que ele se moveu, o sêmen começou a escorrer por suas coxas, um rastro branco contra a pele bronzeada.
— Deixe-me ajudar — disse Hades, pegando Qin nos braços como se ele não pesasse absolutamente nada.
Hades o levou até o banheiro luxuoso, onde uma banheira de mármore já estava preparada. Ele banhou Qin com cuidado, limpando cada rastro da batalha amorosa com uma ternura que contrastava com a violência de momentos atrás. Depois de secá-lo, Hades deu a ele uma nova camisa, limpa e perfumada com sândalo.
De volta à cama, o clima mudou para uma calma doméstica. Qin, agora recuperado, pegou um livro de poesias antigas que estava no criado-mudo e começou a ler em silêncio. Hades, no entanto, não parecia satisfeito em apenas observar. Ele se deitou ao lado de Qin, começando a distribuir beijos lentos e molhados pelo ombro, pelo pescoço e pelas costas do imperador.
— Você é insaciável — murmurou Qin, tentando manter o foco nas palavras do livro, embora um sorriso brincasse em seus lábios.
— Sou um deus, Zheng — respondeu Hades, mordiscando a orelha dele. — E você é o meu maior tesouro. Tenho todo o tempo da eternidade para explorar cada centímetro do seu reino.
Qin fechou o livro com um suspiro derrotado, mas feliz, deixando-se levar mais uma vez pelos carinhos do Rei do Submundo, enquanto as sombras do palácio dançavam ao ritmo de seus corações unidos.
Ao entrar nos aposentos reais, a visão que o recebeu foi capaz de desarmar qualquer postura autoritária. Qin Shi Huang, o Imperador da China, o homem que havia desafiado deuses e conquistado o respeito de Hades, estava deitado de bruços na imensa cama de lençóis de seda. Ele vestia apenas uma das camisas sociais de Hades — que ficava comicamente grande em seu corpo menor, cobrindo-o até a metade das coxas, deixando suas pernas bronzeadas e bem torneadas totalmente expostas.
Hades sorriu, uma expressão rara e predatória. Ele se aproximou com passos tão silenciosos quanto a própria morte. Qin parecia distraído, talvez perdido em algum pensamento sobre seu império ou apenas aproveitando a maciez do colchão. Sem aviso, Hades estendeu a mão e agarrou firmemente o tornozelo do imperador, puxando-o para a beira da cama com um movimento brusco e decidido.
— ¡Aah! — Qin soltou um grito agudo, o susto fazendo seu corpo saltar enquanto ele tentava se virar para ver o agressor. — Hades! Por todos os deuses, você quer me matar de susto?
Hades não respondeu com palavras. Em vez disso, ele levou o pé de Qin aos lábios, depositando um beijo casto e, em seguida, um mais profundo na curva do arco. Qin estremeceu, sentindo a língua quente do deus traçar o caminho por sua pele.
— Um rei não deveria se assustar tão facilmente, Ying Zheng — murmurou Hades contra a pele dele, sua voz vibrando como um trovão distante.
Hades começou a subir, seus lábios nunca perdendo o contato com a pele de Qin. Ele beijou a panturrilha, o interior do joelho e a coxa firme, cada toque arrancando um suspiro mais pesado do imperador. Quando Hades chegou à virilha de Qin, ele não hesitou. Ele afastou o tecido da camisa e começou a usar a boca com uma maestria que apenas um deus antigo possuía.
Qin arqueou as costas, as mãos enterrando-se nos lençóis enquanto Hades o chupava com avidez. O prazer era tão intenso que a visão de Qin começou a ficar turva. Ele estava no limite, o corpo tremendo, pronto para se derramar, quando Hades parou abruptamente.
— H-Hades... por que parou? — Qin arfou, os olhos nublados de desejo.
O Rei do Submundo apenas deu um sorriso enigmático e virou Qin de costas, expondo a entrada agora ansiosa do imperador. Sem perder tempo, Hades usou a língua para explorar o centro do prazer de Qin, lambendo e sugando até que o humano estivesse se contorcendo e soltando gemidos desconexos.
— Você está tão responsivo hoje — comentou Hades, levantando-se por um momento.
Ele rapidamente abriu as calças, libertando seu membro pulsante. Sem preliminares adicionais, Hades se posicionou e empurrou com tudo, preenchendo Qin completamente em um único movimento.
— ¡AAAAAAH! — O grito de Qin foi uma mistura de dor inicial e um prazer avassalador que o fez chorar. Lágrimas de êxtase escorreram por seu rosto enquanto Hades começava a estocar com força bruta, cada batida fazendo a cama ranger contra o chão de pedra.
A intensidade foi tamanha, o choque sensorial tão profundo, que o sistema de Qin entrou em colapso momentâneo. Seus olhos reviraram e ele desmaiou nos braços do deus.
Hades parou, sentindo o corpo de Qin amolecer. Ele deu um tapinha leve no rosto do imperador, chamando-o de volta.
— Acorde, meu imperador. Eu ainda não terminei com você.
Qin piscou, voltando a si com um suspiro trêmulo. Hades então se retirou e, antes que Qin pudesse processar, o deus segurou sua nuca e o trouxe para perto. Hades gozou com força dentro da boca de Qin, uma quantidade divina de sêmen que transbordou pelos cantos de seus lábios.
— Engula — ordenou Hades, o tom de voz não permitindo discussões.
Qin, ainda em transe pelo prazer, obedeceu. Ele engoliu cada gota, sentindo o gosto metálico e doce da essência do deus. Quando terminou, ele olhou para cima e mostrou a língua, coberta pelo líquido branco, em um gesto de total submissão e desafio silencioso.
Hades rosnou, a visão sendo o gatilho final. Ele virou Qin novamente e voltou a possuí-lo com uma fúria renovada. As estocadas eram profundas, rítmicas e implacáveis. Qin gritava o nome de Hades, o som ecoando pelas paredes do quarto real. Quando Hades finalmente atingiu seu ápice, ele se enterrou o mais fundo possível, despejando sua semente dentro de Qin até que a barriga do imperador parecesse levemente estufada pelo volume do sêmen divino.
Eles ficaram ali por alguns minutos, apenas respirando o mesmo ar pesado de luxúria. Quando Hades finalmente se retirou, Qin tentou se levantar, mas suas pernas estavam como gelatina. Assim que ele se moveu, o sêmen começou a escorrer por suas coxas, um rastro branco contra a pele bronzeada.
— Deixe-me ajudar — disse Hades, pegando Qin nos braços como se ele não pesasse absolutamente nada.
Hades o levou até o banheiro luxuoso, onde uma banheira de mármore já estava preparada. Ele banhou Qin com cuidado, limpando cada rastro da batalha amorosa com uma ternura que contrastava com a violência de momentos atrás. Depois de secá-lo, Hades deu a ele uma nova camisa, limpa e perfumada com sândalo.
De volta à cama, o clima mudou para uma calma doméstica. Qin, agora recuperado, pegou um livro de poesias antigas que estava no criado-mudo e começou a ler em silêncio. Hades, no entanto, não parecia satisfeito em apenas observar. Ele se deitou ao lado de Qin, começando a distribuir beijos lentos e molhados pelo ombro, pelo pescoço e pelas costas do imperador.
— Você é insaciável — murmurou Qin, tentando manter o foco nas palavras do livro, embora um sorriso brincasse em seus lábios.
— Sou um deus, Zheng — respondeu Hades, mordiscando a orelha dele. — E você é o meu maior tesouro. Tenho todo o tempo da eternidade para explorar cada centímetro do seu reino.
Qin fechou o livro com um suspiro derrotado, mas feliz, deixando-se levar mais uma vez pelos carinhos do Rei do Submundo, enquanto as sombras do palácio dançavam ao ritmo de seus corações unidos.
