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Os 7

Fandom: Engene - Enhypen

Criado: 18/06/2026

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Sincronia de Sete Batidas

A rotina de Gabby nunca foi comum, mas aquela semana prometia ser um divisor de águas. Como dançarina e musicista, ela estava acostumada com o ritmo frenético, mas nada a preparava para a intensidade de ter sete personalidades tão distintas orbitando seu mundo. Gabby, com seus 1,60m de pura determinação e curvas que ela aprendera a amar, sentia que sua vida era agora uma partitura escrita a quatorze mãos.

A segunda-feira começou com o aroma de café recém-passado e o som de algo fritando na cozinha. Jay estava lá, vestindo um avental por cima da camiseta larga, movendo-se com uma precisão que Gabby sempre admirou. Ele era o porto seguro, o homem que cuidava dos detalhes.

— Bom dia, pequena — disse ele, sem desviar os olhos da frigideira. — Fiz omelete com os temperos que você gosta. Senta logo antes que esfrie.

Gabby se aproximou, abraçando-o por trás. A diferença de altura era notável, mas o encaixe era perfeito. Jay se virou, envolvendo-a nos braços, e o carinho matinal logo se transformou em algo mais denso. Ele a prensou levemente contra a bancada da cozinha, os olhos fixos nos dela.

— Você sabe que eu odeio quando você se atrasa — sussurrou ele, a voz rouca perto do ouvido dela —, mas hoje eu posso abrir uma exceção se você me der um motivo para te manter aqui na cozinha por mais uma hora.

O beijo de Jay tinha gosto de café e desejo contido. Suas mãos, sempre tão cuidadosas, exploraram as curvas de Gabby com uma possessividade que a deixava sem fôlego. Naquela manhã, o café da manhã foi servido com uma dose extra de urgência entre os lençóis de linho.

Na terça-feira, o clima mudou. Heeseung a esperava no estúdio de música. Com seu cabelo vermelho espetadinho e aquele olhar que parecia enxergar a alma, ele era a personificação da paixão artística. Eles passaram horas compondo, as vozes se misturando em uma harmonia perfeita.

— Essa nota... — Heeseung dedilhou o piano —... ela soa como você. Vibrante, mas profunda.

Ele se levantou e caminhou até ela, que estava sentada com o violão. Heeseung tirou o instrumento das mãos dela e o colocou de lado.

— Cansei de música por hoje — disse ele, puxando-a para cima.

Ele a conduziu em uma dança lenta, sem melodia externa, apenas o som de suas respirações. Heeseung tinha um jeito de tocá-la que a fazia sentir-se a única mulher no mundo. Quando ele a beijou, foi um incêndio. Suas mãos grandes seguraram a cintura de Gabby, puxando-a para mais perto, querendo sentir cada centímetro dela contra seu corpo alto e esguio. O estúdio, antes um local de criação, tornou-se o cenário de uma entrega absoluta e febril.

A quarta-feira pertencia a Jake. Ele tinha aquela energia de "golden retriever", mas Gabby sabia que, entre quatro paredes, Jake era tudo menos inocente. Eles foram passear no parque, rindo de bobagens, mas o tempo todo ela notava a mania dele: Jake mordia o lábio inferior enquanto a observava caminhar.

— Por que você está me olhando assim? — perguntou Gabby, rindo.

— Porque eu estou contando os minutos para a gente chegar em casa — respondeu ele, a voz carregada de uma promessa perigosa.

Quando finalmente entraram no apartamento, Jake não perdeu tempo. Ele a empurrou contra a porta fechada, os beijos descendo pelo pescoço dela com uma voracidade que a fazia estremecer.

— Eu passei o dia inteiro imaginando como sua pele é macia — murmurou ele entre mordidas leves no ombro dela. — E eu não sou muito bom em esperar, Gabby.

A quinta-feira trouxe a elegância gélida de Sunghoon. O ex-patinador tinha uma postura impecável e um corpo musculoso que Gabby adorava traçar com os dedos. Eles foram a uma galeria de arte, mas a verdadeira obra de arte para Sunghoon era a mulher ao seu lado.

— Você fica linda sob essa luz — disse ele, a voz baixa e monocórdica, mas os olhos brilhando de luxúria.

Em casa, Sunghoon era metódico. Ele gostava de tirar a roupa dela devagar, apreciando cada detalhe do corpo de Gabby. Ele a tratava como porcelana fina, até que a paixão transbordava e ele revelava sua força, dominando o espaço e fazendo Gabby clamar pelo seu nome enquanto a luz da lua entrava pela janela do quarto.

A sexta-feira foi agitada. Sunoo estava empolgado, tirando fotos para as redes sociais e arrastando Gabby para os lugares mais badalados. Ele era o sol do grupo, sempre sorridente e carinhoso.

— Olha como ficamos bem nessa foto! — Sunoo mostrou a tela do celular. — O contraste do seu cabelo escuro com o meu... perfeito.

Mas, à noite, o lado fofo de Sunoo dava lugar a um sedutor nato. Ele adorava jogos de sedução, sussurrando elogios atrevidos enquanto deslizava as mãos pelas coxas de Gabby.

— As pessoas acham que eu sou apenas o garoto legal — disse ele, enquanto a despojava de suas vestes com uma agilidade surpreendente. — Mas eu só mostro meu lado selvagem para quem eu realmente gosto. E eu gosto muito de você, Gabby.

O sábado chegou com a liderança silenciosa de Jungwon. Ele podia ser o mais novo entre alguns, mas tinha uma firmeza que Gabby achava irresistível. Eles passaram a tarde ensaiando uma coreografia nova. Como dançarinos, a conexão física deles era quase telepática.

— Você está errando o tempo, Gabby — disse ele, aproximando-se e corrigindo a postura dela com as mãos firmes em seus quadris. — Concentre-se no meu corpo. Siga o meu ritmo.

A tensão sexual no estúdio de ensaio era palpável. Jungwon não era de rodeios. Ele a conduziu até o grande espelho, posicionando-se atrás dela.

— Veja como você fica bonita quando está ofegante — sussurrou ele, observando o reflexo dos dois. — Eu adoro o jeito que você se move para mim.

O encontro no chão do estúdio foi intenso, marcado pela disciplina de Jungwon e pela entrega total de Gabby, cujos gemidos ecoavam pela sala espelhada.

Finalmente, o domingo. O dia do descanso, mas com Niki, o descanso era um conceito abstrato. O japonês de 1,86m, com suas mechas claras e olhar felino, era pura energia. Eles passaram o dia jogando videogame e dançando livremente pela sala.

— Você é muito lenta, Gabby! — provocou Niki, rindo enquanto a vencia no jogo.

— É que você é um gigante, Niki! Não é justo — rebateu ela, jogando uma almofada nele.

Niki a puxou para o colo dele com facilidade, a diferença de tamanho fazendo Gabby se sentir pequena e protegida. Ele acariciou os cabelos escuros dela, os dedos brincando com as luzes leves nos fios.

— Eu gosto de como você cabe perfeitamente aqui — disse ele, a expressão tornando-se séria de repente.

Niki tinha uma intensidade jovem, mas uma pegada de homem feito. Ele a levou para o quarto com uma urgência juvenil que logo se transformou em uma exploração profunda e apaixonada. Ele era incansável, e Gabby se perdia naqueles olhos puxados que pareciam devorá-la a cada toque.

Ao final da semana, Gabby estava exausta, mas com o coração transbordando. Cada um deles oferecia uma faceta diferente do amor e do desejo. Ela era a música, e eles eram as notas que compunham a sinfonia de sua vida. Deitada na cama na noite de domingo, ela sorriu, sabendo que na segunda-feira, Jay estaria na cozinha novamente, e tudo recomeçaria naquele ciclo perfeito de sete batidas.
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