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torazulmi
Fandom: mundo torajo
Criado: 18/06/2026
Tags
RomanceFatias de VidaHistória DomésticaFofuraRealismoEstudo de PersonagemDor/ConfortoHumor
Aroma de Café e Calor de Zulmi
O relógio na parede da cozinha marcava pouco mais de duas da manhã, mas a luz suave sobre o balcão indicava que a casa ainda não estava em repouso. Torajo estava em seu habitat natural: parado diante da cafeteira, observando o líquido escuro gotejar lentamente para dentro da jarra de vidro. O cheiro forte e amargo era seu perfume favorito, o combustível que mantinha sua mente funcionando quando o resto do mundo parecia desacelerar.
Ele estava com os cabelos levemente bagunçados e vestia apenas uma calça de moletom cinza, sentindo o frescor da noite contra sua pele. Seus pensamentos foram interrompidos pelo som suave de passos no corredor. Ele não precisou se virar para saber quem era. O som era leve, quase rítmico, e trazia consigo uma energia que ele reconheceria em qualquer lugar.
— Outra xícara, Torajo? — A voz de Zulmi era doce, carregada de um tom brincalhão que sempre o fazia sorrir, mesmo que ele tentasse manter a pose de sério.
Ele se virou e a viu encostada no batente da porta. Zulmi usava uma camisola de seda curta, que realçava suas curvas de forma perigosa sob a luz baixa da cozinha. Seus olhos brilhavam com aquela extroversão natural, uma vivacidade que parecia nunca se apagar, nem mesmo nas altas horas da madrugada.
— É a última, eu prometo — respondeu Torajo, sua voz saindo um pouco mais rouca do que o pretendido.
Zulmi caminhou até ele, reduzindo a distância entre os dois com uma confiança que sempre o deixava sem fôlego. Ela parou bem à sua frente, sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— Você diz isso desde as onze da noite — disse ela, estendendo a mão para tocar o peito nu de Torajo. — Seu coração está batendo rápido. É o café ou sou eu?
Torajo soltou uma risada baixa, deixando a caneca de lado no balcão. Ele envolveu a cintura de Zulmi com os braços, puxando-a para mais perto, até que seus corpos estivessem colados.
— Você sabe que o café não tem esse poder sobre mim — sussurrou ele, inclinando-se para depositar um beijo suave no pescoço dela.
Zulmi soltou um suspiro baixo, fechando os olhos e inclinando a cabeça para trás, dando a ele mais acesso. Ela era puro amor e calor, e Torajo era o porto seguro onde ela descarregava toda a sua intensidade.
— Então prove — desafiou ela, abrindo os olhos e encarando-o com um sorriso travesso. — Esqueça a cafeteira por um momento.
— Com prazer — respondeu ele.
Torajo a pegou no colo com uma facilidade impressionante, fazendo Zulmi soltar uma risadinha surpresa e envolver as pernas ao redor da cintura dele. Ele a carregou até o balcão de mármore, sentando-a ali enquanto suas mãos subiam pelas coxas dela, sentindo a suavidade da pele.
O clima na cozinha mudou instantaneamente. O aroma do café ainda estava presente, mas agora era sobreposto pelo calor crescente entre os dois. Torajo a beijou com uma fome que não vinha da cafeína, mas de um desejo acumulado ao longo do dia. Zulmi correspondeu com a mesma intensidade, suas mãos emaranhando-se nos cabelos dele, puxando-o para mais perto, querendo fundir-se a ele.
— Você está tão quente... — murmurou Zulmi entre os beijos, sentindo a pele de Torajo queimar sob seus dedos.
— É você que me deixa assim — ele respondeu, parando por um segundo para olhar nos olhos dela. — Você sabe o que faz comigo, Zulmi.
— Eu sei — disse ela, com um olhar preenchido de amor e uma pitada de malícia. — E eu adoro cada segundo disso.
Torajo voltou a beijá-la, desta vez descendo para a linha da mandíbula e depois para o colo, onde a seda da camisola começava a atrapalhar. Ele era carinhoso, mas havia uma urgência em seus movimentos que Zulmi incentivava com cada gemido baixo que escapava de seus lábios. Ela o amava de uma forma expansiva, querendo preencher todos os espaços da vida dele com sua alegria, mas naquele momento, o que ela queria era preencher o silêncio da noite com a paixão deles.
As mãos de Torajo encontraram o fecho da camisola, e com um movimento ágil, ele a deslizou pelos ombros dela. A peça de roupa caiu no chão esquecida, assim como qualquer pensamento sobre trabalho ou café.
— Torajo... — ela chamou, sua voz sendo um sussurro de necessidade.
— Estou aqui — respondeu ele, a voz vibrando contra a pele dela. — Sempre aqui por você.
Ele a apertou mais contra si, sentindo a conexão profunda que os unia. Não era apenas atração física; era o encontro de duas almas que se completavam. Zulmi era a luz que iluminava os dias muitas vezes introspectivos de Torajo, e ele era o abraço firme que a mantinha segura quando o mundo parecia barulhento demais.
— Às vezes eu acho que você me ama mais do que ama esse café horrível — brincou ela, tentando recuperar o fôlego enquanto ele subia as mãos pelas suas costas.
— Eu não acho — disse ele, parando para dar um sorriso genuíno e cheio de ternura —, eu tenho certeza absoluta. O café me mantém acordado, mas você é o motivo pelo qual eu quero estar acordado.
Zulmi sentiu o coração derreter com aquelas palavras. Ela o puxou para um beijo profundo, um que selava aquela promessa silenciosa de estarem sempre juntos. O calor entre eles já não era apenas sobre o desejo, mas sobre a entrega total.
— Leve-me para o quarto — pediu ela, a voz carregada de emoção.
Torajo não precisou ouvir duas vezes. Ele a levantou novamente, mantendo-a segura em seus braços, e caminhou em direção ao corredor escuro, deixando para trás a luz da cozinha e a cafeteira que, finalmente, havia terminado seu ciclo. Mas o café ficaria frio naquela noite, pois o calor que realmente importava estava apenas começando a queimar entre as paredes do quarto, onde as palavras se transformariam em toques e o tempo pararia para os dois.
No silêncio do ambiente, apenas os batimentos sincronizados e a respiração ofegante contavam a história de um amor que era, ao mesmo tempo, doce como um abraço e quente como a mais forte das bebidas. Zulmi e Torajo sabiam que, independentemente do que o novo dia trouxesse, eles teriam um ao outro para aquecer o coração e a alma.
Ele estava com os cabelos levemente bagunçados e vestia apenas uma calça de moletom cinza, sentindo o frescor da noite contra sua pele. Seus pensamentos foram interrompidos pelo som suave de passos no corredor. Ele não precisou se virar para saber quem era. O som era leve, quase rítmico, e trazia consigo uma energia que ele reconheceria em qualquer lugar.
— Outra xícara, Torajo? — A voz de Zulmi era doce, carregada de um tom brincalhão que sempre o fazia sorrir, mesmo que ele tentasse manter a pose de sério.
Ele se virou e a viu encostada no batente da porta. Zulmi usava uma camisola de seda curta, que realçava suas curvas de forma perigosa sob a luz baixa da cozinha. Seus olhos brilhavam com aquela extroversão natural, uma vivacidade que parecia nunca se apagar, nem mesmo nas altas horas da madrugada.
— É a última, eu prometo — respondeu Torajo, sua voz saindo um pouco mais rouca do que o pretendido.
Zulmi caminhou até ele, reduzindo a distância entre os dois com uma confiança que sempre o deixava sem fôlego. Ela parou bem à sua frente, sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— Você diz isso desde as onze da noite — disse ela, estendendo a mão para tocar o peito nu de Torajo. — Seu coração está batendo rápido. É o café ou sou eu?
Torajo soltou uma risada baixa, deixando a caneca de lado no balcão. Ele envolveu a cintura de Zulmi com os braços, puxando-a para mais perto, até que seus corpos estivessem colados.
— Você sabe que o café não tem esse poder sobre mim — sussurrou ele, inclinando-se para depositar um beijo suave no pescoço dela.
Zulmi soltou um suspiro baixo, fechando os olhos e inclinando a cabeça para trás, dando a ele mais acesso. Ela era puro amor e calor, e Torajo era o porto seguro onde ela descarregava toda a sua intensidade.
— Então prove — desafiou ela, abrindo os olhos e encarando-o com um sorriso travesso. — Esqueça a cafeteira por um momento.
— Com prazer — respondeu ele.
Torajo a pegou no colo com uma facilidade impressionante, fazendo Zulmi soltar uma risadinha surpresa e envolver as pernas ao redor da cintura dele. Ele a carregou até o balcão de mármore, sentando-a ali enquanto suas mãos subiam pelas coxas dela, sentindo a suavidade da pele.
O clima na cozinha mudou instantaneamente. O aroma do café ainda estava presente, mas agora era sobreposto pelo calor crescente entre os dois. Torajo a beijou com uma fome que não vinha da cafeína, mas de um desejo acumulado ao longo do dia. Zulmi correspondeu com a mesma intensidade, suas mãos emaranhando-se nos cabelos dele, puxando-o para mais perto, querendo fundir-se a ele.
— Você está tão quente... — murmurou Zulmi entre os beijos, sentindo a pele de Torajo queimar sob seus dedos.
— É você que me deixa assim — ele respondeu, parando por um segundo para olhar nos olhos dela. — Você sabe o que faz comigo, Zulmi.
— Eu sei — disse ela, com um olhar preenchido de amor e uma pitada de malícia. — E eu adoro cada segundo disso.
Torajo voltou a beijá-la, desta vez descendo para a linha da mandíbula e depois para o colo, onde a seda da camisola começava a atrapalhar. Ele era carinhoso, mas havia uma urgência em seus movimentos que Zulmi incentivava com cada gemido baixo que escapava de seus lábios. Ela o amava de uma forma expansiva, querendo preencher todos os espaços da vida dele com sua alegria, mas naquele momento, o que ela queria era preencher o silêncio da noite com a paixão deles.
As mãos de Torajo encontraram o fecho da camisola, e com um movimento ágil, ele a deslizou pelos ombros dela. A peça de roupa caiu no chão esquecida, assim como qualquer pensamento sobre trabalho ou café.
— Torajo... — ela chamou, sua voz sendo um sussurro de necessidade.
— Estou aqui — respondeu ele, a voz vibrando contra a pele dela. — Sempre aqui por você.
Ele a apertou mais contra si, sentindo a conexão profunda que os unia. Não era apenas atração física; era o encontro de duas almas que se completavam. Zulmi era a luz que iluminava os dias muitas vezes introspectivos de Torajo, e ele era o abraço firme que a mantinha segura quando o mundo parecia barulhento demais.
— Às vezes eu acho que você me ama mais do que ama esse café horrível — brincou ela, tentando recuperar o fôlego enquanto ele subia as mãos pelas suas costas.
— Eu não acho — disse ele, parando para dar um sorriso genuíno e cheio de ternura —, eu tenho certeza absoluta. O café me mantém acordado, mas você é o motivo pelo qual eu quero estar acordado.
Zulmi sentiu o coração derreter com aquelas palavras. Ela o puxou para um beijo profundo, um que selava aquela promessa silenciosa de estarem sempre juntos. O calor entre eles já não era apenas sobre o desejo, mas sobre a entrega total.
— Leve-me para o quarto — pediu ela, a voz carregada de emoção.
Torajo não precisou ouvir duas vezes. Ele a levantou novamente, mantendo-a segura em seus braços, e caminhou em direção ao corredor escuro, deixando para trás a luz da cozinha e a cafeteira que, finalmente, havia terminado seu ciclo. Mas o café ficaria frio naquela noite, pois o calor que realmente importava estava apenas começando a queimar entre as paredes do quarto, onde as palavras se transformariam em toques e o tempo pararia para os dois.
No silêncio do ambiente, apenas os batimentos sincronizados e a respiração ofegante contavam a história de um amor que era, ao mesmo tempo, doce como um abraço e quente como a mais forte das bebidas. Zulmi e Torajo sabiam que, independentemente do que o novo dia trouxesse, eles teriam um ao outro para aquecer o coração e a alma.
