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Ana clara
Fandom: Anal extremo com dor e lágrimas
Criado: 18/06/2026
Tags
RomanceDramaPWP (Enredo? Que enredo?)RealismoEstudo de PersonagemLinguagem ExplícitaDor/Conforto
Além do Limite do Prazer
O quarto de Hariel era um reflexo perfeito de sua dualidade. Nas prateleiras, action figures raros e livros de cálculo avançado dividiam espaço com troféus de competições de jiu-jitsu e muay thai. O cheiro de incenso de sândalo tentava, em vão, mascarar a tensão elétrica que pairava no ar desde que Ana Clara cruzara a porta.
Ana Clara era o arquétipo da beleza que paralisava corações: a pele muito branca, quase translúcida, contrastava com o loiro platinado dos cabelos lisos que caíam como uma cascata de seda pelas costas. Ela sabia o efeito que causava, especialmente em Hariel, que a observava por trás das lentes de seus óculos de armação grossa, tentando manter a compostura que sua mente nerd exigia, enquanto seu corpo de lutador clamava por algo muito mais primitivo.
— Você está nervosa — comentou Hariel, a voz grave vibrando no peito largo. Ele se aproximou, e o tamanho dele era intimidador; os ombros largos e os braços definidos pelo treino constante pareciam grandes demais para o ambiente fechado.
— Eu não disse que queria parar — respondeu Ana Clara, a voz levemente trêmula, mas carregada de uma determinação lasciva. Ela se sentou na borda da cama, sentindo o lençol macio sob suas coxas. — Eu quero tudo, Hariel. Quero o que a gente nunca fez.
Hariel respirou fundo, ajustando os óculos. Ele a amava com uma intensidade que beirava a obsessão, e aquela confiança que ela depositava nele era o maior troféu que já recebera. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, as mãos grandes e calejadas subindo pelas panturrilhas de Ana, subindo até as coxas fartas.
— Você sabe que a primeira vez dói — sussurrou ele, os olhos fixos nos dela. — Eu preparei tudo. Não quero te machucar além do que você possa aguentar.
— Eu quero sentir — ela insistiu, puxando-o pela gola da camiseta. — Me mostra o quanto você me
Ana Clara era o arquétipo da beleza que paralisava corações: a pele muito branca, quase translúcida, contrastava com o loiro platinado dos cabelos lisos que caíam como uma cascata de seda pelas costas. Ela sabia o efeito que causava, especialmente em Hariel, que a observava por trás das lentes de seus óculos de armação grossa, tentando manter a compostura que sua mente nerd exigia, enquanto seu corpo de lutador clamava por algo muito mais primitivo.
— Você está nervosa — comentou Hariel, a voz grave vibrando no peito largo. Ele se aproximou, e o tamanho dele era intimidador; os ombros largos e os braços definidos pelo treino constante pareciam grandes demais para o ambiente fechado.
— Eu não disse que queria parar — respondeu Ana Clara, a voz levemente trêmula, mas carregada de uma determinação lasciva. Ela se sentou na borda da cama, sentindo o lençol macio sob suas coxas. — Eu quero tudo, Hariel. Quero o que a gente nunca fez.
Hariel respirou fundo, ajustando os óculos. Ele a amava com uma intensidade que beirava a obsessão, e aquela confiança que ela depositava nele era o maior troféu que já recebera. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, as mãos grandes e calejadas subindo pelas panturrilhas de Ana, subindo até as coxas fartas.
— Você sabe que a primeira vez dói — sussurrou ele, os olhos fixos nos dela. — Eu preparei tudo. Não quero te machucar além do que você possa aguentar.
— Eu quero sentir — ela insistiu, puxando-o pela gola da camiseta. — Me mostra o quanto você me
