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TODOS EM REUNIÃO!
Fandom: Genshin lmpact
Criado: 20/06/2026
Tags
UA (Universo Alternativo)HumorFantasiaCrossoverCrack / Humor ParódicoAventuraSátiraIsekai / Fantasia Portal
O Trovão da Discórdia e o Caos Interdimensional
O apito de Paimon não era apenas um som; era uma arma de destruição em massa para os tímpanos de qualquer ser vivo num raio de cinco quilômetros. No centro de Teyvat, onde as fronteiras entre as nações pareciam ter se dissolvido por algum tipo de anomalia espacial, uma multidão colossal se espremia. A poeira subia enquanto cavaleiros, adeptos, samurais e sábios tentavam entender por que diabos estavam sendo organizados em uma fila indiana que parecia não ter fim.
— FILA ÚNICA!!!! — gritou Paimon, flutuando freneticamente, com o rosto vermelho de tanto esforço.
Ao lado dela, a Viajante, Lumine, tentava manter a compostura, mas a visão diante de seus olhos era surreal. De um lado, Jean e Diluc tentavam manter a ordem entre os Cavaleiros de Favonius, enquanto Klee pulava de alegria, achando que a "reunião" envolveria explosões. Do outro, o grupo de Liyue mantinha uma dignidade silenciosa, com Zhongli observando o horizonte com uma calma que beirava o tédio, enquanto Xiao cruzava os braços, claramente odiando a aglomeração.
— Isso é ineficiente — murmurou Alhaitham, ajustando seus fones de ouvido para abafar o barulho. — Kaveh, pare de tentar medir o ângulo da fila, você está atrapalhando a passagem.
— Eu estou tentando garantir que a estética desse evento não seja um desastre total! — rebateu Kaveh, segurando sua maleta com força.
Mas o caos estava apenas começando. Como se Teyvat já não estivesse cheia o suficiente, o céu se rasgou em uma fenda de luz estelar. De repente, figuras estranhas começaram a cair ou caminhar graciosamente para fora do portal. Era a tripulação do Expresso Astral junto com caçadores de Stellaron e oficiais de Luofu. March 7th já estava tirando fotos de Paimon, enquanto Dan Heng parecia querer voltar para o trem imediatamente.
Paimon, ignorando a física e a lógica, subiu em um caixote e limpou a garganta.
— Escutem aqui, todo mundo! — ela começou, sua voz ecoando com a ajuda de um dispositivo que parecia ter sido emprestado de Fontaine. — Esta é a Primeira Grande Reunião Interdimensional de Emergência! Precisamos de ordem! Precisamos de cooperação! E, acima de tudo, precisamos de voluntários, porque a Lumine e eu não vamos resolver o problema do multiverso sozinhas!
Chiori, que estava ajustando a gola de seu quimono com uma expressão de profundo desdém, levantou a mão.
— Uma pergunta — disse Chiori, sua voz cortante como uma tesoura. — Já que fomos arrastados para cá, podemos ao menos saber se temos permissão para intervir na infraestrutura deste mundo? As roupas de alguns de vocês são... ofensivas para o meu senso estético.
Ao lado dela, Furina estava com os braços cruzados, batendo o pé ritmicamente no chão. Ela não disse uma palavra, mas seu olhar era puro veneno. Ela estava acostumada a ser o centro das atenções, a estrela do show, e ali estava ela, sendo tratada como apenas mais um rosto na multidão por uma criatura voadora que parecia uma comida de emergência. Neuvillette, percebendo a tensão da antiga Arconte, colocou a mão no ombro dela, mas Furina apenas bufou e desviou o olhar.
Paimon começou a listar as regras, mas o burburinho estava ficando alto demais. Itto estava tentando desafiar Jing Yuan para uma luta de besouros; Venti estava tentando convencer o Trailblazer a trocar um pouco de "lixo estelar" por vinho; e Nahida tentava, gentilmente, acalmar as mentes agitadas de todos ao redor.
— Regra número um! — gritou Paimon. — Nada de usar habilidades elementais sem autorização! Regra número dois! Nada de roubar o tesouro alheio! E regra número três...
Foi nesse momento que o som de um trovão seco cortou o céu, mas não era um trovão comum. Raiden Ei, a Shogun de Inazuma, estava parada um pouco afastada, com os olhos brilhando em um roxo elétrico. Ela estava farta. Farta do barulho, farta da desorganização e, principalmente, farta de ser ignorada enquanto Paimon gritava como uma criança mimada.
A Shogun não era conhecida por sua paciência em situações sociais caóticas. Ela se lembrou de todas as vezes que a Viajante e Paimon "invadiram" o seu plano de Eutimia e causaram confusão. Era hora de um pouco de retribuição silenciosa, mas ensurdecedora.
Lumine, percebendo que Paimon estava prestes a perder o controle, pegou um megafone que Dori havia lhe vendido por um preço abusivo minutos antes.
— TODO MUNDO CALADO! — berrou Lumine através do megafone.
O som foi amplificado cem vezes, mas não foi o megafone que causou o verdadeiro impacto. No exato milésimo de segundo em que Lumine gritou, Raiden Shogun canalizou uma descarga massiva de energia eletro diretamente no solo e no ar ao redor do palco improvisado.
O resultado foi uma explosão sônica que fez a terra tremer. O som do megafone, combinado com a interferência elétrica da Arconte Electro, criou um ruído tão agudo e potente que todos na fila — desde o Dragão Soberano Neuvillette até o General Jing Yuan — levaram as mãos aos ouvidos simultaneamente, gemendo de dor.
— MEUS OUVIDOS! — gritou Bennett, caindo para trás e derrubando metade da fila como se fossem dominós.
— Isso foi... desnecessário — murmurou Wriothesley, tentando recuperar o equilíbrio enquanto Sigewinne verificava se os tímpanos dele ainda estavam intactos.
Paimon, que estava bem na frente do megafone, ficou flutuando em círculos, com os olhos girando como espirais.
— O que... o que aconteceu? — balbuciou a pequena fada, caindo nos braços de Lumine.
Lumine olhou para o lado e viu a Shogun Raiden. A Arconte estava com uma expressão de absoluta neutralidade, mas havia um brilho sutil de satisfação em seu olhar. Ela guardou a energia em suas mãos e cruzou os braços novamente.
— A ordem foi restaurada — disse Raiden com uma voz fria e calma. — O barulho estava excedendo os limites aceitáveis para uma negociação diplomática.
— Você quase estourou os nossos miolos! — exclamou Cyno, que estava tentando proteger Tighnari do som. — Isso não foi uma restauração de ordem, foi um ataque tático!
— Chame do que quiser — respondeu Raiden, olhando diretamente para Furina, que ainda tremia com o susto. — Mas agora, todos estão ouvindo.
Furina finalmente explodiu, recuperando sua voz após o choque.
— Como você ousa?! — gritou a diretora de Fontaine, gesticulando dramaticamente. — Eu sou Furina de Fontai... bem, eu sou Furina! E eu exijo um pedido de desculpas por esse atentado contra a minha audição perfeita! Você sabe quanto custa um tratamento auricular de luxo?!
— Se quiser reclamar, entre na fila — disse Yae Miko, surgindo de trás de Raiden com um sorriso malicioso. — Mas cuidado, a Shogun tem um gatilho muito rápido hoje. Ela está de "vingança" contra o caos.
A tensão no ar era palpável. De um lado, os personagens de Honkai Star Rail observavam a cena com uma mistura de confusão e fascínio. Welt Yang ajustou os óculos, analisando a energia que Raiden havia liberado.
— Uma manipulação de elétrons impressionante — comentou Welt para Himeko. — Embora o método de aplicação tenha sido... pouco ortodoxo.
— É como se estivéssemos em casa, Welt — riu Himeko, olhando para March 7th que agora tentava tirar uma foto da Shogun Raiden, apesar do perigo iminente.
Enquanto isso, na fila, a confusão recomeçava, mas de forma mais contida. Beidou e Kafka trocavam olhares de avaliação mútua, enquanto Arataki Itto tentava explicar para Sampo Koski por que ele era o "número um" em qualquer universo.
— Escutem! — Lumine tentou falar novamente, desta vez sem o megafone, mas sua voz ainda estava rouca. — Precisamos de dois voluntários de cada mundo para liderar as frentes de exploração. Quem vai se candidatar antes que a Shogun resolva "limpar" os ouvidos de todo mundo de novo?
O silêncio que se seguiu foi pesado. Ninguém queria ser o primeiro a dar um passo à frente, temendo que outra explosão sonora ou uma nova regra de Paimon caísse sobre suas cabeças.
— Eu irei — disse Neuvillette, sua voz profunda cortando o ar com autoridade natural. — Como Juiz Supremo de Fontaine, é meu dever garantir que a justiça e a ordem sejam mantidas, mesmo em circunstâncias tão... peculiares.
— E eu vou também! — exclamou March 7th, levantando a mão animadamente. — Alguém precisa documentar tudo isso, e eu tenho as melhores lentes do universo!
— Ótimo — suspirou Lumine, olhando para Paimon, que ainda estava meio tonta. — Temos o começo de algo. Agora, se o resto de vocês puder parar de tentar se matar por cinco minutos, talvez possamos salvar o multiverso.
Raiden Shogun apenas fechou os olhos, satisfeita. Ela não se importava com o multiverso no momento; ela apenas queria que Paimon parasse de gritar. E, pelo visto, o silêncio que se seguiu ao seu pequeno "trovão de vingança" foi o presente mais doce que ela poderia ter recebido naquele dia normal — ou o que restava dele — em Teyvat.
A fila, agora muito mais silenciosa e temerosa, começou a se mover. O caos ainda estava lá, borbulhando sob a superfície, mas sob o olhar vigilante da Arconte Electro e o cansaço da Viajante, a reunião finalmente teve seu início oficial. O encontro de mundos estava apenas começando, e o preço para a paz, aparentemente, era um par de ouvidos zumbindo.
— FILA ÚNICA!!!! — gritou Paimon, flutuando freneticamente, com o rosto vermelho de tanto esforço.
Ao lado dela, a Viajante, Lumine, tentava manter a compostura, mas a visão diante de seus olhos era surreal. De um lado, Jean e Diluc tentavam manter a ordem entre os Cavaleiros de Favonius, enquanto Klee pulava de alegria, achando que a "reunião" envolveria explosões. Do outro, o grupo de Liyue mantinha uma dignidade silenciosa, com Zhongli observando o horizonte com uma calma que beirava o tédio, enquanto Xiao cruzava os braços, claramente odiando a aglomeração.
— Isso é ineficiente — murmurou Alhaitham, ajustando seus fones de ouvido para abafar o barulho. — Kaveh, pare de tentar medir o ângulo da fila, você está atrapalhando a passagem.
— Eu estou tentando garantir que a estética desse evento não seja um desastre total! — rebateu Kaveh, segurando sua maleta com força.
Mas o caos estava apenas começando. Como se Teyvat já não estivesse cheia o suficiente, o céu se rasgou em uma fenda de luz estelar. De repente, figuras estranhas começaram a cair ou caminhar graciosamente para fora do portal. Era a tripulação do Expresso Astral junto com caçadores de Stellaron e oficiais de Luofu. March 7th já estava tirando fotos de Paimon, enquanto Dan Heng parecia querer voltar para o trem imediatamente.
Paimon, ignorando a física e a lógica, subiu em um caixote e limpou a garganta.
— Escutem aqui, todo mundo! — ela começou, sua voz ecoando com a ajuda de um dispositivo que parecia ter sido emprestado de Fontaine. — Esta é a Primeira Grande Reunião Interdimensional de Emergência! Precisamos de ordem! Precisamos de cooperação! E, acima de tudo, precisamos de voluntários, porque a Lumine e eu não vamos resolver o problema do multiverso sozinhas!
Chiori, que estava ajustando a gola de seu quimono com uma expressão de profundo desdém, levantou a mão.
— Uma pergunta — disse Chiori, sua voz cortante como uma tesoura. — Já que fomos arrastados para cá, podemos ao menos saber se temos permissão para intervir na infraestrutura deste mundo? As roupas de alguns de vocês são... ofensivas para o meu senso estético.
Ao lado dela, Furina estava com os braços cruzados, batendo o pé ritmicamente no chão. Ela não disse uma palavra, mas seu olhar era puro veneno. Ela estava acostumada a ser o centro das atenções, a estrela do show, e ali estava ela, sendo tratada como apenas mais um rosto na multidão por uma criatura voadora que parecia uma comida de emergência. Neuvillette, percebendo a tensão da antiga Arconte, colocou a mão no ombro dela, mas Furina apenas bufou e desviou o olhar.
Paimon começou a listar as regras, mas o burburinho estava ficando alto demais. Itto estava tentando desafiar Jing Yuan para uma luta de besouros; Venti estava tentando convencer o Trailblazer a trocar um pouco de "lixo estelar" por vinho; e Nahida tentava, gentilmente, acalmar as mentes agitadas de todos ao redor.
— Regra número um! — gritou Paimon. — Nada de usar habilidades elementais sem autorização! Regra número dois! Nada de roubar o tesouro alheio! E regra número três...
Foi nesse momento que o som de um trovão seco cortou o céu, mas não era um trovão comum. Raiden Ei, a Shogun de Inazuma, estava parada um pouco afastada, com os olhos brilhando em um roxo elétrico. Ela estava farta. Farta do barulho, farta da desorganização e, principalmente, farta de ser ignorada enquanto Paimon gritava como uma criança mimada.
A Shogun não era conhecida por sua paciência em situações sociais caóticas. Ela se lembrou de todas as vezes que a Viajante e Paimon "invadiram" o seu plano de Eutimia e causaram confusão. Era hora de um pouco de retribuição silenciosa, mas ensurdecedora.
Lumine, percebendo que Paimon estava prestes a perder o controle, pegou um megafone que Dori havia lhe vendido por um preço abusivo minutos antes.
— TODO MUNDO CALADO! — berrou Lumine através do megafone.
O som foi amplificado cem vezes, mas não foi o megafone que causou o verdadeiro impacto. No exato milésimo de segundo em que Lumine gritou, Raiden Shogun canalizou uma descarga massiva de energia eletro diretamente no solo e no ar ao redor do palco improvisado.
O resultado foi uma explosão sônica que fez a terra tremer. O som do megafone, combinado com a interferência elétrica da Arconte Electro, criou um ruído tão agudo e potente que todos na fila — desde o Dragão Soberano Neuvillette até o General Jing Yuan — levaram as mãos aos ouvidos simultaneamente, gemendo de dor.
— MEUS OUVIDOS! — gritou Bennett, caindo para trás e derrubando metade da fila como se fossem dominós.
— Isso foi... desnecessário — murmurou Wriothesley, tentando recuperar o equilíbrio enquanto Sigewinne verificava se os tímpanos dele ainda estavam intactos.
Paimon, que estava bem na frente do megafone, ficou flutuando em círculos, com os olhos girando como espirais.
— O que... o que aconteceu? — balbuciou a pequena fada, caindo nos braços de Lumine.
Lumine olhou para o lado e viu a Shogun Raiden. A Arconte estava com uma expressão de absoluta neutralidade, mas havia um brilho sutil de satisfação em seu olhar. Ela guardou a energia em suas mãos e cruzou os braços novamente.
— A ordem foi restaurada — disse Raiden com uma voz fria e calma. — O barulho estava excedendo os limites aceitáveis para uma negociação diplomática.
— Você quase estourou os nossos miolos! — exclamou Cyno, que estava tentando proteger Tighnari do som. — Isso não foi uma restauração de ordem, foi um ataque tático!
— Chame do que quiser — respondeu Raiden, olhando diretamente para Furina, que ainda tremia com o susto. — Mas agora, todos estão ouvindo.
Furina finalmente explodiu, recuperando sua voz após o choque.
— Como você ousa?! — gritou a diretora de Fontaine, gesticulando dramaticamente. — Eu sou Furina de Fontai... bem, eu sou Furina! E eu exijo um pedido de desculpas por esse atentado contra a minha audição perfeita! Você sabe quanto custa um tratamento auricular de luxo?!
— Se quiser reclamar, entre na fila — disse Yae Miko, surgindo de trás de Raiden com um sorriso malicioso. — Mas cuidado, a Shogun tem um gatilho muito rápido hoje. Ela está de "vingança" contra o caos.
A tensão no ar era palpável. De um lado, os personagens de Honkai Star Rail observavam a cena com uma mistura de confusão e fascínio. Welt Yang ajustou os óculos, analisando a energia que Raiden havia liberado.
— Uma manipulação de elétrons impressionante — comentou Welt para Himeko. — Embora o método de aplicação tenha sido... pouco ortodoxo.
— É como se estivéssemos em casa, Welt — riu Himeko, olhando para March 7th que agora tentava tirar uma foto da Shogun Raiden, apesar do perigo iminente.
Enquanto isso, na fila, a confusão recomeçava, mas de forma mais contida. Beidou e Kafka trocavam olhares de avaliação mútua, enquanto Arataki Itto tentava explicar para Sampo Koski por que ele era o "número um" em qualquer universo.
— Escutem! — Lumine tentou falar novamente, desta vez sem o megafone, mas sua voz ainda estava rouca. — Precisamos de dois voluntários de cada mundo para liderar as frentes de exploração. Quem vai se candidatar antes que a Shogun resolva "limpar" os ouvidos de todo mundo de novo?
O silêncio que se seguiu foi pesado. Ninguém queria ser o primeiro a dar um passo à frente, temendo que outra explosão sonora ou uma nova regra de Paimon caísse sobre suas cabeças.
— Eu irei — disse Neuvillette, sua voz profunda cortando o ar com autoridade natural. — Como Juiz Supremo de Fontaine, é meu dever garantir que a justiça e a ordem sejam mantidas, mesmo em circunstâncias tão... peculiares.
— E eu vou também! — exclamou March 7th, levantando a mão animadamente. — Alguém precisa documentar tudo isso, e eu tenho as melhores lentes do universo!
— Ótimo — suspirou Lumine, olhando para Paimon, que ainda estava meio tonta. — Temos o começo de algo. Agora, se o resto de vocês puder parar de tentar se matar por cinco minutos, talvez possamos salvar o multiverso.
Raiden Shogun apenas fechou os olhos, satisfeita. Ela não se importava com o multiverso no momento; ela apenas queria que Paimon parasse de gritar. E, pelo visto, o silêncio que se seguiu ao seu pequeno "trovão de vingança" foi o presente mais doce que ela poderia ter recebido naquele dia normal — ou o que restava dele — em Teyvat.
A fila, agora muito mais silenciosa e temerosa, começou a se mover. O caos ainda estava lá, borbulhando sob a superfície, mas sob o olhar vigilante da Arconte Electro e o cansaço da Viajante, a reunião finalmente teve seu início oficial. O encontro de mundos estava apenas começando, e o preço para a paz, aparentemente, era um par de ouvidos zumbindo.
