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Saúde
Fandom: Tensei shitara slime datta Ken
Criado: 21/06/2026
Tags
FantasiaDramaAngústiaDor/ConfortoTragédiaMpregIsekai / Fantasia PortalUA (Universo Alternativo)DiscriminaçãoDivergênciaSombrioViolência GráficaRomance
O Preço da Insolência e o Sangue dos Deuses
O giz deslizava suavemente pela lousa de pedra, mas a mão de Rimuru Tempest tremia levemente. Ele estava usando sua forma humana, a aparência de uma jovem de beleza etérea com longos cabelos azul-prateados que caíam como uma cascata de seda pelas costas. Seus olhos dourados, geralmente brilhantes como o sol, estavam levemente opacos pelo cansaço.
Ser um lorde demônio era fácil. Ser um professor para nobres arrogantes no Reino de Ingrassia, enquanto carregava o herdeiro de Guy Crimson, era um desafio que Rimuru não previra ser tão exaustivo.
— Como eu estava explicando — começou Rimuru, sua voz doce e calma, embora um pouco mais fraca que o habitual —, o fluxo de partículas mágicas em uma barreira elementar depende da estabilidade emocional do conjurador.
Um riso anasalado ecoou do fundo da sala. Um jovem nobre, vestido com sedas caras e um olhar de superioridade, jogou uma bolinha de papel que atingiu o ombro de Rimuru.
— Por que deveríamos ouvir uma plebeia que nem sequer consegue manter a voz firme? — desdenhou o rapaz. — Você parece estar morrendo, professora. Talvez devesse voltar para a cozinha de onde veio.
Rimuru suspirou, sentindo uma pontada aguda em seu ventre. A gravidez era de alto risco; misturar a energia de um Slime com a essência caótica do Lorde Demônio Guy Crimson estava drenando suas reservas de magia de forma alarmante. Ele fechou os olhos por um momento, tentando acalmar o turbilhão interno.
— A educação é um privilégio, jovem mestre — respondeu Rimuru, com um sorriso triste e paciente. — Se não deseja aprender, sinta-se à vontade para se retirar.
— Como ousa falar assim comigo? — O aluno se levantou, furioso. Ele pegou um tinteiro pesado e o arremessou na direção de Rimuru.
Normalmente, Rimuru teria desviado ou absorvido o objeto sem esforço. Mas uma tontura súbita o atingiu, e o tinteiro atingiu seu braço, sujando seu vestido e causando uma dor aguda.
Nas sombras da sala, um par de olhos azuis gélidos brilhou com um ódio assassino. Souei, que estava ali sob ordens estritas de apenas observar, sentiu o ar ao seu redor congelar. Seus fios de aço já estavam prontos para decapitar cada alma naquela sala, mas a voz mental de Rimuru ecoou em sua cabeça: *"Souei... não. São apenas crianças. Não faça nada."*
Souei se materializou ao lado de Rimuru, sua presença emanando uma pressão esmagadora que fez os alunos empalidecerem instantaneamente.
— Rimuru-sama... — a voz de Souei era um sussurro de fúria contida. — Eles o feriram. Permita-me erradicar esta linhagem imunda.
— Não, Souei... — Rimuru se apoiou na mesa, respirando com dificuldade. — Eu estou bem. Apenas... ajude-me com a aula. Meus sentidos estão um pouco... nublados.
Os alunos, agora aterrorizados pela presença do ninja, começaram a murmurar. Mas a arrogância era uma doença difícil de curar.
— Quem é esse? Outro servo? — gritou uma das garotas, tentando esconder o medo. — Você é uma vergonha! Está pálida, suada... é nojento de se ver!
Aquelas palavras foram o estopim para algo que ninguém esperava. O espaço na sala de aula pareceu se rasgar. Uma aura negra e púrpura, densa como o abismo, inundou o local. Diablo, o Primordial Negro, emergiu das sombras com um sorriso que não carregava nenhuma alegria, apenas uma promessa de danação eterna.
— Que som curioso... — disse Diablo, sua voz vibrando com uma intenção assassina tão pura que alguns alunos desmaiaram no ato. — Eu ouvi insetos zumbindo sobre o meu mestre? Eu ouvi seres inferiores insultando a divindade que lhes concede a honra de sua presença?
— Diablo... pare... — Rimuru tentou dar um passo à frente, mas suas pernas fraquejaram.
Diablo estava em desespero. Ele viu o estado de Rimuru: a palidez mortal, o suor frio, a magia oscilando perigosamente. Ele caiu de joelhos diante de seu mestre, ignorando os alunos que choravam de terror.
— Rimuru-sama! Por favor, ordene-me! Deixe-me transformar este reino em cinzas! Como eles ousam... como eles ousam tocar em você?! — As lágrimas de raiva de Diablo eram quase visíveis. Para ele, Rimuru era tudo. O sol, a lua, a própria razão de sua existência.
Rimuru, sentindo que o fim de suas forças se aproximava, estendeu a mão trêmula. Com um esforço sobre-humano, ele tocou o topo da cabeça de Diablo, fazendo um carinho suave, como sempre fazia para recompensar seus subordinados.
— Está tudo bem, Diablo... — sussurrou Rimuru, com um sorriso doce e angelical. — Você é um bom menino... obrigado por vir me buscar...
E então, o mundo de Rimuru escureceu.
O corpo do Slime amoleceu e ele desabou. Diablo o pegou antes que atingisse o chão, seu rosto transfigurado em puro horror.
— Rimuru-sama? Rimuru-sama! — O grito de Diablo ecoou por toda a capital de Ingrassia.
— Souei! — rugiu Diablo. — Abra o portal para Tempest agora! Ele está perdendo a consciência... a pulsação mágica está sumindo!
Em questão de segundos, eles atravessaram o vazio.
Quando chegaram ao centro de Tempest, a notícia se espalhou como um incêndio. O Deus de Tempest, o ser que deu nomes, propósito e amor a todos eles, havia caído.
Shuna e Shion correram ao encontro deles, os rostos banhados em lágrimas ao verem o estado de seu mestre. Veldora, que geralmente estava distraído com seus mangás, surgiu com uma expressão de seriedade que fez a terra tremer.
— O que aconteceu com o meu irmão?! — a voz do Dragão da Tempestade ressoou como um trovão.
— Ele não acorda... — soluçou Shuna, tentando usar sua magia de cura, que parecia ser repelida pela aura instável de Rimuru. — A criança... a energia de Guy-sama está consumindo o que resta da força dele! Ele está ficando fraco demais!
Diablo se levantou, sua aura negra se expandindo em um sinal de emergência absoluta.
— Chamem Guy Crimson — ordenou Diablo, e sua voz não aceitava recusas. — Agora! Se o progenitor dessa criança não estabilizar a magia de Rimuru-sama, nós perderemos o nosso mundo.
Não demorou muito. O céu sobre Tempest se tingiu de carmesim. Uma pressão avassaladora anunciou a chegada do Lorde Demônio mais antigo. Guy Crimson aterrissou no meio da praça, seus olhos vermelhos brilhando com uma fúria que poderia incinerar continentes.
— Onde ele está? — perguntou Guy, sua voz baixa e perigosa.
Benimaru apontou para a enfermaria real, onde os melhores curandeiros e magos de Tempest tentavam desesperadamente manter Rimuru estável.
— Ele foi insultado e atacado em Ingrassia — explicou Souei, surgindo das sombras, seu corpo ainda trêmulo de ódio. — Ele nos impediu de intervir até o último momento. Ele... ele queria proteger a paz que ele mesmo criou.
Guy não disse uma palavra. Ele caminhou até o quarto de Rimuru. Ao ver o pequeno ser de cabelos azulados deitado na cama, parecendo tão frágil e vulnerável, o coração do Lorde Demônio apertou de uma forma que ele nunca sentira em milênios.
Ele se sentou na beira da cama e pegou a mão de Rimuru, transferindo sua própria essência pura para tentar acalmar o caos interno.
— Rimuru... — murmurou Guy, encostando a testa na dele. — Acorde. Se você me deixar, eu juro que não sobrará uma única alma viva neste mundo para contar a história.
Lá fora, a cidade de Tempest estava em silêncio absoluto. Monstros de todos os tipos estavam ajoelhados, rezando para que sua fonte de vida, seu doce e carinhoso mestre, voltasse para eles. A conexão que Rimuru tinha com seus subordinados era tão profunda que todos sentiam uma dor física, um vazio que ameaçava consumi-los.
— Ele está ficando mais frio — disse Shion, apertando o punho de sua espada com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. — Se ele não acordar... eu vou pessoalmente destruir Ingrassia.
— Nós todos vamos — concordou Benimaru, seus olhos fixos na porta do quarto.
Dentro do quarto, Guy Crimson sentiu um leve aperto em sua mão.
— Guy... — a voz de Rimuru foi apenas um sopro.
— Estou aqui, seu pequeno idiota — respondeu Guy, com uma mistura de alívio e raiva. — Por que você deixou aqueles humanos chegarem a esse ponto?
Rimuru abriu os olhos lentamente, o dourado voltando a brilhar, embora timidamente. Ele olhou para Guy e depois para a porta, sabendo que todos os seus amigos estavam sofrendo lá fora.
— Eles são apenas crianças, Guy... — Rimuru tossiu levemente. — Mas acho que... eu subestimei o quanto nosso bebê é exigente.
— Ele é meu filho, é claro que é exigente — resmungou Guy, embora seus olhos estivessem úmidos. — Mas nunca mais me assuste assim. Ou eu realmente terei que destruir o mundo.
Rimuru sorriu, aquele sorriso doce que sempre acalmava as feras mais selvagens.
— Chame-os para entrar... — pediu Rimuru. — Eu preciso dar um doce para o Diablo... ele parecia tão triste.
Quando a porta se abriu e Rimuru acenou fracamente para seus subordinados, o choro de alívio que ecoou por Tempest foi mais alto do que qualquer celebração de vitória. O Deus deles estava vivo. E, para os nobres de Ingrassia, o destino que os aguardava pelas mãos de um Diablo agora "recompensado" seria muito pior do que a morte.
Ser um lorde demônio era fácil. Ser um professor para nobres arrogantes no Reino de Ingrassia, enquanto carregava o herdeiro de Guy Crimson, era um desafio que Rimuru não previra ser tão exaustivo.
— Como eu estava explicando — começou Rimuru, sua voz doce e calma, embora um pouco mais fraca que o habitual —, o fluxo de partículas mágicas em uma barreira elementar depende da estabilidade emocional do conjurador.
Um riso anasalado ecoou do fundo da sala. Um jovem nobre, vestido com sedas caras e um olhar de superioridade, jogou uma bolinha de papel que atingiu o ombro de Rimuru.
— Por que deveríamos ouvir uma plebeia que nem sequer consegue manter a voz firme? — desdenhou o rapaz. — Você parece estar morrendo, professora. Talvez devesse voltar para a cozinha de onde veio.
Rimuru suspirou, sentindo uma pontada aguda em seu ventre. A gravidez era de alto risco; misturar a energia de um Slime com a essência caótica do Lorde Demônio Guy Crimson estava drenando suas reservas de magia de forma alarmante. Ele fechou os olhos por um momento, tentando acalmar o turbilhão interno.
— A educação é um privilégio, jovem mestre — respondeu Rimuru, com um sorriso triste e paciente. — Se não deseja aprender, sinta-se à vontade para se retirar.
— Como ousa falar assim comigo? — O aluno se levantou, furioso. Ele pegou um tinteiro pesado e o arremessou na direção de Rimuru.
Normalmente, Rimuru teria desviado ou absorvido o objeto sem esforço. Mas uma tontura súbita o atingiu, e o tinteiro atingiu seu braço, sujando seu vestido e causando uma dor aguda.
Nas sombras da sala, um par de olhos azuis gélidos brilhou com um ódio assassino. Souei, que estava ali sob ordens estritas de apenas observar, sentiu o ar ao seu redor congelar. Seus fios de aço já estavam prontos para decapitar cada alma naquela sala, mas a voz mental de Rimuru ecoou em sua cabeça: *"Souei... não. São apenas crianças. Não faça nada."*
Souei se materializou ao lado de Rimuru, sua presença emanando uma pressão esmagadora que fez os alunos empalidecerem instantaneamente.
— Rimuru-sama... — a voz de Souei era um sussurro de fúria contida. — Eles o feriram. Permita-me erradicar esta linhagem imunda.
— Não, Souei... — Rimuru se apoiou na mesa, respirando com dificuldade. — Eu estou bem. Apenas... ajude-me com a aula. Meus sentidos estão um pouco... nublados.
Os alunos, agora aterrorizados pela presença do ninja, começaram a murmurar. Mas a arrogância era uma doença difícil de curar.
— Quem é esse? Outro servo? — gritou uma das garotas, tentando esconder o medo. — Você é uma vergonha! Está pálida, suada... é nojento de se ver!
Aquelas palavras foram o estopim para algo que ninguém esperava. O espaço na sala de aula pareceu se rasgar. Uma aura negra e púrpura, densa como o abismo, inundou o local. Diablo, o Primordial Negro, emergiu das sombras com um sorriso que não carregava nenhuma alegria, apenas uma promessa de danação eterna.
— Que som curioso... — disse Diablo, sua voz vibrando com uma intenção assassina tão pura que alguns alunos desmaiaram no ato. — Eu ouvi insetos zumbindo sobre o meu mestre? Eu ouvi seres inferiores insultando a divindade que lhes concede a honra de sua presença?
— Diablo... pare... — Rimuru tentou dar um passo à frente, mas suas pernas fraquejaram.
Diablo estava em desespero. Ele viu o estado de Rimuru: a palidez mortal, o suor frio, a magia oscilando perigosamente. Ele caiu de joelhos diante de seu mestre, ignorando os alunos que choravam de terror.
— Rimuru-sama! Por favor, ordene-me! Deixe-me transformar este reino em cinzas! Como eles ousam... como eles ousam tocar em você?! — As lágrimas de raiva de Diablo eram quase visíveis. Para ele, Rimuru era tudo. O sol, a lua, a própria razão de sua existência.
Rimuru, sentindo que o fim de suas forças se aproximava, estendeu a mão trêmula. Com um esforço sobre-humano, ele tocou o topo da cabeça de Diablo, fazendo um carinho suave, como sempre fazia para recompensar seus subordinados.
— Está tudo bem, Diablo... — sussurrou Rimuru, com um sorriso doce e angelical. — Você é um bom menino... obrigado por vir me buscar...
E então, o mundo de Rimuru escureceu.
O corpo do Slime amoleceu e ele desabou. Diablo o pegou antes que atingisse o chão, seu rosto transfigurado em puro horror.
— Rimuru-sama? Rimuru-sama! — O grito de Diablo ecoou por toda a capital de Ingrassia.
— Souei! — rugiu Diablo. — Abra o portal para Tempest agora! Ele está perdendo a consciência... a pulsação mágica está sumindo!
Em questão de segundos, eles atravessaram o vazio.
Quando chegaram ao centro de Tempest, a notícia se espalhou como um incêndio. O Deus de Tempest, o ser que deu nomes, propósito e amor a todos eles, havia caído.
Shuna e Shion correram ao encontro deles, os rostos banhados em lágrimas ao verem o estado de seu mestre. Veldora, que geralmente estava distraído com seus mangás, surgiu com uma expressão de seriedade que fez a terra tremer.
— O que aconteceu com o meu irmão?! — a voz do Dragão da Tempestade ressoou como um trovão.
— Ele não acorda... — soluçou Shuna, tentando usar sua magia de cura, que parecia ser repelida pela aura instável de Rimuru. — A criança... a energia de Guy-sama está consumindo o que resta da força dele! Ele está ficando fraco demais!
Diablo se levantou, sua aura negra se expandindo em um sinal de emergência absoluta.
— Chamem Guy Crimson — ordenou Diablo, e sua voz não aceitava recusas. — Agora! Se o progenitor dessa criança não estabilizar a magia de Rimuru-sama, nós perderemos o nosso mundo.
Não demorou muito. O céu sobre Tempest se tingiu de carmesim. Uma pressão avassaladora anunciou a chegada do Lorde Demônio mais antigo. Guy Crimson aterrissou no meio da praça, seus olhos vermelhos brilhando com uma fúria que poderia incinerar continentes.
— Onde ele está? — perguntou Guy, sua voz baixa e perigosa.
Benimaru apontou para a enfermaria real, onde os melhores curandeiros e magos de Tempest tentavam desesperadamente manter Rimuru estável.
— Ele foi insultado e atacado em Ingrassia — explicou Souei, surgindo das sombras, seu corpo ainda trêmulo de ódio. — Ele nos impediu de intervir até o último momento. Ele... ele queria proteger a paz que ele mesmo criou.
Guy não disse uma palavra. Ele caminhou até o quarto de Rimuru. Ao ver o pequeno ser de cabelos azulados deitado na cama, parecendo tão frágil e vulnerável, o coração do Lorde Demônio apertou de uma forma que ele nunca sentira em milênios.
Ele se sentou na beira da cama e pegou a mão de Rimuru, transferindo sua própria essência pura para tentar acalmar o caos interno.
— Rimuru... — murmurou Guy, encostando a testa na dele. — Acorde. Se você me deixar, eu juro que não sobrará uma única alma viva neste mundo para contar a história.
Lá fora, a cidade de Tempest estava em silêncio absoluto. Monstros de todos os tipos estavam ajoelhados, rezando para que sua fonte de vida, seu doce e carinhoso mestre, voltasse para eles. A conexão que Rimuru tinha com seus subordinados era tão profunda que todos sentiam uma dor física, um vazio que ameaçava consumi-los.
— Ele está ficando mais frio — disse Shion, apertando o punho de sua espada com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. — Se ele não acordar... eu vou pessoalmente destruir Ingrassia.
— Nós todos vamos — concordou Benimaru, seus olhos fixos na porta do quarto.
Dentro do quarto, Guy Crimson sentiu um leve aperto em sua mão.
— Guy... — a voz de Rimuru foi apenas um sopro.
— Estou aqui, seu pequeno idiota — respondeu Guy, com uma mistura de alívio e raiva. — Por que você deixou aqueles humanos chegarem a esse ponto?
Rimuru abriu os olhos lentamente, o dourado voltando a brilhar, embora timidamente. Ele olhou para Guy e depois para a porta, sabendo que todos os seus amigos estavam sofrendo lá fora.
— Eles são apenas crianças, Guy... — Rimuru tossiu levemente. — Mas acho que... eu subestimei o quanto nosso bebê é exigente.
— Ele é meu filho, é claro que é exigente — resmungou Guy, embora seus olhos estivessem úmidos. — Mas nunca mais me assuste assim. Ou eu realmente terei que destruir o mundo.
Rimuru sorriu, aquele sorriso doce que sempre acalmava as feras mais selvagens.
— Chame-os para entrar... — pediu Rimuru. — Eu preciso dar um doce para o Diablo... ele parecia tão triste.
Quando a porta se abriu e Rimuru acenou fracamente para seus subordinados, o choro de alívio que ecoou por Tempest foi mais alto do que qualquer celebração de vitória. O Deus deles estava vivo. E, para os nobres de Ingrassia, o destino que os aguardava pelas mãos de um Diablo agora "recompensado" seria muito pior do que a morte.
