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d36
Fandom: record of ragnarok
Criado: 21/06/2026
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RomanceFantasiaHistória DomésticaLinguagem ExplícitaEstudo de PersonagemCenário Canônico
O Trono de Marfim e a Coroa de Sangue
As luzes de Helheim eram sempre suaves, uma penumbra eterna que banhava o palácio do Rei do Submundo em tons de ametista e prata. No grande quarto real, o silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo virar das páginas de um tomo antigo que Hades segurava com elegância. O Deus dos Mortos estava sentado contra a cabeceira de sua imensa cama, os cabelos brancos caindo perfeitamente sobre os ombros, a expressão serena de quem carregava o peso de um reino inteiro sem jamais perder a compostura.
Para Hades, a ordem era tudo. A dignidade era sua armadura. Mas ele sabia, no fundo de sua mente estratégica, que sua ordem estava prestes a ser testada.
A porta do quarto rangeu suavemente. Qin Shi Huang entrou no recinto com a confiança de quem não apenas possuía o lugar, mas de quem havia decidido que o chão que pisava era sua propriedade privada. Ele não usava suas túnicas imperiais ou sua armadura de batalha. Em vez disso, o Primeiro Imperador da China vestia apenas uma das camisas de seda branca de Hades. A peça era excessivamente grande para ele, as mangas cobrindo suas mãos e a barra descendo até o meio de suas coxas, deixando suas pernas torneadas e marcadas por cicatrizes de guerra totalmente à mostra.
Hades não desviou os olhos do livro imediatamente, embora o canto de sua boca tenha ameaçado subir.
— Onde o Imperador se senta, ali é o seu trono — murmurou Qin, sua voz carregada de uma arrogância melodiosa.
Ele caminhou em direção à cama com passos lentos, quase felinos. A venda que costumava cobrir seus olhos estava descartada, revelando as íris que brilhavam com uma inteligência astuta e uma necessidade latente. Qin não esperou por um convite. Ele subiu na cama, engatinhando sobre os lençóis de seda negra até chegar ao colo do deus.
Hades finalmente fechou o livro, marcando a página com o dedo. Ele olhou para cima, encontrando o sorriso presunçoso de Qin.
— Você parece ter se apossado de mais do que apenas o meu território, Qin — observou Hades, sua voz profunda ressoando no peito.
— Um rei deve sempre buscar expandir seus horizontes — respondeu Qin, sentando-se a cavalo no colo de Hades.
Ele começou a se mover. Não era um movimento sutil; Qin começou a quicar deliberadamente contra a ereção que já começava a se formar sob as vestes de Hades. Suas mãos, pequenas em comparação às do deus, subiram pelo peito de Hades, desabotoando os primeiros botões de sua camisa.
— Hao... — suspirou Qin, inclinando a cabeça para trás, expondo a garganta. — O Rei do Submundo é tão rígido. Por que não deixa de lado essa postura nobre e cuida do seu convidado?
Hades tentou manter a seriedade, mas o atrevimento de Qin era contagiante. O imperador continuava a se esfregar com insistência, seus olhos brilhando com um desafio lascivo. Ele queria ser dominado, mas queria ditar os termos dessa dominação.
— Você é uma criatura insistente — disse Hades, segurando a cintura de Qin com firmeza, as mãos grandes contrastando com a pele clara do humano. — Sabe que eu tenho deveres a cumprir, mesmo a esta hora.
— Seu único dever agora é comigo — rebateu Qin, aumentando o ritmo, o atrito da camisa de seda contra a pele de ambos criando uma eletricidade estática no ar. — Me foda, Hades. Mostre-me se o Rei dos Mortos é tão potente quanto dizem as lendas, ou se é apenas conversa de deuses orgulhosos.
Hades soltou um suspiro pesado, uma mistura de diversão e desejo reprimido. Ele largou o livro na mesa de cabeceira e envolveu Qin em um abraço possessivo.
— Você não tem ideia do que está pedindo, pequeno imperador.
— Eu sempre sei o que quero — Qin sorriu, um sorriso radiante que escondia séculos de dor e superação.
Hades não precisava de mais convites. Com um movimento ágil, ele inverteu as posições, prendendo Qin contra os travesseiros. O imperador continuou sorrindo, seus olhos fixos nos de Hades, desafiando-o a perder o controle. Quando Hades se livrou das roupas desnecessárias e se posicionou entre as pernas de Qin, o ar pareceu ficar mais denso.
No momento em que Hades penetrou, fundo e de uma só vez, o sorriso de Qin vacilou por um segundo antes de se alargar. Ele sentia tudo — a sinestesia toque-espelho fazia com que cada sensação fosse amplificada, a dor do impacto inicial misturando-se ao prazer avassalador de ser preenchido por um deus.
— Isso... é tudo? — provocou Qin, embora sua respiração estivesse falha.
Hades estreitou os olhos e começou a se mover com uma força rítmica e devastadora. A cada estocada, o sorriso de Qin começou a desmoronar, transformando-se em uma expressão de puro êxtase. As lágrimas começaram a brotar nos cantos de seus olhos, escorrendo pelas têmporas. Não eram lágrimas de tristeza, mas de uma sobrecarga sensorial que só Hades conseguia provocar.
— Ah... Hades! — Qin gritou, suas unhas cravando-se nos ombros largos do deus. — Sim... exatamente assim!
O som dos corpos colidindo e os gemidos altos de Qin preenchiam o quarto real. O imperador, sempre tão orgulhoso, agora se debulhava em prazer, o rosto banhado por lágrimas enquanto sua voz falhava em meio a súplicas desconexas. Hades, por outro lado, mantinha uma expressão de foco absoluto, seus movimentos calculados para levar Qin ao limite absoluto de sua resistência.
Depois de algum tempo, quando ambos estavam suados e ofegantes, Hades diminuiu o ritmo, preparando-se para o ápice. Qin, recuperando um pouco de seu fôlego e de sua arrogância característica, limpou as lágrimas com as costas da mão e soltou uma risadinha provocadora.
— Você... você pegou leve comigo, não foi? — arquejou Qin, um brilho desafiador voltando aos seus olhos. — Esperava mais do senhor de Helheim. Achei que os deuses tivessem mais... vigor.
Hades parou por um momento, olhando para o humano abaixo dele com uma sobrancelha erguida. Um sorriso perigoso e raro surgiu em seus lábios.
— Peguei leve? — repetiu Hades, sua voz soando como um trovão distante. — Eu estava apenas sendo um anfitrião cortês, Qin. Mas se o Imperador exige um tratamento mais rigoroso, quem sou eu para negar?
Sem aviso, Hades retomou o ato, mas desta vez com uma ferocidade que fez a cama de carvalho ranger violentamente. Ele não estava mais sendo gentil ou estratégico; era uma força da natureza. Qin foi silenciado imediatamente, sua cabeça jogada para trás enquanto ele tentava acompanhar o ritmo frenético.
Os minutos se transformaram em uma eternidade de sensações. Qin sentia cada nervo de seu corpo gritar. Ele estava exausto, sua energia drenada pela intensidade do combate carnal.
— Hades... espera... — balbuciou Qin, as mãos agora empurrando fracamente o peito do deus. — Eu... eu estou cansado. Goza logo... por favor...
Hades sentiu o pedido, sentiu a vulnerabilidade de Qin, mas a provocação anterior ainda ecoava em sua mente. Ele não ia facilitar.
— Um rei não desiste tão fácil, Qin — murmurou Hades perto do ouvido dele, sua voz carregada de uma malícia sofisticada. — Você queria ver o meu vigor. Agora, aguente.
Hades continuou. Ele mudou o ângulo, atingindo pontos que faziam Qin perder o fôlego e a fala. O imperador estava à beira do colapso, seus sentidos nublados. Ele implorava com o olhar, mas Hades permanecia implacável, prolongando o momento, segurando o próprio ápice com uma disciplina divina apenas para ver Qin se desmanchar completamente sob ele.
— Por favor... Hades... eu não aguento mais... — Qin choramingou, sua voz agora apenas um sussurro rouco.
Somente quando sentiu que Qin estava prestes a desmaiar de puro cansaço e prazer, Hades permitiu-se finalmente soltar as rédeas. Ele deu uma última estocada profunda, atingindo o âmago do imperador com uma força avassaladora.
Qin soltou um grito que ecoou pelas paredes de pedra do palácio, um som agudo e desolado que carregava toda a sua exaustão e a glória de sua rendição. Seu corpo teve um espasmo violento antes de ficar completamente inerte contra o colchão, enquanto Hades desabava sobre ele, respirando pesadamente.
O silêncio retornou ao quarto, mas era um silêncio diferente — carregado de satisfação e do peso de dois governantes que, por um momento, esqueceram seus reinos para se perderem um no outro.
Hades se afastou levemente, observando Qin. O imperador estava com os olhos fechados, o peito subindo e descendo em espasmos curtos, a camisa branca agora um amontoado de pano úmido e amassado ao redor de seu corpo.
— Hao... — sussurrou Qin, tão baixo que quase não se ouviu.
Hades sorriu, beijando a testa do humano com uma ternura que poucos deuses acreditariam que ele possuía.
— Você fala demais para um imperador, Qin.
Qin abriu um olho, um lampejo da antiga arrogância ainda ali, apesar da exaustão total.
— E você... fode muito bem para um deus morto.
Hades riu, uma risada rica e genuína, enquanto puxava o lençol para cobrir ambos, acomodando o Imperador da China em seus braços para o descanso que ambos, por direito real, haviam conquistado.
Para Hades, a ordem era tudo. A dignidade era sua armadura. Mas ele sabia, no fundo de sua mente estratégica, que sua ordem estava prestes a ser testada.
A porta do quarto rangeu suavemente. Qin Shi Huang entrou no recinto com a confiança de quem não apenas possuía o lugar, mas de quem havia decidido que o chão que pisava era sua propriedade privada. Ele não usava suas túnicas imperiais ou sua armadura de batalha. Em vez disso, o Primeiro Imperador da China vestia apenas uma das camisas de seda branca de Hades. A peça era excessivamente grande para ele, as mangas cobrindo suas mãos e a barra descendo até o meio de suas coxas, deixando suas pernas torneadas e marcadas por cicatrizes de guerra totalmente à mostra.
Hades não desviou os olhos do livro imediatamente, embora o canto de sua boca tenha ameaçado subir.
— Onde o Imperador se senta, ali é o seu trono — murmurou Qin, sua voz carregada de uma arrogância melodiosa.
Ele caminhou em direção à cama com passos lentos, quase felinos. A venda que costumava cobrir seus olhos estava descartada, revelando as íris que brilhavam com uma inteligência astuta e uma necessidade latente. Qin não esperou por um convite. Ele subiu na cama, engatinhando sobre os lençóis de seda negra até chegar ao colo do deus.
Hades finalmente fechou o livro, marcando a página com o dedo. Ele olhou para cima, encontrando o sorriso presunçoso de Qin.
— Você parece ter se apossado de mais do que apenas o meu território, Qin — observou Hades, sua voz profunda ressoando no peito.
— Um rei deve sempre buscar expandir seus horizontes — respondeu Qin, sentando-se a cavalo no colo de Hades.
Ele começou a se mover. Não era um movimento sutil; Qin começou a quicar deliberadamente contra a ereção que já começava a se formar sob as vestes de Hades. Suas mãos, pequenas em comparação às do deus, subiram pelo peito de Hades, desabotoando os primeiros botões de sua camisa.
— Hao... — suspirou Qin, inclinando a cabeça para trás, expondo a garganta. — O Rei do Submundo é tão rígido. Por que não deixa de lado essa postura nobre e cuida do seu convidado?
Hades tentou manter a seriedade, mas o atrevimento de Qin era contagiante. O imperador continuava a se esfregar com insistência, seus olhos brilhando com um desafio lascivo. Ele queria ser dominado, mas queria ditar os termos dessa dominação.
— Você é uma criatura insistente — disse Hades, segurando a cintura de Qin com firmeza, as mãos grandes contrastando com a pele clara do humano. — Sabe que eu tenho deveres a cumprir, mesmo a esta hora.
— Seu único dever agora é comigo — rebateu Qin, aumentando o ritmo, o atrito da camisa de seda contra a pele de ambos criando uma eletricidade estática no ar. — Me foda, Hades. Mostre-me se o Rei dos Mortos é tão potente quanto dizem as lendas, ou se é apenas conversa de deuses orgulhosos.
Hades soltou um suspiro pesado, uma mistura de diversão e desejo reprimido. Ele largou o livro na mesa de cabeceira e envolveu Qin em um abraço possessivo.
— Você não tem ideia do que está pedindo, pequeno imperador.
— Eu sempre sei o que quero — Qin sorriu, um sorriso radiante que escondia séculos de dor e superação.
Hades não precisava de mais convites. Com um movimento ágil, ele inverteu as posições, prendendo Qin contra os travesseiros. O imperador continuou sorrindo, seus olhos fixos nos de Hades, desafiando-o a perder o controle. Quando Hades se livrou das roupas desnecessárias e se posicionou entre as pernas de Qin, o ar pareceu ficar mais denso.
No momento em que Hades penetrou, fundo e de uma só vez, o sorriso de Qin vacilou por um segundo antes de se alargar. Ele sentia tudo — a sinestesia toque-espelho fazia com que cada sensação fosse amplificada, a dor do impacto inicial misturando-se ao prazer avassalador de ser preenchido por um deus.
— Isso... é tudo? — provocou Qin, embora sua respiração estivesse falha.
Hades estreitou os olhos e começou a se mover com uma força rítmica e devastadora. A cada estocada, o sorriso de Qin começou a desmoronar, transformando-se em uma expressão de puro êxtase. As lágrimas começaram a brotar nos cantos de seus olhos, escorrendo pelas têmporas. Não eram lágrimas de tristeza, mas de uma sobrecarga sensorial que só Hades conseguia provocar.
— Ah... Hades! — Qin gritou, suas unhas cravando-se nos ombros largos do deus. — Sim... exatamente assim!
O som dos corpos colidindo e os gemidos altos de Qin preenchiam o quarto real. O imperador, sempre tão orgulhoso, agora se debulhava em prazer, o rosto banhado por lágrimas enquanto sua voz falhava em meio a súplicas desconexas. Hades, por outro lado, mantinha uma expressão de foco absoluto, seus movimentos calculados para levar Qin ao limite absoluto de sua resistência.
Depois de algum tempo, quando ambos estavam suados e ofegantes, Hades diminuiu o ritmo, preparando-se para o ápice. Qin, recuperando um pouco de seu fôlego e de sua arrogância característica, limpou as lágrimas com as costas da mão e soltou uma risadinha provocadora.
— Você... você pegou leve comigo, não foi? — arquejou Qin, um brilho desafiador voltando aos seus olhos. — Esperava mais do senhor de Helheim. Achei que os deuses tivessem mais... vigor.
Hades parou por um momento, olhando para o humano abaixo dele com uma sobrancelha erguida. Um sorriso perigoso e raro surgiu em seus lábios.
— Peguei leve? — repetiu Hades, sua voz soando como um trovão distante. — Eu estava apenas sendo um anfitrião cortês, Qin. Mas se o Imperador exige um tratamento mais rigoroso, quem sou eu para negar?
Sem aviso, Hades retomou o ato, mas desta vez com uma ferocidade que fez a cama de carvalho ranger violentamente. Ele não estava mais sendo gentil ou estratégico; era uma força da natureza. Qin foi silenciado imediatamente, sua cabeça jogada para trás enquanto ele tentava acompanhar o ritmo frenético.
Os minutos se transformaram em uma eternidade de sensações. Qin sentia cada nervo de seu corpo gritar. Ele estava exausto, sua energia drenada pela intensidade do combate carnal.
— Hades... espera... — balbuciou Qin, as mãos agora empurrando fracamente o peito do deus. — Eu... eu estou cansado. Goza logo... por favor...
Hades sentiu o pedido, sentiu a vulnerabilidade de Qin, mas a provocação anterior ainda ecoava em sua mente. Ele não ia facilitar.
— Um rei não desiste tão fácil, Qin — murmurou Hades perto do ouvido dele, sua voz carregada de uma malícia sofisticada. — Você queria ver o meu vigor. Agora, aguente.
Hades continuou. Ele mudou o ângulo, atingindo pontos que faziam Qin perder o fôlego e a fala. O imperador estava à beira do colapso, seus sentidos nublados. Ele implorava com o olhar, mas Hades permanecia implacável, prolongando o momento, segurando o próprio ápice com uma disciplina divina apenas para ver Qin se desmanchar completamente sob ele.
— Por favor... Hades... eu não aguento mais... — Qin choramingou, sua voz agora apenas um sussurro rouco.
Somente quando sentiu que Qin estava prestes a desmaiar de puro cansaço e prazer, Hades permitiu-se finalmente soltar as rédeas. Ele deu uma última estocada profunda, atingindo o âmago do imperador com uma força avassaladora.
Qin soltou um grito que ecoou pelas paredes de pedra do palácio, um som agudo e desolado que carregava toda a sua exaustão e a glória de sua rendição. Seu corpo teve um espasmo violento antes de ficar completamente inerte contra o colchão, enquanto Hades desabava sobre ele, respirando pesadamente.
O silêncio retornou ao quarto, mas era um silêncio diferente — carregado de satisfação e do peso de dois governantes que, por um momento, esqueceram seus reinos para se perderem um no outro.
Hades se afastou levemente, observando Qin. O imperador estava com os olhos fechados, o peito subindo e descendo em espasmos curtos, a camisa branca agora um amontoado de pano úmido e amassado ao redor de seu corpo.
— Hao... — sussurrou Qin, tão baixo que quase não se ouviu.
Hades sorriu, beijando a testa do humano com uma ternura que poucos deuses acreditariam que ele possuía.
— Você fala demais para um imperador, Qin.
Qin abriu um olho, um lampejo da antiga arrogância ainda ali, apesar da exaustão total.
— E você... fode muito bem para um deus morto.
Hades riu, uma risada rica e genuína, enquanto puxava o lençol para cobrir ambos, acomodando o Imperador da China em seus braços para o descanso que ambos, por direito real, haviam conquistado.
