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Fandom: ana

Criado: 23/06/2026

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O Labirinto de Desejos de Ana

A música eletrônica pulsava nas paredes da cobertura, fazendo o chão vibrar sob os pés de Ana Vianna. Ela segurava um copo de cristal com uma bebida colorida, mas seus olhos não estavam na pista de dança. Ana, com seu jeito de gatinha, os cabelos levemente bagunçados e um brilho de desafio no olhar, sabia que aquela noite não terminaria como as outras. No centro da sala VIP, três pares de olhos a seguiam como predadores observando uma joia rara.

À esquerda, encostado no bar, estava Matheus. Ele vestia uma camisa de botão branca, estrategicamente aberta até o meio do peito, revelando o contorno impecável de seu tanquinho. Matheus era a força bruta, o desejo palpável, o tipo de homem que não pedia permissão, apenas tomava o que queria com um sorriso confiante.

No centro, JF exalava um charme magnético. Ele era o que todos chamavam de gato, com traços finos e um estilo urbano que o tornava irresistível. JF tinha um jeito de olhar que parecia ler a alma de Ana, um misto de mistério e promessa que a deixava com as pernas bambas.

E à direita, Guilherme completava o trio. Também um gato de primeira linha, mas com uma energia diferente — algo mais sofisticado, um olhar profundo e mãos que pareciam saber exatamente onde tocar. Guilherme era o equilíbrio entre a provocação e a elegância.

Ana deu um gole em sua bebida, sentindo o calor do álcool descer pela garganta. Ela sabia que os três estavam ali por ela. E sabia que, antes que a lua baixasse, teria que escolher apenas um.

— Você parece perdida em pensamentos, Ana — disse Matheus, aproximando-se primeiro. A voz dele era grave, vibrando perto do ouvido dela.

— Talvez eu esteja apenas avaliando minhas opções, Matheus — respondeu ela, virando-se para encará-lo. — Você sempre foi muito direto.

— Para que perder tempo com sutilezas quando o que eu quero está bem na minha frente? — Ele deslizou a mão pela cintura dela, o polegar roçando a pele exposta acima do jeans. — Eu posso te dar uma noite que você nunca vai esquecer.

Antes que Ana pudesse responder, JF se aproximou, deslizando entre os dois com uma agilidade felina.

— Matheus sempre tentando resolver tudo com força — provocou JF, dando um sorriso de lado. — Ana merece alguém que entenda o ritmo dela, não acha?

— E você acha que é esse alguém, JF? — perguntou Ana, arqueando uma sobrancelha.

— Eu não acho, gatinha. Eu tenho certeza — JF sussurrou, chegando mais perto, o perfume amadeirado dele invadindo os sentidos de Ana. — Eu conheço os seus segredos só de olhar para você.

Guilherme, que observava a cena de longe, decidiu que era hora de intervir. Ele caminhou com passos lentos e decididos, parando ao lado de Ana.

— A pressão parece estar aumentando aqui — comentou Guilherme, com uma calma que contrastava com a tensão elétrica do grupo. — Mas a escolha final é dela. E eu sei que a Ana gosta de qualidade, não de propaganda.

Ana olhou para os três. Matheus e seu corpo escultural, JF e seu magnetismo perigoso, Guilherme e sua intensidade silenciosa. O coração dela batia forte contra as costelas. Ela sentia o desejo emanar de cada um deles, uma competição silenciosa onde o prêmio era o seu corpo e o seu tempo.

— Vocês são impossíveis — disse Ana, rindo baixo, sentindo-se o centro do universo. — Mas eu já decidi.

Os três ficaram em silêncio, a expectativa pairando no ar como fumaça. Ana olhou para Matheus, depois para JF, e finalmente seus olhos pararam em um deles. O escolhido sentiu o impacto do olhar dela imediatamente.

— Matheus — disse ela, a voz firme, embora carregada de luxúria. — Venha comigo.

JF e Guilherme trocaram olhares de derrota respeitosa, recuando enquanto Matheus exibia um sorriso vitorioso e predatório. Ele não esperou um segundo convite. Segurou a mão de Ana e a conduziu para longe da multidão, atravessando o corredor escuro que levava à área dos banheiros privativos da cobertura.

Assim que entraram no banheiro de mármore luxuoso, Matheus trancou a porta com um clique seco. A iluminação era baixa, apenas uma luz embutida que criava sombras dramáticas nas paredes.

— Eu sabia que você não resistiria ao tanquinho — brincou ele, mas seus olhos queimavam de desejo.

— Não seja convencido — retrucou Ana, puxando-o pela gola da camisa. — Eu só queria ver se você é tudo isso que diz ser.

Matheus não respondeu com palavras. Ele a pegou pela cintura e, com uma facilidade impressionante, a ergueu, sentando-a em cima da pia de mármore gelado. O contraste do frio da pedra com o calor do corpo de Matheus fez Ana soltar um suspiro curto.

— Você não tem ideia do quanto eu esperei por esse momento — sussurrou Matheus, colando seu corpo ao dela, encaixando-se entre as pernas de Ana.

— Então para de falar e me mostra — desafiou ela, entrelaçando as pernas em volta da cintura dele, sentindo os músculos definidos de suas costas sob o tecido da camisa.

Matheus atacou os lábios de Ana com uma fome voraz. O beijo era intenso, uma batalha de línguas que buscava domínio e entrega. As mãos dele desceram para as coxas dela, apertando a carne com firmeza, enquanto as mãos de Ana exploravam o abdômen de Matheus, sentindo cada gomo do seu tanquinho, a pele quente e levemente suada.

— Ana... — ele murmurou contra a boca dela, a respiração pesada. — Você é deliciosa.

Ele desceu os beijos para o pescoço dela, encontrando o ponto sensível logo abaixo da orelha, fazendo-a arquear as costas e soltar um gemido baixo que ecoou nos azulejos do banheiro. A mão de Matheus subiu, entrando por baixo da blusa de Ana, encontrando o calor de sua pele.

— Mais — pediu ela, a voz rouca de desejo. — Eu quero sentir tudo.

Matheus se afastou apenas o suficiente para arrancar a própria camisa, revelando o peito largo e os músculos perfeitamente esculpidos que Ana tanto cobiçava. Ela passou as unhas levemente pelo peito dele, descendo até a linha do cinto, sentindo a pulsação acelerada dele sob seus dedos.

— Você é meu agora — disse Ana, puxando-o de volta para um beijo ainda mais profundo.

O som da festa lá fora era apenas um zumbido distante. Ali, naquele espaço confinado, o mundo se resumia ao toque das mãos de Matheus, ao frio do mármore sob Ana e à eletricidade que corria entre eles. Matheus a pressionou contra o espelho grande atrás da pia, o vidro esfriando suas costas enquanto o calor dele a incendiava por dentro.

— Eu vou te levar à loucura, gatinha — prometeu ele, a voz carregada de uma promessa sombria e deliciosa.

— Tente — desafiou Ana, antes de silenciá-lo com outro beijo, entregando-se completamente à escolha que fizera, sentindo que aquela noite estava apenas começando.
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