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As punição de lamine yamal
Fandom: Jogadores de futebol
Criado: 24/06/2026
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O Sangue e a Honra: O Resgate de Lamine
O Camp Nou estava em chamas. O El Clásico não era apenas um jogo; era uma guerra de nervos. Lamine Yamal, o prodígio de dezessete anos, driblava entre os gigantes do Real Madrid com a audácia de quem não conhece o medo. Mbappé e Bellingham observavam o garoto com respeito, enquanto Lewandowski e Raphinha tentavam abrir espaço para a joia da base. Mas, aos trinta minutos do segundo tempo, o mundo parou.
O árbitro interrompeu a partida. Não houve falta, não houve impedimento. Houve um movimento estranho na lateral do campo. A segurança abriu caminho para uma mulher que corria desesperada, carregando um bebê de um ano nos braços. Era a mãe de Lamine.
O rosto do jovem jogador empalideceu. Ele correu em direção à linha de fundo, ignorando a bola.
— Lamine! — gritou a mãe, com a voz embargada pelo choro. — Atacaram seu pai! Esfaquearam ele! O seu irmão estava junto... seu pai o protegeu com o próprio corpo!
O pequeno bebê, assustado pelos gritos e pelo barulho do estádio, esticou os bracinhos e se agarrou ao pescoço de Lamine, soluçando. O estádio, antes ensurdecedor, mergulhou em um silêncio sepulcral. Jogadores de ambos os times se aproximaram, esquecendo a rivalidade.
— O quê? — Lamine sussurrou, sentindo o mundo girar. — Como assim? Onde ele está?
Nesse momento, um vídeo do ataque começou a circular nos celulares e chegou às mãos de um dos assessores no banco de reservas. Lamine pegou o aparelho. As imagens eram brutais: seu pai sendo cercado e golpeado enquanto tentava manter o carrinho do bebê longe dos agressores.
A expressão de Lamine mudou. O brilho de inocência nos olhos do menino deu lugar a uma escuridão gélida.
— Mãe, leve o meu irmão para o hospital agora — disse Lamine, com uma calma que assustou Lewandowski e Modric, que estavam ao seu lado. — Eu vou encontrar vocês lá. Vá!
O bebê deu um beijo molhado na bochecha do irmão mais velho antes de ser levado. Lamine assistiu à cena, mas seu corpo já não estava mais ali. Ele se virou para o túnel, mas não para ir ao hospital. Ele sabia quem eram os agressores. Ele conhecia aquelas ruas.
— Lamine, espera! — gritou Bellingham, tentando segurá-lo pelo ombro. — Você tem que ir para o hospital, garoto!
— Eu vou — mentiu Lamine, desvencilhando-se com força.
Mas a mentira não durou muito. Raphinha e Vini Jr., que conheciam bem os impulsos de quem cresceu em bairros difíceis, trocaram um olhar. Eles viram a direção que Lamine tomou: não era a saída das ambulâncias, era a saída que dava para o setor sul, onde os criminosos costumavam se esconder.
— Ele vai fazer uma loucura — sibilou Messi, que assistia a tudo das tribunas de honra e desceu rapidamente ao vestiário, acompanhado por Cristiano Ronaldo.
Os veteranos agiram rápido. Antes que Lamine pudesse cruzar o portão de saída, ele foi cercado por uma parede de músculos e experiência. Mbappé, Lewandowski, Bellingham, CR7, Messi, Vini e Raphinha bloquearam o caminho.
— Saiam da frente! — rugiu Lamine, a voz falhando de raiva.
— Você não vai a lugar nenhum que não seja o hospital, garoto — disse Cristiano Ronaldo, com a autoridade de quem já viu de tudo. — Você é um atleta, não um justiceiro.
— Eles tocaram no meu pai! — Lamine avançou contra CR7, mas foi contido por Lewandowski e Bellingham.
A bronca que se seguiu foi pesada.
— Você acha que é homem suficiente para resolver isso sozinho? — rosnou Mbappé, segurando-o pelo peito da camisa. — Se você for lá e fizer uma besteira, sua carreira acaba hoje. Sua família precisa de você vivo e jogando, não na cadeia!
— Escuta a gente, garoto! — Raphinha gritou, ficando cara a cara com ele. — Isso não é um jogo! Você está fora de si!
Lamine lutava como um animal enjaulado. A fúria era tamanha que foi necessário o esforço de quatro jogadores para levá-lo de volta ao vestiário. Lá, em uma medida extrema para protegê-lo de si mesmo, eles o forçaram a sentar em uma cadeira e usaram faixas de compressão médica para prendê-lo.
— Me soltem! Eu odeio vocês! — gritava Lamine, as lágrimas finalmente descendo.
— Odeie o quanto quiser — disse Messi, com a voz suave mas firme —, contanto que você esteja seguro.
— Tudo bem... — Lamine finalmente parou de lutar, a cabeça baixa. — Eu vou para o hospital. Eu prometo. Por favor, me soltem. Eu preciso ver meu pai.
Os jogadores se entreolharam. O tom de voz parecia sincero. Eles o desamarraram e, em um comboio de carros de luxo, seguiram para o hospital.
Ao chegarem, a cena era desoladora. O pai de Lamine estava inconsciente em uma maca, sendo preparado para uma cirurgia de emergência. O irmãozinho chorava no colo da avó. Lamine caminhou até o vidro da UTI, tocou a superfície fria e depois se virou para os jogadores.
— Eu vou falar com os médicos — disse ele, calmamente. — Quero saber as chances reais.
Ele caminhou pelo corredor. Os jogadores ficaram na sala de espera, conversando em voz baixa sobre a tragédia. Somente dez minutos depois, Xavi, que estava acompanhando o grupo, percebeu algo errado.
— Onde está o Lamine? O consultório médico é para o outro lado.
— Ele nos enganou de novo — disse Modric, levantando-se de um salto.
Eles correram para o estacionamento, mas Lamine já tinha saído por uma porta lateral.
— Ele esqueceu que o celular do clube tem GPS obrigatório — lembrou Haaland, que até então estava em silêncio, mas pronto para agir. — Bellingham, rastreie agora!
O grupo, formado por Bellingham, Haaland, Mbappé, Vini, Raphinha, Lewandowski, Suárez, Xavi, Ibrahimovic, Modric, Messi e CR7, saltou nos carros. O sinal indicava um beco escuro em um bairro industrial, a poucos quilômetros dali.
Lamine estava lá. Ele tinha encontrado um dos homens que participou do ataque. O garoto estava com uma barra de ferro na mão, os olhos injetados de sangue, prestes a cometer um erro que destruiria sua vida.
— Lamine! — o grito de Ibrahimovic ecoou nas paredes de concreto.
O garoto se virou, mas antes que pudesse reagir, Haaland e Mbappé o pegaram por trás em uma emboscada perfeita, desarmando-o.
— Me soltem! — Lamine berrava, chutando o ar. — Ele merece! Ele quase matou meu pai!
— E você vai matar o seu futuro por causa de um lixo desses? — Ibrahimovic caminhou até ele, a aura imponente silenciando o beco.
— Vocês não mandam em mim! — gritou Lamine, desesperado. — Eu faço o que eu quiser!
Ibrahimovic deu um passo à frente, segurando o garoto pelo braço com uma força inabalável.
— Você ainda é menor de idade, moleque. E enquanto estiver sob nossa proteção, a gente manda sim. Você não tem maturidade para lidar com isso, então nós vamos te ensinar.
O que se seguiu foi uma disciplina severa. No silêncio daquele beco, longe das câmeras, os veteranos deram a Lamine a maior bronca de sua vida. Não foram apenas palavras. Ibrahimovic, com o apoio silencioso de CR7 e Lewandowski, aplicou o que chamaram de "palmadas educativas" — uma correção física firme que o garoto nunca esqueceria, para que a dor na pele o fizesse acordar do transe da vingança.
— Isso é para você nunca mais mentir para quem está tentando te salvar — disse Lewandowski.
Lamine chorava, não de dor, mas de frustração e exaustão emocional. Ele tentou se levantar, mas seus joelhos fraquejaram.
— Acabou, garoto — disse Vini Jr., aproximando-se com uma manta e uma seringa que o médico do clube havia entregado a eles. — Você precisa descansar. Seu pai vai sair dessa, mas ele precisa de um filho que seja um exemplo, não um criminoso.
Eles o seguraram com firmeza. Lamine ainda tentou protestar, mas estava exausto.
— Aplica logo — ordenou Xavi.
O sedativo foi aplicado com rapidez e precisão. Em poucos segundos, a luta de Lamine Yamal cessou. Seus olhos se fecharam e sua cabeça pendeu para o lado, repousando no ombro de Bellingham.
— Levem-no para casa — disse Messi, olhando para o jovem talento com uma mistura de pena e proteção. — Amanhã será um novo dia. E nós estaremos lá para garantir que ele não se perca novamente.
O comboio de lendas do futebol partiu, deixando a escuridão do beco para trás, carregando o futuro do futebol nos braços, protegendo-o não apenas do mundo, mas de si mesmo.
O árbitro interrompeu a partida. Não houve falta, não houve impedimento. Houve um movimento estranho na lateral do campo. A segurança abriu caminho para uma mulher que corria desesperada, carregando um bebê de um ano nos braços. Era a mãe de Lamine.
O rosto do jovem jogador empalideceu. Ele correu em direção à linha de fundo, ignorando a bola.
— Lamine! — gritou a mãe, com a voz embargada pelo choro. — Atacaram seu pai! Esfaquearam ele! O seu irmão estava junto... seu pai o protegeu com o próprio corpo!
O pequeno bebê, assustado pelos gritos e pelo barulho do estádio, esticou os bracinhos e se agarrou ao pescoço de Lamine, soluçando. O estádio, antes ensurdecedor, mergulhou em um silêncio sepulcral. Jogadores de ambos os times se aproximaram, esquecendo a rivalidade.
— O quê? — Lamine sussurrou, sentindo o mundo girar. — Como assim? Onde ele está?
Nesse momento, um vídeo do ataque começou a circular nos celulares e chegou às mãos de um dos assessores no banco de reservas. Lamine pegou o aparelho. As imagens eram brutais: seu pai sendo cercado e golpeado enquanto tentava manter o carrinho do bebê longe dos agressores.
A expressão de Lamine mudou. O brilho de inocência nos olhos do menino deu lugar a uma escuridão gélida.
— Mãe, leve o meu irmão para o hospital agora — disse Lamine, com uma calma que assustou Lewandowski e Modric, que estavam ao seu lado. — Eu vou encontrar vocês lá. Vá!
O bebê deu um beijo molhado na bochecha do irmão mais velho antes de ser levado. Lamine assistiu à cena, mas seu corpo já não estava mais ali. Ele se virou para o túnel, mas não para ir ao hospital. Ele sabia quem eram os agressores. Ele conhecia aquelas ruas.
— Lamine, espera! — gritou Bellingham, tentando segurá-lo pelo ombro. — Você tem que ir para o hospital, garoto!
— Eu vou — mentiu Lamine, desvencilhando-se com força.
Mas a mentira não durou muito. Raphinha e Vini Jr., que conheciam bem os impulsos de quem cresceu em bairros difíceis, trocaram um olhar. Eles viram a direção que Lamine tomou: não era a saída das ambulâncias, era a saída que dava para o setor sul, onde os criminosos costumavam se esconder.
— Ele vai fazer uma loucura — sibilou Messi, que assistia a tudo das tribunas de honra e desceu rapidamente ao vestiário, acompanhado por Cristiano Ronaldo.
Os veteranos agiram rápido. Antes que Lamine pudesse cruzar o portão de saída, ele foi cercado por uma parede de músculos e experiência. Mbappé, Lewandowski, Bellingham, CR7, Messi, Vini e Raphinha bloquearam o caminho.
— Saiam da frente! — rugiu Lamine, a voz falhando de raiva.
— Você não vai a lugar nenhum que não seja o hospital, garoto — disse Cristiano Ronaldo, com a autoridade de quem já viu de tudo. — Você é um atleta, não um justiceiro.
— Eles tocaram no meu pai! — Lamine avançou contra CR7, mas foi contido por Lewandowski e Bellingham.
A bronca que se seguiu foi pesada.
— Você acha que é homem suficiente para resolver isso sozinho? — rosnou Mbappé, segurando-o pelo peito da camisa. — Se você for lá e fizer uma besteira, sua carreira acaba hoje. Sua família precisa de você vivo e jogando, não na cadeia!
— Escuta a gente, garoto! — Raphinha gritou, ficando cara a cara com ele. — Isso não é um jogo! Você está fora de si!
Lamine lutava como um animal enjaulado. A fúria era tamanha que foi necessário o esforço de quatro jogadores para levá-lo de volta ao vestiário. Lá, em uma medida extrema para protegê-lo de si mesmo, eles o forçaram a sentar em uma cadeira e usaram faixas de compressão médica para prendê-lo.
— Me soltem! Eu odeio vocês! — gritava Lamine, as lágrimas finalmente descendo.
— Odeie o quanto quiser — disse Messi, com a voz suave mas firme —, contanto que você esteja seguro.
— Tudo bem... — Lamine finalmente parou de lutar, a cabeça baixa. — Eu vou para o hospital. Eu prometo. Por favor, me soltem. Eu preciso ver meu pai.
Os jogadores se entreolharam. O tom de voz parecia sincero. Eles o desamarraram e, em um comboio de carros de luxo, seguiram para o hospital.
Ao chegarem, a cena era desoladora. O pai de Lamine estava inconsciente em uma maca, sendo preparado para uma cirurgia de emergência. O irmãozinho chorava no colo da avó. Lamine caminhou até o vidro da UTI, tocou a superfície fria e depois se virou para os jogadores.
— Eu vou falar com os médicos — disse ele, calmamente. — Quero saber as chances reais.
Ele caminhou pelo corredor. Os jogadores ficaram na sala de espera, conversando em voz baixa sobre a tragédia. Somente dez minutos depois, Xavi, que estava acompanhando o grupo, percebeu algo errado.
— Onde está o Lamine? O consultório médico é para o outro lado.
— Ele nos enganou de novo — disse Modric, levantando-se de um salto.
Eles correram para o estacionamento, mas Lamine já tinha saído por uma porta lateral.
— Ele esqueceu que o celular do clube tem GPS obrigatório — lembrou Haaland, que até então estava em silêncio, mas pronto para agir. — Bellingham, rastreie agora!
O grupo, formado por Bellingham, Haaland, Mbappé, Vini, Raphinha, Lewandowski, Suárez, Xavi, Ibrahimovic, Modric, Messi e CR7, saltou nos carros. O sinal indicava um beco escuro em um bairro industrial, a poucos quilômetros dali.
Lamine estava lá. Ele tinha encontrado um dos homens que participou do ataque. O garoto estava com uma barra de ferro na mão, os olhos injetados de sangue, prestes a cometer um erro que destruiria sua vida.
— Lamine! — o grito de Ibrahimovic ecoou nas paredes de concreto.
O garoto se virou, mas antes que pudesse reagir, Haaland e Mbappé o pegaram por trás em uma emboscada perfeita, desarmando-o.
— Me soltem! — Lamine berrava, chutando o ar. — Ele merece! Ele quase matou meu pai!
— E você vai matar o seu futuro por causa de um lixo desses? — Ibrahimovic caminhou até ele, a aura imponente silenciando o beco.
— Vocês não mandam em mim! — gritou Lamine, desesperado. — Eu faço o que eu quiser!
Ibrahimovic deu um passo à frente, segurando o garoto pelo braço com uma força inabalável.
— Você ainda é menor de idade, moleque. E enquanto estiver sob nossa proteção, a gente manda sim. Você não tem maturidade para lidar com isso, então nós vamos te ensinar.
O que se seguiu foi uma disciplina severa. No silêncio daquele beco, longe das câmeras, os veteranos deram a Lamine a maior bronca de sua vida. Não foram apenas palavras. Ibrahimovic, com o apoio silencioso de CR7 e Lewandowski, aplicou o que chamaram de "palmadas educativas" — uma correção física firme que o garoto nunca esqueceria, para que a dor na pele o fizesse acordar do transe da vingança.
— Isso é para você nunca mais mentir para quem está tentando te salvar — disse Lewandowski.
Lamine chorava, não de dor, mas de frustração e exaustão emocional. Ele tentou se levantar, mas seus joelhos fraquejaram.
— Acabou, garoto — disse Vini Jr., aproximando-se com uma manta e uma seringa que o médico do clube havia entregado a eles. — Você precisa descansar. Seu pai vai sair dessa, mas ele precisa de um filho que seja um exemplo, não um criminoso.
Eles o seguraram com firmeza. Lamine ainda tentou protestar, mas estava exausto.
— Aplica logo — ordenou Xavi.
O sedativo foi aplicado com rapidez e precisão. Em poucos segundos, a luta de Lamine Yamal cessou. Seus olhos se fecharam e sua cabeça pendeu para o lado, repousando no ombro de Bellingham.
— Levem-no para casa — disse Messi, olhando para o jovem talento com uma mistura de pena e proteção. — Amanhã será um novo dia. E nós estaremos lá para garantir que ele não se perca novamente.
O comboio de lendas do futebol partiu, deixando a escuridão do beco para trás, carregando o futuro do futebol nos braços, protegendo-o não apenas do mundo, mas de si mesmo.
