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Sex
Fandom: Arcane
Criado: 24/06/2026
Tags
DramaAngústiaPsicológicoSombrioMenção de IncestoEstuproSteampunkCenário CanônicoEstudo de PersonagemLinguagem Explícita
O Peso do Legado
As luzes de Piltover, a Cidade do Progresso, cintilavam através das imensas janelas de vidro do salão do Conselho. O silêncio ali era absoluto, quebrado apenas pelo zumbido distante da tecnologia hextech e pelo som rítmico da chuva fina que batia contra o vidro. No centro da sala, a mesa circular de mogno escuro e detalhes em bronze — onde o destino de milhares era decidido diariamente — parecia um altar de poder e segredo.
Caitlyn Kiramman estava parada diante da janela, observando as luzes da Subferia ao longe. Ela ainda vestia seu uniforme de Pacificadora, mas o colarinho estava desabotoado e seu semblante carregava uma exaustão que ia além do físico. Seus olhos azuis, geralmente tão aguçados e focados, estavam turvos de incerteza.
— Você está distraída, Caitlyn. — A voz de Cassandra Kiramman ecoou pela sala, fria e autoritária como sempre.
Caitlyn se virou. Sua mãe estava sentada em uma das cadeiras esculpidas, a postura impecável, o cabelo moreno perfeitamente alinhado. Cassandra não parecia uma mulher que acabara de sair de uma reunião política exaustiva; ela parecia uma rainha esperando por uma explicação.
— É apenas uma noite longa, mãe — respondeu Caitlyn, tentando manter a voz firme. — As tensões com Zaun não param de crescer.
Cassandra levantou-se lentamente e caminhou em direção à filha. Seus passos eram silenciosos no tapete luxuoso.
— As tensões com Zaun ou a sua obsessão por aquela... detenta? — Cassandra parou a poucos centímetros de Caitlyn. — Eu sei que você ainda está com ela. A tal Vi.
Caitlyn sentiu o sangue subir pelo pescoço.
— O nome dela é Vi. E ela é a razão de estarmos vivas, caso você tenha esquecido o ataque de Jinx.
Cassandra soltou um riso seco, desprovido de qualquer humor. Ela estendeu a mão e tocou o rosto da filha, os dedos frios traçando a linha da mandíbula de Caitlyn.
— Você é uma Kiramman, Caitlyn. Nascida para liderar, para manter a ordem, para ser a elite. E, no entanto, você se rasteja na lama por uma criatura que mal sabe usar os talheres. É patético.
— Você não entende — sussurrou Caitlyn, desviando o olhar.
— Eu entendo melhor do que você imagina — Cassandra disse, sua voz baixando para um tom perigosamente suave. — Eu entendo o desejo. Mas eu também entendo o dever. Você acha que ela pode te dar o que você realmente precisa? Aquela selvagem só conhece a violência. Ela nunca saberia como moldar você.
Antes que Caitlyn pudesse protestar, Cassandra segurou seu queixo com força, forçando-a a olhar em seus olhos escuros.
— Você quer saber o que é o verdadeiro poder, Caitlyn? O poder de possuir algo que o mundo inteiro cobiça, mas que pertence apenas a você?
Com um movimento brusco e inesperado, Cassandra empurrou Caitlyn contra a imensa mesa do Conselho. O impacto fez com que alguns papéis e selos de cera voassem para o chão. Caitlyn arquejou, a surpresa paralisando seus reflexos de Pacificadora por um segundo crucial.
— Mãe, o que você está...
— Silêncio — ordenou Cassandra, pressionando o corpo contra o da filha. — Se você quer se comportar como uma cadela de rua, talvez precise ser tratada como tal. Mas não por ela. Por mim.
O contraste era avassalador. Cassandra, a imagem da sofisticação e da moralidade de Piltover, agora exalava uma ferocidade sombria. Ela puxou o cabelo de Caitlyn para trás, expondo a garganta pálida da filha.
— Você cheira a ela — rosnou Cassandra perto do ouvido de Caitlyn. — Cheira a ferro, pólvora e àquela imundície de Zaun. Isso me dá nojo.
— Então me solte — disse Caitlyn, embora sua respiração estivesse ficando curta e seu coração martelasse contra as costelas.
— Não. Eu vou tirar o cheiro dela de você. Vou te lembrar a quem você realmente pertence.
As mãos de Cassandra eram ágeis e cruéis. Ela desfez o cinto de Caitlyn com uma eficiência que denunciava uma intenção fria. Caitlyn tentou se impulsionar para cima, mas Cassandra a pressionou com o antebraço contra a mesa, prendendo-a.
— Olhe para este lugar, Caitlyn — disse Cassandra, enquanto suas mãos exploravam as coxas da filha sob o uniforme. — Homens e mulheres imploram para estar nesta sala. Eles tremem diante desta mesa. E aqui está você, a herdeira de tudo isso, deixando-se levar por uma criminosa.
— Vi... Vi me ama — balbuciou Caitlyn, as lágrimas de frustração e uma excitação proibida começando a brotar em seus olhos azuis.
— Amor? — Cassandra riu, um som gutural. — Ela não ama você. Ela usa você. Você é o troféu dela, a "Garota de Ouro" que ela conseguiu corromper. Ela fode você pensando em como está destruindo Piltover por dentro.
Cassandra inclinou-se, mordendo o lóbulo da orelha de Caitlyn com força suficiente para tirar um gemido de dor da jovem.
— Diga-me, Caitlyn... ela já te possuiu assim? No coração do poder que ela tanto odeia?
Sem esperar resposta, Cassandra penetrou-a com dois dedos, de forma bruta e possessiva. Caitlyn arqueou as costas, o som de sua respiração acelerada ecoando nas paredes de pedra e vidro. A superfície fria da mesa de mogno contra sua pele nua criava um contraste agonizante com o calor invasivo de sua mãe.
— Você é tão apertada — sussurrou Cassandra, as palavras saindo como veneno. — Tão cheia de regras e moralidade... mas está toda molhada para sua própria mãe, não está? Mais do que ficaria para aquela carniceira da Subferia.
— Pare... por favor — suplicou Caitlyn, embora suas mãos, em vez de empurrarem Cassandra, estivessem agarrando as bordas da mesa com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos.
— Você quer que eu pare? — Cassandra aumentou o ritmo, seus movimentos rudes, desprovidos de ternura. — Ou quer que eu te mostre o quanto você é suja? Você é uma Kiramman por fora, Caitlyn, mas por dentro... por dentro você é apenas um receptáculo para o meu controle.
Cassandra aproximou o rosto do de Caitlyn, seus olhos escuros brilhando com uma intensidade predatória.
— Aquela garota de Zaun... ela saberia o que fazer com você agora? Ela teria coragem de te usar como a ferramenta que você é? Ou ela te trataria como algo frágil?
— Ela me respeita — conseguiu dizer Caitlyn, entre soluços de prazer e vergonha.
— Respeito é para os fracos — rebateu Cassandra, intensificando o atrito. — Eu possuo você. Eu criei cada curva desse seu corpo, eu moldei sua mente. Você acha que um romancezinho de rua pode quebrar esse laço?
As palavras de Cassandra eram como chicotes. Ela começou a descrever, com detalhes vulgares, o que achava da relação de Caitlyn com Vi, usando termos que Caitlyn nunca imaginaria ouvir da boca de uma Conselheira. A sujeira das palavras contrastava com a elegância do ambiente, criando uma dissonância que levava Caitlyn ao limite.
— Você é minha — disse Cassandra, a voz agora um comando absoluto. — Diga. Diga que você não é nada para ela. Diga que você é apenas a minha boneca nesta mesa de jogo.
Caitlyn sentiu o ápice se aproximando, uma onda de choque que ameaçava desintegrar sua sanidade. Ela olhou para o teto abobadado do Conselho, sentindo-se pequena, profanada e, ao mesmo tempo, tragicamente viva.
— Eu sou... — Caitlyn engasgou, as pernas tremendo. — Eu sou sua...
O espasmo veio forte, fazendo Caitlyn morder o lábio para não gritar. Cassandra não parou, continuou a estimulá-la com uma frieza metódica até que Caitlyn estivesse completamente exausta, soluçando contra a madeira escura.
Cassandra finalmente se afastou. Ela recompôs suas próprias roupas com uma calma aterrorizante. Ela pegou um lenço de seda do bolso e limpou os dedos, observando a filha desmoronada sobre a mesa do Conselho.
— Limpe-se — disse Cassandra, sua voz voltando ao tom diplomático e gélido. — Você tem uma patrulha em uma hora. E, Caitlyn?
Caitlyn levantou o olhar, os olhos azuis vermelhos e úmidos.
— Se eu vir aquela garota perto da nossa propriedade novamente, eu farei com que ela desapareça nas profundezas de Stillwater de uma forma que nem você conseguirá encontrá-la.
Cassandra caminhou até a porta, parando por um momento antes de sair.
— Lembre-se de onde você está, minha querida. E de quem você realmente serve.
A porta se fechou com um clique pesado. Caitlyn ficou sozinha na penumbra do salão. O cheiro de sândalo de sua mãe ainda pairava no ar, misturado ao cheiro metálico de seu próprio desejo. Ela olhou para suas mãos trêmulas e depois para a cadeira vazia que Vi costumava ocupar em seus pensamentos.
A Cidade do Progresso continuava brilhando lá fora, mas, dentro daquelas paredes, Caitlyn Kiramman nunca se sentira tão perdida.
Caitlyn Kiramman estava parada diante da janela, observando as luzes da Subferia ao longe. Ela ainda vestia seu uniforme de Pacificadora, mas o colarinho estava desabotoado e seu semblante carregava uma exaustão que ia além do físico. Seus olhos azuis, geralmente tão aguçados e focados, estavam turvos de incerteza.
— Você está distraída, Caitlyn. — A voz de Cassandra Kiramman ecoou pela sala, fria e autoritária como sempre.
Caitlyn se virou. Sua mãe estava sentada em uma das cadeiras esculpidas, a postura impecável, o cabelo moreno perfeitamente alinhado. Cassandra não parecia uma mulher que acabara de sair de uma reunião política exaustiva; ela parecia uma rainha esperando por uma explicação.
— É apenas uma noite longa, mãe — respondeu Caitlyn, tentando manter a voz firme. — As tensões com Zaun não param de crescer.
Cassandra levantou-se lentamente e caminhou em direção à filha. Seus passos eram silenciosos no tapete luxuoso.
— As tensões com Zaun ou a sua obsessão por aquela... detenta? — Cassandra parou a poucos centímetros de Caitlyn. — Eu sei que você ainda está com ela. A tal Vi.
Caitlyn sentiu o sangue subir pelo pescoço.
— O nome dela é Vi. E ela é a razão de estarmos vivas, caso você tenha esquecido o ataque de Jinx.
Cassandra soltou um riso seco, desprovido de qualquer humor. Ela estendeu a mão e tocou o rosto da filha, os dedos frios traçando a linha da mandíbula de Caitlyn.
— Você é uma Kiramman, Caitlyn. Nascida para liderar, para manter a ordem, para ser a elite. E, no entanto, você se rasteja na lama por uma criatura que mal sabe usar os talheres. É patético.
— Você não entende — sussurrou Caitlyn, desviando o olhar.
— Eu entendo melhor do que você imagina — Cassandra disse, sua voz baixando para um tom perigosamente suave. — Eu entendo o desejo. Mas eu também entendo o dever. Você acha que ela pode te dar o que você realmente precisa? Aquela selvagem só conhece a violência. Ela nunca saberia como moldar você.
Antes que Caitlyn pudesse protestar, Cassandra segurou seu queixo com força, forçando-a a olhar em seus olhos escuros.
— Você quer saber o que é o verdadeiro poder, Caitlyn? O poder de possuir algo que o mundo inteiro cobiça, mas que pertence apenas a você?
Com um movimento brusco e inesperado, Cassandra empurrou Caitlyn contra a imensa mesa do Conselho. O impacto fez com que alguns papéis e selos de cera voassem para o chão. Caitlyn arquejou, a surpresa paralisando seus reflexos de Pacificadora por um segundo crucial.
— Mãe, o que você está...
— Silêncio — ordenou Cassandra, pressionando o corpo contra o da filha. — Se você quer se comportar como uma cadela de rua, talvez precise ser tratada como tal. Mas não por ela. Por mim.
O contraste era avassalador. Cassandra, a imagem da sofisticação e da moralidade de Piltover, agora exalava uma ferocidade sombria. Ela puxou o cabelo de Caitlyn para trás, expondo a garganta pálida da filha.
— Você cheira a ela — rosnou Cassandra perto do ouvido de Caitlyn. — Cheira a ferro, pólvora e àquela imundície de Zaun. Isso me dá nojo.
— Então me solte — disse Caitlyn, embora sua respiração estivesse ficando curta e seu coração martelasse contra as costelas.
— Não. Eu vou tirar o cheiro dela de você. Vou te lembrar a quem você realmente pertence.
As mãos de Cassandra eram ágeis e cruéis. Ela desfez o cinto de Caitlyn com uma eficiência que denunciava uma intenção fria. Caitlyn tentou se impulsionar para cima, mas Cassandra a pressionou com o antebraço contra a mesa, prendendo-a.
— Olhe para este lugar, Caitlyn — disse Cassandra, enquanto suas mãos exploravam as coxas da filha sob o uniforme. — Homens e mulheres imploram para estar nesta sala. Eles tremem diante desta mesa. E aqui está você, a herdeira de tudo isso, deixando-se levar por uma criminosa.
— Vi... Vi me ama — balbuciou Caitlyn, as lágrimas de frustração e uma excitação proibida começando a brotar em seus olhos azuis.
— Amor? — Cassandra riu, um som gutural. — Ela não ama você. Ela usa você. Você é o troféu dela, a "Garota de Ouro" que ela conseguiu corromper. Ela fode você pensando em como está destruindo Piltover por dentro.
Cassandra inclinou-se, mordendo o lóbulo da orelha de Caitlyn com força suficiente para tirar um gemido de dor da jovem.
— Diga-me, Caitlyn... ela já te possuiu assim? No coração do poder que ela tanto odeia?
Sem esperar resposta, Cassandra penetrou-a com dois dedos, de forma bruta e possessiva. Caitlyn arqueou as costas, o som de sua respiração acelerada ecoando nas paredes de pedra e vidro. A superfície fria da mesa de mogno contra sua pele nua criava um contraste agonizante com o calor invasivo de sua mãe.
— Você é tão apertada — sussurrou Cassandra, as palavras saindo como veneno. — Tão cheia de regras e moralidade... mas está toda molhada para sua própria mãe, não está? Mais do que ficaria para aquela carniceira da Subferia.
— Pare... por favor — suplicou Caitlyn, embora suas mãos, em vez de empurrarem Cassandra, estivessem agarrando as bordas da mesa com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos.
— Você quer que eu pare? — Cassandra aumentou o ritmo, seus movimentos rudes, desprovidos de ternura. — Ou quer que eu te mostre o quanto você é suja? Você é uma Kiramman por fora, Caitlyn, mas por dentro... por dentro você é apenas um receptáculo para o meu controle.
Cassandra aproximou o rosto do de Caitlyn, seus olhos escuros brilhando com uma intensidade predatória.
— Aquela garota de Zaun... ela saberia o que fazer com você agora? Ela teria coragem de te usar como a ferramenta que você é? Ou ela te trataria como algo frágil?
— Ela me respeita — conseguiu dizer Caitlyn, entre soluços de prazer e vergonha.
— Respeito é para os fracos — rebateu Cassandra, intensificando o atrito. — Eu possuo você. Eu criei cada curva desse seu corpo, eu moldei sua mente. Você acha que um romancezinho de rua pode quebrar esse laço?
As palavras de Cassandra eram como chicotes. Ela começou a descrever, com detalhes vulgares, o que achava da relação de Caitlyn com Vi, usando termos que Caitlyn nunca imaginaria ouvir da boca de uma Conselheira. A sujeira das palavras contrastava com a elegância do ambiente, criando uma dissonância que levava Caitlyn ao limite.
— Você é minha — disse Cassandra, a voz agora um comando absoluto. — Diga. Diga que você não é nada para ela. Diga que você é apenas a minha boneca nesta mesa de jogo.
Caitlyn sentiu o ápice se aproximando, uma onda de choque que ameaçava desintegrar sua sanidade. Ela olhou para o teto abobadado do Conselho, sentindo-se pequena, profanada e, ao mesmo tempo, tragicamente viva.
— Eu sou... — Caitlyn engasgou, as pernas tremendo. — Eu sou sua...
O espasmo veio forte, fazendo Caitlyn morder o lábio para não gritar. Cassandra não parou, continuou a estimulá-la com uma frieza metódica até que Caitlyn estivesse completamente exausta, soluçando contra a madeira escura.
Cassandra finalmente se afastou. Ela recompôs suas próprias roupas com uma calma aterrorizante. Ela pegou um lenço de seda do bolso e limpou os dedos, observando a filha desmoronada sobre a mesa do Conselho.
— Limpe-se — disse Cassandra, sua voz voltando ao tom diplomático e gélido. — Você tem uma patrulha em uma hora. E, Caitlyn?
Caitlyn levantou o olhar, os olhos azuis vermelhos e úmidos.
— Se eu vir aquela garota perto da nossa propriedade novamente, eu farei com que ela desapareça nas profundezas de Stillwater de uma forma que nem você conseguirá encontrá-la.
Cassandra caminhou até a porta, parando por um momento antes de sair.
— Lembre-se de onde você está, minha querida. E de quem você realmente serve.
A porta se fechou com um clique pesado. Caitlyn ficou sozinha na penumbra do salão. O cheiro de sândalo de sua mãe ainda pairava no ar, misturado ao cheiro metálico de seu próprio desejo. Ela olhou para suas mãos trêmulas e depois para a cadeira vazia que Vi costumava ocupar em seus pensamentos.
A Cidade do Progresso continuava brilhando lá fora, mas, dentro daquelas paredes, Caitlyn Kiramman nunca se sentira tão perdida.
