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Bellingham teimosia
Fandom: Jogadores
Criado: 25/06/2026
Tags
DramaAngústiaDor/ConfortoCrossoverEstudo de PersonagemUA (Universo Alternativo)
O Sacrifício e o Alento no Vestiário
O Santiago Bernabéu estava em silêncio absoluto, um contraste bizarro com o barulho ensurdecedor de minutos antes. No centro do gramado, Jude Bellingham estava caído, as mãos enterradas na grama, os dentes cerrados em uma careta de agonia pura. O estalo no joelho fora audível até para quem estava perto da lateral. O departamento médico já corria em sua direção, mas Jude, com uma teimosia que beirava a loucura, tentava se levantar.
— Jude, fica no chão! — gritou Vini Jr., aproximando-se com os olhos arregalados de preocupação.
— Eu estou bem, Vini! É só uma pancada! — Bellingham rosnou, a voz falhando enquanto tentava apoiar o peso na perna esquerda, apenas para desabar novamente com um grito sufocado.
A gravidade da lesão era óbvia. O ligamento parecia ter cedido, e o inchaço já começava a deformar a meia branca do Real Madrid. Mesmo assim, quando os paramédicos tentaram colocá-lo na maca, o inglês começou a lutar, empurrando as mãos de quem tentava ajudá-lo.
— Eu não vou sair! — ele gritava, as lágrimas de dor se misturando ao suor. — Falta pouco para o fim, eu aguento!
Foi necessária a intervenção dos "pesos pesados". Haaland, que estava no estádio para assistir ao jogo, desceu das tribunas em um impulso, vendo a cena. Ele entrou no gramado junto com Lewandowski e Ibrahimovic, que por um acaso do destino estavam em um evento comercial no estádio.
— Chega de show, garoto — disse Ibrahimovic, com sua voz imponente. — Você vai sair agora, ou eu mesmo te quebro a outra perna para você parar de se mexer.
Sem dar chance de resposta, Haaland e Lewandowski seguraram Jude pelos ombros e pernas, levantando-o à força enquanto ele se debatia inutilmente. Ele foi carregado para o túnel sob os aplausos da torcida, mas o drama estava longe de terminar.
Dentro do vestiário médico, o caos se instalou. O médico do clube preparava uma injeção forte de anti-inflamatório e analgésico de ação rápida para conter a inflamação imediata e a dor excruciante.
— Preciso que ele relaxe para aplicar a medicação no glúteo — explicou o doutor, segurando a seringa.
Ao ver a agulha, o pânico de Jude, alimentado pelo choque da lesão, atingiu o ápice. Ele tentou se arrastar para fora da maca médica.
— Não! Injeção não! Eu tomo comprimido! — ele exclamou, tentando se desvencilhar de Modric e Raphinha, que tentavam acalmá-lo.
— Jude, pare com isso agora! — ordenou Cristiano Ronaldo, que havia entrado no vestiário para dar apoio moral. — Você é um profissional, comporte-se como um.
— Eu não quero! — Jude choramingou, a dor e o medo nublando seu julgamento.
Ele tentou pular da maca, mas foi interceptado por um muro de jogadores. Lewandowski e Haaland, com seus físicos avantajados, não perderam tempo. Eles o seguraram com firmeza e o deitaram de bruços na maca novamente.
— Ele vai fugir se não segurarmos — avisou Suárez, cruzando os braços. — Xavi, ajude aqui.
Em um movimento coordenado e severo, Haaland e Lewandowski sentaram-se parcialmente sobre as pernas e as costas de Jude, imobilizando-o completamente. O jovem inglês começou a soluçar de frustração e dor, sentindo-se encurralado.
— Soltem-me! Isso é ridículo! — ele gritava, abafando a voz contra o estofado da maca.
— Você está sendo teimoso e colocando sua carreira em risco — disse Mbappé, aproximando-se com uma expressão séria.
Como Jude continuava a se debater violentamente, tentando chutar mesmo com a perna lesionada, Cristiano Ronaldo deu um passo à frente. Com a autoridade de quem já viu de tudo no futebol, ele desferiu duas palmadas firmes e sonoras no bumbum de Jude, por cima do calção de treino.
— Pare agora! — ordenou Cristiano. — Isso é um aviso. Ou você obedece e fica quieto para o doutor fazer o trabalho dele, ou as próximas palmadas serão para valer. Você não é mais uma criança, mas se agir como uma, será tratado como tal.
O choque das palmadas e o tom de voz de CR7 fizeram Jude congelar. O choro, que antes era de raiva, tornou-se um pranto sofrido de alguém que estava exausto e com muita dor. Ele parou de lutar, escondendo o rosto entre os braços enquanto soluçava alto.
— Isso mesmo, agora relaxe — disse o médico, aproveitando a imobilidade para baixar levemente o calção e aplicar a injeção com rapidez e precisão.
Jude deu um sobressalto e um gemido agudo, mas os jogadores continuaram segurando-o até que o remédio fosse todo aplicado. Assim que o médico terminou, Haaland e Lewandowski se levantaram, liberando o peso sobre o jovem.
Bellingham continuou ali, deitado de bruços, os ombros sacudindo violentamente pelo choro. Ele se sentia vulnerável, dolorido e envergonhado.
— Já passou, Jude — disse Modric com uma voz doce, aproximando-se e acariciando os cabelos cacheados do rapaz. — Foi para o seu bem.
Luka Modric e Mbappé se entreolharam e, com um gesto de puro carinho fraternal, ajudaram Jude a se sentar e depois o puxaram para o colo. Modric sentou-se em um banco largo e acomodou Jude entre suas pernas, enquanto Mbappé abraçava o inglês por trás, deixando que a cabeça de Bellingham descansasse em seu ombro.
— Shhh... está tudo bem agora — sussurrou Mbappé, balançando-o levemente como se estivesse acalentando um bebê. — Nós estamos aqui. Você foi valente, mas precisava de ajuda.
— Dói muito, Luka... — soluçou Jude, agarrando-se à camisa de Modric.
— Eu sei que dói, pequeno. Mas o remédio já vai fazer efeito — respondeu o croata, beijando o topo da cabeça de Jude. — Você nos deu um susto, garoto teimoso.
Os outros jogadores, vendo que o momento de crise havia passado, começaram a relaxar. Vini Jr. aproximou-se e segurou a mão de Jude, enquanto Raphinha trazia uma toalha gelada para limpar o rosto do companheiro.
— Você vai voltar mais forte — disse Xavi, observando a cena com respeito. — Mas aprenda a ouvir os mais velhos.
Jude, ainda soluçando baixinho, fechou os olhos, sentindo o calor e a proteção de Modric e Mbappé. O ambiente tenso do vestiário se transformou em um refúgio de cuidado. Ali, ele não era o astro de 100 milhões de euros, era apenas um jovem que precisava de conforto após um trauma.
— Desculpe por ter lutado — murmurou Jude, a voz abafada pelo peito de Modric.
— Esqueça isso — respondeu Mbappé, apertando o abraço. — Agora só descanse. Nós não vamos sair do seu lado.
E assim, rodeado por lendas e companheiros que se tornaram sua família, Jude Bellingham finalmente permitiu que o cansaço o vencesse, adormecendo no colo dos amigos enquanto o remédio finalmente começava a apagar o fogo da dor em seu joelho.
— Jude, fica no chão! — gritou Vini Jr., aproximando-se com os olhos arregalados de preocupação.
— Eu estou bem, Vini! É só uma pancada! — Bellingham rosnou, a voz falhando enquanto tentava apoiar o peso na perna esquerda, apenas para desabar novamente com um grito sufocado.
A gravidade da lesão era óbvia. O ligamento parecia ter cedido, e o inchaço já começava a deformar a meia branca do Real Madrid. Mesmo assim, quando os paramédicos tentaram colocá-lo na maca, o inglês começou a lutar, empurrando as mãos de quem tentava ajudá-lo.
— Eu não vou sair! — ele gritava, as lágrimas de dor se misturando ao suor. — Falta pouco para o fim, eu aguento!
Foi necessária a intervenção dos "pesos pesados". Haaland, que estava no estádio para assistir ao jogo, desceu das tribunas em um impulso, vendo a cena. Ele entrou no gramado junto com Lewandowski e Ibrahimovic, que por um acaso do destino estavam em um evento comercial no estádio.
— Chega de show, garoto — disse Ibrahimovic, com sua voz imponente. — Você vai sair agora, ou eu mesmo te quebro a outra perna para você parar de se mexer.
Sem dar chance de resposta, Haaland e Lewandowski seguraram Jude pelos ombros e pernas, levantando-o à força enquanto ele se debatia inutilmente. Ele foi carregado para o túnel sob os aplausos da torcida, mas o drama estava longe de terminar.
Dentro do vestiário médico, o caos se instalou. O médico do clube preparava uma injeção forte de anti-inflamatório e analgésico de ação rápida para conter a inflamação imediata e a dor excruciante.
— Preciso que ele relaxe para aplicar a medicação no glúteo — explicou o doutor, segurando a seringa.
Ao ver a agulha, o pânico de Jude, alimentado pelo choque da lesão, atingiu o ápice. Ele tentou se arrastar para fora da maca médica.
— Não! Injeção não! Eu tomo comprimido! — ele exclamou, tentando se desvencilhar de Modric e Raphinha, que tentavam acalmá-lo.
— Jude, pare com isso agora! — ordenou Cristiano Ronaldo, que havia entrado no vestiário para dar apoio moral. — Você é um profissional, comporte-se como um.
— Eu não quero! — Jude choramingou, a dor e o medo nublando seu julgamento.
Ele tentou pular da maca, mas foi interceptado por um muro de jogadores. Lewandowski e Haaland, com seus físicos avantajados, não perderam tempo. Eles o seguraram com firmeza e o deitaram de bruços na maca novamente.
— Ele vai fugir se não segurarmos — avisou Suárez, cruzando os braços. — Xavi, ajude aqui.
Em um movimento coordenado e severo, Haaland e Lewandowski sentaram-se parcialmente sobre as pernas e as costas de Jude, imobilizando-o completamente. O jovem inglês começou a soluçar de frustração e dor, sentindo-se encurralado.
— Soltem-me! Isso é ridículo! — ele gritava, abafando a voz contra o estofado da maca.
— Você está sendo teimoso e colocando sua carreira em risco — disse Mbappé, aproximando-se com uma expressão séria.
Como Jude continuava a se debater violentamente, tentando chutar mesmo com a perna lesionada, Cristiano Ronaldo deu um passo à frente. Com a autoridade de quem já viu de tudo no futebol, ele desferiu duas palmadas firmes e sonoras no bumbum de Jude, por cima do calção de treino.
— Pare agora! — ordenou Cristiano. — Isso é um aviso. Ou você obedece e fica quieto para o doutor fazer o trabalho dele, ou as próximas palmadas serão para valer. Você não é mais uma criança, mas se agir como uma, será tratado como tal.
O choque das palmadas e o tom de voz de CR7 fizeram Jude congelar. O choro, que antes era de raiva, tornou-se um pranto sofrido de alguém que estava exausto e com muita dor. Ele parou de lutar, escondendo o rosto entre os braços enquanto soluçava alto.
— Isso mesmo, agora relaxe — disse o médico, aproveitando a imobilidade para baixar levemente o calção e aplicar a injeção com rapidez e precisão.
Jude deu um sobressalto e um gemido agudo, mas os jogadores continuaram segurando-o até que o remédio fosse todo aplicado. Assim que o médico terminou, Haaland e Lewandowski se levantaram, liberando o peso sobre o jovem.
Bellingham continuou ali, deitado de bruços, os ombros sacudindo violentamente pelo choro. Ele se sentia vulnerável, dolorido e envergonhado.
— Já passou, Jude — disse Modric com uma voz doce, aproximando-se e acariciando os cabelos cacheados do rapaz. — Foi para o seu bem.
Luka Modric e Mbappé se entreolharam e, com um gesto de puro carinho fraternal, ajudaram Jude a se sentar e depois o puxaram para o colo. Modric sentou-se em um banco largo e acomodou Jude entre suas pernas, enquanto Mbappé abraçava o inglês por trás, deixando que a cabeça de Bellingham descansasse em seu ombro.
— Shhh... está tudo bem agora — sussurrou Mbappé, balançando-o levemente como se estivesse acalentando um bebê. — Nós estamos aqui. Você foi valente, mas precisava de ajuda.
— Dói muito, Luka... — soluçou Jude, agarrando-se à camisa de Modric.
— Eu sei que dói, pequeno. Mas o remédio já vai fazer efeito — respondeu o croata, beijando o topo da cabeça de Jude. — Você nos deu um susto, garoto teimoso.
Os outros jogadores, vendo que o momento de crise havia passado, começaram a relaxar. Vini Jr. aproximou-se e segurou a mão de Jude, enquanto Raphinha trazia uma toalha gelada para limpar o rosto do companheiro.
— Você vai voltar mais forte — disse Xavi, observando a cena com respeito. — Mas aprenda a ouvir os mais velhos.
Jude, ainda soluçando baixinho, fechou os olhos, sentindo o calor e a proteção de Modric e Mbappé. O ambiente tenso do vestiário se transformou em um refúgio de cuidado. Ali, ele não era o astro de 100 milhões de euros, era apenas um jovem que precisava de conforto após um trauma.
— Desculpe por ter lutado — murmurou Jude, a voz abafada pelo peito de Modric.
— Esqueça isso — respondeu Mbappé, apertando o abraço. — Agora só descanse. Nós não vamos sair do seu lado.
E assim, rodeado por lendas e companheiros que se tornaram sua família, Jude Bellingham finalmente permitiu que o cansaço o vencesse, adormecendo no colo dos amigos enquanto o remédio finalmente começava a apagar o fogo da dor em seu joelho.
