
← Voltar à lista de fanfics
0 curtida
Oliver And their eliminations!!:3
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 25/06/2026
Tags
SombrioHorror PsicológicoViolência GráficaMorte de PersonagemMorte do ProtagonistaSuspenseCrimeHorror
O Banquete de Sabão e o Piquenique Escarlate
Os corredores da Escola de Papel nunca foram conhecidos pela sua segurança ou sanidade, mas naquela tarde, o ar parecia especialmente denso, carregado com o cheiro de grafite, papel velho e... sabonete de lavanda. Oliver caminhava saltitante, os cabelos brancos balançando levemente enquanto ele terminava de mastigar um pedaço generoso de um sabonete em barra que havia "emprestado" do banheiro dos professores. Para ele, aquilo era a iguaria mais fina do mundo, melhor do que qualquer lanche que a cantina pudesse oferecer.
— Hmmm, esse aqui tem um toque floral bem refrescante — murmurou Oliver para si mesmo, limpando um pouco de espuma do canto da boca com o polegar.
Ele estava de excelente humor. Zip e Edward estavam ocupados em algum outro lugar da escola, provavelmente pregando peças em alunos do primeiro ano, mas Oliver tinha um plano mais... definitivo para o seu entretenimento vespertino. Ele adorava a sensação de "eliminar" o que considerava desnecessário. E, no topo da sua lista de coisas desnecessárias, estava Claire.
Oliver avistou um balde de metal esquecido perto da área de limpeza. Seus olhos brilharam com uma malícia infantil. Ele o pegou e correu até as torneiras de serviço, mas não queria apenas água. Ele queria drama. Ele queria medo. Vasculhando os armários de suprimentos de arte, ele encontrou vários frascos de corante vermelho intenso e tinta acrílica líquida.
— Um pouco disso aqui... um pouco mais ali... — cantarolou ele, despejando a tinta na água e mexendo com o cabo de uma vassoura.
O resultado era uma mistura viscosa, de um tom carmesim tão profundo que qualquer um juraria ser sangue fresco. Oliver carregou o balde pesado com um esforço surpreendente para alguém com sua aparência franzina, subindo as escadas em direção à sacada interna que dava para o pátio central.
Lá embaixo, sentada em um banco de papelão reforçado, estava Claire. Ela parecia distraída, folheando um caderno, alheia ao perigo que pairava acima de sua cabeça. Oliver se inclinou sobre o parapeito, observando-a como um predador observa uma presa particularmente lenta.
— Alvo avistado — sussurrou Oliver, soltando uma risadinha abafada.
Ele posicionou o balde com cuidado. O ângulo era perfeito. Com um movimento brusco e coordenado, ele virou o balde. A cascata de "sangue" desceu como uma cortina pesada, atingindo Claire em cheio.
O impacto foi sonoro. O grito que se seguiu foi ainda melhor.
— O QUE É ISSO?! — Claire gritou, levantando-se de um salto, as mãos tremendo enquanto tentava limpar o líquido viscoso e vermelho que escorria por seu rosto e encharcava suas roupas. — Socorro! É... é sangue? Eu estou ferida?!
Lá de cima, Oliver observava a cena com um deleite quase hipnótico. Ele não respondeu. Em vez disso, ele se afastou da sacada e começou a descer as escadas correndo, mas de forma silenciosa, como um gato. Em sua mão, ele agora empunhava uma pequena faca de artesanato, de um tom rosa claro delicado, que contrastava bizarramente com o propósito para o qual seria usada.
Claire estava em pânico no centro do pátio, girando em círculos, as lágrimas começando a se misturar com a tinta vermelha.
— Alguém me ajude! Por favor! — ela soluçava, a voz falhando.
Oliver emergiu das sombras do corredor lateral, a facinha rosa brilhando sob as luzes fluorescentes da escola.
— Ora, Claire... você está tão suja — disse Oliver, inclinando a cabeça para o lado com um sorriso travesso.
— Oliver! Foi você?! — Claire recuou, tropeçando nos próprios pés. — Por que você fez isso? Eu achei que... eu achei que estava morrendo!
— E você não estava errada, gracinha — respondeu ele, dando um passo à frente. — Você só errou o tempo verbal.
— O que você quer dizer com... — Claire não conseguiu terminar a frase.
Oliver avançou com uma agilidade que desafiava sua natureza brincalhona. Em um movimento rápido e preciso, a pequena faca rosa fez o seu trabalho. Não houve luta prolongada, apenas o silêncio súbito de uma eliminação bem executada. O corpo de Claire tombou sobre o chão já manchado de vermelho, tornando difícil distinguir onde terminava a tinta e onde começava a realidade.
Oliver guardou a faca no bolso e suspirou, satisfeito. Mas o trabalho ainda não estava terminado. Ele não era um garoto desleixado. Ele puxou de trás de um pilar um grande depósito de plástico preto, daqueles usados para descartar materiais pesados de oficina. Com uma agilidade praticada, ele colocou o corpo de Claire lá dentro.
— Você vai ficar bem confortável aqui — disse ele, enquanto retirava um rolo de fita adesiva industrial do bolso.
Ele começou a passar a fita ao redor do depósito, prendendo o corpo e selando o recipiente com uma eficiência assustadora. O som do "shriiiick" da fita ecoava pelo pátio vazio. Quando terminou, ele arrastou o depósito em direção aos fundos da escola, onde ficava a área de processamento de resíduos.
Lá, um imenso triturador industrial rugia, suas chamas internas brilhando através das fendas do metal. Era ali que os "erros" da escola eram apagados para sempre.
— Tchau, tchau, Claire — Oliver disse, fazendo um esforço final para empurrar o depósito para dentro da boca escancarada da máquina.
O fogo consumiu o plástico e o conteúdo instantaneamente, transformando tudo em cinzas e fumaça que subia para o céu cinzento da Escola de Papel.
Oliver limpou as mãos nas calças e olhou para o fogo por um momento. O silêncio voltou a reinar, quebrado apenas pelo estalo das chamas.
— Hihi... — Ele começou com uma risada curta e fofa, cobrindo a boca com a mão como se tivesse acabado de contar uma piada de escola.
A risada evoluiu.
— Hahaha! — Agora era uma risada normal, de um garoto que acabara de vencer um jogo difícil.
— HAHAHA! ESSA FOI A MELHOR! — Ele dobrou o corpo para a frente, as gargalhadas tornando-se ruidosas e contagiantes, como se ele estivesse assistindo à comédia mais engraçada do mundo.
Por fim, o som mudou drasticamente. Oliver endireitou as costas, seus olhos brilhando com uma intensidade maníaca, as pupilas dilatadas enquanto um sorriso largo e fixo dominava seu rosto.
— Hehehe... hihi... HAHAHAHA! — Era uma mistura arrepiante de um tom psicopata com aquela doçura infantil que ele nunca perdia. — Tão fácil... tão divertido...
Ele pegou o último pedaço de sabonete que guardava no bolso, colocou na boca e começou a mastigar calmamente, enquanto se virava para voltar aos corredores, pronto para encontrar Zip e Edward como se nada tivesse acontecido.
— Acho que o próximo sabonete devia ser de morango — murmurou ele, desaparecendo na escuridão do corredor.
— Hmmm, esse aqui tem um toque floral bem refrescante — murmurou Oliver para si mesmo, limpando um pouco de espuma do canto da boca com o polegar.
Ele estava de excelente humor. Zip e Edward estavam ocupados em algum outro lugar da escola, provavelmente pregando peças em alunos do primeiro ano, mas Oliver tinha um plano mais... definitivo para o seu entretenimento vespertino. Ele adorava a sensação de "eliminar" o que considerava desnecessário. E, no topo da sua lista de coisas desnecessárias, estava Claire.
Oliver avistou um balde de metal esquecido perto da área de limpeza. Seus olhos brilharam com uma malícia infantil. Ele o pegou e correu até as torneiras de serviço, mas não queria apenas água. Ele queria drama. Ele queria medo. Vasculhando os armários de suprimentos de arte, ele encontrou vários frascos de corante vermelho intenso e tinta acrílica líquida.
— Um pouco disso aqui... um pouco mais ali... — cantarolou ele, despejando a tinta na água e mexendo com o cabo de uma vassoura.
O resultado era uma mistura viscosa, de um tom carmesim tão profundo que qualquer um juraria ser sangue fresco. Oliver carregou o balde pesado com um esforço surpreendente para alguém com sua aparência franzina, subindo as escadas em direção à sacada interna que dava para o pátio central.
Lá embaixo, sentada em um banco de papelão reforçado, estava Claire. Ela parecia distraída, folheando um caderno, alheia ao perigo que pairava acima de sua cabeça. Oliver se inclinou sobre o parapeito, observando-a como um predador observa uma presa particularmente lenta.
— Alvo avistado — sussurrou Oliver, soltando uma risadinha abafada.
Ele posicionou o balde com cuidado. O ângulo era perfeito. Com um movimento brusco e coordenado, ele virou o balde. A cascata de "sangue" desceu como uma cortina pesada, atingindo Claire em cheio.
O impacto foi sonoro. O grito que se seguiu foi ainda melhor.
— O QUE É ISSO?! — Claire gritou, levantando-se de um salto, as mãos tremendo enquanto tentava limpar o líquido viscoso e vermelho que escorria por seu rosto e encharcava suas roupas. — Socorro! É... é sangue? Eu estou ferida?!
Lá de cima, Oliver observava a cena com um deleite quase hipnótico. Ele não respondeu. Em vez disso, ele se afastou da sacada e começou a descer as escadas correndo, mas de forma silenciosa, como um gato. Em sua mão, ele agora empunhava uma pequena faca de artesanato, de um tom rosa claro delicado, que contrastava bizarramente com o propósito para o qual seria usada.
Claire estava em pânico no centro do pátio, girando em círculos, as lágrimas começando a se misturar com a tinta vermelha.
— Alguém me ajude! Por favor! — ela soluçava, a voz falhando.
Oliver emergiu das sombras do corredor lateral, a facinha rosa brilhando sob as luzes fluorescentes da escola.
— Ora, Claire... você está tão suja — disse Oliver, inclinando a cabeça para o lado com um sorriso travesso.
— Oliver! Foi você?! — Claire recuou, tropeçando nos próprios pés. — Por que você fez isso? Eu achei que... eu achei que estava morrendo!
— E você não estava errada, gracinha — respondeu ele, dando um passo à frente. — Você só errou o tempo verbal.
— O que você quer dizer com... — Claire não conseguiu terminar a frase.
Oliver avançou com uma agilidade que desafiava sua natureza brincalhona. Em um movimento rápido e preciso, a pequena faca rosa fez o seu trabalho. Não houve luta prolongada, apenas o silêncio súbito de uma eliminação bem executada. O corpo de Claire tombou sobre o chão já manchado de vermelho, tornando difícil distinguir onde terminava a tinta e onde começava a realidade.
Oliver guardou a faca no bolso e suspirou, satisfeito. Mas o trabalho ainda não estava terminado. Ele não era um garoto desleixado. Ele puxou de trás de um pilar um grande depósito de plástico preto, daqueles usados para descartar materiais pesados de oficina. Com uma agilidade praticada, ele colocou o corpo de Claire lá dentro.
— Você vai ficar bem confortável aqui — disse ele, enquanto retirava um rolo de fita adesiva industrial do bolso.
Ele começou a passar a fita ao redor do depósito, prendendo o corpo e selando o recipiente com uma eficiência assustadora. O som do "shriiiick" da fita ecoava pelo pátio vazio. Quando terminou, ele arrastou o depósito em direção aos fundos da escola, onde ficava a área de processamento de resíduos.
Lá, um imenso triturador industrial rugia, suas chamas internas brilhando através das fendas do metal. Era ali que os "erros" da escola eram apagados para sempre.
— Tchau, tchau, Claire — Oliver disse, fazendo um esforço final para empurrar o depósito para dentro da boca escancarada da máquina.
O fogo consumiu o plástico e o conteúdo instantaneamente, transformando tudo em cinzas e fumaça que subia para o céu cinzento da Escola de Papel.
Oliver limpou as mãos nas calças e olhou para o fogo por um momento. O silêncio voltou a reinar, quebrado apenas pelo estalo das chamas.
— Hihi... — Ele começou com uma risada curta e fofa, cobrindo a boca com a mão como se tivesse acabado de contar uma piada de escola.
A risada evoluiu.
— Hahaha! — Agora era uma risada normal, de um garoto que acabara de vencer um jogo difícil.
— HAHAHA! ESSA FOI A MELHOR! — Ele dobrou o corpo para a frente, as gargalhadas tornando-se ruidosas e contagiantes, como se ele estivesse assistindo à comédia mais engraçada do mundo.
Por fim, o som mudou drasticamente. Oliver endireitou as costas, seus olhos brilhando com uma intensidade maníaca, as pupilas dilatadas enquanto um sorriso largo e fixo dominava seu rosto.
— Hehehe... hihi... HAHAHAHA! — Era uma mistura arrepiante de um tom psicopata com aquela doçura infantil que ele nunca perdia. — Tão fácil... tão divertido...
Ele pegou o último pedaço de sabonete que guardava no bolso, colocou na boca e começou a mastigar calmamente, enquanto se virava para voltar aos corredores, pronto para encontrar Zip e Edward como se nada tivesse acontecido.
— Acho que o próximo sabonete devia ser de morango — murmurou ele, desaparecendo na escuridão do corredor.
