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Inocente
Fandom: Becky
Criado: 25/06/2026
Tags
DramaAngústiaSombrioPsicológicoTragédiaMenção de IncestoPedofiliaEstupro
O Preço da Inocência
O silêncio na casa de campo era interrompido apenas pelo som do vento batendo contra as janelas de madeira. Becky estava sentada no sofá da sala, com as pernas cruzadas, folheando um livro de ilustrações. Sua silhueta era delicada, os traços do rosto mantinham uma pureza que parecia intocada pelo mundo exterior. Ela usava um vestido leve que acentuava sua figura magra e o volume discreto de seus seios médios, que subiam e desciam calmamente com sua respiração.
Seu pai, sentado na poltrona à frente, não tirava os olhos dela. Havia um desespero em seu olhar, uma ansiedade que transbordava em suor frio. Ele se inclinou para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, e sua voz saiu embargada, trêmula.
— Becky... por favor, olhe para mim. Eu estou sofrendo tanto, minha filha. Você não tem ideia do vazio que sinto.
A jovem fechou o livro lentamente, encarando-o com olhos grandes e expressivos, carregados de uma confusão ingênua. Ela nunca soube lidar com a tristeza alheia; seu coração era mole demais, incapaz de processar malícia.
— O que foi, papai? O senhor está doente? — perguntou ela, a voz doce e preocupada.
— É uma dor aqui dentro — ele disse, batendo no peito, enquanto se aproximava e se ajoelhava diante dela. — Só um gesto de carinho seu poderia me curar. Deixe-me beijar você, Becky. Só um beijo, por favor. Eu imploro.
Becky sentiu uma pontada de pena. Ver aquele homem, que deveria ser sua fortaleza, tão fragilizado e suplicante, partia seu coração. Ela não via maldade naquilo, apenas um pedido desesperado de conforto.
— Se isso vai fazer o senhor se sentir melhor... — murmurou ela, fechando os olhos.
Ele não esperou. Avançou sobre os lábios dela com uma fome que não tinha nada de paternal. O som do beijo era úmido e sôfrego — *slurp, mwah, smack* — enquanto ele forçava a língua contra os dentes dela. Becky estremeceu, sentindo o hálito quente e a pressão excessiva, mas permaneceu imóvel, acreditando que estava ajudando.
— Oh, Deus, obrigado... obrigado, Becky — ele ofegava entre os beijos, as mãos descendo pelas coxas dela. — Mas não é o bastante. Eu preciso de mais. Eu preciso entrar em você, ou eu vou morrer de angústia. Por favor, deixe-me possuir você. Eu prometo que serei rápido.
A confusão de Becky aumentou. Ela sabia vagamente o que aquilo significava, mas a urgência dele a assustava.
— Mas, papai... isso dói, não dói? Eu não sei se...
— Eu cuidarei de você! — ele exclamou, as mãos agora puxando a bainha do vestido dela. — Por favor, salve o seu pai. Eu estou implorando!
Movida por uma compaixão cega e pela incapacidade de dizer não a quem amava, ela assentiu levemente. Ele a levou para o quarto com uma pressa desajeitada, tropeçando nos próprios pés. Quando a deitou na cama, a luz do abajur refletia o suor que escorria pelo rosto dele.
Ele se despiu rapidamente, revelando um corpo pesado e uma ereção que parecia desproporcional à estrutura pequena e estreita de Becky. Quando ele se posicionou entre as pernas dela, a jovem sentiu um frio na espinha.
— Papai, o senhor é muito grande... — sussurrou ela, tentando fechar um pouco as pernas. — Acho que não vai caber.
— Vai caber, tem que caber! — ele dizia, a voz rouca e afob
Seu pai, sentado na poltrona à frente, não tirava os olhos dela. Havia um desespero em seu olhar, uma ansiedade que transbordava em suor frio. Ele se inclinou para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, e sua voz saiu embargada, trêmula.
— Becky... por favor, olhe para mim. Eu estou sofrendo tanto, minha filha. Você não tem ideia do vazio que sinto.
A jovem fechou o livro lentamente, encarando-o com olhos grandes e expressivos, carregados de uma confusão ingênua. Ela nunca soube lidar com a tristeza alheia; seu coração era mole demais, incapaz de processar malícia.
— O que foi, papai? O senhor está doente? — perguntou ela, a voz doce e preocupada.
— É uma dor aqui dentro — ele disse, batendo no peito, enquanto se aproximava e se ajoelhava diante dela. — Só um gesto de carinho seu poderia me curar. Deixe-me beijar você, Becky. Só um beijo, por favor. Eu imploro.
Becky sentiu uma pontada de pena. Ver aquele homem, que deveria ser sua fortaleza, tão fragilizado e suplicante, partia seu coração. Ela não via maldade naquilo, apenas um pedido desesperado de conforto.
— Se isso vai fazer o senhor se sentir melhor... — murmurou ela, fechando os olhos.
Ele não esperou. Avançou sobre os lábios dela com uma fome que não tinha nada de paternal. O som do beijo era úmido e sôfrego — *slurp, mwah, smack* — enquanto ele forçava a língua contra os dentes dela. Becky estremeceu, sentindo o hálito quente e a pressão excessiva, mas permaneceu imóvel, acreditando que estava ajudando.
— Oh, Deus, obrigado... obrigado, Becky — ele ofegava entre os beijos, as mãos descendo pelas coxas dela. — Mas não é o bastante. Eu preciso de mais. Eu preciso entrar em você, ou eu vou morrer de angústia. Por favor, deixe-me possuir você. Eu prometo que serei rápido.
A confusão de Becky aumentou. Ela sabia vagamente o que aquilo significava, mas a urgência dele a assustava.
— Mas, papai... isso dói, não dói? Eu não sei se...
— Eu cuidarei de você! — ele exclamou, as mãos agora puxando a bainha do vestido dela. — Por favor, salve o seu pai. Eu estou implorando!
Movida por uma compaixão cega e pela incapacidade de dizer não a quem amava, ela assentiu levemente. Ele a levou para o quarto com uma pressa desajeitada, tropeçando nos próprios pés. Quando a deitou na cama, a luz do abajur refletia o suor que escorria pelo rosto dele.
Ele se despiu rapidamente, revelando um corpo pesado e uma ereção que parecia desproporcional à estrutura pequena e estreita de Becky. Quando ele se posicionou entre as pernas dela, a jovem sentiu um frio na espinha.
— Papai, o senhor é muito grande... — sussurrou ela, tentando fechar um pouco as pernas. — Acho que não vai caber.
— Vai caber, tem que caber! — ele dizia, a voz rouca e afob
