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Peão todo tatuado
Fandom: Não tem
Criado: 25/06/2026
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RomanceFatias de VidaHistória DomésticaLinguagem ExplícitaCiúmesRomanceDramaFofuraRealismo
Reencontros e Poeira de Estrada
O sol do Rio de Janeiro não dava trégua, mesmo no interior. A Fazenda Frassetti se estendia imponente, um mar de verde cercado por montanhas, onde o gado de raça e os cavalos árabes valiam fortunas. No casarão colonial reformado, o clima era de ansiedade. Ricardo Frassetti, com seus 1,92m de pura marra e músculos, ajustava o chapéu de feltro enquanto observava a estrada de terra pelo terraço. Aos 37 anos, o dono da porra toda não perdia o posto de homem mais imponente da região.
— Eles já devem estar chegando, vida — disse Andressa, aproximando-se do marido.
Dêssa, como era chamada, estava deslumbrante em um short jeans curto e uma regata branca que realçava suas curvas de ruiva. Aos 35 anos, ela mantinha o corpo que deixava Rick louco desde a adolescência. Ela abraçou o marido por trás, sentindo o cheiro de perfume caro misturado com o couro da sela.
— O Guiga sempre foi enrolado, furacão — Rick sorriu de canto, virando-se para beijar a testa da esposa. — Sete anos é tempo pra caralho. Quero ver se aquele rabugento ainda aguenta me acompanhar no uísque.
— Papai, o Rafiki não para de gritar! — A voz doce de Luanara veio de dentro da casa.
Lua apareceu na varanda carregando o pequeno Rafiki no colo. Aos 17 anos, ela era a personificação da beleza: loira, olhos azuis que pareciam duas pedras preciosas e um corpo que já começava a desenhar curvas perigosas. O bebê de 8 meses, uma miniatura loirinha do pai, batia as mãozinhas no ombro da irmã.
— Nana! Nana! — o pequeno gritava, o único nome que ele parecia interessado em falar, completamente apaixonado pela irmã mais velha.
— Vem cá, meu príncipe — Dêssa pegou o caçula, dando um beijo estalado em sua bochecha gorda. — Seu padrinho tá chegando com a tia Lê e o Kael.
Luanara ajeitou o cabelo dourado, sentindo um frio na barriga que não sabia explicar. Ela se lembrava vagamente de Kaelton
— Eles já devem estar chegando, vida — disse Andressa, aproximando-se do marido.
Dêssa, como era chamada, estava deslumbrante em um short jeans curto e uma regata branca que realçava suas curvas de ruiva. Aos 35 anos, ela mantinha o corpo que deixava Rick louco desde a adolescência. Ela abraçou o marido por trás, sentindo o cheiro de perfume caro misturado com o couro da sela.
— O Guiga sempre foi enrolado, furacão — Rick sorriu de canto, virando-se para beijar a testa da esposa. — Sete anos é tempo pra caralho. Quero ver se aquele rabugento ainda aguenta me acompanhar no uísque.
— Papai, o Rafiki não para de gritar! — A voz doce de Luanara veio de dentro da casa.
Lua apareceu na varanda carregando o pequeno Rafiki no colo. Aos 17 anos, ela era a personificação da beleza: loira, olhos azuis que pareciam duas pedras preciosas e um corpo que já começava a desenhar curvas perigosas. O bebê de 8 meses, uma miniatura loirinha do pai, batia as mãozinhas no ombro da irmã.
— Nana! Nana! — o pequeno gritava, o único nome que ele parecia interessado em falar, completamente apaixonado pela irmã mais velha.
— Vem cá, meu príncipe — Dêssa pegou o caçula, dando um beijo estalado em sua bochecha gorda. — Seu padrinho tá chegando com a tia Lê e o Kael.
Luanara ajeitou o cabelo dourado, sentindo um frio na barriga que não sabia explicar. Ela se lembrava vagamente de Kaelton
