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Algo
Fandom: Becky
Criado: 26/06/2026
Tags
SombrioDramaPsicológicoTragédiaPWP (Enredo? Que enredo?)Menção de IncestoLinguagem ExplícitaCrime
Dívida de Sangue e Carne
O quarto de hotel cheirava a uma mistura barata de desinfetante cítrico e perfume masculino forte. Becky estava de pé diante do espelho, ajustando a alça fina do seu vestido de seda preta. O tecido deslizava sobre seu corpo magro, acentuando a delicadeza de suas curvas. Ela nunca fora uma mulher de formas exuberantes; seus seios eram pequenos, firmes, quase juvenis, mas havia algo na sua fragilidade aparente que atraía os homens como mariposas para a chama.
No canto do quarto, sentado na poltrona de couro, estava o cliente daquela noite. Ele não queria sexo para si. Ele queria um espetáculo.
— Você entendeu as instruções, não é, Becky? — perguntou o homem, tragando um charuto. — O seu pai está na sala ao lado. Ele acha que veio para uma reunião de negócios. Eu paguei o dobro para ele estar aqui, e paguei o triplo para você fazer o que sabe fazer de melhor.
Becky sentiu um nó na garganta, mas o engoliu. No mundo em que vivia, a moralidade era um luxo que ela não podia pagar.
— Eu entendi — respondeu ela, a voz baixa, mas firme.
— Quero que ele implore. Quero que ele esqueça que você carrega o sangue dele. Quero ver o velho ceder.
Becky caminhou em direção à porta comunicante. Suas mãos tremiam levemente. Ela sabia que seu pai, Arthur, era um homem rígido, um sobrevivente amargo da vida que sempre a olhara com desdém desde que ela saíra de casa. Ver o choque e a luxúria lutarem no rosto dele seria o seu maior desafio.
Ao abrir a porta e entrar na suíte adjacente, ela o viu. Arthur estava sentado no sofá, bebendo um uísque, parecendo impaciente. Quando ele levantou os olhos e a viu, o copo quase escorregou de sua mão.
— Becky? O que... o que você está fazendo aqui? — Ele se levantou, a voz rouca de surpresa.
Ela não respondeu imediatamente. Em vez disso, caminhou lentamente, deixando que o quadril oscilasse. O vestido curto subia a cada passo, revelando as pernas finas e pálidas.
— Oi, papai — disse ela, a voz carregada de uma doçura venenosa. — Soube que você estava precisando de companhia.
— Saia daqui agora! — Arthur rosnou, embora seus olhos traíssem uma confusão profunda. — Isso é algum tipo de piada de mau gosto? Quem te mandou?
Becky aproximou-se, ignorando o comando. Ela parou a poucos centímetros dele, sentindo o calor que emanava de seu corpo.
— Ninguém me mandou fazer nada que eu não quisesse, papai — mentiu ela, deslizando a mão pelo peito dele, sentindo o coração do homem martelar contra as costelas. — Você sempre disse que eu não prestava para nada. Por que não deixa eu te mostrar para o que eu realmente sirvo?
— Pare com isso... você é minha filha... — O protesto dele soou fraco, abafado pela proximidade dela.
Becky levou as mãos às alças do vestido e, com um movimento lento e deliberado, deixou-as cair. O tecido escorregou pelo seu corpo magro, amontoando-se nos seus pés. Ela estava completamente nua. A luz suave do abajur iluminava sua pele clara, os seios pequenos com bicos rosados e a região pubiana perfeitamente depilada, revelando a fenda rosada e úmida entre suas pernas.
Arthur desviou o olhar, mas Becky segurou o queixo dele, forçando-o a olhar.
— Olhe para mim, Arthur — sussurrou ela, aproximando os lábios do ouvido dele. — Esqueça o nome. Esqueça o sangue. Olhe para o que está na sua frente. Você não quer tocar? Você não quer saber como é o gosto da sua própria criação?
— Você está louca... isso é pecado... — Arthur gemeu, mas suas mãos, quase involuntariamente, agarraram a cintura fina de Becky.
— O pecado é uma delícia, papai — disse ela, começando a rebolar lentamente contra a ereção que já se formava nas calças dele. — Escute o seu corpo. Ele não mente como a sua boca.
Becky ajoelhou-se entre as pernas dele. Com agilidade, abriu o cinto e o zíper da calça de Arthur. O homem soltou um suspiro pesado, a cabeça caindo para trás no sofá. Quando ela o libertou da roupa íntima, o membro dele saltou, pulsando de antecipação.
— Não... Becky... por favor... — O apelo dele foi interrompido por um som gutural quando ela envolveu a base dele com a mão e começou a lamber a ponta, olhando diretamente nos olhos dele.
— *Slurp... mmm...* — O som úmido ecoou no silêncio do quarto.
Arthur fechou os olhos com força, os dedos cravando-se no estofado do sofá.
— Meu Deus... você é uma demônia... — ele arfou, a respiração tornando-se curta e ruidosa.
— Eu sou o que você me tornou — retrucou ela, aumentando o ritmo da sucção.
Ela trabalhava com perícia, usando a língua para contornar a glande, enquanto seus dedos magros massageavam os testículos dele. Arthur começou a tremer. Os gemidos dele, antes contidos, agora eram sons roucos de puro prazer e agonia moral.
— *Ahhh... oh, sim... continua...* — Ele finalmente cedeu, a mão descendo para se enroscar nos cabelos dela, puxando-a com uma urgência selvagem.
Becky parou subitamente, deixando-o no limite. Ela se levantou e montou no colo dele, guiando o membro ereto para a entrada de sua intimidade. Ela estava encharcada, a excitação real misturando-se à encenação.
— Diga que você me quer — desafiou ela, roçando a ponta dele na sua fenda rosada. — Diga que não importa quem eu sou.
— Eu quero... eu quero você... — Arthur quebrou, a voz falhando. — Vai... entra logo... me fode!
Becky desceu com tudo, sentindo-o preenchê-la completamente. O impacto arrancou um grito agudo dela e um urro profundo dele.
— *Aaaah! Porra!* — Arthur exclamou, as mãos descendo para as nádegas magras de Becky, apertando-as com força. — *Tão apertada... tão quente...*
Becky começou a cavalgar, seus seios pequenos balançando conforme ela subia e descia com vigor. O som do impacto de seus corpos — *shlap, shlap, shlap* — era alto e rítmico.
— *Isso, papai... me fode como a puta que você diz que eu sou!* — ela gritava, jogando a cabeça para trás.
— *Sua vadia... minha vadiazinha...* — Arthur rosnava, a face vermelha de esforço e luxúria. — *Olha o que você faz comigo... mmm... ahhh!*
O ritmo tornou-se frenético. Arthur não era mais o pai autoritário; era um animal entregue aos instintos mais básicos. Ele a virou de costas no sofá, deixando-a de quatro, expondo sua nudez pálida e a fenda rosada que agora brilhava com o suco de ambos.
Ele entrou por trás com uma estocada violenta que a fez perder o fôlego.
— *Oh, sim! Assim!* — Becky gemia, sentindo cada centímetro dele dentro dela. — *Mais forte!*
— *Vou te arrombar...* — ele dizia palavras obscenas que nunca imaginara proferir. — *Vou gozar tanto dentro de você... porra... que prazer...*
Arthur começou a acelerar, o som dos gemidos dele tornando-se uma série de grunhidos animalescos. Becky sentia as paredes de sua vagina se contraírem em espasmos de prazer real, a adrenalina da situação levando-a ao limite.
— *Eu vou gozar!* — gritou ela, sentindo a primeira onda do orgasmo atingi-la. — *Vai, papai! Agora!*
Arthur deu as últimas estocadas, profundas e desesperadas. Ele soltou um rugido longo e rouco, o corpo retesando-se completamente enquanto descarregava jatos quentes e espessos dentro dela.
— *AAAHHH! PORRA! GOZEI!* — Ele desabou sobre as costas dela, ofegante, o suor pingando de sua testa.
O silêncio que se seguiu foi pesado, quebrado apenas pela respiração descompassada de ambos. Becky sentiu o líquido quente escorrer por suas coxas enquanto ele se retirava lentamente.
Arthur sentou-se na borda do sofá, cobrindo o rosto com as mãos. O arrependimento começou a nublar seu olhar quase instantaneamente, mas o estrago estava feito. A barreira fora quebrada.
Becky levantou-se, sem pressa, limpando-se com um lenço de papel que estava sobre a mesa. Ela vestiu o vestido preto, a seda deslizando novamente sobre sua pele, agora marcada por pequenas manchas vermelhas.
— O cliente está satisfeito, papai — disse ela friamente, caminhando em direção à porta.
Antes de sair, ela parou e olhou por cima do ombro.
— Da próxima vez que você quiser me julgar, lembre-se do gosto que eu tenho.
Ela fechou a porta, deixando para trás um homem destruído e uma dívida que, embora paga em carne, jamais seria esquecida. No corredor, o cliente a esperava com um sorriso satisfeito e um maço de notas. Becky pegou o dinheiro, ajeitou o cabelo e caminhou para a noite, mais magra, mais fria e infinitamente mais longe de qualquer redenção.
No canto do quarto, sentado na poltrona de couro, estava o cliente daquela noite. Ele não queria sexo para si. Ele queria um espetáculo.
— Você entendeu as instruções, não é, Becky? — perguntou o homem, tragando um charuto. — O seu pai está na sala ao lado. Ele acha que veio para uma reunião de negócios. Eu paguei o dobro para ele estar aqui, e paguei o triplo para você fazer o que sabe fazer de melhor.
Becky sentiu um nó na garganta, mas o engoliu. No mundo em que vivia, a moralidade era um luxo que ela não podia pagar.
— Eu entendi — respondeu ela, a voz baixa, mas firme.
— Quero que ele implore. Quero que ele esqueça que você carrega o sangue dele. Quero ver o velho ceder.
Becky caminhou em direção à porta comunicante. Suas mãos tremiam levemente. Ela sabia que seu pai, Arthur, era um homem rígido, um sobrevivente amargo da vida que sempre a olhara com desdém desde que ela saíra de casa. Ver o choque e a luxúria lutarem no rosto dele seria o seu maior desafio.
Ao abrir a porta e entrar na suíte adjacente, ela o viu. Arthur estava sentado no sofá, bebendo um uísque, parecendo impaciente. Quando ele levantou os olhos e a viu, o copo quase escorregou de sua mão.
— Becky? O que... o que você está fazendo aqui? — Ele se levantou, a voz rouca de surpresa.
Ela não respondeu imediatamente. Em vez disso, caminhou lentamente, deixando que o quadril oscilasse. O vestido curto subia a cada passo, revelando as pernas finas e pálidas.
— Oi, papai — disse ela, a voz carregada de uma doçura venenosa. — Soube que você estava precisando de companhia.
— Saia daqui agora! — Arthur rosnou, embora seus olhos traíssem uma confusão profunda. — Isso é algum tipo de piada de mau gosto? Quem te mandou?
Becky aproximou-se, ignorando o comando. Ela parou a poucos centímetros dele, sentindo o calor que emanava de seu corpo.
— Ninguém me mandou fazer nada que eu não quisesse, papai — mentiu ela, deslizando a mão pelo peito dele, sentindo o coração do homem martelar contra as costelas. — Você sempre disse que eu não prestava para nada. Por que não deixa eu te mostrar para o que eu realmente sirvo?
— Pare com isso... você é minha filha... — O protesto dele soou fraco, abafado pela proximidade dela.
Becky levou as mãos às alças do vestido e, com um movimento lento e deliberado, deixou-as cair. O tecido escorregou pelo seu corpo magro, amontoando-se nos seus pés. Ela estava completamente nua. A luz suave do abajur iluminava sua pele clara, os seios pequenos com bicos rosados e a região pubiana perfeitamente depilada, revelando a fenda rosada e úmida entre suas pernas.
Arthur desviou o olhar, mas Becky segurou o queixo dele, forçando-o a olhar.
— Olhe para mim, Arthur — sussurrou ela, aproximando os lábios do ouvido dele. — Esqueça o nome. Esqueça o sangue. Olhe para o que está na sua frente. Você não quer tocar? Você não quer saber como é o gosto da sua própria criação?
— Você está louca... isso é pecado... — Arthur gemeu, mas suas mãos, quase involuntariamente, agarraram a cintura fina de Becky.
— O pecado é uma delícia, papai — disse ela, começando a rebolar lentamente contra a ereção que já se formava nas calças dele. — Escute o seu corpo. Ele não mente como a sua boca.
Becky ajoelhou-se entre as pernas dele. Com agilidade, abriu o cinto e o zíper da calça de Arthur. O homem soltou um suspiro pesado, a cabeça caindo para trás no sofá. Quando ela o libertou da roupa íntima, o membro dele saltou, pulsando de antecipação.
— Não... Becky... por favor... — O apelo dele foi interrompido por um som gutural quando ela envolveu a base dele com a mão e começou a lamber a ponta, olhando diretamente nos olhos dele.
— *Slurp... mmm...* — O som úmido ecoou no silêncio do quarto.
Arthur fechou os olhos com força, os dedos cravando-se no estofado do sofá.
— Meu Deus... você é uma demônia... — ele arfou, a respiração tornando-se curta e ruidosa.
— Eu sou o que você me tornou — retrucou ela, aumentando o ritmo da sucção.
Ela trabalhava com perícia, usando a língua para contornar a glande, enquanto seus dedos magros massageavam os testículos dele. Arthur começou a tremer. Os gemidos dele, antes contidos, agora eram sons roucos de puro prazer e agonia moral.
— *Ahhh... oh, sim... continua...* — Ele finalmente cedeu, a mão descendo para se enroscar nos cabelos dela, puxando-a com uma urgência selvagem.
Becky parou subitamente, deixando-o no limite. Ela se levantou e montou no colo dele, guiando o membro ereto para a entrada de sua intimidade. Ela estava encharcada, a excitação real misturando-se à encenação.
— Diga que você me quer — desafiou ela, roçando a ponta dele na sua fenda rosada. — Diga que não importa quem eu sou.
— Eu quero... eu quero você... — Arthur quebrou, a voz falhando. — Vai... entra logo... me fode!
Becky desceu com tudo, sentindo-o preenchê-la completamente. O impacto arrancou um grito agudo dela e um urro profundo dele.
— *Aaaah! Porra!* — Arthur exclamou, as mãos descendo para as nádegas magras de Becky, apertando-as com força. — *Tão apertada... tão quente...*
Becky começou a cavalgar, seus seios pequenos balançando conforme ela subia e descia com vigor. O som do impacto de seus corpos — *shlap, shlap, shlap* — era alto e rítmico.
— *Isso, papai... me fode como a puta que você diz que eu sou!* — ela gritava, jogando a cabeça para trás.
— *Sua vadia... minha vadiazinha...* — Arthur rosnava, a face vermelha de esforço e luxúria. — *Olha o que você faz comigo... mmm... ahhh!*
O ritmo tornou-se frenético. Arthur não era mais o pai autoritário; era um animal entregue aos instintos mais básicos. Ele a virou de costas no sofá, deixando-a de quatro, expondo sua nudez pálida e a fenda rosada que agora brilhava com o suco de ambos.
Ele entrou por trás com uma estocada violenta que a fez perder o fôlego.
— *Oh, sim! Assim!* — Becky gemia, sentindo cada centímetro dele dentro dela. — *Mais forte!*
— *Vou te arrombar...* — ele dizia palavras obscenas que nunca imaginara proferir. — *Vou gozar tanto dentro de você... porra... que prazer...*
Arthur começou a acelerar, o som dos gemidos dele tornando-se uma série de grunhidos animalescos. Becky sentia as paredes de sua vagina se contraírem em espasmos de prazer real, a adrenalina da situação levando-a ao limite.
— *Eu vou gozar!* — gritou ela, sentindo a primeira onda do orgasmo atingi-la. — *Vai, papai! Agora!*
Arthur deu as últimas estocadas, profundas e desesperadas. Ele soltou um rugido longo e rouco, o corpo retesando-se completamente enquanto descarregava jatos quentes e espessos dentro dela.
— *AAAHHH! PORRA! GOZEI!* — Ele desabou sobre as costas dela, ofegante, o suor pingando de sua testa.
O silêncio que se seguiu foi pesado, quebrado apenas pela respiração descompassada de ambos. Becky sentiu o líquido quente escorrer por suas coxas enquanto ele se retirava lentamente.
Arthur sentou-se na borda do sofá, cobrindo o rosto com as mãos. O arrependimento começou a nublar seu olhar quase instantaneamente, mas o estrago estava feito. A barreira fora quebrada.
Becky levantou-se, sem pressa, limpando-se com um lenço de papel que estava sobre a mesa. Ela vestiu o vestido preto, a seda deslizando novamente sobre sua pele, agora marcada por pequenas manchas vermelhas.
— O cliente está satisfeito, papai — disse ela friamente, caminhando em direção à porta.
Antes de sair, ela parou e olhou por cima do ombro.
— Da próxima vez que você quiser me julgar, lembre-se do gosto que eu tenho.
Ela fechou a porta, deixando para trás um homem destruído e uma dívida que, embora paga em carne, jamais seria esquecida. No corredor, o cliente a esperava com um sorriso satisfeito e um maço de notas. Becky pegou o dinheiro, ajeitou o cabelo e caminhou para a noite, mais magra, mais fria e infinitamente mais longe de qualquer redenção.
