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Edgar x basilous
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 26/06/2026
Tags
RomanceFantasiaPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaCiúmesUniverso Alternativo
Toques Além do Papel
O vazio branco daquele espaço parecia não ter fim. Não havia paredes, janelas ou portas, apenas uma claridade infinita que refletia a pureza e, ao mesmo tempo, a estranheza da Academia de Papel. Edgar estava sentado no chão, seu caderno escuro com o pentagrama vermelho repousando sobre as coxas. Ele segurava o lápis com firmeza, os dedos cobertos pelas luvas escuras movendo-se com precisão enquanto esboçava formas geométricas complexas.
Ao seu lado, Basilous observava. O garoto popular, com sua coroa dourada ostentando o número um, parecia deslocado naquele silêncio, mas havia algo em Edgar que sempre o atraía. Talvez fosse a quietude, ou a maneira como o cabelo lilás-claro de Edgar, com aquelas pontas espetadas e escuras, parecia desafiar a gravidade.
Basilous estendeu a mão, os dedos pálidos aproximando-se das duas grandes mechas pontiagudas que se projetavam para cima na cabeça de Edgar. Ele as tocou com delicadeza, sentindo a textura peculiar do cabelo.
— Seu cabelo é tão fascinante, Edgar — sussurrou Basilous, inclinando-se para frente.
Edgar não respondeu de imediato, mas sua mão parou de mover o lápis. Ele sentiu o hálito quente de Basilous perto de sua orelha, um contraste gritante com a frieza do ambiente ao redor. Basilous aproximou-se ainda mais, os chifres pretos quase roçando o pentagrama que adornava o lado esquerdo do cabelo de Edgar.
— Você sempre parece tão distante, tão focado nas suas notas e nos seus desenhos — continuou Basilous, sua voz baixando para um tom rouco e íntimo, quase um segredo compartilhado apenas entre os dois. — Eu me pergunto o que passa por essa sua cabeça silenciosa.
O rosto de Edgar, normalmente neutro e composto, começou a ganhar uma tonalidade carmim. Seus olhos quadrados e escuros fixaram-se no papel, mas ele já não conseguia ver o que estava desenhando. O coração batia forte contra o peito, um ritmo descompassado que ecoava em seus ouvidos.
— Basilous... o que você está fazendo? — murmurou Edgar, sua voz saindo mais trêmula do que ele pretendia.
Em vez de responder, Basilous depositou um beijo leve na curva da orelha de Edgar, fazendo o garoto estremecer da cabeça aos pés. A vergonha tomou conta de Edgar, que instintivamente virou de costas para Basilous, tentando esconder o rosto em chamas. Ele abraçou o caderno contra o peito, sentindo-se vulnerável sob o olhar intenso do garoto rico.
Basilous, no entanto, não recuou. Seus olhos brilharam com um misto de desejo e uma curiosidade possessiva que só ele possuía. Suas asas de morcego agitaram-se levemente atrás dele, e sua cauda branca e fofa balançou de um lado para o outro. Ele se aproximou da figura encolhida de Edgar.
Com movimentos lentos e deliberados, Basilous estendeu as mãos para o short cinza-claro de Edgar. O tecido, marcado por padrões geométricos nítidos, cedeu facilmente quando Basilous o puxou levemente para baixo, apenas o suficiente para revelar a pele pálida e a curva delicada das nádegas de Edgar.
O que Basilous viu o deixou sem fôlego. A entrada rosada e sensível, contrastando com a brancura da pele e o cinza das roupas, era de uma beleza que ele não esperava encontrar. Um rubor profundo subiu pelo rosto de Basilous, e ele sentiu uma onda de paixão avassaladora atingi-lo. Ele estava hipnotizado, completamente rendido àquela visão.
— Edgar... você é... perfeito — suspirou Basilous, seus olhos fixos na descoberta que acabara de fazer.
Edgar estava paralisado. O choque de sentir o ar frio contra sua pele e a audácia do gesto de Basilous fizeram sua mente entrar em curto-circuito. Ele queria protestar, queria se afastar, mas sua voz parecia ter sumido, ecoando apenas dentro de sua própria cabeça em um grito silencioso de confusão e prazer incipiente.
Basilous, movido por um impulso que não conseguia e nem queria controlar, segurou as pernas de Edgar, levantando-as levemente para ter um acesso melhor. Edgar soltou um arquejo baixo, suas mãos agarrando o chão branco enquanto ele tentava encontrar equilíbrio.
— Por favor... — Edgar tentou dizer, mas a palavra morreu em sua garganta quando sentiu o contato quente da língua de Basilous contra sua entrada rosada.
O toque foi úmido e exploratório. Basilous chupou a pele sensível com uma fome que demonstrava todo o ciúme e a admiração que ele guardava por Edgar. O mundo ao redor deles, já vazio, pareceu desaparecer por completo. Só existia aquela sensação, aquele calor e a pressão da boca de Basilous contra ele.
Edgar estremeceu violentamente. Um gemido involuntário escapou de seus lábios, ecoando no vazio branco. Suas meias listradas arrastaram-se pelo chão enquanto ele tentava, sem sucesso, processar a intensidade do que estava sentindo.
— Ah... Basilous! — Edgar exclamou, sua voz carregada de uma mistura de agonia e êxtase.
Basilous continuou, seus lábios e língua trabalhando com uma dedicação quase religiosa. Ele queria marcar Edgar, queria que o garoto soubesse que, naquele momento e em todos os outros, ele pertencia a Basilous. A paixão que sentia transbordava em cada movimento, em cada sucção cuidadosa e ardente.
— Você é meu, Edgar — murmurou Basilous entre os toques, sua voz abafada contra a pele do outro. — Só meu.
Edgar enterrou o rosto nos braços, o cabelo lilás espalhando-se como uma mancha colorida no chão alvo. Ele estava completamente à mercê de Basilous, e a percepção disso o fazia corar ainda mais, se é que isso era possível. O prazer irradiava de onde Basilous o tocava, espalhando-se por sua coluna e fazendo seus dedos dos pés encolherem dentro das botas altas.
Cada movimento de Basilous era calculado para provocar uma reação, e Edgar entregava cada uma delas: os tremores, os suspiros pesados e os gemidos que agora saíam com mais frequência. A quietude habitual de Edgar fora quebrada, substituída por uma sinfonia de sons que Basilous bebia com avidez.
— Olhe para mim, Edgar — pediu Basilous, sua voz suave, mas carregada de autoridade.
Lentamente, Edgar virou o rosto, os olhos quadrados agora nublados pelo desejo e pela confusão. Ele viu o rosto de Basilous, normalmente arrogante e seguro, agora suavizado pela adoração e marcado por um rubor profundo.
— Eu não consigo... pensar — confessou Edgar, a respiração curta.
— Não pense — respondeu Basilous, aproximando-se para selar os lábios de Edgar com os seus em um beijo que selava a promessa silenciosa feita naquele espaço em branco. — Apenas sinta.
E naquele vazio infinito, onde o papel era a base de tudo, eles escreveram uma história que nenhum caderno seria capaz de conter.
Ao seu lado, Basilous observava. O garoto popular, com sua coroa dourada ostentando o número um, parecia deslocado naquele silêncio, mas havia algo em Edgar que sempre o atraía. Talvez fosse a quietude, ou a maneira como o cabelo lilás-claro de Edgar, com aquelas pontas espetadas e escuras, parecia desafiar a gravidade.
Basilous estendeu a mão, os dedos pálidos aproximando-se das duas grandes mechas pontiagudas que se projetavam para cima na cabeça de Edgar. Ele as tocou com delicadeza, sentindo a textura peculiar do cabelo.
— Seu cabelo é tão fascinante, Edgar — sussurrou Basilous, inclinando-se para frente.
Edgar não respondeu de imediato, mas sua mão parou de mover o lápis. Ele sentiu o hálito quente de Basilous perto de sua orelha, um contraste gritante com a frieza do ambiente ao redor. Basilous aproximou-se ainda mais, os chifres pretos quase roçando o pentagrama que adornava o lado esquerdo do cabelo de Edgar.
— Você sempre parece tão distante, tão focado nas suas notas e nos seus desenhos — continuou Basilous, sua voz baixando para um tom rouco e íntimo, quase um segredo compartilhado apenas entre os dois. — Eu me pergunto o que passa por essa sua cabeça silenciosa.
O rosto de Edgar, normalmente neutro e composto, começou a ganhar uma tonalidade carmim. Seus olhos quadrados e escuros fixaram-se no papel, mas ele já não conseguia ver o que estava desenhando. O coração batia forte contra o peito, um ritmo descompassado que ecoava em seus ouvidos.
— Basilous... o que você está fazendo? — murmurou Edgar, sua voz saindo mais trêmula do que ele pretendia.
Em vez de responder, Basilous depositou um beijo leve na curva da orelha de Edgar, fazendo o garoto estremecer da cabeça aos pés. A vergonha tomou conta de Edgar, que instintivamente virou de costas para Basilous, tentando esconder o rosto em chamas. Ele abraçou o caderno contra o peito, sentindo-se vulnerável sob o olhar intenso do garoto rico.
Basilous, no entanto, não recuou. Seus olhos brilharam com um misto de desejo e uma curiosidade possessiva que só ele possuía. Suas asas de morcego agitaram-se levemente atrás dele, e sua cauda branca e fofa balançou de um lado para o outro. Ele se aproximou da figura encolhida de Edgar.
Com movimentos lentos e deliberados, Basilous estendeu as mãos para o short cinza-claro de Edgar. O tecido, marcado por padrões geométricos nítidos, cedeu facilmente quando Basilous o puxou levemente para baixo, apenas o suficiente para revelar a pele pálida e a curva delicada das nádegas de Edgar.
O que Basilous viu o deixou sem fôlego. A entrada rosada e sensível, contrastando com a brancura da pele e o cinza das roupas, era de uma beleza que ele não esperava encontrar. Um rubor profundo subiu pelo rosto de Basilous, e ele sentiu uma onda de paixão avassaladora atingi-lo. Ele estava hipnotizado, completamente rendido àquela visão.
— Edgar... você é... perfeito — suspirou Basilous, seus olhos fixos na descoberta que acabara de fazer.
Edgar estava paralisado. O choque de sentir o ar frio contra sua pele e a audácia do gesto de Basilous fizeram sua mente entrar em curto-circuito. Ele queria protestar, queria se afastar, mas sua voz parecia ter sumido, ecoando apenas dentro de sua própria cabeça em um grito silencioso de confusão e prazer incipiente.
Basilous, movido por um impulso que não conseguia e nem queria controlar, segurou as pernas de Edgar, levantando-as levemente para ter um acesso melhor. Edgar soltou um arquejo baixo, suas mãos agarrando o chão branco enquanto ele tentava encontrar equilíbrio.
— Por favor... — Edgar tentou dizer, mas a palavra morreu em sua garganta quando sentiu o contato quente da língua de Basilous contra sua entrada rosada.
O toque foi úmido e exploratório. Basilous chupou a pele sensível com uma fome que demonstrava todo o ciúme e a admiração que ele guardava por Edgar. O mundo ao redor deles, já vazio, pareceu desaparecer por completo. Só existia aquela sensação, aquele calor e a pressão da boca de Basilous contra ele.
Edgar estremeceu violentamente. Um gemido involuntário escapou de seus lábios, ecoando no vazio branco. Suas meias listradas arrastaram-se pelo chão enquanto ele tentava, sem sucesso, processar a intensidade do que estava sentindo.
— Ah... Basilous! — Edgar exclamou, sua voz carregada de uma mistura de agonia e êxtase.
Basilous continuou, seus lábios e língua trabalhando com uma dedicação quase religiosa. Ele queria marcar Edgar, queria que o garoto soubesse que, naquele momento e em todos os outros, ele pertencia a Basilous. A paixão que sentia transbordava em cada movimento, em cada sucção cuidadosa e ardente.
— Você é meu, Edgar — murmurou Basilous entre os toques, sua voz abafada contra a pele do outro. — Só meu.
Edgar enterrou o rosto nos braços, o cabelo lilás espalhando-se como uma mancha colorida no chão alvo. Ele estava completamente à mercê de Basilous, e a percepção disso o fazia corar ainda mais, se é que isso era possível. O prazer irradiava de onde Basilous o tocava, espalhando-se por sua coluna e fazendo seus dedos dos pés encolherem dentro das botas altas.
Cada movimento de Basilous era calculado para provocar uma reação, e Edgar entregava cada uma delas: os tremores, os suspiros pesados e os gemidos que agora saíam com mais frequência. A quietude habitual de Edgar fora quebrada, substituída por uma sinfonia de sons que Basilous bebia com avidez.
— Olhe para mim, Edgar — pediu Basilous, sua voz suave, mas carregada de autoridade.
Lentamente, Edgar virou o rosto, os olhos quadrados agora nublados pelo desejo e pela confusão. Ele viu o rosto de Basilous, normalmente arrogante e seguro, agora suavizado pela adoração e marcado por um rubor profundo.
— Eu não consigo... pensar — confessou Edgar, a respiração curta.
— Não pense — respondeu Basilous, aproximando-se para selar os lábios de Edgar com os seus em um beijo que selava a promessa silenciosa feita naquele espaço em branco. — Apenas sinta.
E naquele vazio infinito, onde o papel era a base de tudo, eles escreveram uma história que nenhum caderno seria capaz de conter.
