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Bellingham
Fandom: Jogadores de futebol
Criado: 27/06/2026
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UA (Universo Alternativo)DramaAngústiaSombrioPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaViolência GráficaEstuproAbuso de ÁlcoolCiúmesDor/ConfortoPsicológicoHistória DomésticaOOC (Fora do Personagem)Estudo de PersonagemTragédiaSuspenseCrimeAção
Ouro, Suor e Pecados em Madri
A música eletrônica pulsava nas paredes da cobertura luxuosa em Madri, um som tão grave que parecia vibrar nos ossos de quem estava presente. Era a festa pós-premiação, o tipo de evento onde o ego e o champanhe fluíam com a mesma intensidade. No centro do camarote VIP, Jude Bellingham, a jovem estrela do Real Madrid, parecia ter decidido que aquela era a noite para esquecer qualquer responsabilidade.
— Jude, acho que esse é o seu quinto copo de tequila — comentou Modric, observando o pupilo com uma mistura de preocupação paternal e diversão. — Amanhã o treino vai ser um inferno.
— Deixa o garoto, Luka — disse Lewandowski, aproximando-se com um sorriso contido. — Ele é jovem. O corpo dele processa o álcool antes do sol nascer.
Mas o que ninguém esperava era a mudança de comportamento de Jude. Normalmente polido e elegante, o inglês estava agora pendurado no pescoço de Harry Kane, que havia viajado apenas para o evento. Jude ria alto, sussurrando coisas no ouvido de Kane e dando tapinhas no peito do capitão da seleção inglesa.
Do outro lado da sala, um grupo de lendas observava a cena com olhos cerrados. Messi e Cristiano Ronaldo compartilhavam um sofá, uma visão rara, mas ambos mantinham o olhar fixo no jovem Bellingham.
— Ele está se expondo demais — murmurou Cristiano, ajeitando o relógio de luxo. — Um jogador do nível dele deve manter a postura, mesmo fora de campo.
— Ele está apenas carente — retrucou Messi, com sua voz calma. — Mas aquele jeito com o Kane... está incomodando mais gente do que apenas você, Cris.
Xavi e Suárez, que conversavam perto do bar, trocaram olhares significativos.
— Se ele continuar se esfregando no Harry desse jeito, o clima vai azedar — disse Suárez, bebendo um gole de sua água tônica. — Olha a cara do Mbappé.
Kylian Mbappé estava encostado em uma pilastra de mármore, os olhos escuros como tempestades. Ele não dizia uma palavra, mas a mandíbula travada denunciava sua fúria. Ver Jude, o garoto que ele vinha tentando "marcar" de perto desde que chegou ao clube, rindo e sendo carregado por Kane, estava despertando um instinto possessivo que ele mal conseguia controlar.
De repente, a diversão de Jude foi interrompida pela biologia. Ele empalideceu subitamente, levando a mão à boca.
— Harry... eu não me sinto... — Jude não conseguiu terminar a frase.
Ele cambaleou, e se não fosse por Ibrahimovic, que passava por perto com sua presença imponente, o jovem teria caído de cara no chão de mármore.
— O pequeno pônei bebeu demais — sentenciou Ibra, segurando Jude pelo colarinho da camisa social como se ele fosse um gatinho. — Ele vai vomitar em cima dos meus sapatos caros. Alguém tire ele daqui.
A confusão se instalou. Jude começou a balbuciar palavras desconexas, tentando abraçar Ibra, que o afastava com uma mão só. O caos foi o sinal para que o grupo decidisse encerrar a noite.
— Vamos levá-lo para o hotel — ordenou Mbappé, assumindo o controle da situação com uma autoridade que ninguém ousou questionar. — Todos nós estamos hospedados no mesmo complexo. Eu cuido dele.
O trajeto até o hotel foi um borrão de luzes da cidade e os resmungos de Jude. No elevador, o silêncio era tenso. Modric, Lewandowski e os outros acompanharam até o andar das suítes, mas foi Mbappé quem abriu a porta do quarto de Jude.
— Podem ir — disse Kylian para os companheiros. — Eu dou um banho nele e garanto que ele não morra sufocado no próprio vômito.
— Tem certeza, Kylian? — perguntou Xavi, desconfiado do brilho nos olhos do francês.
— Absoluta. Ele precisa de uma lição sobre como se comportar.
Assim que a porta se fechou, o silêncio do quarto de luxo foi quebrado pelo som de Jude tropeçando nos próprios pés e caindo na cama de casal.
— Harry... cadê o Harry? — Jude balbuciou, os olhos semicerrados, a gravata torta.
Mbappé sentiu o sangue ferver. Ele caminhou até a cama e puxou Jude pelos braços, arrastando-o em direção ao banheiro principal.
— O Harry não está aqui, Jude — rosnou Mbappé. — Agora você vai tirar essa roupa e entrar debaixo da água fria.
O banho foi um processo caótico. Jude tentava se desvencilhar, rindo e chorando ao mesmo tempo, enquanto a água gelada encharcava ambos. Quando finalmente conseguiu secar o inglês e jogá-lo de volta na cama, apenas de cueca, Mbappé estava ofegante, não apenas pelo esforço físico, mas pelo desejo reprimido.
Jude estava deitado de bruços, o rosto enterrado no travesseiro, a pele levemente avermelhada pelo frio e pelo álcool.
— Você me fez passar vergonha, Jude — disse Mbappé, sentando-se na beirada da cama e retirando a própria camisa. — Ficou se esfregando naquele inglês na frente de todo mundo. Você acha que eu sou palhaço?
— Kylian... dói... minha cabeça — Jude choramingou, virando o rosto.
— Vai doer mais — prometeu o francês. — Você precisa de uma lição para aprender a quem você pertence nessas festas.
Sem delicadeza, Mbappé puxou a cueca de Jude para baixo. O jovem soltou um protesto fraco, mas o álcool o deixava mole, sem reflexos. Kylian não perdeu tempo. Ele levou dois dedos à boca, lubrificando-os com saliva, e os pressionou contra a entrada apertada de Jude.
— Ah! O que... o que você está fazendo? — Jude arqueou as costas, a consciência voltando em flashes de dor e prazer confuso.
— Shhh — sibilou Mbappé, enfiando os dedos com força, alargando o canal sem paciência. — Estou preparando você. Você queria atenção, não queria? Agora você tem a minha.
Jude soltou um gemido agudo quando os dedos de Mbappé começaram a se mover dentro dele com rapidez, atingindo sua próstata repetidamente. O prazer era violento, misturado à náusea da bebedeira. Antes que Jude pudesse processar a sensação, Mbappé se posicionou atrás dele.
— Olha para mim, Jude — ordenou o francês, puxando o cabelo do inglês para que ele virasse o rosto.
— Kylian, por favor...
— Por favor, o quê? — Mbappé não esperou resposta. Ele empurrou seu membro para dentro de uma vez, preenchendo Jude completamente.
O grito de Jude foi abafado pelo travesseiro. Mbappé começou a estocar com força, cada impacto fazendo a cama de luxo ranger. Não havia ternura; era uma demonstração de posse. Ele dava palmadas fortes nas nádegas de Jude, deixando marcas vermelhas que contrastavam com a pele clara do rapaz.
— Você é meu — dizia Mbappé entre dentes, o suor pingando de sua testa no corpo de Jude. — Entendeu? Não do Kane, não das câmeras. Meu.
Jude estava em transe, o prazer sobrecarregando seus sentidos embriagados. Ele apertava os lençóis, os dedos cravados no tecido, enquanto o corpo de Mbappé o esmagava contra o colchão. As palmadas continuavam, ritmadas com as estocadas, um castigo físico que Jude aceitava com gemidos manhosos.
Depois de alguns minutos de uma intensidade brutal, Mbappé chegou ao seu limite, despejando tudo dentro do companheiro de equipe com um rosnado de satisfação. Ele desabou por um momento sobre as costas de Jude, sentindo o coração do outro bater de forma frenética.
Mas a lição ainda não havia acabado.
Mbappé se levantou, limpando-se com um lençol descartado. Ele foi até sua mala de viagem, que já estava no quarto, e retirou um pequeno objeto de silicone preto, vibrando silenciosamente em sua mão.
— Você vai dormir agora, Jude — disse Mbappé, virando o corpo exausto do inglês de lado. — Mas vai dormir lembrando dessa noite.
— Não... chega... — Jude tentou fechar as pernas, mas Mbappé era mais forte.
Com habilidade cruel, ele inseriu o vibrador no buraco ainda aberto e latejante de Jude. Em seguida, ajustou o aparelho para a potência máxima.
— Ah! Tira... tira isso! — Jude começou a tremer, o estímulo interno sendo forte demais para suportar.
— Isso fica aí até o amanhecer — sentenciou Mbappé, cobrindo o corpo do inglês com o edredom pesado, prendendo-o para que ele não conseguisse alcançar o objeto facilmente. — Se você tentar tirar, eu vou saber.
Kylian apagou as luzes principais, deixando apenas o abajur de luz quente aceso. Ele se deitou ao lado de Jude, puxando o jovem para perto de seu peito. Jude soluçava baixo, o corpo vibrando involuntariamente sob o comando do brinquedo, o prazer forçado impedindo-o de cair em um sono profundo, mantendo-o naquele estado de agonia deliciosa.
— Boa noite, Jude — sussurrou Mbappé no ouvido dele, beijando sua nuca suada. — Amanhã, no treino, eu quero ver você caminhar com cuidado. Só para me lembrar de como você foi um bom garoto hoje.
Jude Bellingham fechou os olhos, as lágrimas secando no rosto, enquanto o zumbido constante dentro de si ditava o ritmo de sua punição, sabendo que, a partir daquela noite, o mundo do futebol nunca mais seria o mesmo para ele.
— Jude, acho que esse é o seu quinto copo de tequila — comentou Modric, observando o pupilo com uma mistura de preocupação paternal e diversão. — Amanhã o treino vai ser um inferno.
— Deixa o garoto, Luka — disse Lewandowski, aproximando-se com um sorriso contido. — Ele é jovem. O corpo dele processa o álcool antes do sol nascer.
Mas o que ninguém esperava era a mudança de comportamento de Jude. Normalmente polido e elegante, o inglês estava agora pendurado no pescoço de Harry Kane, que havia viajado apenas para o evento. Jude ria alto, sussurrando coisas no ouvido de Kane e dando tapinhas no peito do capitão da seleção inglesa.
Do outro lado da sala, um grupo de lendas observava a cena com olhos cerrados. Messi e Cristiano Ronaldo compartilhavam um sofá, uma visão rara, mas ambos mantinham o olhar fixo no jovem Bellingham.
— Ele está se expondo demais — murmurou Cristiano, ajeitando o relógio de luxo. — Um jogador do nível dele deve manter a postura, mesmo fora de campo.
— Ele está apenas carente — retrucou Messi, com sua voz calma. — Mas aquele jeito com o Kane... está incomodando mais gente do que apenas você, Cris.
Xavi e Suárez, que conversavam perto do bar, trocaram olhares significativos.
— Se ele continuar se esfregando no Harry desse jeito, o clima vai azedar — disse Suárez, bebendo um gole de sua água tônica. — Olha a cara do Mbappé.
Kylian Mbappé estava encostado em uma pilastra de mármore, os olhos escuros como tempestades. Ele não dizia uma palavra, mas a mandíbula travada denunciava sua fúria. Ver Jude, o garoto que ele vinha tentando "marcar" de perto desde que chegou ao clube, rindo e sendo carregado por Kane, estava despertando um instinto possessivo que ele mal conseguia controlar.
De repente, a diversão de Jude foi interrompida pela biologia. Ele empalideceu subitamente, levando a mão à boca.
— Harry... eu não me sinto... — Jude não conseguiu terminar a frase.
Ele cambaleou, e se não fosse por Ibrahimovic, que passava por perto com sua presença imponente, o jovem teria caído de cara no chão de mármore.
— O pequeno pônei bebeu demais — sentenciou Ibra, segurando Jude pelo colarinho da camisa social como se ele fosse um gatinho. — Ele vai vomitar em cima dos meus sapatos caros. Alguém tire ele daqui.
A confusão se instalou. Jude começou a balbuciar palavras desconexas, tentando abraçar Ibra, que o afastava com uma mão só. O caos foi o sinal para que o grupo decidisse encerrar a noite.
— Vamos levá-lo para o hotel — ordenou Mbappé, assumindo o controle da situação com uma autoridade que ninguém ousou questionar. — Todos nós estamos hospedados no mesmo complexo. Eu cuido dele.
O trajeto até o hotel foi um borrão de luzes da cidade e os resmungos de Jude. No elevador, o silêncio era tenso. Modric, Lewandowski e os outros acompanharam até o andar das suítes, mas foi Mbappé quem abriu a porta do quarto de Jude.
— Podem ir — disse Kylian para os companheiros. — Eu dou um banho nele e garanto que ele não morra sufocado no próprio vômito.
— Tem certeza, Kylian? — perguntou Xavi, desconfiado do brilho nos olhos do francês.
— Absoluta. Ele precisa de uma lição sobre como se comportar.
Assim que a porta se fechou, o silêncio do quarto de luxo foi quebrado pelo som de Jude tropeçando nos próprios pés e caindo na cama de casal.
— Harry... cadê o Harry? — Jude balbuciou, os olhos semicerrados, a gravata torta.
Mbappé sentiu o sangue ferver. Ele caminhou até a cama e puxou Jude pelos braços, arrastando-o em direção ao banheiro principal.
— O Harry não está aqui, Jude — rosnou Mbappé. — Agora você vai tirar essa roupa e entrar debaixo da água fria.
O banho foi um processo caótico. Jude tentava se desvencilhar, rindo e chorando ao mesmo tempo, enquanto a água gelada encharcava ambos. Quando finalmente conseguiu secar o inglês e jogá-lo de volta na cama, apenas de cueca, Mbappé estava ofegante, não apenas pelo esforço físico, mas pelo desejo reprimido.
Jude estava deitado de bruços, o rosto enterrado no travesseiro, a pele levemente avermelhada pelo frio e pelo álcool.
— Você me fez passar vergonha, Jude — disse Mbappé, sentando-se na beirada da cama e retirando a própria camisa. — Ficou se esfregando naquele inglês na frente de todo mundo. Você acha que eu sou palhaço?
— Kylian... dói... minha cabeça — Jude choramingou, virando o rosto.
— Vai doer mais — prometeu o francês. — Você precisa de uma lição para aprender a quem você pertence nessas festas.
Sem delicadeza, Mbappé puxou a cueca de Jude para baixo. O jovem soltou um protesto fraco, mas o álcool o deixava mole, sem reflexos. Kylian não perdeu tempo. Ele levou dois dedos à boca, lubrificando-os com saliva, e os pressionou contra a entrada apertada de Jude.
— Ah! O que... o que você está fazendo? — Jude arqueou as costas, a consciência voltando em flashes de dor e prazer confuso.
— Shhh — sibilou Mbappé, enfiando os dedos com força, alargando o canal sem paciência. — Estou preparando você. Você queria atenção, não queria? Agora você tem a minha.
Jude soltou um gemido agudo quando os dedos de Mbappé começaram a se mover dentro dele com rapidez, atingindo sua próstata repetidamente. O prazer era violento, misturado à náusea da bebedeira. Antes que Jude pudesse processar a sensação, Mbappé se posicionou atrás dele.
— Olha para mim, Jude — ordenou o francês, puxando o cabelo do inglês para que ele virasse o rosto.
— Kylian, por favor...
— Por favor, o quê? — Mbappé não esperou resposta. Ele empurrou seu membro para dentro de uma vez, preenchendo Jude completamente.
O grito de Jude foi abafado pelo travesseiro. Mbappé começou a estocar com força, cada impacto fazendo a cama de luxo ranger. Não havia ternura; era uma demonstração de posse. Ele dava palmadas fortes nas nádegas de Jude, deixando marcas vermelhas que contrastavam com a pele clara do rapaz.
— Você é meu — dizia Mbappé entre dentes, o suor pingando de sua testa no corpo de Jude. — Entendeu? Não do Kane, não das câmeras. Meu.
Jude estava em transe, o prazer sobrecarregando seus sentidos embriagados. Ele apertava os lençóis, os dedos cravados no tecido, enquanto o corpo de Mbappé o esmagava contra o colchão. As palmadas continuavam, ritmadas com as estocadas, um castigo físico que Jude aceitava com gemidos manhosos.
Depois de alguns minutos de uma intensidade brutal, Mbappé chegou ao seu limite, despejando tudo dentro do companheiro de equipe com um rosnado de satisfação. Ele desabou por um momento sobre as costas de Jude, sentindo o coração do outro bater de forma frenética.
Mas a lição ainda não havia acabado.
Mbappé se levantou, limpando-se com um lençol descartado. Ele foi até sua mala de viagem, que já estava no quarto, e retirou um pequeno objeto de silicone preto, vibrando silenciosamente em sua mão.
— Você vai dormir agora, Jude — disse Mbappé, virando o corpo exausto do inglês de lado. — Mas vai dormir lembrando dessa noite.
— Não... chega... — Jude tentou fechar as pernas, mas Mbappé era mais forte.
Com habilidade cruel, ele inseriu o vibrador no buraco ainda aberto e latejante de Jude. Em seguida, ajustou o aparelho para a potência máxima.
— Ah! Tira... tira isso! — Jude começou a tremer, o estímulo interno sendo forte demais para suportar.
— Isso fica aí até o amanhecer — sentenciou Mbappé, cobrindo o corpo do inglês com o edredom pesado, prendendo-o para que ele não conseguisse alcançar o objeto facilmente. — Se você tentar tirar, eu vou saber.
Kylian apagou as luzes principais, deixando apenas o abajur de luz quente aceso. Ele se deitou ao lado de Jude, puxando o jovem para perto de seu peito. Jude soluçava baixo, o corpo vibrando involuntariamente sob o comando do brinquedo, o prazer forçado impedindo-o de cair em um sono profundo, mantendo-o naquele estado de agonia deliciosa.
— Boa noite, Jude — sussurrou Mbappé no ouvido dele, beijando sua nuca suada. — Amanhã, no treino, eu quero ver você caminhar com cuidado. Só para me lembrar de como você foi um bom garoto hoje.
Jude Bellingham fechou os olhos, as lágrimas secando no rosto, enquanto o zumbido constante dentro de si ditava o ritmo de sua punição, sabendo que, a partir daquela noite, o mundo do futebol nunca mais seria o mesmo para ele.
