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Cakefruit(cosmo top x sprout femboy;-;)
Fandom: Dandy's world
Criado: 27/06/2026
Tags
RomanceFatias de VidaFofuraHistória DomésticaCenário CanônicoPWP (Enredo? Que enredo?)
Açúcar, Pimenta e o Brilho das Estrelas
O aroma doce de baunilha e morangos frescos preenchia a cozinha colorida do Mundo de Dandy. Sprout, com seu avental rendado e seus laços delicados que combinavam perfeitamente com seu estilo coquete, cantarolava uma melodia suave enquanto batia a massa de um bolo. Seus movimentos eram leves, quase como uma dança, e seus olhos brilhavam com uma alegria contagiante. Ele amava aqueles momentos, especialmente porque não estava sozinho.
Ao seu lado, Cosmo observava a cena com um meio sorriso escondido sob a franja escura de seu cabelo desgrenhado. O estilo de Cosmo era o oposto completo: tons escuros, correntes discretas e aquela aura melancólica de quem preferia o silêncio das estrelas ao caos do dia. No entanto, quando estava com Sprout, o gelo derretia.
— Você está colocando confeitos demais, Sprout — comentou Cosmo, sua voz arrastada e profunda quebrando o silêncio confortável. — Vai ficar doce demais para um estômago normal.
Sprout parou de decorar o topo do bolo e olhou para o amigo, fazendo um biquinho adorável que sempre desarmava o outro.
— Não existe nada "doce demais", Cosmo! — exclamou Sprout, rindo. — A vida já é amarga às vezes, o bolo tem que compensar. Além disso, eu fiz pensando em você. Você precisa de um pouco mais de açúcar no seu sistema.
— Eu prefiro outros tipos de prazeres, você sabe disso — retrucou Cosmo, aproximando-se um pouco mais, o tom de voz baixando para algo mais sugestivo.
Sprout sentiu o rosto esquentar. Ele conhecia bem o jeito de Cosmo. O amigo tinha o hábito de soltar comentários ousados, falando sobre desejos e intimidades com uma naturalidade que sempre deixava o pequeno coquete em estado de choque e fascínio. Sprout gostava disso, embora tentasse esconder o quanto aquelas palavras mexiam com ele.
— Cosmo! Não comece com suas conversas... — Sprout tentou repreendê-lo, mas seus olhos o traíam, brilhando de admiração. — Venha, me ajude a terminar o glacê. Me conte mais sobre aquela história da nebulosa que você viu ontem.
Eles passaram a hora seguinte trocando histórias. Sprout falava sobre os novos tecidos que queria comprar para seus laços, e Cosmo descrevia a vastidão do espaço com uma melancolia poética. Havia uma tensão no ar, algo que ia além da amizade de longa data. Um segredo compartilhado em cada olhar demorado e em cada toque acidental de mãos enquanto dividiam a espátula.
Quando o bolo finalmente ficou pronto e foi colocado sobre a mesa, o silêncio caiu sobre a cozinha. Mas não era um silêncio vazio; era pesado, carregado de uma confissão que estava presa na garganta de ambos há meses.
Sprout limpou as mãos no avental, o coração batendo tão forte que ele tinha medo de que Cosmo pudesse ouvir. Ele olhou para o amigo, que o observava com uma intensidade incomum.
— Cosmo... — começou Sprout, a voz falhando levemente. — Eu... eu gosto muito de passar o tempo com você. Não só por causa dos bolos ou das histórias.
Cosmo inclinou a cabeça, os olhos escuros fixos nos de Sprout.
— Eu também gosto, pequeno. Você sabe que é a única pessoa que eu suporto por mais de dez minutos.
— Não é só isso — Sprout deu um passo à frente, as fitas de seu traje balançando. — Eu gosto de você. De um jeito que... que faz meu estômago dar voltas. Eu acho que estou apaixonado por você.
O silêncio que se seguiu pareceu durar uma eternidade. Sprout baixou a cabeça, sentindo-se vulnerável em seu estilo delicado, temendo ter estragado tudo. De repente, sentiu a mão fria e firme de Cosmo sob seu queixo, levantando seu rosto.
— Você demorou para perceber, não foi? — disse Cosmo com um sorriso de canto, mas seus olhos estavam ternos. — Eu sinto o mesmo, Sprout. Eu sou louco por você. Por esse seu jeito alegre, por essas roupas bobas e por como você me faz sentir menos... vazio.
Sprout soltou um suspiro de alívio e sorriu, as lágrimas de felicidade ameaçando cair.
— Sério? — perguntou ele, a voz num sussurro.
— Sério — afirmou Cosmo. — Mas você sabe como eu sou. Eu não me contento apenas com mãos dadas e olhares românticos.
Cosmo deu um passo para dentro do espaço pessoal de Sprout, envolvendo a cintura fina do amigo com um braço e puxando-o para perto. A diferença de altura e de presença era marcante: a delicadeza de Sprout contra a firmeza sombria de Cosmo.
— Sprout — murmurou Cosmo perto do ouvido dele, fazendo o menor estremecer. — Eu quero mais do que apenas comer bolo com você. Eu quero sentir você. Eu quero que a gente tente... aquilo que eu sempre comento. Você sabe do que eu estou falando, não sabe?
O rosto de Sprout ficou vermelho como um morango maduro. Ele sabia exatamente o que Cosmo queria dizer. As conversas sobre sexo que Cosmo iniciava não eram apenas piadas ou provocações; eram desejos reais.
— Você quer... agora? — Sprout perguntou, o coração disparado.
— Se você quiser — disse Cosmo, a mão subindo pelas costas de Sprout, sentindo a maciez do tecido. — Eu prometo ser cuidadoso. Eu quero ser o seu primeiro em tudo, mas só se você confiar em mim para te guiar.
Sprout olhou para Cosmo, vendo a sinceridade por trás da fachada de garoto emo. Ele confiava nele mais do que em qualquer outra pessoa no Mundo de Dandy.
— Eu confio — respondeu Sprout, firmando a voz. — Eu quero ser seu, Cosmo.
Cosmo sorriu, um sorriso que raramente mostrava a qualquer outra pessoa, carregado de luxúria e carinho. Ele se inclinou e selou seus lábios nos de Sprout em um beijo que começou doce, como o bolo que haviam feito, mas que rapidamente se tornou profundo e exigente.
— Então venha — disse Cosmo entre os beijos, pegando a mão de Sprout e o conduzindo para fora da cozinha. — Vamos deixar o bolo para depois. Eu tenho um apetite muito maior por outra coisa agora.
Sprout seguiu o amigo, sentindo uma mistura de nervosismo e excitação. Ele sabia que aquela noite mudaria tudo entre eles, transformando a amizade em algo muito mais profundo, quente e eterno, exatamente como as estrelas que Cosmo tanto amava observar.
Ao seu lado, Cosmo observava a cena com um meio sorriso escondido sob a franja escura de seu cabelo desgrenhado. O estilo de Cosmo era o oposto completo: tons escuros, correntes discretas e aquela aura melancólica de quem preferia o silêncio das estrelas ao caos do dia. No entanto, quando estava com Sprout, o gelo derretia.
— Você está colocando confeitos demais, Sprout — comentou Cosmo, sua voz arrastada e profunda quebrando o silêncio confortável. — Vai ficar doce demais para um estômago normal.
Sprout parou de decorar o topo do bolo e olhou para o amigo, fazendo um biquinho adorável que sempre desarmava o outro.
— Não existe nada "doce demais", Cosmo! — exclamou Sprout, rindo. — A vida já é amarga às vezes, o bolo tem que compensar. Além disso, eu fiz pensando em você. Você precisa de um pouco mais de açúcar no seu sistema.
— Eu prefiro outros tipos de prazeres, você sabe disso — retrucou Cosmo, aproximando-se um pouco mais, o tom de voz baixando para algo mais sugestivo.
Sprout sentiu o rosto esquentar. Ele conhecia bem o jeito de Cosmo. O amigo tinha o hábito de soltar comentários ousados, falando sobre desejos e intimidades com uma naturalidade que sempre deixava o pequeno coquete em estado de choque e fascínio. Sprout gostava disso, embora tentasse esconder o quanto aquelas palavras mexiam com ele.
— Cosmo! Não comece com suas conversas... — Sprout tentou repreendê-lo, mas seus olhos o traíam, brilhando de admiração. — Venha, me ajude a terminar o glacê. Me conte mais sobre aquela história da nebulosa que você viu ontem.
Eles passaram a hora seguinte trocando histórias. Sprout falava sobre os novos tecidos que queria comprar para seus laços, e Cosmo descrevia a vastidão do espaço com uma melancolia poética. Havia uma tensão no ar, algo que ia além da amizade de longa data. Um segredo compartilhado em cada olhar demorado e em cada toque acidental de mãos enquanto dividiam a espátula.
Quando o bolo finalmente ficou pronto e foi colocado sobre a mesa, o silêncio caiu sobre a cozinha. Mas não era um silêncio vazio; era pesado, carregado de uma confissão que estava presa na garganta de ambos há meses.
Sprout limpou as mãos no avental, o coração batendo tão forte que ele tinha medo de que Cosmo pudesse ouvir. Ele olhou para o amigo, que o observava com uma intensidade incomum.
— Cosmo... — começou Sprout, a voz falhando levemente. — Eu... eu gosto muito de passar o tempo com você. Não só por causa dos bolos ou das histórias.
Cosmo inclinou a cabeça, os olhos escuros fixos nos de Sprout.
— Eu também gosto, pequeno. Você sabe que é a única pessoa que eu suporto por mais de dez minutos.
— Não é só isso — Sprout deu um passo à frente, as fitas de seu traje balançando. — Eu gosto de você. De um jeito que... que faz meu estômago dar voltas. Eu acho que estou apaixonado por você.
O silêncio que se seguiu pareceu durar uma eternidade. Sprout baixou a cabeça, sentindo-se vulnerável em seu estilo delicado, temendo ter estragado tudo. De repente, sentiu a mão fria e firme de Cosmo sob seu queixo, levantando seu rosto.
— Você demorou para perceber, não foi? — disse Cosmo com um sorriso de canto, mas seus olhos estavam ternos. — Eu sinto o mesmo, Sprout. Eu sou louco por você. Por esse seu jeito alegre, por essas roupas bobas e por como você me faz sentir menos... vazio.
Sprout soltou um suspiro de alívio e sorriu, as lágrimas de felicidade ameaçando cair.
— Sério? — perguntou ele, a voz num sussurro.
— Sério — afirmou Cosmo. — Mas você sabe como eu sou. Eu não me contento apenas com mãos dadas e olhares românticos.
Cosmo deu um passo para dentro do espaço pessoal de Sprout, envolvendo a cintura fina do amigo com um braço e puxando-o para perto. A diferença de altura e de presença era marcante: a delicadeza de Sprout contra a firmeza sombria de Cosmo.
— Sprout — murmurou Cosmo perto do ouvido dele, fazendo o menor estremecer. — Eu quero mais do que apenas comer bolo com você. Eu quero sentir você. Eu quero que a gente tente... aquilo que eu sempre comento. Você sabe do que eu estou falando, não sabe?
O rosto de Sprout ficou vermelho como um morango maduro. Ele sabia exatamente o que Cosmo queria dizer. As conversas sobre sexo que Cosmo iniciava não eram apenas piadas ou provocações; eram desejos reais.
— Você quer... agora? — Sprout perguntou, o coração disparado.
— Se você quiser — disse Cosmo, a mão subindo pelas costas de Sprout, sentindo a maciez do tecido. — Eu prometo ser cuidadoso. Eu quero ser o seu primeiro em tudo, mas só se você confiar em mim para te guiar.
Sprout olhou para Cosmo, vendo a sinceridade por trás da fachada de garoto emo. Ele confiava nele mais do que em qualquer outra pessoa no Mundo de Dandy.
— Eu confio — respondeu Sprout, firmando a voz. — Eu quero ser seu, Cosmo.
Cosmo sorriu, um sorriso que raramente mostrava a qualquer outra pessoa, carregado de luxúria e carinho. Ele se inclinou e selou seus lábios nos de Sprout em um beijo que começou doce, como o bolo que haviam feito, mas que rapidamente se tornou profundo e exigente.
— Então venha — disse Cosmo entre os beijos, pegando a mão de Sprout e o conduzindo para fora da cozinha. — Vamos deixar o bolo para depois. Eu tenho um apetite muito maior por outra coisa agora.
Sprout seguiu o amigo, sentindo uma mistura de nervosismo e excitação. Ele sabia que aquela noite mudaria tudo entre eles, transformando a amizade em algo muito mais profundo, quente e eterno, exatamente como as estrelas que Cosmo tanto amava observar.
