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Os 7

Fandom: Engene - Enhypen

Criado: 28/06/2026

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Bastidores em Chamas: O Jogo Proibido

A luz do camarim era ofuscante, refletindo-se nos espelhos cercados por lâmpadas de LED. Gabby ajustava suas pulseiras, sentindo o peso do olhar de Niki através do reflexo. Ele estava encostado na porta, os cabelos pretos com mechas claras caindo sobre os olhos intensos. Com seus 1,86m de altura, ele dominava o espaço, observando como o figurino de dançarina de Gabby abraçava suas curvas.

Niki sabia exatamente o que estava fazendo quando, na noite anterior, permitiu que os outros membros do Enhypen a provocassem durante o ensaio. Ele adorava ver o rosto dela corar, adorava como ela ficava carente e possessiva quando se sentia desejada por outros, apenas para se entregar a ele entre os lençóis com uma urgência selvagem. Mas hoje, o jogo havia mudado. Niki achava que tinha o controle, mas os outros membros haviam decidido levar a "brincadeira" a um nível que ele não imaginava.

— Você está linda, Gabby — comentou Niki, aproximando-se e deixando um beijo possessivo em seu pescoço. — Tente não se distrair hoje. Temos um show inteiro pela frente.

— Eu sempre foco no meu trabalho, Niki — respondeu ela, a voz levemente trêmula.

— Veremos — ele sussurrou com um sorriso ladino antes de sair para o aquecimento vocal.

Assim que a porta se fechou, o silêncio durou pouco. Jay entrou no recinto com dois copos de café, movendo-se com aquela elegância pragmática que lhe era peculiar. Ele era o "cuidadoso" do grupo, mas sua forma de cuidar muitas vezes beirava a dominação silenciosa.

— Você não tomou café da manhã direito — disse Jay, parando logo atrás dela. — Precisa de energia para aguentar o ritmo.

Ele colocou o copo na bancada e, antes que Gabby pudesse agradecer, as mãos grandes de Jay pousaram em sua cintura. Ele apertou a carne macia de seus quadris, sentindo os 80kg de pura curva que ela carregava com tanto orgulho.

— Jay... o que está fazendo? — Gabby arquejou.

— Só garantindo que você está bem alimentada — ele sussurou, deslizando uma das mãos por baixo da barra de seu top, encontrando a pele quente de sua barriga. — Niki é muito novo para saber como apreciar cada centímetro disso aqui.

O polegar de Jay roçou a lateral de seu seio, um toque firme que a fez morder o lábio. Antes que ela pudesse reagir, ele se afastou com um sorriso cínico.

— Beba o café. Te vejo no palco.

O show começou com uma explosão de luzes e gritos. No meio da terceira coreografia, durante uma transição de luzes apagadas, Gabby sentiu uma mão forte agarrar seu braço e puxá-la para o vão escuro atrás dos telões de LED. Era Sunghoon. Seus cabelos pretos estavam úmidos de suor e seus músculos, realçados pela regata justa, brilhavam sob a luz residual.

— Você está dançando de forma muito tímida, Gabby — disse Sunghoon, a voz rouca pela respiração ofegante.

Ele a prensou contra a estrutura metálica fria. Sem aviso, Sunghoon deslizou a mão por entre as pernas dela, pressionando a palma contra a intimidade protegida apenas pelo tecido fino da meia-calça e do collant.

— Sunghoon, agora não! — ela implorou, mas o corpo traía suas palavras, quadril movendo-se involuntariamente contra a mão dele.

— Ninguém está vendo — ele murmurou, usando os dedos para massagear o centro de seu prazer com uma força rítmica que só um dançarino teria. — Sinta isso. É o que acontece quando você provoca a gente.

Gabby soltou um gemido abafado contra o ombro dele enquanto Sunghoon aumentava a pressão. Em segundos, uma onda de calor intenso percorreu sua espinha, e ela gozou silenciosamente, as pernas tremendo enquanto ele a segurava com firmeza.

— Volte para lá — ele ordenou, limpando a mão no próprio figurino com um olhar predatório. — O show mal começou.

Ela voltou para o palco com o rosto em chamas, tentando recuperar o fôlego. Durante a balada romântica, foi a vez de Sunoo. Ele sempre parecia o mais doce, o mestre das mídias sociais e dos sorrisos fofos, mas por trás das câmeras, ele sabia ser letal. Enquanto os outros cantavam na frente, Sunoo se posicionou ao lado dela nas sombras laterais.

— Você parece tão cansada, Gabby-ah — disse Sunoo, passando a mão pelo cabelo escuro dela, acariciando as luzes claras.

Ele se inclinou, como se fosse ajustar o microfone dela, mas seus dedos desceram para a nuca, puxando levemente os fios. Com a outra mão, ele deslizou um vibrador pequeno e silencioso para dentro do cós da calça dela, posicionando-o estrategicamente.

— Sunoo, tire isso! — ela sussurrou, em pânico.

— Só se você sorrir para a câmera no próximo refrão — ele piscou, ligando o aparelho por controle remoto no bolso dele.

A vibração súbita a fez saltar. Ela teve que dançar a música seguinte inteira lutando contra os espasmos que o brinquedo causava. Sunoo a observava de longe, aumentando a intensidade pelo controle toda vez que ela tentava se recompor. No final da música, ela desabou brevemente em um joelho, fingindo ser parte da coreografia, enquanto seu clitóris pulsava em um ápice longo e torturante. Sunoo apenas sorriu e mandou um beijo para a plateia.

No intervalo para a troca de roupa, Gabby correu para o banheiro dos bastidores, precisando de um minuto de paz. Mas a porta não trancou. Jake entrou logo em seguida, com aquele hábito irritante e sexy de morder o lábio inferior que a deixava louca.

— Jake, por favor, eu não aguento mais — ela disse, encostando-se na pia.

— Shh... — Jake se aproximou, o olhar fixo nos lábios dela. — Eu vi como você olhou para o Sunghoon. Eu quero a minha parte.

Ele não perdeu tempo com palavras. Jake a virou de costas para o espelho, levantando o figurino e descendo suas roupas íntimas com agilidade. Ele usou a boca, não nela, mas em seu pescoço, enquanto seus dedos trabalhavam com uma rapidez frenética em sua fenda úmida.

— Você é tão responsiva, Gabby — Jake sussurrou, mordendo o lábio dela agora, abafando seus gritos. — Gosta assim?

Ele a levou ao limite em menos de dois minutos, sua técnica sendo tão precisa quanto seus passos de dança. Quando ela relaxou nos braços dele, Jake apenas deu um tapinha leve em seu quadril e saiu, deixando-a bamba.

Faltavam apenas duas músicas. Heeseung, o membro mais velho e experiente, a encontrou no corredor que levava ao palco. Seus cabelos vermelhos espetadinhos lhe davam uma aura rebelde.

— O Niki está procurando por você — disse Heeseung, bloqueando o caminho. — Mas ele vai ter que esperar.

Ele a puxou para dentro de uma arara de roupas, o cheiro de tecido novo e perfume caro os cercando. Heeseung não foi gentil. Ele a pegou no colo, as pernas dela envolvendo a cintura dele de 1,80m.

— Eu ouvi o que os outros fizeram — ele disse, a voz vibrando contra o peito dela. — Mas eu sou o único que sabe exatamente do que você precisa para terminar o serviço.

Ele usou a língua e os dedos em uma coordenação perfeita, explorando-a com uma autoridade que a fazia se sentir pequena e completamente dominada. Gabby gozou tão forte que suas unhas deixaram marcas nos ombros de Heeseung. Ele sorriu, satisfeito.

— Agora vá. O Grand Finale espera por você.

A última música era a mais intensa. Jungwon, o líder, estava no centro. Ele tinha aquela aparência fofa, mas todos sabiam que ele era o mais firme quando necessário. Durante o break de dança, ele se aproximou de Gabby, ficando cara a cara com ela.

— Você está atrasada em meio tempo, Gabby — ele disse, o tom autoritário fazendo-a estremecer. — Precisa de um castigo?

Antes que ela pudesse responder, no meio da fumaça do palco e das luzes estroboscópicas, Jungwon deslizou a mão por trás dela, apertando suas nádegas com tanta força que ela soltou um arquejo audível. Ele manteve a mão ali, guiando seus movimentos com firmeza enquanto dançavam em sincronia. O toque de Jungwon era possessivo, um lembrete de quem mandava ali. Ele a fez chegar ao ápice apenas com a intensidade de seu toque e seu olhar severo, uma liberação mental e física que a deixou em transe.

Quando o show finalmente acabou, Gabby estava exausta, trêmula e completamente satisfeita. Ela caminhou até o camarim privativo de Niki. Ele estava sentado no sofá, bebendo água, parecendo calmo.

— Você demorou — disse Niki, olhando-a de cima a baixo. — O show foi bom?

— Foi... intenso — ela respondeu, aproximando-se dele.

Niki a puxou para o seu colo, sentindo o calor que emanava do corpo dela. Ele cheirou o pescoço dela, detectando os diferentes perfumes dos outros membros misturados ao dela. Um sorriso vitorioso surgiu em seus lábios. Ele sabia exatamente o que havia acontecido. Ele havia permitido que eles a "preparassem" para ele.

— Ótimo — sussurrou Niki, as mãos grandes agora reivindicando cada parte dela que os outros haviam tocado. — Porque agora que eles terminaram de brincar... é a minha vez de verdade.

Gabby se entregou ao namorado, sabendo que, apesar do jogo perigoso dos outros, era nos braços de Niki que ela sempre encontraria seu destino final, exausta e completamente rendida ao desejo que só aquele grupo de sete homens conseguia despertar.
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