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Os 7
Fandom: Engene - Enhypen
Criado: 28/06/2026
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RomanceUA (Universo Alternativo)PWP (Enredo? Que enredo?)SombrioCiúmesLinguagem ExplícitaHistória DomésticaPsicológicoCenário CanônicoDor/ConfortoFofuraFatias de VidaSongficEstudo de Personagem
O Eco dos Bastidores
O ar no camarim estava carregado com o cheiro de spray de cabelo, perfume caro e a eletricidade típica de um dia de show. Gabby ajustava as alças de seu top de dança, observando o próprio reflexo no espelho. Seus cabelos escuros, com as luzes mel brilhando sob as lâmpadas do camarim, emolduravam seu rosto enquanto ela tentava ignorar o olhar intenso de Ni-ki pelo espelho oposto.
Ni-ki sabia exatamente o que estava fazendo. Na noite anterior, ele havia permitido que os outros membros do ENHYPEN a provocassem durante o ensaio geral, mantendo uma distância calculada, apenas observando com aquele sorriso de canto enquanto Sunghoon roçava o braço nela ou Jay fazia comentários de duplo sentido sobre sua flexibilidade. Aquilo a deixava em frangalhos, e Ni-ki colhera os frutos no hotel, onde Gabby se entregara a ele com uma urgência quase selvagem.
Mas hoje, o jogo tinha mudado. Ni-ki parecia satisfeito, mas os outros membros... eles tinham seus próprios planos.
— Você parece tensa, Gabby — a voz de Heeseung surgiu logo atrás dela.
Ela sentiu as mãos dele, firmes e quentes, pousarem em seus ombros. O cabelo vermelho espetadinho dele brilhava sob as luzes. Ele começou uma massagem lenta, os polegares pressionando os nós de tensão na base do pescoço dela.
— É apenas o nervosismo pré-show, Heeseung-nim — respondeu ela, tentando manter a voz estável.
— Hmm, não parece só isso — Heeseung inclinou-se, o rosto perigosamente perto do ouvido dela. — Parece que você está precisando relaxar de verdade.
Antes que ela pudesse responder, ele deslizou uma das mãos para baixo, por dentro do cós da calça de moletom dela, enquanto a outra mão cobria sua boca com delicadeza. Gabby arregalou os olhos, vendo Ni-ki do outro lado da sala, ocupado com o cabeleireiro, de costas para eles. Heeseung foi rápido, seus dedos longos de pianista encontrando o caminho com uma precisão assustadora. Um, dois movimentos rítmicos e intensos.
— Fique quietinha — sussurrou ele contra a pele dela.
O prazer subiu como uma labareda. Gabby apertou os olhos, o corpo tremendo contra o dele. Em questão de segundos, a onda de choque a atingiu, um orgasmo súbito e silencioso que a deixou sem fôlego. Heeseung retirou a mão, limpando-a discretamente no lenço de papel antes que alguém notasse, deixando-a bamba e com o rosto ardendo.
— Pronto — disse ele com um sorriso angelical —, agora você está pronta para o palco.
Duas horas depois, durante o intervalo entre a passagem de som e o início oficial do concerto, Gabby se viu na área de catering. O lugar estava vazio, exceto por Jay, que mexia em algumas frutas com uma faca pequena.
— Você não comeu nada, Gabby — disse Jay, sem olhar para trás. — Jungwon disse que você estava pálida.
— Eu estou bem, Jay. Só um pouco de tontura.
Jay se virou, caminhando até ela com uma elegância predatória. Ele a encurralou contra a bancada de metal.
— Eu cuido de você — ele murmurou, a voz rouca. — Mas você precisa de energia.
Ele não usou as mãos. Jay se ajoelhou entre as pernas dela, puxando o tecido elástico de sua calça de dança para o lado. Gabby soltou um arquejo sufocado, as mãos agarrando a borda da bancada. A língua de Jay era quente e experiente, focada exatamente onde ele sabia que a faria desmoronar.
— Jay... o Ni-ki... — ela tentou alertar, mas a voz falhou.
— Ele está no ensaio de solo — respondeu Jay entre as lambidas. — Ele não vai ver o quanto você gosta disso.
O prazer que Jay proporcionava era diferente; era cuidadoso, mas implacável. Gabby sentiu as pernas cederem enquanto ele a levava ao ápice, o som de seus gemidos abafados pelo barulho dos ventiladores industriais da cozinha. Quando ele se levantou, limpando o canto da boca, ele apenas piscou para ela e entregou uma garrafa de água.
— Beba tudo. Temos um show longo pela frente.
O show começou. A energia era surreal. Milhares de Engenes gritavam, a música pulsava no chão do palco. Gabby dançava com tudo o que tinha, sentindo-se estranhamente sensível, cada movimento de seu corpo de 80kg parecendo mais fluido, mais carregado de eletricidade.
Durante a troca de figurino para a segunda metade do show, Sunghoon a puxou para trás de uma das cortinas pesadas do backstage. O contraste entre a escuridão ali e as luzes vibrantes do palco era cegante.
— Você está suada — disse Sunghoon, a voz fria contrastando com o calor de seu corpo musculoso pressionado contra o dela. — E tão bonita.
Ele não perdeu tempo com palavras. Sunghoon a virou de costas, pressionando-a contra a parede fria. Suas mãos grandes e firmes subiram pelas coxas dela, levantando a saia do figurino. Ele usou apenas os dedos, mas a força com que ele a tocava, a urgência de um atleta, a fez atingir o limite quase instantaneamente. Ela enterrou o rosto no ombro dele para não gritar o nome de Ni-ki.
— Isso — rosnou Sunghoon no ouvido dela. — Goze para mim, Gabby.
Ela tremeu nos braços dele, o corpo exausto, mas a mente em chamas. Quando ele a soltou, Sunghoon apenas ajeitou o próprio cabelo preto, impecável como sempre, e voltou para a fila de entrada como se nada tivesse acontecido.
No meio da performance de "Fever", Gabby sentiu o olhar de Jungwon sobre ela. Ele era o líder, sempre atento, mas havia algo diferente em seus olhos hoje. Durante uma transição coreográfica onde os dançarinos ficavam nas sombras, Jungwon passou por ela. Sua mão desceu rapidamente, um toque firme e possessivo por cima do tecido fino, apertando-a de um jeito que a fez perder o passo por um milésimo de segundo.
— Mantenha o foco — sussurrou Jungwon, sua voz doce carregada de uma autoridade que a fez estremecer. — Ou eu vou ter que te punir depois do show.
Gabby sentiu a umidade aumentar. Ela estava no limite da sanidade.
Perto do final do show, Sunoo, sempre atento às mídias sociais e à imagem, puxou-a para um canto para "ajustar o microfone". Enquanto fingia mexer nos fios nas costas dela, seus dedos brincavam com a pele exposta da cintura dela, descendo perigosamente.
— Você é a nossa dançarina favorita, sabe disso? — Sunoo sorriu para a câmera de um membro da equipe que passava longe, mas seus dedos estavam fazendo um trabalho frenético e escondido na intimidade dela. — Todo mundo quer um pedaço de você hoje.
Ele a fez chegar lá com uma rapidez quase cruel, sorrindo o tempo todo como se estivessem apenas conversando sobre o setlist. Gabby sentiu o mundo girar, o orgasmo reverberando em sintonia com os baixos da música que tocava no palco.
Quando o show finalmente terminou e os aplausos cessaram, Gabby tentou escapar para o banheiro dos fundos, precisando de um momento sozinha para processar o dia absurdo que tivera. Mas, no corredor estreito, Jake a interceptou.
Ele estava ofegante, o suor brilhando em sua pele. Jake tinha aquela mania de morder o lábio inferior que sempre a desconcertava.
— Onde você pensa que vai? — perguntou ele, fechando a porta do pequeno depósito atrás deles.
— Jake, eu preciso... eu preciso de um minuto.
— Você não tem um minuto — Jake a puxou para perto, as mãos descendo com uma fome que ela não esperava. — Eu vi como os outros olharam para você o dia todo. Eu não vou ser o único a ficar de fora.
Jake foi intenso. Ele a beijou com força enquanto suas mãos trabalhavam com uma agilidade desesperada. Gabby não tinha mais resistência. Ela se entregou ao toque dele, sentindo a última centelha de energia de seu corpo ser consumida por aquele último ápice, as unhas dela cravando nos braços fortes de Jake enquanto ela desmoronava em seus braços.
— Bom trabalho hoje — Jake murmurou, dando uma mordida leve no lobo da orelha dela antes de sair.
Gabby finalmente conseguiu chegar ao camarim principal. Ela estava exausta, trêmula e completamente saciada de uma forma que nunca imaginou. Ni-ki estava sentado no sofá, bebendo um isotônico, observando-a entrar.
Ele se levantou e caminhou até ela, passando a mão pelos cabelos escuros dela, os dedos encontrando as mechas claras dele mesmo em contraste com a pele dela.
— Você parece exausta, meu amor — disse Ni-ki, um brilho de diversão nos olhos. Ele sabia. Ele não tinha visto, mas ele conhecia seus membros e conhecia sua namorada. — O dia foi produtivo?
Gabby olhou para ele, vendo o sorriso de quem havia orquestrado o caos sem disparar um único tiro.
— Foi... intenso — respondeu ela, a voz falhando.
Ni-ki a puxou para um abraço possessivo, beijando o topo de sua cabeça enquanto os outros membros entravam no camarim, um por um, agindo como se nada tivesse acontecido, mas todos com o mesmo brilho de satisfação no olhar.
— Ótimo — sussurrou Ni-ki. — Porque agora que chegarmos no hotel, é a minha vez. E eu não vou ser tão gentil quanto eles foram.
Ni-ki sabia exatamente o que estava fazendo. Na noite anterior, ele havia permitido que os outros membros do ENHYPEN a provocassem durante o ensaio geral, mantendo uma distância calculada, apenas observando com aquele sorriso de canto enquanto Sunghoon roçava o braço nela ou Jay fazia comentários de duplo sentido sobre sua flexibilidade. Aquilo a deixava em frangalhos, e Ni-ki colhera os frutos no hotel, onde Gabby se entregara a ele com uma urgência quase selvagem.
Mas hoje, o jogo tinha mudado. Ni-ki parecia satisfeito, mas os outros membros... eles tinham seus próprios planos.
— Você parece tensa, Gabby — a voz de Heeseung surgiu logo atrás dela.
Ela sentiu as mãos dele, firmes e quentes, pousarem em seus ombros. O cabelo vermelho espetadinho dele brilhava sob as luzes. Ele começou uma massagem lenta, os polegares pressionando os nós de tensão na base do pescoço dela.
— É apenas o nervosismo pré-show, Heeseung-nim — respondeu ela, tentando manter a voz estável.
— Hmm, não parece só isso — Heeseung inclinou-se, o rosto perigosamente perto do ouvido dela. — Parece que você está precisando relaxar de verdade.
Antes que ela pudesse responder, ele deslizou uma das mãos para baixo, por dentro do cós da calça de moletom dela, enquanto a outra mão cobria sua boca com delicadeza. Gabby arregalou os olhos, vendo Ni-ki do outro lado da sala, ocupado com o cabeleireiro, de costas para eles. Heeseung foi rápido, seus dedos longos de pianista encontrando o caminho com uma precisão assustadora. Um, dois movimentos rítmicos e intensos.
— Fique quietinha — sussurrou ele contra a pele dela.
O prazer subiu como uma labareda. Gabby apertou os olhos, o corpo tremendo contra o dele. Em questão de segundos, a onda de choque a atingiu, um orgasmo súbito e silencioso que a deixou sem fôlego. Heeseung retirou a mão, limpando-a discretamente no lenço de papel antes que alguém notasse, deixando-a bamba e com o rosto ardendo.
— Pronto — disse ele com um sorriso angelical —, agora você está pronta para o palco.
Duas horas depois, durante o intervalo entre a passagem de som e o início oficial do concerto, Gabby se viu na área de catering. O lugar estava vazio, exceto por Jay, que mexia em algumas frutas com uma faca pequena.
— Você não comeu nada, Gabby — disse Jay, sem olhar para trás. — Jungwon disse que você estava pálida.
— Eu estou bem, Jay. Só um pouco de tontura.
Jay se virou, caminhando até ela com uma elegância predatória. Ele a encurralou contra a bancada de metal.
— Eu cuido de você — ele murmurou, a voz rouca. — Mas você precisa de energia.
Ele não usou as mãos. Jay se ajoelhou entre as pernas dela, puxando o tecido elástico de sua calça de dança para o lado. Gabby soltou um arquejo sufocado, as mãos agarrando a borda da bancada. A língua de Jay era quente e experiente, focada exatamente onde ele sabia que a faria desmoronar.
— Jay... o Ni-ki... — ela tentou alertar, mas a voz falhou.
— Ele está no ensaio de solo — respondeu Jay entre as lambidas. — Ele não vai ver o quanto você gosta disso.
O prazer que Jay proporcionava era diferente; era cuidadoso, mas implacável. Gabby sentiu as pernas cederem enquanto ele a levava ao ápice, o som de seus gemidos abafados pelo barulho dos ventiladores industriais da cozinha. Quando ele se levantou, limpando o canto da boca, ele apenas piscou para ela e entregou uma garrafa de água.
— Beba tudo. Temos um show longo pela frente.
O show começou. A energia era surreal. Milhares de Engenes gritavam, a música pulsava no chão do palco. Gabby dançava com tudo o que tinha, sentindo-se estranhamente sensível, cada movimento de seu corpo de 80kg parecendo mais fluido, mais carregado de eletricidade.
Durante a troca de figurino para a segunda metade do show, Sunghoon a puxou para trás de uma das cortinas pesadas do backstage. O contraste entre a escuridão ali e as luzes vibrantes do palco era cegante.
— Você está suada — disse Sunghoon, a voz fria contrastando com o calor de seu corpo musculoso pressionado contra o dela. — E tão bonita.
Ele não perdeu tempo com palavras. Sunghoon a virou de costas, pressionando-a contra a parede fria. Suas mãos grandes e firmes subiram pelas coxas dela, levantando a saia do figurino. Ele usou apenas os dedos, mas a força com que ele a tocava, a urgência de um atleta, a fez atingir o limite quase instantaneamente. Ela enterrou o rosto no ombro dele para não gritar o nome de Ni-ki.
— Isso — rosnou Sunghoon no ouvido dela. — Goze para mim, Gabby.
Ela tremeu nos braços dele, o corpo exausto, mas a mente em chamas. Quando ele a soltou, Sunghoon apenas ajeitou o próprio cabelo preto, impecável como sempre, e voltou para a fila de entrada como se nada tivesse acontecido.
No meio da performance de "Fever", Gabby sentiu o olhar de Jungwon sobre ela. Ele era o líder, sempre atento, mas havia algo diferente em seus olhos hoje. Durante uma transição coreográfica onde os dançarinos ficavam nas sombras, Jungwon passou por ela. Sua mão desceu rapidamente, um toque firme e possessivo por cima do tecido fino, apertando-a de um jeito que a fez perder o passo por um milésimo de segundo.
— Mantenha o foco — sussurrou Jungwon, sua voz doce carregada de uma autoridade que a fez estremecer. — Ou eu vou ter que te punir depois do show.
Gabby sentiu a umidade aumentar. Ela estava no limite da sanidade.
Perto do final do show, Sunoo, sempre atento às mídias sociais e à imagem, puxou-a para um canto para "ajustar o microfone". Enquanto fingia mexer nos fios nas costas dela, seus dedos brincavam com a pele exposta da cintura dela, descendo perigosamente.
— Você é a nossa dançarina favorita, sabe disso? — Sunoo sorriu para a câmera de um membro da equipe que passava longe, mas seus dedos estavam fazendo um trabalho frenético e escondido na intimidade dela. — Todo mundo quer um pedaço de você hoje.
Ele a fez chegar lá com uma rapidez quase cruel, sorrindo o tempo todo como se estivessem apenas conversando sobre o setlist. Gabby sentiu o mundo girar, o orgasmo reverberando em sintonia com os baixos da música que tocava no palco.
Quando o show finalmente terminou e os aplausos cessaram, Gabby tentou escapar para o banheiro dos fundos, precisando de um momento sozinha para processar o dia absurdo que tivera. Mas, no corredor estreito, Jake a interceptou.
Ele estava ofegante, o suor brilhando em sua pele. Jake tinha aquela mania de morder o lábio inferior que sempre a desconcertava.
— Onde você pensa que vai? — perguntou ele, fechando a porta do pequeno depósito atrás deles.
— Jake, eu preciso... eu preciso de um minuto.
— Você não tem um minuto — Jake a puxou para perto, as mãos descendo com uma fome que ela não esperava. — Eu vi como os outros olharam para você o dia todo. Eu não vou ser o único a ficar de fora.
Jake foi intenso. Ele a beijou com força enquanto suas mãos trabalhavam com uma agilidade desesperada. Gabby não tinha mais resistência. Ela se entregou ao toque dele, sentindo a última centelha de energia de seu corpo ser consumida por aquele último ápice, as unhas dela cravando nos braços fortes de Jake enquanto ela desmoronava em seus braços.
— Bom trabalho hoje — Jake murmurou, dando uma mordida leve no lobo da orelha dela antes de sair.
Gabby finalmente conseguiu chegar ao camarim principal. Ela estava exausta, trêmula e completamente saciada de uma forma que nunca imaginou. Ni-ki estava sentado no sofá, bebendo um isotônico, observando-a entrar.
Ele se levantou e caminhou até ela, passando a mão pelos cabelos escuros dela, os dedos encontrando as mechas claras dele mesmo em contraste com a pele dela.
— Você parece exausta, meu amor — disse Ni-ki, um brilho de diversão nos olhos. Ele sabia. Ele não tinha visto, mas ele conhecia seus membros e conhecia sua namorada. — O dia foi produtivo?
Gabby olhou para ele, vendo o sorriso de quem havia orquestrado o caos sem disparar um único tiro.
— Foi... intenso — respondeu ela, a voz falhando.
Ni-ki a puxou para um abraço possessivo, beijando o topo de sua cabeça enquanto os outros membros entravam no camarim, um por um, agindo como se nada tivesse acontecido, mas todos com o mesmo brilho de satisfação no olhar.
— Ótimo — sussurrou Ni-ki. — Porque agora que chegarmos no hotel, é a minha vez. E eu não vou ser tão gentil quanto eles foram.
